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quarta-feira, 3 de maio de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

MERCADO VÊ MENOS INFLAÇÃO E ESTIMA ALTA MAIOR DO PIB EM 2017
Os analistas do mercado financeiro baixaram sua previsão de inflação para este ano e estimaram um crescimento maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. As expectativas dos analistas do mercado financeiro foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas na terça-feira (2) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas. Para o comportamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2017, a "inflação oficial" do país, o mercado baixou sua previsão de 4,04% para 4,03%. Foi a oitava redução seguida do indicador. Com isso, manteve a expectativa de que a inflação deste ano ficará abaixo da meta central, que é de 4,5%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que para isso eleva ou reduz a taxa de juros (Selic). A meta central de inflação não é atingida no Brasil desde 2009. Naquele momento, o país ainda sentia os efeitos da crise financeira internacional de forma mais intensa, que acabou se espalhando pelo mundo. Pelo sistema vigente no Brasil, a meta de inflação é considerada formalmente cumprida quando o IPCA fica dentro do intervalo de tolerância também fixado pelo CMN. Para 2017, esse intervalo é de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima do centro da meta. Assim, o BC terá cumprido a meta se o IPCA terminar este ano entre 3% e 6%. No ano passado, a inflação ficou acima da meta central, mas dentro do intervalo definido pelo CMN. Já em 2015, a meta foi descumprida pelo BC - naquele ano, a inflação superou a barreira dos 10%. Para 2018, a previsão do mercado financeiro para a inflação recuou de 4,32% para 4,30%. Essa foi a quarta queda seguida no indicador. O índice está abaixo da meta central de inflação para o período (4,5%) e também do teto de 6% fixado para o ano que vem.
PRODUTO INTERNO BRUTO
Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017, o mercado financeiro elevou sua estimativa de crescimento de 0,43% para 0,46%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Em 2016, o PIB brasileiro caiu pelo segundo ano seguido e confirmou a pior recessão da história do país, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2018, os economistas das instituições financeiras mantiveram sua estimativa de expansão do PIB estável em 2,50%.
TAXA DE JUROS
O mercado financeiro manteve sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 8,5% ao ano no fechamento de 2017. Ou seja, os analistas continuam estimando novas reduções de juros neste ano. Atualmente, a Selic está em 11,25% ao ano. Para o fechamento de 2018, a estimativa dos economistas dos bancos para a taxa Selic continuou em 8,5% ao ano. Com isso, estimaram que os juros ficarão estáveis no ano que vem. A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. A instituição tem de calibrar os juros para atingir índices pré-determinados pelo sistema de metas de inflação brasileiro. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Entretanto, também prejudicam a economia e geram desemprego.
CÂMBIO, BALANÇA E INVESTIMENTOS
Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2017 permaneceu em R$ 3,23. Para o fechamento de 2018, a previsão dos economistas para o dólar ficou estável em R$ 3,38. A projeção do relatório Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2017 subiu de US$ 53 bilhões para US$ 53,15 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit caiu de US$ 42 bilhões para US$ 41,1 bilhões. A projeção do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil em 2017 subiu de US$ 75 bilhões para US$ 78 bilhões. Para 2018, a estimativa dos analistas avançou de US$ 75 bilhões para US$ 80 bilhões.

OS DESENHOS QUE OS ICEBERGS DEIXAM NO FUNDO DO MAR E CONTAM A HISTÓRIA DO CLIMA
A imagem acima parece um desenho com giz de cera feito por uma criança. Mas, na verdade, trata-se de uma foto das imensas "cicatrizes" deixadas no leito marinho pelo movimento de um imenso bloco de gelo. Os traços registram a trajetória de um iceberg à medida que ele foi movido por ventos, correntes e marés. E essa "arte glacial" faz parte de uma incrível coleção de imagens que detalha como a ação do gelo moldou o fundo do mar nas regiões polares da Terra. Um atlas compilado pela Sociedade Geológica de Londres reúne o trabalho de mais de 250 cientistas de 20 países e representa a mais abrangente perspectiva do leito marinho nas altas latitudes. "Temos um grande número de imagens de alta resolução das marcas deixadas pela ação do gelo", diz Kelly Hogan, uma das editoras do trabalho. "Podemos ver onde o gelo esteve e o que fez. Isso permite que façamos comparações com o presente e nos ajuda a entender o que pode acontecer no futuro com as camadas modernas de gelo à medida que reagem às mudanças climáticas".
O atlas, que levou quatro anos para ser produzido, contém imagens criadas a partir de sonares de navios. As diferenças de cores refletem o "eco" dos sinais em diferentes profundidades. Uma primeira versão, lançada em 1997, tinha apenas imagens de baixa resolução. A mais atual se beneficia da evolução tecnológica, que permite o mapeamento do leito marinho com uma precisão incrivelmente maior. Além de icebergs, as marcas no fundo também registram o movimento de geleiras.
"Quando os traços de geleiras estão próximas uma das outras, são provavelmente registros de um evento anual, mas também podemos encontrar rastros formados há milhares de anos, e que estão mais espaçados. Podemos datar os sedimentos para ver o quão rápido o gelo recuou. Isso dá uma ideia de como podemos usar as imagens para entender o que está acontecendo", explica Hogan. Um dos pontos mais intrigantes são as formações normalmente encontradas em solo permanentemente congelado. Um grande número delas é encontrada no fundo do Mar Laptev, no Ártico. Elas foram criadas na superfície, mas acabaram submersas durante múltiplos ciclos de aquecimento e congelamento, há pelo menos 7 mil anos.
É apenas mais um exemplo de como os mares podem preservar algo que poderia ser perdido em terra, talvez coberto por vegetação, construções ou destruído por erosões.

FACEBOOK MUDA REGRA DE COMPARTILHAMENTO E FAZ BOTÃO 'COMPARTILHAR' SUMIR PARA ALGUNS; ENTENDA
O Facebook alterou as regras de compartilhamento para evitar que publicações restritas sejam vistas por pessoas além do público alvo definido pelo autor. Os efeitos mais visíveis dessa mudança são o sumiço do botão “compartilhar” de alguns posts e a limitação do alcance de certas postagens. A alteração começou a ser implementada pelo Facebook no início de abril em todo o mundo e sem alarde. Como a implantação é gradual, os brasileiros começaram a senti-la na semana passada. A restrição no compartilhamento não é feita baseada no teor do conteúdo dos posts, das hashtags incluídas neles ou de acordo com os formatos escolhidos, sejam links, vídeos ou textos. O critério é o nível de privacidade selecionado pelo autor da publicação. Segundo a rede social, as alterações foram feitas para com quem os usuários resolveram dividir suas ideias. “Quando alguém faz uma publicação restrita a seus amigos, esses amigos não podem compartilhar esse conteúdo com outras pessoas”, afirma um porta-voz do Facebook, em nota. Qualquer pessoa que tenha um perfil no Facebook pode escolher quem poderá ver o que publicam. A opção feita vai determinar como os outros usuários poderão interagir com o post. Veja abaixo o que muda para cada opção de privacidade:
POSTS PÚBLICOS
Nada muda para os posts públicos, que continuam a serem vistos por todos e poderem ser compartilhados com qualquer usuário da rede social. Para isso, basta selecionar a opção “público” no ato da publicação ou tornar o perfil “público” (Configurações > Privacidade > Quem pode ver suas publicações futuras?).
POSTS PARA AMIGOS
Publicações com essa camada de privacidade passam a ser exibidas sem o botão “compartilhar”, para que fiquem restritas apenas ao círculo de amigos do autor do post. Antes da mudança, essas postagens, quando compartilhadas, podiam ser enviadas a mais pessoas. Isso contrariava a vontade do autor, que havia limitado o alcance da publicação somente a seus amigos. Para isso, basta selecionar a opção “amigos” no ato da publicação ou tornar o perfil visível apenas para “amigos” (Configurações > Privacidade > Quem pode ver suas publicações futuras?).
POSTS PARA “AMIGOS DOS AMIGOS”
Publicações assim até podem ser compartilhadas. Mas elas não vão muito longe: apenas os contatos dos amigos que também forem amigos do autor do post poderão vê-las. Isso ocorre porque, ao marcar alguém em um post, o alcance é ampliado para os amigos da pessoa sinalizada. Para fazer isso, basta selecionar a opção “amigos” no ato da publicação e escolher quais amigos serão marcados nele.

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