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quinta-feira, 18 de maio de 2017

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MONITOR DO PIB APONTA ALTA DE 1,19% NO PRIMEIRO TRIMESTRE, DIZ FGV
O monitor do PIB-FGV apontou alta de 1,19% na atividade econômica do país no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na quarta-feira (17). Esta é a primeira taxa positiva após oito trimestres consecutivos negativos. Ainda na análise da série ajustada sazonalmente, a taxa de março foi positiva em 0,04%, em comparação a fevereiro. A taxa trimestral móvel do PIB no primeiro trimestre, comparada com o mesmo período do ano anterior, apresentou queda de 0,2%. Nesta comparação, o PIB tem apresentado recuperação desde janeiro de 2016 quando esta taxa apresentou um recuo de 6%. No setor industrial, a única variação negativa apresentada, nesta comparação, é a da atividade de construção (-7,7%), enquanto que no setor de serviços apenas comércio apresenta variação positiva (0,5%).
CONSUMO DAS FAMÍLIAS
O consumo das famílias recuou 2,1% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Após seu pior resultado em janeiro de 2016 (-7,1%), esse componente vem progressivamente se recuperando. Por categoria de uso, o componente de serviços é o que mais tem contribuído para a taxa negativa do consumo das famílias (em média -1,4 p.p. desde janeiro de 2016). Os demais componentes do consumo das famílias apresentaram progressiva diminuição de sua contribuição negativa, principalmente a partir do final de 2016.
INVESTIMENTOS
A formação bruta de capital fixo, que mede o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital, ou seja, aqueles que servem para produzir outros bens, teve contração de 4,2% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior. Apesar da melhora apresentada na variação da série, devido ao bom desempenho apresentado pelo componente de ‘máquinas e equipamentos’ (+2,8%), o componente de construção tem intensificado sua contribuição negativa para a taxa trimestral interanual da FBCF (-4,5 p.p. para o primeiro trimestre).
EXPORTAÇÃO
Após discreta variação positiva na taxa trimestral interanual móvel apresentada em janeiro (+0,5%), a exportação voltou a apresentar recuo nesta comparação com queda de 2,7% no primeiro trimestre, em comparação ao mesmo trimestre em 2016. O destaque dessa mudança de sinal são os bens intermediários que ampliaram a contribuição negativa em 6,3 p.p de janeiro para março, na taxa trimestral interanual móvel.
IMPORTAÇÃO
A importação cresceu 10,1% no primeiro trimestre, na comparação com igual período do ano anterior. Este componente apresenta tendência consistente de crescimento. Apesar dessa tendência positiva, o elemento de ‘bens de capital’, mesmo com melhora na variação, ainda se encontra em patamar negativo com queda de 9,2% registrada no primeiro trimestre. O destaque ficou com os bens intermediários cujo crescimento (28,6%) vem se repetindo desde o terceiro trimestre de 2016.

CIENTISTAS ANALISAM CLIMA DE PLANETA PARECIDO COM A TERRA, O PROXIMA B
O clima do planeta Proxima b, descoberto em agosto de 2016, está sob análise de cientistas. A pesquisa com os resultados das simulações da equipe de cientistas da Universidade Exeter foi publicada na revista "Astronomy & Astrophysics". Localizado a 4,2 anos luz da Terra e com um tamanho semelhante, os pesquisadores acreditam que o Proxima b pode ter uma atmosfera como a nossa. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, fizeram suas primeiras tentativas para entender o clima do exoplaneta (localizado fora do sistema solar) e, com isso, ver o potencial de habitar vida. Estudos anteriores já haviam sugerido que o planeta está em uma zona habitavel, além de estar em uma região que recebe uma boa quantidade de luz para ter água em estado líquido. Em outubro de 2016, uma equipe de cientistas disse que o planeta rochoso pode estar coberto de oceanos.Agora, usando uma simulação, os especialistas de Exeter começaram a explorar o que poderia ser a atmosfera do Proxima b. Os pesquisadores usaram uma atmosfera muito mais simples, composta de nitrogênio com traços de dióxido de carbono, assim como as variações da órbita do exoplaneta. "Nossa equipe de pesquisa examinou vários cenários diferentes para a configuração da órbita do planeta e usou um conjunto de simulações", disse Ian Boutle, principal autor do artigo. Os resultados avaliam que o exoplaneta tem condições de abrigar vida, além de ter um sistema climático estável. Os cientistas avaliam, no entanto, que muito mais trabalho deverá ser feito para realmente entender até onde o planeta pode ser realmente habitável. "Com o projeto que temos em Exeter, estamos tentando não apenas entender a diversidade um tanto desconcertante dos exoplanetas descobertos, mas também explorar issso para melhorar esperançosamente nossa compreensão de como evoluirá o clima da Terra", disse Nathan Mayne, um dos autores.

PISTAS SOBRE CIBERATAQUES APONTAM PARA HACKERS LIGADOS À COREIA DO NORTE
Novas pistas sobre a onda de ciberataques que atingiu mais de cem países na sexta-feira (12) apontam para hackers ligados à Coreia do Norte, diz reportagem do "The New York Times" com base em declarações de oficiais de inteligência e especialistas. Segundo o jornal, os indícios, por ora, estão longe de ser conclusivos e pode-se levar semanas ou até meses para uma confirmação definitiva. Os hackers usaram ferramentas da NSA, a agência de segurança nacional americana, e brechas de proteção identificadas pelo governo dos EUA e vazadas. A invasão dos computadores foi feita com um "ransomware", software que bloqueia informações e exige dinheiro para destravá-las ("ransom" é "resgate" em inglês). O software WannaCrypt0r (trocadilho com "quero criptografar" e "quero chorar") criptografa o conteúdo do computador infectado, tornando os dados inacessíveis. De acordo com o "New York Times", especialistas em segurança da empresa Symantec identificaram versões iniciais do "ramsonware" usadas em ataques anteriores contra a empresa Sony, o Banco Central de Bangladesh e um banco polonês. A similaridade foi confirmada por oficiais de inteligência americanos e por especialistas do Google e da empresa de segurança russa Kapersky. Todos esses ataques anteriores foram ligados a Pyongyang. O "ramson" analisado pelos especialistas não foi encontrado em outras ações de hackers. As pistas, porém, não são consideradas definitivas, porque é comum hackers reproduzirem formas de ataque de outros hackers. Além disso, diz a reportagem, agências governamentais são conhecidas por plantar pistas falsas em ações do tipo para evitar serem descobertas. "Neste momento, o que temos é essa conexão temporal", afirmou Eric Chien, investigador da Symantec. 

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