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segunda-feira, 8 de maio de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

INFLAÇÃO DA BAIXA RENDA RECUA EM ABRIL
O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação de baixa renda, apresentou variação de 0,11% em abril, taxa 0,45 ponto percentual abaixo da registrada em março, quando o índice registrou variação de 0,56%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano, o indicador acumula alta de 1,30% e, nos últimos 12 meses, de 3,64%. O IPC-C1 calcula a variação de preços para famílias que ganham de 1 a 2,5 salários mínimos. Em abril, o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR) registrou variação de 0,12%. Já a taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 4,17%, nível acima do registrado pelo IPC-C1. Três das oito classes de despesa componentes do IPC-C1 apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Habitação (1,22% para -1%), Vestuário (0,11% para -0,65%) e Despesas Diversas (1,01% para 0,02%). Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (5,75% para -7,83%), roupas (-0,27% para -0,73%) e cigarros (1,33% para 0%). Em contrapartida, Saúde e Cuidados Pessoais (0,61% para 1,27%), Comunicação (-1,53% para 0,58%), Alimentação (0,60% para 0,71%), Transportes (-0,15% para 0,12%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,19% para -0,02%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Veja a variação de preços de alguns itens:
·         Tarifa de eletricidade residencial (5,75% para -7,83%)
·         Roupas (-0,27% para -0,73%)
·         Cigarros (1,33% para 0%)
·         Medicamentos em geral (0,12% para 2,46%)
·         Tarifa de telefone residencial (-3,40% para -0,24%)
·         Hortaliças e legumes (3,97% para 14,42%)
·         Tarifa de transporte de van e similares (0,20% para 5,94%)
·         Passagem aérea (-5,75% para -4,10%)

BRASIL LANÇA SATÉLITE QUE PERMITIRÁ ACESSO À BANDA LARGA EM ÁREAS REMOTAS
O governo brasileiro lançou na semana passada o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). Ele será usado para as comunicações, principalmente para oferta de banda larga em áreas remotas, e será integralmente controlado pelo Brasil. O lançamento ocorreu na base de Kourou, na Guiana Francesa. O satélite foi enviado dentro do foguete Ariane 5, que também lançou ao espaço o KOREASAT-7, da operadora sul-coreana Ktsat. Com esse novo projeto, o Brasil deixará de alugar satélites de empresas privadas. O lançamento estava inicialmente previsto para o dia 21 de março, mas foi adiado por causa da greve geral na Guiana Francesa. Após o lançamento, o presidente Michel Temer, que acompanhou o evento, afirmou que o SGDC ajudará o país a "democratizar" o sistema digital. “Vamos democratizar o fenômeno digital do Brasil, já que a banda larga vai atingir todos os recantos do nosso país. Democratizando o sistema digital no nosso país. É um grande momento para o nosso governo”, afirmou o presidente. Segundo o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o SGDC terá uso civil e militar e exigiu R$ 2,784 bilhões em investimentos. A vida útil do satélite é de 18 anos. Além de ampliar a capacidade de telecomunicações e a cobertura de serviços de internet banda larga no Brasil, com foco em áreas de difícil acesso, ele fornecerá um meio seguro para transferência de informações civis e militares que envolvam a segurança nacional. Atualmente o governo aluga o sinal de satélites privados. O projeto do SGDC é resultado de uma parceria entre a Telebras e o Ministério da Defesa. O uso militar do satélite na chamada banda X começará na metade do mês de junho, mas o uso para oferta de banda larga só deve começar a partir de setembro. O ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que apesar da crise financeira, o presidente Temer decidiu manter os investimentos no satélite. “Poderíamos ter prorrogado esse programa, mas o presidente definiu que apesar da magnitude do investimento, era um investimento que não poderia ser prorrogado. [...] O Brasil entra definitivamente na era digital", disse. Kassab afirmou ainda que o presidente Michel Temer determinou que o Brasil mantenha os estudos para ampliar sua frota de satélite. “Agora estamos conquistando tecnologia. Dezenas de profissionais passaram meses na Franca se capacitando para que o Brasil, em algumas décadas, alcance soberania tecnológica”, disse. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que além da independência da soberania, por ser o primeiro satélite totalmente operado por brasileiros, o satélite vai acabar com o apartheid digital.
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA
O satélite foi comprado da França, mas o acordo envolveu a transferência de tecnologia, com o envio de 50 profissionais brasileiros para as instalações onde foi construído. Serão esses os profissionais responsáveis por operar o equipamento. Toda a operação será feita a partir do 6º Comando Aéreo Regional (VI Comar) da Aeronáutica, em Brasília, e da Estação de Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro. A empresas responsável pelo projeto é a Visiona, uma joint-venture entre Embraer e Telebras criada para estimular o setor espacial do país.
'ESTACIONADO'
O satélite geoestacionário gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta. Pesando 5,8 toneladas e com 5 metros de altura, ele vai ficar posicionado a 36 mil quilômetros da Terra e cobrirá todo o território brasileiro, além do oceano Atlântico. A previsão de vida útil do satélite é de 18 anos. A construção do satélite foi feita em Cannes e Toulouse, na França, pela empresa aeroespacial Thales Alenia Space, e durou 2 anos. O projeto foi supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial, parceria entre Embraer e Telebras. De acordo com o Ministério da Defesa, o processo envolveu transferência de tecnologia e intercâmbios entre profissionais brasileiros dessas empresas e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
ALCÂNTARA
Segundo informações das Forças Armadas, a escolha da Guiana Francesa para o lançamento deve-se a sua posição geográfica., por estar mais próximo da linha do Equador. O Brasil tem a base de Alcântara, que fica em uma posição ainda mais vantajosa, mas a base não tem capacidade para lançamentos de foguetes do tamanho do que foi usado para o lançamento do satélite.

WHATSAPP DESMENTE BOATOS SOBRE COBRANÇA PARA USO DO APLICATIVO
Não é verdade uma mensagem que circula avisando que o WhatsApp vai ser encerrado e que o usuário terá de pagar para abri-lo. Os boatos começaram a circular a quinta-feira, 4, um dia após o aplicativo sair fora do ar por algumas horas. O texto diz que a mensagem precisa ser enviada para toda a lista de contatos do usuário. Caso contrário, a conta será excluída. O app informou que nunca envia mensagens diretas, que a plataforma é gratuita e que o usuário não precisa pagar para continuar usando o aplicativo. Veja a mensagem que estava se espalhando na Internet:
Sobre os boatos compartilhados após a falha, o WhatsApp avisou que tem uma cartilha com dicas para identificar mensagens duvidosas. Leia:

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