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terça-feira, 30 de maio de 2017

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CONFIANÇA DA INDÚSTRIA AVANÇA EM MAIO, DIZ FGV
Os empresários da indústria estão mais confiantes no início de 2017. O Índice de confiança da indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado na segunda-feira (29), que mede o nível de confiança desse segmento subiu 1,1 ponto em maio de 2017, para 92,3 pontos, maior nível desde abril de 2014 (97 pontos). O aumento da confiança foi observado em 8 de 19 segmentos industriais e atingiu tanto as expectativas quanto as percepções sobre a situação atual. O subíndice de expectativas (IE) avançou 1,3 ponto, para 95,7 pontos, o maior desde abril de 2014, e o subíndice da situação atual (ISA) subiu 0,7 ponto, para 87 pontos. “Apesar de a confiança industrial continuar avançando em maio, os resultados da sondagem ainda indicam insatisfação do setor com o momento presente e manutenção de elevados níveis de ociosidade. As expectativas do setor são um pouco mais favoráveis. Ainda assim, combinam, no momento, uma calibragem para baixo das perspectivas para o ambiente de negócios e para o total de pessoal ocupado no setor com previsão de aceleração da produção no curto prazo”, afirma Tabi Thuler Santos, coordenadora da sondagem da indústria da FGV/IBRE. A melhora das expectativas com a evolução da produção foi a responsável pela alta do IE no mês. O indicador de produção prevista para os três meses seguintes subiu 5,8 pontos, para 99 pontos, o maior nível desde março de 2014 (99,4). Houve aumento da proporção de empresas prevendo produção maior, de 32,1% para 34,7% do total, e queda na das que preveem produção menor, de 22,8% para 18,4% do total. As melhores avaliações do setor sobre a demanda determinaram a alta do ISA em maio. O indicador de nível de demanda subiu 4,7 pontos, para 87,6 pontos, o maior nível desde julho de 2014 (88,3). Houve redução da parcela de empresas que avaliam o nível de demanda como forte entre abril e maio, de 8,3% para 7,7% do total. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), outro indicador analisado na pesquisa, permaneceu estável em 74,7% entre abril e maio.

MORTES VINCULADAS A ALZHEIMER AUMENTARAM 55% EM 15 ANOS NOS EUA
O número de mortes provocadas pelo mal de Alzheimer aumentou 55% entre 1999 e 2014 nos Estados Unidos, segundo as últimas estatísticas dos Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC) publicadas na semana passada. Várias fatores poderiam explicar este aumento: o envelhecimento da população, o aumento do número de pessoas que têm o diagnóstico em um momento inicial da doença e o fato de que um número maior de médicos indicarem o Alzheimer como causa de morte nos certificados de óbitos. Os autores do relatório do CDC reportam também a diminuição da mortalidade de pessoas maiores por outras doenças, como infarto de miocárdio e acidente vascular cerebral. A taxa de mortalidade atribuída ao Alzheimer aumentou de 16,5 por cada 100 mil pessoas em 1999 a 25,4 em 2014, o que representa um aumento de 55%. A maioria dos falecimentos por essa doença cerebral degenerativa que não tem cura acontece em casas de repouso ou em instituições que oferecem cuidados de longo prazo, embora essa tendência tenha diminuído (de 68% em 1999 a 54% em 2014). Um número crescente de pessoas morreu por Alzheimer em casa durante esse período. Essa taxa subiu de 14% em 1999 para 25% em 2014. Isso significa que mais pacientes com Alzheimer são cuidados em casa por membros de sua família. "Milhões de americanos e suas famílias se veem profundamente afetadas pelo mal de Alzheimer", afirma a médica Anne Schuchat, diretora do CDC. "Com o avanço do Alzheimer na população de idade avançada, os cuidados domiciliares se tornam muito importantes", ressaltaram os autores do estudo. O Alzheimer é a sexta causa de morte nos Estados Unidos, representando em 3,6% do total em 2014; e a quinta nos americanos com mais de 65 anos. A idade é o principal fator de risco para a doença. A grande maioria dos pacientes tem mais de 65 anos.

EM CANNES, JÚRI FAZ APELO POR MAIS MULHERES NO CINEMA
As integrantes do júri da 70ª edição do Festival de Cannes lançaram no domingo (28) um claro apelo a favor da maior presença feminina na indústria cinematográfica. "Nós estamos perdendo muitas histórias", lamentou a diretora, roteirista e produtora alemã Maren Ade, que disse que predominância masculina é tão visível que às vezes ela tem a sensação de que o cinema não é lugar para mulheres. A atriz americana Jessica Chastain apoiou o movimento e defendeu que um maior número de filmes assinados por mulheres teria personagens femininos mais autênticos. A competição oficial desta edição, segundo revelou, fez com que ela percebesse que a maneira com que as mulheres são retratadas na telona "é bastante perturbadora, salvo algumas exceções". "Espero que com mais cineastas haja mais mulheres que conheço mais proativas, que não reagem apenas aos homens ao redor delas, mas que têm o seu próprio ponto de vista", apontou. Já a atriz, diretora e cantora francesa Agnès Jaoui, também integrante do júri presidido este ano pelo diretor Pedro Almodóvar, fez nesta semana uma reivindicação bem-humorada no tapete vermelho, ao colocar parte do próprio cabelo em cima da boca, fingindo ser um bigode. A representação feminina na premiação deste ano contou com Sofia Coppola, que venceu na categoria de melhor direção por "The Beguiled". "Fez um magnífico trabalho", resumiu a atriz chinesa Fan Bingbing, que fez parte das deliberações. A escocesa Lynne Ramsay, diretora de "You Were Never Really Here", venceu na categoria de melhor roteiro, junto com o grego Yorgos Lanthimos. Já a alemã Diane Kruger foi considerada a melhor atriz por "In the fade", e Nicole Kidman levou o Prêmio Especial desta edição.

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