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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

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GOVERNO VÊ 'JANELA' PARA REFORMA DA PREVIDÊNCIA EM 2017, DIZ MINISTRO
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, avaliou nesta semana em audiência no Tribunal de Contas da União (TCU), que ainda há uma "janela" para fazer a reforma da Previdência neste ano, após a análise da denúncia contra o presidente Michel Temer. "Nesse ano acho que tem uma janela, assim que voltar a denúncia. Abre uma janela de pauta. Se ficar para o ano que vem, não tem nenhuma possibilidade", declarou. Segundo ele, quanto mais rápido se fizer a reforma da Previdência, mais suave ela pode ser. Se demorar mais, acrescentou, a reforma terá de ser "mais dura". Apesar de admitir que o espaço político para tocar essa reforma em 2017 é "pequeno", Oliveira disse que o atual governo, por não ter pretensões de reeleição, está disposto a enfrentar o debate nessa reta final do ano. "Nossa agenda é nos concentramos nas reformas que o país precisa", declarou. De acordo com o ministro, é "inevitável" que se faça uma reforma da Previdência Social. Ele acrescentou que não há "plano B". "Se digo que tem plano B, esquecem o plano A", afirmou. Para ele, não há desenvolvimento social sem equilíbrio econômico do Estado. "Estado quebrado não é um ambiente para um crescimento econômico", concluiu. Mais cedo, o ministro afirmou que com o aumento de gastos obrigatórios, principalmente os previdenciários, o governo está perdendo "capacidade gerencial" de atender às reais necessidades da população. O Congresso discute proposta do governo Michel Temer para a reforma da Previdência. Um texto alterado pelo relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), chegou a ser aprovado na comissão especial sobre o assunto. Entretanto, desde a eclosão de denúncias envolvendo o presidente Michel Temer, em maio deste ano, o tema está parado no Legislativo. Para o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, não fazer a reforma agora não será o "fim do mundo". "Mas, se não conseguirmos, tenho absoluta certeza que será a primeira reforma do próximo governo. É uma reforma de Estado", declarou. Segundo ele, quanto mais cedo a reforma da Previdência sair, será melhor para o próximo governo.

ISRAEL DESCOBRE PARTE OCULTA DO MURO DAS LAMENTAÇÕES
Arqueólogos israelenses apresentaram nesta semana uma parte oculta do Muro das Lamentações descoberta recentemente e os vestígios do primeiro edifício público romano encontrado na Cidade Velha de Jerusalém. O arqueólogo Joe Uziel, que participou das escavações, afirmou que ele e seus colegas sabiam da existência de uma parte não descoberta do Muro das Lamentações e esperavam encontrar uma rua romana em sua base. "Mas à medida que cavávamos, fomos percebendo que não conseguíamos encontrar a rua. Em vez disso, descobrimos um edifício circular", declarou à imprensa no lugar da descoberta. "Percebemos que, na verdade, estávamos descobrindo uma estrutura do tipo teatro (romano)", acrescentou Uziel. O uso de carbono 14 e outros métodos de datação permitiu determinar que o edifício remonta ao século II ou III da nossa era, mas sua construção nunca foi concluída. A autoridade de Antiguidades israelense, que realizou as escavações durante dois anos, detalhou que várias fontes históricas mencionam o edifício, mas foi necessário um século e meio de pesquisas arqueológicas modernas para encontrá-lo. A parte do Muro das lamentações descoberta tem 15 metros de largura e oito de altura. As pedras utilizadas em sua construção estão bem preservadas, embora o conjunto tenha permanecido debaixo de oito metros de terra durante 17 séculos, detalhou a autoridade. O Muro das Lamentações é o único vestígio de um muro de contenção do Segundo Templo judaico de Jerusalém destruído pelos romanos no ano 70 de nossa era. Junto a essa construção se estende o Monte do Templo, o lugar mais sagrado do judaísmo, conhecido como Esplanada das Mesquitas pelos muçulmanos, que o consideram o terceiro lugar mais sagrado da sua religião. A Cidade Velha se encontra em Jerusalém Oriental, área controlada por Israel desde 1967.

TWITTER ANUNCIA REGRAS MAIS DURAS PARA COMBATER ASSÉDIO SEXUAL
O Twitter anunciou regras mais duras para regular postagens que contenham "nudez não consensual" e mensagens de assédio. A medida é uma intensificação da luta contra a agressão sexual em meio ao escândalo de abuso protagonizado pelo produtor de Hollywood Harvey Weinstein. As novas regras começarão a ser aplicadas nas próximas semanas, informou o Twitter nesta semana. A rede social "suspenderá imediatamente e de forma permanente qualquer conta identificada como a fonte original de nudez não consentida e/ou usuários que claramente estão publicando informação para assediar alguém", afirma o comunicado. O Twitter define "nudez não consensual" como "conteúdo com imagens debaixo de saias" ou "conteúdo de câmeras ocultas", entre outros. Como as pessoas que aparecem nestas imagens "frequentemente não sabem que o material existe, não vamos exigir uma notificação da vítima para removê-lo", explica o comunicado. O Twitter também indicou que as conversas com teor sexual e a troca de publicações sexuais será "inaceitável" e prometeu adotar ações quando for notificado.
ATRIZ TEVE CONTA SUSPENSA
As medidas seguem uma promessa feita na última sexta (13/9) pelo cofundador do grupo Jack Dorsey e são anunciadas após a revolta provocada pela suspensão temporária da conta de Rose McGowan, uma das atrizes que acusou Harvey Weinstein de agressão sexual. A conta foi suspensa depois que McGowan fez uma postagem contra o ator Ben Affleck, que, segundo ela, mentiu ao afirmar que não sabia do histórico abusivo de Weinstein. A rede social afirmou que a suspensão aconteceu porque a atriz rompeu as regras ao publicar um número de telefone pessoal. O famoso produtor de Hollywood foi demitido do cargo de codiretor da The Weinstein Company há 10 dias e renunciou ao conselho de administração da empresa, da qual está completamente afastado. Quase 40 atrizes, incluindo Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie e Mira Sorvino, afirmaram que foram assediadas sexualmente pelo produtor. O escândalo também provocou reações nas redes sociais, onde mulheres de todo o mundo revelaram casos de assédio e agressões. 

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