Seja bem vindo ao "Blog do Borjão"

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

ELETROBRAS DEVE MANTER FATIA DE ATÉ 30% EM DISTRIBUIDORAS PRIVATIZADAS, DIZ PRESIDENTE
A Eletrobras deve manter uma participação minoritária em suas seis distribuidoras de eletricidade que atuam no Norte e Nordeste e que serão privatizadas, disse a jornalistas na segunda-feira (2) o presidente da elétrica estatal, Wilson Ferreira Jr. O governo federal anunciou no final de agosto a intenção de desestatizar a Eletrobras, mas o plano prevê que a venda das distribuidoras seja concluída antes da privatização da companhia como um todo. A venda de fatias minoritárias da Eletrobras em ativos de geração eólica e em linhas de transmissão também deverá acontecer antes, ainda neste ano, disse Ferreira, que falou com jornalistas após participar de evento do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) em São Paulo. O executivo adiantou que, no caso das distribuidoras, a ideia é que a companhia converta em participação societária nas companhias sob novos donos ao menos parte de mais de 7 bilhões de reais em dívidas dessas concessionárias junto à própria Eletrobras. "A Eletrobras é a maior credora dessas empresas, é uma forma de ela inclusive ter uma perspectiva desse recebimento...isso não está definido, mas é um valor menor, algo em torno de 30%, até o limite de 30%", explicou Ferreira. Ele disse que essa operação poderia acontecer em todas distribuidoras, uma vez que todas elas possuem dívidas junto à holding Eletrobras. A Eletrobras já recebeu do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estudos sobre a modelagem proposta para a privatização dessas subsidiárias de distribuição, e segundo Ferreira esse material agora será analisado por uma comissão de desestatização criada para apoiar as avaliações do Conselho de Administração sobre o processo. No caso das vendas de participações em geração e transmissão, o executivo disse que a Eletrobras já recebeu uma avaliação financeira dos ativos e uma proposta de modelagem para as vendas. "Isso com certeza sairá ainda este ano", afirmou. "Eu espero que ao longo dos próximos seis meses a gente possa ter o equacionamento da venda dessas Sociedades de Propósito Específico (SPEs)". As seis distribuidoras que serão colocadas à venda são: Amazonas Distribuidora de Energia, Boa Vista Energia, Companhia de Eletricidade do Acre, Companhia Energética de Alagoas, Companhia de Energia do Piauí e Centrais Elétricas de Rondônia. A Eletrobras é a acionista majoritária nas seis.
PRIVATIZAÇÃO
O plano de venda das distribuidoras está mantido mesmo com a decisão do governo federal de privatizar a Eletrobras. O governo aprovou no fim de agosto um plano para privatizar a Eletrobras. O modelo de como será a venda da empresa, entretando, ainda não está definido.
Segundo Ferreira, a Eletrobras deverá divulgar até o final do ano mais detalhes sobre a modelagem de sua privatização e sobre como o processo será conduzido. Ele disse que deverá ser definido em breve, "nos próximos dias", um agente gestor para o processo de desestatização da companhia. "Normalmente, o gestor é o BNDES... agora, há que olhar se existem particularidades nesse processo... o BNDES também é acionista da Eletrobras, você tem que avaliar isso, se tem ou não conflito (de interesses)", disse. "É um processo importante. A gente tem que ser cuidadoso.". Segundo Ferreira, o gestor da privatização da Eletrobras também poderia ser outro órgão que faça parte direta ou indiretamente da administração pública. O executivo defendeu que a privatização é uma forma de blindar a elétrica contra futuras interferências políticas.

PREVISTAS POR EINSTEIN, ONDAS GRAVITACIONAIS TÊM NOVA DETECÇÃO ANUNCIADA NA ITÁLIA
Durante muito tempo, as ondas gravitacionais foram um dos maiores mistérios da ciência. Albert Einstein estava certo de que existiam, e as ondas gravitacionais (nome criado por ele, por sinal) foram uma das bases de sua Teoria Geral da Relatividade, uma das postulações mais revolucionárias da história da ciência. No dia  27 de setembro, o Observatório Europeu de Gravidade (EGO), em Cascina, na Itália, anunciou a detecção de ondas com massa cerca de 53 vezes maior que o Sol. As ondas, geradas pela fusão de dois buracos negros gigantes, foram captadas em agosto, geradas a uma distância de 1,8 bilhão de anos-luz. Os buracos negros se formam no final da vida de supernovas - estrelas de grande massa que implodem e geram um campo magnético tão forte que absorve até a luz. Foi apenas a quarta vez que astrônomos detectaram as ondas, a primeira fora dos EUA. Mais precisamente pelo Virgo, equipamento subterrâneo situado nas cercanias da cidade italiana de Pisa. As três detecções anteriores foram obtidas pelo Observatório Gravitacional de Interferometria Laser (Ligo), em Hanford, no Estado americano de Washington. Sheila Rowan, astrofísica da Universidade de Glasgow, na Escócia, afirmou à BBC que os registros estão permitindo aos cientistas uma nova compreensão dos buracos negros.
O QUE SÃO AS ONDAS GRAVITACIONAIS
Segundo Einstein, todos os corpos em movimento no espaço se fundem à malha do espaço e geram ondas, como as formadas quando uma pedra cai em um rio. Sua detecção é considerada um dos maiores avanços da física nas últimas décadas. Perceber as distorções no tempo-espaço representa uma mudança fundamental no estudo do universo, pois permite observar eventos passados invisíveis a radiotelescópios ou telescópios. Enquanto a luz se dispersa ao atravessar meios distintos -- como ocorre, por exemplo, quando chove e se forma um arco-íris --, isso não ocorre com as ondas gravitacionais. Isso permite a cientistas ter maior ideia do que ocorreu com estrelas situadas a milhões ou bilhões de anos-luz de nosso planeta.

CÓDIGO PERMITE ATACAR IPHONE 7 DESATUALIZADO PELO WI-FI
O pesquisador do Google Gal Beniamini liberou na web um código que pode ser usado para atacar celulares iPhone 7 que não estiverem com a versão mais recente do iOS, o sistema operacional do telefone. O iPhone, junto de vários outros aparelhos celulares, possui uma brecha no chip de Wi-Fi, que é fornecido pela Broadcom. Para que o celular seja atacado, basta que o usuário tente se conectar a uma rede Wi-Fi maliciosa. A partir desse ponto, o invasor ganhará o controle sobre o chip Wi-Fi do iPhone. Não está claro quais atividades maliciosas poderiam ser realizadas a partir do chip, mas é possível que dados possam ser monitorados ou, encadeando alguma outra falha no sistema, que o celular inteiro possa ser comprometido.Embora a brecha exista em diversos aparelhos celulares, Beniamini apenas criou e divulgou o código de demonstração para o iPhone. No Android, a atualização de segurança de setembro imuniza os aparelhos que tiverem a falha. Como não é fácil determinar qual chip Wi-Fi um celular possui, não há lista de dispositivos afetados. Esta é a terceira brecha grave em chips da Broadcom revelada este ano. A primeira, revelada em abril, também foi descoberta por Beniamini. A segunda foi revelada em julho por Nitay Artenstein. Ambas já foram corrigidas em atualizações para os sistemas dos celulares. Não há registro de que elas tenham sido exploradas em casos reais de ataque. A recomendação é a mesma para qualquer falha de segurança: manter o sistema operacional do aparelho atualizado.

Nenhum comentário: