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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

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GOVERNO ADIA PARA 2018 MEDIDA QUE AUMENTA TRIBUTAÇÃO SOBRE EMPRESAS
Pressionado pelo Congresso Nacional e pelo empresariado, o governo federal decidiu adiar para 2018 o início da vigência da reoneração da folha de pagamento, medida que poderia gerar uma receita de R$ 2,5 bilhões neste ano. A medida provisória que acabaria com o benefício, se convertida em lei, perderá a validade nesta semana e é difícil que seja aprovada a tempo. A alternativa encontrada pelo governo será reapresentar a proposta, desta vez por meio de projeto de lei. O governo pretende encaminhar o projeto nesta semana ao Congresso, segundo um ministro palaciano. Em evento na CNI (Confederação Nacional da Indústria), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que as condições do projeto serão as mesmas da medida provisória. Ou seja, ele vai acabar com a desoneração da folha de pagamento para cerca de 50 setores econômicos. As empresas afetadas voltariam a calcular as contribuições devidas à Previdência de acordo com a folha de salários, e não mais conforme o faturamento da empresa. Se o projeto de lei for aprovado, as novas regras só entrarão em vigor 90 dias após a sanção presidencial. Por isso, não haverá mais tempo para que o dinheiro entre nos cofres públicos neste ano. Segundo auxiliares do presidente Michel Temer, a pressão para deixar caducar a medida provisória veio do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que, em reunião no Palácio do Planalto no fim de semana, se opôs a votar a proposta às pressas. Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já considerava não votar a medida provisória, para que houvesse tempo de discutir o assunto. Ele disse que uma nova proposta poderia passar a valer apenas para 2019, mas recuou e já considera que o texto comece a valer no ano que vem. Na proposta original, foram preservados três setores: transporte público urbano, construção civil e comunicação. Para os demais beneficiados, a desoneração acabaria em 1º de julho deste ano. No mês passado, a comissão mista do Congresso que analisa a medida aprovou relatório que adiava o início da medida para janeiro de 2018. A comissão também excluiu mais setores da mudança.
AÇÕES
Como a regra ficou em vigor durante o mês de julho, a Receita Federal irá cobrar o tributo devido neste período. Entidades empresariais conseguiram suspender a cobrança com ações na Justiça. A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) obteve decisão favorável para cerca de 150 mil empresas. O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Andrade, afirmou que a entidade continua trabalhando para que a reoneração não aconteça: "Não foram benefícios dados de maneira casual, acabou beneficiando todos os setores". O governo também vai negociar uma nova versão do Refis, programa de refinanciamento de dívidas. O texto aprovado em comissão na Câmara, do deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), é considerado excessivamente generoso, ao conceder descontos de até 99% das multas sobre as empresas que deixaram de pagar impostos. 

JAPONESES, QUASE QUE POR ACIDENTE, CRIAM SORVETE QUE NÃO DERRETE
Como arruinar um belo dia de verão? Uma possibilidade é demorar tempo demais para chupar seu picolé e ter de lidar com todo aquele líquido melado escorrendo pelas mãos. Mas, se depender de uma sorveteria no Japão, todos os dias de verão serão perfeitos. A Kanazawa Ice fica localizada na cidade de Kanazawa, de 450 mil habitantes, e é lá a terra do "sorvete que não derrete". A companhia começou a vender os sorvetes em abril e passou a distribuí-los para cidades maiores como Osaka e Tokyo. Segundo reportagem do jornal japonês "The Asahi Shimbun", em um dia de calor (28ºC), após 5 minutos na temperatura ambiente, o sorvete ainda mantinha sua forma original (e continuava gelado). O segredo para a façanha, segundo o professor de farmácia da Universidade de Kanazawa Tomihisa Ota que desenvolveu a iguaria, é um extrato de morango que contém uma substância chamada polifenol. "O polifenol tem propriedades que dificultam a separação da água e do óleo, de forma que, na composição de um picolé, este ficará em sua forma original por um tempo muito maior e será mais difícil de derreter", disse.
MORANGOS
A descoberta aconteceu por acidente, quando o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Bioterapias começou a fazer testes com os morangos da região com a ideia de ajudar os produtos locais a se recuperarem dos grandes terremoto e tsunami de 2011. À época, a produção de morangos não ia bem e as frutas não estavam bonitas o suficiente para serem comercializadas –daí a ideia de trabalhar com o extrato de polifenol em algumas sobremesas. Os primeiros testes não deram nada certo porque, em contato com o polifenol, o creme de leite se solidificava imediatamente. Não demorou para que surgisse a ideia de usar o ingrediente "antiderretimento" em sorvetes.Veja o sorvete "em ação" contra um secador de cabelos no vídeo abaixo: https://youtu.be/sA-lc6ZnWLo

IPHONE FAZ IPODS SEREM ESQUECIDOS E APPLE ANUNCIA FIM DOS MAIS BARATOS
Depois de anos à sombra das vendas do iPhone, o venerável iPod deu um grande passo no caminho do esquecimento, quando a Apple anunciou que descontinuaria a produção de dois dos modelos mais baratos do aparelho, o nano e o shuffle. Os dois produtos foram retirados da loja on-line da Apple e desaparecerão também das lojas físicas. A Apple já tinha reduzido o espaço dedicado ao iPod em suas lojas, dois anos atrás, transferindo-o para a seção de acessórios. O nano, de US$ 149 (preço nos EUA), e o shuffle, de US$ 49, passaram por uma atualização que lhes deu novas cores em 2015, mas o nano não foi renovado desde 2012 e o último redesign do shuffle foi em 2010. "Hoje, estamos simplificando nossa linha do iPod, com dois modelos iPod touch agora com o dobro de capacidade e preços a partir de apenas US$ 199, e estamos descontinuando o iPod shuffle e o iPod nano", anunciou a Apple. No site da Apple brasileira, o iPod touch custa a partir de R$ 1.299. No da revendedora iPlace, o nano era anunciado por R$ 1.079,10, e o shuffle, por R$ 359,10. O iPod original surgiu em 2001. Ele não foi o primeiro player digital de música, mas revolucionou o setor ao oferecer capacidade de armazenagem de mil canções. O shuffle chegou ao mercado em 2005, como primeiro iPod com memória Flash, mais rápida, e sem tela, enquanto o nano foi introduzido mais tarde naquele ano como substituto do então popular iPod mini. Os dois passaram por diversas renovações de design em seus primeiros anos, antes de se verem suplantados pelo iPhone. O iPod touch, o modelo de iPod mais vendido da empresa, certa vez definido por Steve Jobs como um iPhone sem o phone, continua no mercado. A empresa aumentou sua capacidade de armazenagem, anunciando na quinta-feira que as versões de 16 gigas e 64 gigas de memória seriam descontinuadas, e reduzindo o preço das versões de 32 gigas e 128 gigas a respectivamente US$ 199 e US$ 299. Em 2014, a Apple descontinuou o iPod classic, um modelo grande com uma "roda de controle" que era o mais parecido com o iPod original. Tim Cook, o presidente-executivo da Apple, anunciou então que o classic seria descontinuado porque a empresa não estava conseguindo obter os componentes necessários. Mesmo assim, com o sucesso do iPhone, sem apps específicos e diante de novos serviços como o iCloud e a Apple Music, os iPods sem tela de toque se tornaram menos úteis para a empresa e os consumidores. A Apple, sediada em Cupertino, Califórnia, vendeu mais de 400 milhões de iPods até agora, e o iPhone ultrapassou o bilhão de unidades vendidas em julho de 2016. 

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