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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

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SABESP GANHA PRÊMIO DE EMPRESA MAIS TRANSPARENTE DO PAÍS EM INFORMAÇÕES FINANCEIRAS
A Sabesp venceu, pela quarta vez, o Troféu Transparência como a empresa com as melhores informações contábeis do Brasil. O prêmio avalia a  qualidade  das demonstrações financeiras publicadas por cerca de 2.000 companhias de todo o país. Além  do  principal  prêmio, entregue na semana passada a Sabesp  ganhou  também  o Troféu Transparência na categoria “Companhia com Receita Líquida acima de R$ 5 bilhões”. Esta foi a 17ª vez que a companhia figura entre os premiados desta categoria em 21 edições da premiação. O  Troféu  Transparência  é concedido pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Fipecafi (Fundação Instituto  de  Pesquisas  Contábeis,  Atuariais  e  Financeiras)  e Serasa Experian.  Concorrem  todas  as  companhias  organizadas  sob  a  forma de sociedade  anônima,  de  capital  aberto  ou  não, sediadas no Brasil, que publicam   suas  demonstrações  financeiras,  com  atuação  nas  áreas  de comércio, indústria e serviços. Entre  os critérios para chegar às empresas vencedoras estão a qualidade  e o  grau das informações contidas nas demonstrações e notas explicativas, a transparência  das  informações  prestadas,  a qualidade e consistência do relatório de administração e o rigor aos princípios da contabilidade. Além da  atual  conquista,  referente  aos  dados  de  2016,  a Sabesp venceu a principal categoria do prêmio em 2000, 2006 e 2010. 

POLUIÇÃO DO AR ACIDIFICA OCEANOS E AMEAÇA VIDA MARINHA, DIZ ESTUDO
Toda a vida marinha será afetada por causa das emissões de gás carbônico, que vêm elevando a acidez dos oceanos no mundo, revela um novo estudo. A pesquisa, que durou oito anos, foi conduzida por mais de 250 cientistas. Os resultados apontam que criaturas marinhas em estágio inicial de desenvolvimento devem ser as mais prejudicadas pelas mudanças. Um exemplo é o bacalhau. Segundo os cientistas, com a acidificação dos oceanos, 25% dos filhotes chegariam à fase adulta - no pior cenário, apenas 12% sobreviveriam. As constatações foram feitas pelo projeto Bioacid, liderado pela Alemanha. O resumo das principais descobertas do estudo será apresentado a negociadores do clima em novembro, numa cúpula em Bonn, no oeste alemão. Mas nem todas as espécies estão ameaçadas. Os impactos biológicos da acidificação dos oceanos, explicam os cientistas, podem beneficiar diretamente alguns animais. Ainda assim, mesmo esses podem ser afetados com as alterações na cadeia alimentar marinha. Esse processo de acidificação tende a se agravar com mudanças climáticas, poluição, desenvolvimento urbano no litoral, uso de fertilizantes agrícolas e pesca predatória. O nível de acidez está aumentando porque, à medida que o dióxido de carbono de combustíveis fósseis se dissolve na água do mar, produz ácido carbônico e reduz o pH da água. O pH médio identificado na superfície da água caiu de 8,2 para 8,1, o que representa um aumento na acidez de cerca de 26%. O estudo foi liderado pelo professor Ulf Riebesell, do Centro Helmholtz de Pesquisas Oceânicas (Geomar) em Kiel, no norte da Alemanha. Considerado uma das maiores autoridades do mundo no assunto, ele tem mantido a cautela ao falar sobre efeitos da acidificação. À BBC, ele disse que todos os grupos marinhos serão afetados pelas mudanças químicas, ainda que em diferentes níveis. Desde 2009, pesquisadores que trabalham no programa Bioacid têm estudado como espécies marinhas estão sendo afetadas pela acidificação em diferentes fases da vida e seu impacto na cadeia alimentar. Também tentam verificar se há como reduzir os efeitos pela adaptação evolutiva da fauna e flora. O estudo foi conduzido em laboratório e também nos mares do Norte, Báltico, no Oceano Ártico e na Papua Nova Guiné. Um resumo de mais de 350 publicações acadêmicas sobre os efeitos da acidificação - que será apresentado no próximo mês - revelou que quase metade da fauna marinha testada reagiu de forma negativa ao aumento, ainda que moderado, da concentração do dióxido de carbono. Entre as espécies ainda em crescimento no Atlântico, bacalhau, mexilhão-azul, estrela-do-mar, ouriço e borboleta-marinha aparecem como as mais afetadas pela mudança no pH da água. Um experimento com os cirrípedes (tipo de crustáceo) mostrou que eles não são sensíveis à acidificação e algumas plantas - como algas que usam carbono para a fotossíntese - podem até se beneficiar. Carol Turley, especialista em acidificação oceânica no Reino Unido, avaliou a pesquisa como "extremamente importante". "A pesquisa contribuiu com importantes dados sobre os impactos que a acidificação pode gerar em uma ampla gama de organismos marinhos, de micróbios a peixes", concluiu.

PAGAR COM GOOGLE CHEGA AO BRASIL PARA DISPUTAR MERCADO COM PAYPAL E PAGSEGURO
Chegou nesta semana ao Brasil o Pagar com Google, serviço do Google que tenta agilizar o pagamento de compras feitas em sites e aplicativos. A ferramenta já está integrada a lojas virtuais populares no país, como iFood, Peixe Urbano e Hotel Urbano, e deve chegar em breve a Groupon, Netshoes, entre outros. O Pagar com Google funciona mais ou menos da mesma forma que PayPal, PagSeguro e outros serviços do tipo. Ao invés de digitar os dados do cartão de crédito/débito ou conta bancária a cada compra pela internet, a ideia é que o consumidor faça isso apenas uma vez no Pagar com Google. A ferramenta da empresa armazena as informações e, a cada nova compra, só pergunta qual opção de pagamento será usada, sem digitação de números. O novo serviço é resultado do pacote de ferramentas de pagamento anunciado pelo Google em maio durante a conferência para desenvolvedores Google I/O. Mas é importante não confundi-lo com o Android Pay, rival do Samsung Pay e do Apple Pay. O Android Pay tem a mesma premissa do Pagar com Google de poupar tempo na hora de fazer um pagamento. Seu foco, no entanto, é principalmente no uso do smartphone com tecnologia NFC em pontos físicos. Ou seja, encostando o celular em uma maquininha de cartão. O Android Pay tem previsão de chegar ao Brasil até o final de 2017, informou o Google durante a Google I/O.

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