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quinta-feira, 27 de julho de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

CONFIANÇA DO COMÉRCIO RECUA EM JULHO E VOLTA AO NÍVEL DE MARÇO
O índice de confiança do comércio da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 2,3 pontos em julho, passando de 85,7 para 83,4 pontos, o que fez com que o indicador retornasse ao nível de março. A queda ocorreu em 11 dos 13 segmentos pesquisados e foi determinada por pioras tanto das expectativas quanto das avaliações sobre a situação atual. O índice de expectativas cedeu 4 pontos, para 88,4 pontos. Já o índice da situação atual caiu 0,4 ponto, para 79,2 pontos. Para Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, o resultado mostra que o aumento da incerteza com a crise política pode ter impactado "o lado real da economia". "Os indicadores que medem a percepção sobre o nível de demanda atual e as perspectivas para contratações nos meses seguintes estabilizaram-se em níveis mais fracos que os do bimestre abril-maio. Mais sintomática da piora do ambiente de negócios foi a perda de fôlego do segmento revendedor de duráveis, que vinha observando até junho uma recuperação gradual do otimismo alavancada pela queda dos juros e pela entrada de recursos do FGTS”, avaliou.
MÉDIA TRIMESTRAL
Em julho, o indicador de médias móveis trimestrais caiu pelo segundo mês consecutivo, depois de subir entre janeiro e maio. O comportamento recente do índice, no entanto, não vinha sendo homogêneo entre os diferentes segmentos, segundo a FGV. Enquanto a confiança dos revendedores de bens não duráveis já vinha em queda desde maio, o índice dos revendedores de duráveis manteve a trajetória positiva até junho, quando alcançou a marca próxima aos 100 pontos. Neste mês, o índice de expectativas dos duráveis também recuou, mostrando que o aumento da incerteza começa a afetar um segmento que vinha se tornando gradualmente mais otimista ao longo do primeiro semestre.

QUEDA NA CONTAGEM DE ESPERMATOZOIDES EM HOMENS PODE LEVAR À EXTINÇÃO HUMANA, APONTA PESQUISA
O ser humano pode ser extinto se a quantidade de espermatozoides no esperma dos homens continuar a cair no ritmo atual, segundo um estudo liderado por um pesquisador da Universidade Hebraica de Jerusalém. Um grupo de sete especialistas de diversas universidades ao redor do mundo se uniu para analisar os resultados de 185 estudos diferentes da América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia. Eles concluíram que a contagem de espermatozoides entre homens dessas regiões caiu pela metade nos últimos 40 anos. Houve uma queda de 52,4% na concentração de espermatozoides e uma diminuição de 59,3% na contagem total das células reprodutivas no esperma de homens dos locais estudados. O estudo também aponta que a taxa de declínio continua alta e pode possivelmente estar aumentando. Os resultados foram publicados no Human Reproduction Update, uma publicação sobre reprodução humana. O pesquisador chefe, Hagai Levine, diz que seu estudo é um dos maiores já feitos sobre o assunto - foram avaliados 185 artigos científicos feitos entre 1973 e 2011. Levine, que é epidemiologista, diz que ficou "muito preocupado" com o que pode acontecer no futuro. Segundo ele, se a tendência continuar, o ser humano pode ser extinto. "Se não mudarmos a forma como estamos vivendo, a maneira como nos relacionamos com o ambiente e os produtos químicos aos quais estamos expostos, eventualmente podemos ter um problema grande relativo à nossa reprodução. E ele pode levar ao fim da espécie humana", afirma.
CÉTICOS
Cientistas que não participaram do estudo elogiaram a qualidade da pesquisa, mas dizem que essa conclusão alarmista pode ser prematura, já que nenhum declínio foi encontrado no esperma de homens da América do Sul, da Ásia e da África. Os pesquisadores liderados por Levine, no entanto, apontam que nesses continentes não houve um número significativo de estudos conduzidos até agora. Análises anteriores indicaram quedas similares na contagem de espermatozoides em países em desenvolvimento, mas céticos afirmam que uma grande parte dessas pesquisas tinham problemas. Algumas tinham uma amostra muito pequena de pessoas estudadas, enquanto outras incluíam apenas homens que visitaram clínicas de fertilidade, ou seja, tinham maior chance de ter baixa contagem de espermatozoides, dizem. O ser humano pode ser extinto se a quantidade de espermatozoides no esperma dos homens continuar a cair no ritmo atual, segundo um estudo liderado por um pesquisador da Universidade Hebraica de Jerusalém. Um grupo de sete especialistas de diversas universidades ao redor do mundo se uniu para analisar os resultados de 185 estudos diferentes da América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia. Eles concluíram que a contagem de espermatozoides entre homens dessas regiões caiu pela metade nos últimos 40 anos. Houve uma queda de 52,4% na concentração de espermatozoides e uma diminuição de 59,3% na contagem total das células reprodutivas no esperma de homens dos locais estudados. O estudo também aponta que a taxa de declínio continua alta e pode possivelmente estar aumentando. Os resultados foram publicados no Human Reproduction Update, uma publicação sobre reprodução humana. O pesquisador chefe, Hagai Levine, diz que seu estudo é um dos maiores já feitos sobre o assunto - foram avaliados 185 artigos científicos feitos entre 1973 e 2011. Levine, que é epidemiologista, diz que ficou "muito preocupado" com o que pode acontecer no futuro. Segundo ele, se a tendência continuar, o ser humano pode ser extinto. "Se não mudarmos a forma como estamos vivendo, a maneira como nos relacionamos com o ambiente e os produtos químicos aos quais estamos expostos, eventualmente podemos ter um problema grande relativo à nossa reprodução. E ele pode levar ao fim da espécie humana", afirma. 
CIGARRO E OBESIDADE
Pacey afirma que, embora o novo estudo tenha reduzido a possibilidade de erros, ele não acabou 100% com ela. Então, segundo ele, os resultados têm que ser lidos com cuidado. "O debate não está concluído e ainda há muito trabalho há ser feito. No entanto, o novo artigo de fato é um avanço no sentido de lidar mais claramente com os dados e pode ser um primeiro passo no caminho de elaborar novas pesquisas para entender melhor essa questão", avalia. Não há evidências concretas sobre o que poderia estar causando esse declínio aparente. Mas ele já foi relacionado à exposição à produtos químicos usados em pesticidas e plásticos, à obesidade, ao cigarro, ao estresse e até ao excesso de tempo passado em frente à TV. Levine diz que existe urgência em descobrir por que o número de espermatozoides está caindo e descobrir maneiras de reverter essa tendência. "Precisamos tomar uma atitude. Por exemplo, estabelecer regulações melhores de produtos químicos produzidos pelo homem. E precisamos continuar com nossos esforços para combater o cigarro e a obesidade."

NY QUER 'TEXTÔMETRO' PARA 'DELATAR' MOTORISTA QUE USOU CELULAR DURANTE ACIDENTE
O estado de Nova York afirmou que está estudando o uso do "textômetro", uma tecnologia que permite averiguar se os motoristas envolvidos em acidentes de trânsito estavam digitando ao celular enquanto dirigiam. O governador Andrew Cuomo disse que vai pedir para o comitê de trânsito estudar a tecnologia, assim como as questões constitucionais e de privacidade levantadas por seu uso. Cuomo disse, em comunicado à agência AP, que, apesar das leis que proíbem o uso de celular ao volante, muitos motoristas insistem em digitar enquanto dirigem, colocando os demais em risco. O aparelho chama-se "textalyzer" (textômetro) e é similar ao bafômetro, usado para identificar motoristas que usaram álcool. Ele permite à polícia que descubra se o motorista estava digitando durante os acidentes graves. O textômetro ainda está a alguns meses de ficar pronto, segundo a Cellebrite, empresa israelense de tecnologia que o está desenvolvendo. Grupos de defesa das liberdades civis já questionaram se a tecnologia irá violar a privacidade dos usuários. Eles afirmam que, para ter acesso ao celular de uma pessoa, é necessário ter um mandado de busca. O comitê de trânsito vai ouvir especialistas antes de relatar o caso, segundo o governo.

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