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sexta-feira, 30 de junho de 2017

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CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL BAIXA META CENTRAL DE INFLAÇÃO PARA 4,25% EM 2019 E 4% EM 2020
O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou na quinta-feira (29), após reunião em Brasília, que a meta central de inflação será de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020. A decisão significa a primeira redução na meta central de inflação desde 2005. De lá para cá, a meta, que tem que ser perseguida pelo Banco Central, permaneceu em 4,5% ao ano - índice considerado alto para padrões internacionais. A meta de 4,5% vai vigorar até 2018. A redução da meta indica, portanto, que o governo vai perseguir uma inflação mais baixa nos próximos anos e cria a expectativa de preços mais estáveis no futuro. Isso tende a trazer benefícios imediatos para os consumidores e as empresas, na formação dos preços e também nas taxas de juros cobradas pelos bancos. Entretanto, se a inflação não se comportar conforme o previsto, o Banco Central pode ser obrigado a elevar os juros ou deixá-los em um patamar mais alto, para cumprir as metas mais baixas.  Além da meta central, o sistema brasileiro de meta de inflação prevê um intervalo de tolerância, para cima e para baixo, que foi mantido pelo CMN nesta quinta em 1,5 ponto percentual. Com isso, o Banco Central cumprirá a meta se a inflação oscilar entre 2,75% e 5,75%, em 2019, e entre 2,5% e 5,5%, em 2020. Nos últimos cinco anos, o IPCA tem ficado bem distante do centro da meta de 4,5% e mais próximo ao teto de 6,5%. Entre 2012 e 2016, a inflação variou de 5,84% a 10,67%.
DEFINIÇÃO DOS JUROS BÁSICOS
O Conselho Monetário Nacional é formado pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, além do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Eles definem a meta de inflação e quem deve cumpri-la é o BC. O principal instrumento usado pelo Banco Central para cumprir a meta de inflação é a taxa básica de juros da economia brasileira, a chamada Selic. Quando a inflação está alta e foge da meta, o BC sobe a Selic para tornar o crédito mais caro e inibir o consumo, o que tende a fazer os preços baixarem. Quando a inflação está em linha com as metas de inflação, o BC pode reduzir os juros. Apesar de ter efeito benéfico de controlar a inflação, a alta dos juros prejudica a economia do país ao encarecer o consumo. Nos últimos meses, com a queda da inflação, a Banco Central vem reduzindo a Selic. Na sua mais recente reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, cortou a taxa em 1 ponto percentual, para 10,25%. Foi o sexto corte seguido. A redução da Selic é comemorada pelo comércio e pelo setor produtivo pois tende a baratear o crédito e estimular a retomada do consumo num momento em que o pais enfrenta crise econômica e alto desemprego.
META E EXPECTATIVA DO MERCADO
Em entrevista nesta quinta, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, justificou a redução apontando que as novas metas estão em linha com as expectativas do mercado para a inflação nos próximos anos. Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central na semana passada estimaram que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, ficará em 3,48% neste ano, em 4,3% em 2018 e em 4,25% em 2019 e 2020. "Temos uma convergência natural da formação de preços para esses patamares. A indexação é uma das razões que justificam essa convergência gradual. A montagem é ótima pois assegura convergência da inflação, crescimento potencial e assegurando a manutenção do poder de compra da população", disse Meirelles. O presidente do BC, Ilan Goldfajn, afirmou que a fixação de uma meta de inflação menor para 2019 e 2020 vai levar a juros mais longos, no mercado futuro, menores desde que as metas sejam criveis. "Temos observado que as expectativas estejam ancoradas nas metas. A expectativa para 2019 já está em 4,25% e isso provavelmente vai levar a taxa de juros longa menor", acrescentou.

NOVO ESTUDO DIZ QUE NÃO HÁ LIMITE MÁXIMO DE VIDA ESTABELECIDO PARA SERES HUMANOS
Um novo estudo publicado pela revista "Nature" na quarta-feira (28) diz que não está estabelecido -- pelo menos até agora -- um limite de tempo de vida para os seres humanos. O artigo contradiz um outro trabalho publicado pela mesma revista em outubro de 2016, que dizia que ninguém é capaz de bater o recorde de 122 anos e que o limite deve girar em torno dos 115 anos. Desta vez, os pesquisadores Bryan G. Hughes e Siegfried Hekimi trazem histórias como a da italiana Emma Morano, que faleceu em abril deste ano, e da francesa Jeanne Calment, com 122 anos. Além disso, analisaram o tempo de vida dos indivíduos mais velhos registrados nos Estados Unidos, Reuno Unido, França e Japão desde 1968. Hughes e Hekimi dizem não ter encontrado evidências de que haja um limite de tempo de vida e que, caso ele exista, ele nunca foi alcançado ou identificado. "Nós simplesmente não sabemos qual é o limite de idade. De fato, ao ampliar as linhas de tendência de vida, conseguimos mostrar que a expectativa de vida máxima e a média poderiam continuar a aumentar até o futuro", disse Hekimi. O artigo mostra a evolução da expectativa de vida no Canadá: em 1920, um cidadão do país esperava viver até os 60 anos; em 1980, a ideia era morrer até os 76 anos; hoje, até os 82 anos. De acordo com esse novo estudo, o tempo máximo de vida dos humanos segue a mesma tendência. Segundo Hekimi, é impossível prever a expectativa de vida dos seres humanos no futuro. Ele lembra que alguns cientistas argumentam usando a tecnologia, as intervenções médicas, e as melhorias nas condições de vida como fatores que podem ajudar a aumentar o limite máximo de idade. "É difícil adivinhar", avalia Hekimi. "Trezentos anos atrás, muitas pessoas tinham apenas vidas curtas. Se alguém dissesse que um dia a maioria dos seres humanos iria chegar aos 100 anos, eles diriam que a pessoa estava louca".

WHATSAPP INDICA FUNÇÃO PARA APAGAR MENSAGENS ENVIADAS
O Whatsapp publicou em seu site de suporte nesta semana instruções para um novo recurso, que permite apagar mensagens já enviadas. No entanto, o aplicativo de conversas deletou a página pouco tempo depois, então não é possível saber quando a função se tornará disponível para os usuários. O recurso é chamado de Anular, e permitirá que mensagens sejam apagadas até cinco minutos depois de enviadas. As mensagens escolhidas aparecerão como "Esta mensagem foi anulada" dentro da conversa. A função estará disponível para aparelhos com Android ou Windows Phone e iPhones, mas é necessário que tanto o remetente quanto o destinatário estejam com as versões mais recentes do aplicativo.

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