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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

PRODUÇÃO DE VEÍCULOS CRESCE 22% ATÉ JULHO E SOMA QUASE 1,5 MILHÃO DE UNIDADES
A produção de veículos no Brasil cresceu 17,9% em julho deste ano ante igual mês do ano passado, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Foram 224,7 mil unidades produzidas no primeiro mês do segundo semestre, em conta que inclui automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Em relação a junho, a produção teve alta de 5,9%. Com os resultados, os sete primeiros meses do ano somam a fabricação de 1,488 milhão de unidades, expansão de 22,4% em relação a igual intervalo do ano passado. O crescimento tem sido impulsionado principalmente pelas exportações. Por segmento, os automóveis e comerciais leves, juntos, somaram 215,2 mil unidades produzidas em julho, aumento de 17,1% em relação a julho do ano passado e de 5,9% ante o volume do mês anterior. No acumulado do ano, o avanço é de 22,6%, para 1,432 milhão de unidades. Entre os pesados, foram 7,2 mil caminhões produzidos no mês passado, avanço de 41,5% ante igual mês de 2016 e de 6% sobre o volume de junho. O segmento acumula crescimento de 19% nos sete primeiros meses do ano, para 43,2 mil unidades. No caso dos ônibus, as montadoras produziram 2,3 mil unidades em julho de 2017, expansão de 40,7% sobre o resultado de igual mês do ano passado e de 2,9% em relação a junho. No ano, o segmento acumula aumento de 12,9%, para 12,2 mil unidades. Apesar da alta na produção, as demissões continuam nas montadoras. Só em julho, 276 vagas de emprego foram eliminadas. Considerando os últimos 12 meses, são 1.693 vagas a menos. Com isso, a indústria conta hoje com 125.172 funcionários, recuo de 1,3% em relação ao nível de julho do ano passado. 
VENDAS
A venda de veículos novos no Brasil alcançou 184,8 mil unidades em julho, alta de 1,9% em comparação com igual mês do ano passado, mas queda de 5,2% sobre o resultado de junho. No acumulado do ano, o mercado sobe 3,4% em relação a igual período do ano anterior, para 1,204 milhão de unidades. Por segmento, as vendas de automóveis e comerciais leves, juntos, somaram 179 mil vendas em julho, expansão de 2,3% em relação a julho de 2016, porém recuo de 5,5% ante o volume do mês anterior. Os emplacamentos destes dois segmentos acumulam, nos sete primeiros meses do ano, avanço de 4% sobre igual intervalo do ano passado, para 1,172 milhão de unidades. Entre os pesados, foram 4,5 mil caminhões vendidos no sétimo mês do ano, baixa de 3,2% ante igual mês do ano passado, mas alta de 7,5% sobre o resultado verificado no sexto mês. No acumulado do ano, o segmento acumula retração de 14,1%, para 25,9 mil unidades. No caso dos ônibus, as montadoras venderam 1,2 mil unidades em julho, queda de 27% sobre o resultado de igual mês do ano passado e baixa de 1% em relação a junho. A contração no acumulado do ano é de 16,9%, para 6,3 mil unidades. Os pátios das montadoras e das concessionárias terminaram o mês passado com 217,7 mil veículos à espera de um comprador. O estoque é suficiente para 35 dias de venda, considerando o ritmo das vendas registrado em julho. Um mês antes, este número de veículos era de 220,1 mil, suficiente para 36 dias de vendas, também considerando o ritmo de julho. Segundo a Anfavea, o ideal é que os estoques sustentem cerca de 30 dias de vendas.
EXPORTAÇÕES
As exportações em valores de veículos e máquinas agrícolas somaram US$ 1,384 bilhão em julho, alta de 46,8% na comparação com julho do ano passado e de 1,3% ante junho. No acumulado do ano, houve crescimento de 52% sobre igual período de 2016, para US$ 8,792 bilhões. Os dados foram divulgados há pouco pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No sétimo mês do ano, foram exportadas 65,7 mil unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, o que representa expansão de 42,5% na comparação com igual mês do ano passado, mas baixa de 2,4% ante junho. No acumulado do ano, houve avanço de 55,3% sobre igual período de 2016, para 439,5 mil unidades. 

CIENTISTAS CONSEGUEM EDITAR GENOMA DE EMBRIÃO HUMANO PARA EVITAR DOENÇA HEREDITÁRIA
Pesquisadores inauguraram uma nova era da ciência e da bioética aplicada à reprodução humana, com a comprovação de que é possível corrigir falhas no DNA de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e, dessa forma, impedir a transmissão de doenças genéticas hereditárias. A notícia, que havia vazado na semana passada, foi confirmada com a publicação de um trabalho na revista Nature. O estudo, realizado nos Estados Unidos, utilizou uma técnica conhecida como Crispr-Cas9 (ou simplesmente Crisper) para editar o DNA de embriões humanos e corrigir uma mutação associada ao risco de falência cardíaca e morte súbita. Os embriões foram gerados por fertilização in vitro, para fins de pesquisa, utilizando células de doadores. Foram destruídos após três dias e não chegaram a ser implantados – até porque não há autorização legal para isso. Não há razão técnica, porém, pela qual eles não poderiam desenvolver-se normalmente caso fossem transferidos para um útero, provocando uma série de questionamentos éticos sobre um possível uso eugênico da tecnologia, para a produção de bebês com características específicas, não relacionadas à cura de doenças. “Provamos que esse método de correção genética em embriões é seguro e pode ser potencialmente usado para prevenir a transmissão de doenças genéticas para futuras gerações”, disse a pesquisadora Paula Amato, da Universidade de Saúde e Ciências do Oregon, em uma coletiva internacional de imprensa. Ela enfatizou, porém, que “mais pesquisas e discussões éticas são necessárias antes de proceder para testes clínicos” da tecnologia. “Ainda há um longo caminho pela frente”, disse Sanjiv Kaul, outro coautor do trabalho.
                                                                                                                    
TECNOLOGIA
Inventada há apenas cinco anos, a Crisper se tornou uma tecnologia revolucionária quase que instantaneamente. Ela permite fazer modificações genéticas de forma muito precisa, por meio da combinação de uma “sequência guia” de material genético associada a uma enzima especial (a Cas9), que corta o DNA em pontos específicos do genoma. Com isso é possível desligar genes ou, como foi feito de forma pioneira neste estudo, “desfazer” uma mutação, induzindo o genoma a se reconstruir da forma correta após o corte. O gene corrigido neste caso foi o MYBPC3, responsável pela síntese de uma proteína envolvida no controle do músculo cardíaco. Quando mutado, ele causa cardiomiopatia hipertrófica, uma doença hereditária que pode causar morte súbita, presente no DNA de 1 em cada 500 pessoas no mundo. Os pesquisadores usaram espermatozoides de um portador da mutação para fertilizar óvulos e utilizaram a Crisper para corrigir o defeito genético desde o início do desenvolvimento embrionário. A ideia é que isso possa ser usado para aumentar o número de embriões saudáveis disponíveis para casais portadores de doenças genéticas, em combinação com a técnica de diagnóstico genético pré-implantacional, que permite identificar se um embrião gerado por fertilização in vitro tem a mutação ou não. Ética. Segundo Kaul, caberá às agências reguladoras determinar os limites éticos do uso da tecnologia, definindo o que pode ou não ser mexido no DNA dos embriões. São conhecidas mais de 10 mil doenças monogênicas, causadas por mutações em um único gene, e a técnica, teoricamente, poderia ser usada em qualquer uma delas.

FACEBOOK VAI INTENSIFICAR CHECAGEM DE FATOS PARA COMBATER NOTÍCIAS FALSAS
O Facebook deve enviar mais artigos potencialmente falsos para a checagem de fatos e mostrar as descobertas abaixo da publicação original, informou a maior rede social do mundo em um esforço para conter a circulação de notícias falsas. Em comunicado, a companhia disse que começará a usar algoritmos para detectar notícias falsas em potencial e enviá-las aos verificadores de informação, potencialmente mostrando os resultados da checagem abaixo do artigo original. O Facebook tem sido criticado como sendo um dos principais pontos de distribuição de notícias falsas, que muitos pensam ter influenciado o resultado das eleições presidenciais norte-americanas em 2016.QUESTÃO GLOBAL
O problema também se tornou tópico de discussões políticas na Europa, com os eleitores franceses inundados por notícias falsas antes das eleições presidenciais na França, em maio, e a Alemanha apoiando um plano para multar as redes sociais que não conseguirem remover publicações de ódio prontamente, antes de eleições em setembro. Na semana passada o Facebook informou em um comunicado enviado separadamente em alemão que um teste da ferramenta de checagem de fatos estava sendo lançado nos Estados Unidos, na França, na Holanda e na Alemanha. "Além de ver quais histórias são contestadas pelos verificadores de fatos terceirizados, as pessoas querem mais contexto para tomar decisões informadas sobre o que leem e compartilham", disse em Sara Su, gerente de produto do feed de notícias do Facebook, um blog. Ela acrescentou que o Facebook seguirá testando sua ferramenta de "artigos relacionados" e trabalhará em outras mudanças no feed de notícias para conter informações falsas. 

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