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segunda-feira, 1 de maio de 2017

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DESEMPREGO É DE 13,7% E ATINGE 14,2 MILHÕES DE TRABALHADORES, DIZ IBGE
O desemprego no país foi de 13,7%, em média, no primeiro trimestre do ano, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa é a mais alta para trimestres desde que o instituto começou a publicar a pesquisa, em 2012. No período, o número de desempregados no Brasil foi de 14,2 milhões de pessoas. São cerca de 1,8 milhão de desempregados a mais do que no trimestre de outubro a dezembro, alta de 14,9% na população desocupada. Em um ano, são 3,1 milhões de pessoas a mais sem emprego, um aumento de 27,8%. Os dados foram divulgados na sexta-feira (28) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.).
COMPARAÇÃO COM RESULTADOS ANTERIORES
No trimestre de janeiro a março de 2017, a taxa de desemprego foi de 13,7%:
· No trimestre de outubro a dezembro, havia sido de 12%;
· No trimestre de dezembro a fevereiro, havia sido de 13,2%;
· Um ano antes (janeiro a março de 2016), havia sido de 10,9%.
O número de desempregados chegou a 14,2 milhões:
· No trimestre de outubro a dezembro, havia sido de 12,3 milhões;
· No trimestre de dezembro a fevereiro, havia sido de 13,5 milhões;
· Um ano antes (janeiro a março de 2016), havia sido de 11,1 milhões.
NÚMERO DE TRABALHADORES
O número de pessoas com trabalho foi de 88,9 milhões entre janeiro e fevereiro, queda de 1,5% em relação ao período de outubro a dezembro, ou 1,3 milhão de pessoas a menos. Em um ano, o total de trabalhadores caiu 1,9%, o que equivale a cerca de 1,7 milhão de pessoas.
RENDIMENTO DE R$ 2.110
O rendimento real (ajustado pela inflação) do trabalhador ficou, em média, em R$ 2.110. O valor é 2,23% maior que o do trimestre de outubro a dezembro (R$ 2.064) e 2,48% maior comparado com o mesmo período do ano anterior (R$ 2.059). O IBGE considera que houve estabilidade nas duas comparações.
NÚMERO DE CARTEIRAS
O número de empregados com carteira assinada ficou em 33,4 milhões, queda de 1,8% na comparação com o trimestre de outubro a dezembro, ou 559 mil pessoas a menos com carteira. Em um ano, o país perdeu 1,2 milhão de empregos com carteira, recuo de 3,5%.
METODOLOGIA DA PESQUISA
Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Contínua. São pesquisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.


O FENÔMENO DA COLUNA DE LUZ VIOLETA FLAGRADO PELA 1ª VEZ NOS CÉUS DO CANADÁ
Um grupo de cientistas amadores fãs de auroras boreais descobriu um novo fenômeno atmosférico nos céus do norte do Canadá. Eric Donovan, professor da Universidade de Calgary, identificou a coluna de luz violeta em uma série de fotos compartilhadas no Facebook. A princípio, foi definido como um arco de prótons. Mas Donovan descartou a hipótese ao avaliar que não seria possível ver isso a olho nu. Diante do mistério, Donovan e seus colegas recorreram a um conjunto de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA na sigla em inglês) que estuda o campo magnético da Terra para obter mais informações. Assim, descobriram que a coluna de luz é uma corrente de gás que flui em grande velocidade nas partes mais elevadas da atmosfera terrestre.
UMA LUZ CHAMADA STEVE
Cientistas analisaram o fenômeno usando satélites localizados a uma altitude de 300 km e notaram que o ar dentro da coluna era 3.000ºC mais quente e circulava a uma velocidade 600 vezes maior do que o ar do entorno. Pouco se sabe, além disso, sobre a enorme linha de luz violeta. Acredita-se que não seja uma aurora boreal, porque não resulta da característica interação de partículas solares com o campo magnético da Terra. O novo fenômeno foi batizado de "Steve", em referência à animação Os Sem-Floresta (2006), em que os personagens usam esse nome para falar de uma criatura que nunca tinham visto antes. "É um fenômeno natural lindo, observado primeiro por cientistas amadores e que despertou o interesse de cientistas profissionais", destaca Roger Haagmans, pesquisador da ESA. "No final das contas, é bastante comum, mas que ainda não o havíamos notado. Isso só foi possível graças a uma soma de esforços."

SEU WHATSAPP VAI SER BLOQUEADO SE VOCÊ ATUALIZAR? NÃO, É BOATO
A criatividade - e falta do que fazer, é bem verdade - de quem inventa boatos por WhatsApp continua a milhão. Dessa vez, circula em grupos no mensageiro um suposto alerta de que o aplicativo será bloqueado se você atualizar para a última versão. Já avisamos: é mentira. A história criada é bem robusta. Diz a mensagem, recheada de erros ortográficos, que a Justiça brasileira determinou o bloqueio do WhatsApp e que por isso vai vir uma mensagem no seu celular para atualizar o app. O recado pede: "por favor, não atualize porque assim que você atualizar irá bloquear automaticamente e não vai mais conseguir entrar". Há até o alerta de que o problema já ocorreu com muitas pessoas e a Folha/UOL é citada como uma das supostas fontes sobre o caso. São várias as incongruências. O mais claro é que quando o aplicativo é bloqueado pela Justiça não há necessidade de atualizar o sistema para ele parar de funcionar. A responsabilidade por impedir o acesso ao WhatsApp é das operadoras, como ocorreu em três situações recentes que o brasileiro se lembra bem. Atualizar o aplicativo, por sinal, é sempre de muita importância. As atualizações servem para corrigir erros e problemas, além de trazer novas funcionalidades para o usuário. Mesmo assim, a pedido do UOL, o WhatsApp se posicionou com  algumas dicas para evitar cair nos boatos que circulam pela rede:
-Desconfie de mensagens que apresentem erros gramaticais ou de grafia;
-Evite acessar links de origem desconhecidas ou mensagens que peçam para clicar em um endereço específico;
Avalie criticamente mensagens que peçam que você compartilhe conteúdo com a sua lista de contatos:
-Não responda pedidos de desconhecidos para que você compartilhe dados pessoas como cartão de crédito, conta de banco, aniversário, senhas, etc
-O WhastApp nunca vai enviar mensagens diretas a você. Lembre-se que o aplicativo é gratuito e você nunca terá que fazer algo para usar o app de graça;
-Quando você recebe um cupom ou uma promoção pelo WhatsApp, antes de clicar no link cheque no site oficial da empresa se a oferta é real e confirmada pela loja em questão.

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