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quarta-feira, 26 de julho de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

GOVERNO PREPARA PLANO DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA PARA SERVIDORES
Na tentativa de cortar gastos para cumprir a meta de déficit, o governo Michel Temer anunciou nesta semana um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para tentar reduzir em cerca de R$ 1 bilhão por ano as despesas com a folha de pagamento dos servidores do Poder Executivo. O plano terá ainda uma opção que não resultará na exoneração, mas na redução da carga horária, com diminuição proporcional do salário –de 8 horas diárias para 6 ou 4 horas. Neste caso, haverá um prêmio de 30 minutos por dia. Segundo o Ministério do Planejamento, os detalhes serão definidos por uma medida provisória que será enviada ao Congresso ainda nesta semana. Hoje, os órgãos ligados ao Executivo contam com cerca de 500 mil servidores e, para estimular adesões, o governo pretende pagar 1,25 salário para cada ano trabalhado. O programa deve ficar aberto até 2022. O dispêndio anual com salários é de cerca de R$ 284 bilhões e só perde para o pagamento de aposentadorias, que consomem cerca de R$ 560 bilhões do Orçamento. Apesar de lançar o programa neste ano, a economia com o pagamento de salários só começará a valer no próximo. O governo já deve incluir a previsão de redução dessas despesas na proposta de Orçamento de 2018 que será enviada ao Congresso no final de agosto. "Essa medida reforça a atenção que o governo tem dado à contenção das despesas", disse o ministro Dyogo Oliveira (Planejamento). O PDV de Temer é a primeira proposta de enxugamento da máquina pública desde o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), quando foram desligados cerca de 5.000 servidores do Executivo em programa anunciado em 1996. Em um evento com investidores realizado em São Paulo, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o PDV ainda estava sendo discutido e que o Planejamento "antecipou". "É um projeto do MP [Ministério do Planejamento] que foi concluído hoje", disse Meirelles. "Dentro do procedimento correto, anuncia imediatamente evitando vazamento. Vamos ver se é viável, se haverá a adesão", afirmou. A expectativa da Fazenda, ainda segundo o ministro, é de ter pelo menos 5.000 adesões na primeira fase do PDV. O plano de demissão incentivada do governo federal amplia para a administração direta o que já vem ocorrendo com as estatais. Um programa de reestruturação, também conduzido pelo Ministério do Planejamento, prevê um corte de pelo menos 20 mil funcionários nas estatais neste ano. Em 2016, foram 22 mil desligamentos por programas incentivados de demissão nas estatais. O alvo são as estatais endividadas como Correios, Eletrobrás e Petrobras, que pretende cortar em cerca de R$ 30 bilhões sua folha de pagamento até 2020.
APERTO FISCAL
A medida é mais um passo da equipe econômica para evitar o descumprimento da meta de déficit de R$ 139 bilhões. Para isso, na semana passada, o governo anunciou um bloqueio de R$ 5,9 bilhões em despesas. Integrantes da equipe econômica afirmam que, desta vez, a maior parte do arrocho será em programas de investimento dos Ministérios das Cidades e dos Transportes. O ministro Dyogo Oliveira não quis comentar onde serão feitos os novos ajustes, que terão de ser definidos por decreto até a segunda-feira (31). No entanto, ele afirmou que, nas próximas semanas, outras medidas de "curto prazo" serão adotadas. Assim que elas forem implementadas, os gastos serão desbloqueados.

CIENTISTAS DESCOBREM NOVAS EVIDÊNCIAS DE ÁGUA NO INTERIOR DA LUA
Uma nova análise de dados obtidos por satélite aponta a existência de água em vários depósitos vulcânicos distribuídos na superfície da Lua, segundo um estudo publicado na segunda-feira (24) na revista "Nature Geoscience". Pesquisadores do Departamento de Ciências Planetárias, da Terra e do Meio Ambiente da Universidade de Brown (EUA), autores do relatório, indicaram que a água contida nesses antigos depósitos dá suporte à ideia de que o manto do satélite natural da Terra é surpreendentemente rico em água. A água teria forma de cristais formados por uma explosão de magma procedente do interior profundo da Lua. Durante anos, os cientistas tinham assumido que o interior da Lua não continha água, mas essa ideia começou a mudar em 2008, quando um grupo de geólogos da Universidade de Brown detectou sinais dessa substância em alguns cristais vulcânicos trazidos à Terra pelas missões Apollo 15 e 17. O diretor da pesquisa Ralph Milliken apontou que os dados da órbita permitiram examinar os grandes depósitos piroclásticos (materiais emitidos por algum tipo de explosão vulcânica) da Lua. Os cientistas encontraram evidência de água em quase todos os depósitos piroclásticos observados e mapeados, inclusive nos que estão perto do local de aterrissagem das missões Apollo 15 e 17, onde foram recolhidas mostras de cristais. "A distribuição destes depósitos ricos em água é a chave", disse Miliken. "Estão distribuídos na superfície, o que nos diz que a água encontrada nas mostras das Apollo não foi algo isolado. Os piroclásticos lunares parecem ser universalmente ricos em água, o que sugere que o mesmo pode acontecer no manto", sublinhou. A ideia de que o interior da Lua é rico em água gera dúvidas interessantes sobre a formação do satélite, já que os cientistas estimam que foi criado pelos restos deixados quando um objeto do tamanho de Marte se chocou com a Terra nos primeiros períodos da história do Sistema Solar. Uma das razões pelas quais os especialistas tinham assumido que o interior da Lua era seco é que parece improvável que o hidrogênio necessário para a formação de água pudesse ter sobrevivido ao calor do impacto, indica a pesquisa. "A crescente evidência de água no interior da Lua sugere que a água sobreviveu de alguma maneira, ou que chegou pouco depois por causa do impacto de asteroides ou cometas antes que a Lua tivesse se solidificado completamente", apontou Shuai Li, cientista da Universidade do Havaí, que colaborou com Milliken. Os pesquisadores estimam que os depósitos são grandes e a água poderia ser extraída. "Outros estudos sugeriram a presença de água gelada nas regiões escuras dos polos lunares, mas os depósitos piroclásticos estão em um local de mais fácil acesso", disse Li. Os investigadores indicam que para a detecção de água nos depósitos vulcânicos foram utilizados espectrômetros orbitais, que ajudam a medir a luz refletida da superfície lunar com para conhecer componentes ou minerais que possam estar no satélite.

VOCÊ TERIA UM TABLET QUE SE TRANSFORMA EM SMARTPHONE? A LENOVO CRIOU UM
O mercado de tablets deu uma boa esfriada, e parte disso tem relação com o crescimento de telas dos smartphones. Agora, e se juntar os dois conceitos em um só produto? A ideia é esquisita, mas a Lenovo tem um protótipo de um tablet dobrável que vira smartphone – ou, se você preferir, um smartphone que vira tablet. O Lenovo Folio foi apresentado durante um evento da empresa chinesa chamado Lenovo Tech World, realizado nos Estados Unidos. Ele tem uma tela de 7,8 polegadas – ao ser dobrada, transforma-se em um smartphone de 5,5 polegadas. Além disso, ele conta com a versão 7.0 do Android instalada e um processador Snapdragon 800. Quando está aberto, ele é um tablet comum. Ao ser dobrado, apenas uma parte da tela fica ativa, enquanto a outra fica escura. Agora, o que chama a atenção é o funcionamento da câmera no modo smartphone. Segundo o vídeo que mostra o protótipo em ação, a pessoa que será fotografada ou filmada conseguirá ver a si própria na tela que antes estava inativa. Não há previsão para comercialização – aliás, trata-se de um protótipo. No entanto, não deixa de ser mais uma amostra de desenvolvimento tecnológico. Enquanto isso, a gente fica esperando telefones com telas inquebráveis ou aparelhos decentes que tenham bateria que duram mais de uma semana. VEJA O VÍDEO: https://youtu.be/juNlsqu_hd4  

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