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quarta-feira, 28 de junho de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

ÍNDICE NACIONAL DE CUSTO DA CONSTRUÇÃO - MERCADO ACELERA 1,36% EM JUNHO
O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M) acelerou bastante entre maio e junho, saindo de 0,13% para 1,36%, conforme informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na terça-feira, 27. O maior responsável pela alta mais intensa do INCC-M em junho é o índice relativo à Mão de Obra, que registrou variação de 2,48%, de 0,27% em maio. Já o indicador referente a Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,02% ante queda de 0,04% no mês anterior. Das sete capitais analisadas, somente o Rio de Janeiro apresentou arrefecimento, de 0,09% para deflação de 0,16%. Todas as outras cidades tiveram acréscimo nas taxas de variação: Salvador (1,05% para 2,65%), Brasília (0,38% para 1,67%), Belo Horizonte (-0,18% para -0,05%), Recife (-0,02% para 0,06%), Porto Alegre (-0,10% para 0,27%) e São Paulo (0,04% para 2,14%).
MÃO DE OBRA
A forte aceleração do Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M) em junho ante maio, de 0,13% para 1,36%, teve influência dos reajustes salariais em Salvador, Brasília, Porto Alegre e São Paulo. Por isso, o índice referente a Mão de Obra subiu de 0,27% para 2,48% no mês. O indicador referente a Materiais, Equipamentos e Serviços também contribuiu para a alta do INCC-M em junho, ao passar de queda de 0,04% para elevação de 0,02%. Nesse grupo, a influência veio da parcela de Serviços, que saiu de deflação de 0,05% em maio para alta de 0,39% neste mês. Dentro do subgrupo, a FGV destacou a aceleração de taxas de serviços e licenciamentos (0,00% para 2,18%). Em contrapartida, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos teve queda levemente maior em junho, de 0,08% ante 0,04% anteriormente, com destaque para equipamentos para transporte de pessoas, cuja taxa passou de -0,24% para -1,24%. Entre as principais influências individuais de alta no INCC-M de junho estão ajudante especializado (0,25% para 2,31%), servente (0,21% para 2,42%), carpinteiro (forma, esquadria e telhado) (0,38% para 2,69%), pedreiro (0,39% para 2,41%) e bombeiro (0,32% para 3,43%). Já as principais influências de baixa foram elevador (-0,24% para -1,24%), cimento portland comum (-0,47% para -1,16%), massa de concreto (-0,39% para -0,86%), argamassa (0,71% para -0,46%) e gesso (-0,60% para -0,65%).

SATURNO PODE SER VISTO A OLHO NU ATÉ OUTUBRO
O segundo maior planeta do Sistema Solar pode ser visto a olho nu a partir deste mês, no Brasil. Os anéis diferenciais de Saturno também são observáveis com uso de telescópio. Até outubro, é fácil ver o planeta como “uma estrela amarelada que não pisca e nem brilha”, como explica Dermeval Carneiro, professor de Física e Astronomia e diretor do Planetário Rubens de Azevedo do Centro Cultural Dragão do Mar. Com o passar do tempo, Saturno segue, porém, em direção ao horizonte oeste do céu. Segundo ele, que assina a coluna Visões do Cosmos no O POVO, os melhores lugares para a observação são campos, preferencialmente fora dos grandes centros urbanos, ou mesmo topo de prédios. “Importante é procurar regiões sem poluição luminosa. A partir das 20 horas, basta olhar para o leste (nascente) e, um pouco à direita, você verá um objeto brilhante amarelado sem cintilar. É Saturno. Ele está logo abaixo de Antares, principal estrela da constelação do Escorpião”, explica Dermeval. 
“O SENHOR DOS ANÉIS” 
Saturno não é o único planeta que possui anéis: Júpiter, Urano e Netuno também são rodeados por anéis, embora imperceptíveis por telescópios aqui na Terra. O enorme planeta (cujo diâmetro é 10 vezes maior que o da Terra) está aproximadamente a um 1,5 bilhão de quilômetros do Sol. Seu ano dura quase 30 anos dos nossos. Ou seja, ele gasta quase 30 anos para dar uma volta em torno da nossa estrela. Ele também gira muito rápido. Como Júpiter, seu dia dura pouco mais de 10 horas.  Saturno é ainda um planeta gasoso, com atmosfera composta de 73% de Hidrogênio e 3% de Hélio. Lá, a temperatura chega a 180 graus abaixo de zero. Sua densidade é menor do que a da água. Isso significa dizer que, dentro de um gigantesco oceano, ele ficaria boiando.

GOOGLE DEIXARÁ DE ESCANEAR CONTEÚDO DE E-MAILS PARA SEGMENTAÇÃO DE ANÚNCIOS
O Google anunciou que vai deixar de escanear o conteúdo das caixas de entrada dos usuários do Gmail para segmentação de anúncios, levando ao fim uma prática que alimentou preocupações sobre privacidade desde que o serviço de e-mail gratuito foi lançado. Uma declaração do Google reportou que os usuários do Gmail ainda verão anúncios "personalizados" e mensagens de marketing, mas estes seriam baseados em outros dados, que podem incluir consultas de pesquisa ou hábitos de navegação. A vice-presidente sênior da Google Cloud, Diane Greene, informou em um blog que o serviço gratuito do Gmail vai passar a seguir as mesmas práticas que o e-mail corporativo G Suite Gmail. "O conteúdo do consumidor do Gmail não será usado ou escaneado para qualquer personalização de anúncios após essa alteração", disse Greene. "Esta decisão coloca os anúncios do Gmail em linha com a forma como personalizamos anúncios para outros produtos do Google. Os anúncios apresentados são baseados nas configurações dos usuários. Os usuários podem alterar essas configurações a qualquer momento, incluindo a desativação da personalização de anúncios", acrescentou. Ativistas da privacidade denunciam que o rastreamento de conteúdos de e-mail equivale a "espionagem" injustificada aos usuários. No início deste ano, o gigante da internet chegou a um acordo em uma ação coletiva sobre o tema, mas um juiz federal rejeitou o pacto como inadequado. A juíza distrital americana Lucy Koh decidiu em março que o acordo era difícil de se entender e "não revela claramente o fato de que o Google intercepta, rastreia e analisa o conteúdo de e-mails enviados por usuários que não são do Gmail para usuários do Gmail com a finalidade de criar perfis de usuários dos usuários do Gmail para criar publicidade direcionada". Danny Sullivan, editor fundador do blog online Search Engine Land, disse que a iniciativa é uma "grande mudança" para o Gmail, observando que o rastreamento dos conteúdos de e-mail "foi o maior golpe contra os serviços desde que começou". "Por outro lado, saber que o Google tem melhores informações agora sobre como alvejá-los do que lendo seus e-mails tranquiliza os consumidores?", questionou Sullivan no Twitter.

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