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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

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IMPULSIONADA PELO REFIS, ARRECADAÇÃO SOBE 8,6% EM SETEMBRO, PARA R$ 105 BILHÕES
A arrecadação federal - que inclui impostos, contribuições federais e outras receitas como royalties pagos ao governo por empresas que exploram petróleo no país -, totalizou R$ 105,59 bilhões em setembro, informou a Secretaria da Receita Federal.
·     Na comparação com o resultado da arrecadação de setembro do ano passado, houve um aumento real, ou seja, após descontada a inflação, de 8,66%.
·      Trata-se do melhor resultado para meses de setembro desde 2015 (R$ 105,93 bilhões).
·       Esse também foi o segundo mês seguido de alta real da arrecadação.
Os números da Receita Federal mostram que os valores arrecadados com o novo programa de parcelamento do governo, conhecido como Refis, ajudaram na arrecadação do mês passado. De acordo com o Fisco, foram arrecadados R$ 3,4 bilhões com estes parcelamentos em setembro. O prazo de adesão, que acabava no fim de setembro, foi prorrogado paro final de outubro. O resultado geral da arrecadação também teve ajuda das receitas do governo com royalties do petróleo, que avançaram 7,52% em termos reais, em setembro, para R$ 1,7 bilhão.
Em setembro, a arrecadação da chamada "receita administrada", que inclui impostos e contribuições federais, teve alta real de 8,68% (em parte por conta do Refis), para R$ 103,89 bilhões. As comparações foram feitas com agosto do ano passado. 

O crescimento da arrecadação também acontece em um momento de reativação da economia brasileira. Após recessão nos dois últimos anos, a economia voltou a crescer nos três primeiros meses deste ano e continuou avançando no segundo trimestre de 2017. Ações como a redução da taxa básica de juros da economia pelo Banco Central, com reflexo nas taxas de juros bancárias, e a liberação das contas inativas do FGTS ajudaram a impulsionar a economia nos últimos meses, segundo analistas.
ACUMULADO DO ANO
Os números do Fisco mostram que a arrecadação também registrou crescimento no acumulado dos nove primeiros meses do ano. Neste período, a arrecadação federal avançou 2,44% em termos reais, para R$ 968,33 bilhões. Foi melhor do que no ano passado, mas ficou abaixo do patamar do mesmo período de 2015. De acordo com a Receita Federal, a alta da arrecadação está em linha com os indicadores econômicos, que registraram aumento da atividade de janeiro a setembro deste ano. Nos nove primeiros meses deste ano, a produção industrial avançou 1,36%, as vendas de bens e serviços cresceram 0,68% e a massa salarial avançou 2,55%. Já o valor em dólar das importações cresceu 9,9%. Na parcial de 2017, a arrecadação do Refis também contribuiu para ajudar a arrecadação. Neste período, R$ 10,98 bilhões foram arrecadados, contra R$ 1,24 bilhão (parcelamento da dívida ativa) no mesmo período do ano passado.
META FISCAL
O comportamento da arrecadação é importante porque ajuda o governo a tentar cumprir a meta fiscal, ou seja, o objetivo fixado para as contas públicas. Para 2017 e 2018, a meta revisada pelo Congresso Nacional, a pedido da equipe econômica, é de déficit (resultado negativo) de até R$ 159 bilhões. No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 154,2 bilhões, o maior em 20 anos. Em 2015, o déficit fiscal totalizou R$ 115 bilhões. A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e mais pressões inflacionárias.

A LIGAÇÃO ENTRE COLISÃO DE ESTRELAS MORTAS, ONDAS GRAVITACIONAIS E A ORIGEM DO OURO
Cientistas anunciaram ter conseguido registrar pela primeira vez as ondas gravitacionais emitidas pelo choque de duas estrelas mortas (ou estrelas de nêutrons). A colisão ocorreu há 130 milhões de anos, quando dinossauros ainda habitavam a Terra, mas as ondas gravitacionais resultantes do processo só agora chegaram a nós. Mais do que isso, essas fusões de estrelas mortas levam à produção do ouro e da platina existentes no Universo, confirmaram cientistas.
"Vimos a história ocorrendo bem diante dos nossos olhos: duas estrelas de nêutrons se aproximando, se aproximando... virando cada vez mais rapidamente uma para outra, colidindo e espalhando resíduos por todos os lados", disse à agência AFP o pesquisador Benoit Mours, do instituto francês CNRS. Acredita-se que grande parte dos elementos pesados do Universo - como o ouro e a platina, mas também o urânio e o mercúrio - seja resultante desse fenômeno.
“Este é o relógio de ouro do meu bisavô. Tem cerca de 100 anos. O ouro neste relógio muito provavelmente foi produzido pelo choque de duas estrelas mortas há bilhões de anos atrás, não sabemos exatamente quando. É uma descoberta realmente incrível”, diz David Reitze, diretor-executivo do projeto Ligo. O maior diferencial é que o evento foi registrado primeiro pelas ondas gravitacionais resultantes - que são como perturbações na constituição do espaço-tempo geradas por eventos violentos - e, depois, pelas emissões de luz em muitos comprimentos de onda distintos (de raios-gama até ondas de rádio) ao longo de dias. Essa combinação de observações nunca havia sido possível antes e oferece novos entendimentos sobre a atuação de estrelas de nêutrons. "Essas estrelas são um laboratório de física extrema: é um material exótico, rico em nêutrons; e, quando são desmembradas, gera-se radiação exótica (...) que produz elementos como o ouro. É algo muito empolgante", explica o astrônomo inglês Martin Rees.

WHATSAPP VAI GANHAR COMPARTILHAMENTO DE LOCALIZAÇÃO EM TEMPO REAL
WhatsApp anunciou um novo recurso que permite compartilhar a sua localização em tempo real. A função usa criptografia de ponta-a-ponta (leia mais sobre o método de segurança) e permite determinar por quanto tempo sua posição atual pode ser acompanhada por familiares, amigos e outros contatos. A novidade será disponibilizada para dispositivos Android e iOS nas próximas semanas.
ONDE EU ESTOU?
O WhatsApp já tem compartilhamento de localização, mas o novo recurso permite seguir o deslocamento do usuário pelo tempo determinado, que vai de 15 minutos a 8 horas. De acordo com a empresa, é possível encerrar o compartilhamento da posição atual a qualquer momento, ou simplesmente esperar que o contador se expire. No entanto, o WhatsApp alerta que "se mais de uma pessoa compartilhar sua localização em um grupo, todas as localizações aparecerão no mesmo mapa".

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