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sexta-feira, 28 de abril de 2017

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JURO DO CARTÃO DE CRÉDITO ROTATIVO SOBE PARA 490% AO ANO EM MARÇO, INFORMA BC
Os juros cobrados pelos bancos em suas operações com cheque especial e cartão de crédito rotativo voltaram a subir em março, após apresentarem queda em fevereiro deste ano, informou na quarta-feira (26) o Banco Central. No caso do cartão de crédito rotativo, a taxa passou de 487,8% ao ano em fevereiro para 490,3% ao ano em março deste ano. Com isso, atingiu o maior patamar desde janeiro (497,5% ao ano). A série histórica dessa modalidade de crédito foi revisada. Já os juros do cheque especial, ainda de acordo com a autoridade monetária, avançaram de 327% ano em fevereiro para 328% ao ano em março, também o maior nível desde janeiro (328,3% ao ano). Especialistas recomendam que essas modalidades de crédito (cartão e cheque especial) só devem ser utilizadas em momentos de emergência e por um prazo curto de tempo, devido ao custo proibitivo. No caso do cartão de crédito, a recomendação dos economistas é que os clientes bancários paguem toda a fatura no vencimento para não deixar saldo devedor. 

MUDANÇAS NO CARTÃO DE CRÉDITO E COMPETIÇÃO BANCÁRIA
O mês de março foi o último antes das mudanças nas regras do cartão de crédito. Pelas novas normas, que começaram a valer neste mês de abril, o rotativo só poderá ser usado até o vencimento da fatura seguinte. Se na data do vencimento o cliente não tiver feito o pagamento total do valor da fatura, o restante terá que ser parcelado ou quitado. A expectativa do governo federal é que as medidas façam com que os juros do cartão caiam pela metade do patamar atual, ou seja, para cerca de 245% ao ano. Mesmo com essa queda, a taxa de juros cobrada pelos bancos ainda seria muito elevada pelos padrões internacionais. O BC, que tem informado que busca estimular a competição entre os bancos para baixar os juros, informou recentemente que os quatro maiores conglomerados bancários - Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal - detinham, no fim de 2016, 78,99% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país e também 78,48% dos depósitos.
JURO BANCÁRIO MÉDIO CAI EM MARÇO
Apesar do aumento dos juros do cartão de crédito e do cheque especial, os números do BC mostram que houve, em março, queda dos juros médios cobrados pelos bancos tanto nos empréstimos a pessoas físicas quanto a empresas nas operações com recursos livres (que excluem crédito imobiliário, rural e do BNDES). Em março, de acordo com a autoridade monetária, a taxa média de juros das operações com recursos livres para as pessoas físicas somou 72,7% ao ano, contra 73,5% ao ano em fevereiro. Trata-se do menor patamar desde dezembro do ano passado (72,4% ao ano). A taxa cobrada das empresas, por sua vez, recuou de 28,7% ao ano em fevereiro para 27,5% ao ano em março. A queda dos juros bancários acontece em momento de recuo da Selic, a taxa básica de juros da economia, fixada pelo Banco Central, que influencia a chamada "taxa de captação" dos bancos, ou seja, quanto eles pagam pelos recursos. Desde outubro do ano passado, os juros básicos da economia recuaram de 14,25% para 11,25% ao ano, uma queda de três pontos percentuais.
Nesse mesmo período, porém, os juros bancários médios nas operações com pessoas físicas passou de 74,3% ao ano para 72,7% ao ano - um recuo de 1,6 ponto percentual. Com isso, os juros bancários cobrados das pessoas físicas recuaram metade do corte da taxa básica de juros promovido pelo Banco Central desde outubro do ano passado.
TAXA DE INADIMPLÊNCIA
Dados do Banco Central mostram que a taxa de inadimplência subiu em março deste ano. No mês passado, a taxa de inadimplência das pessoas físicas e jurídicas, nas operações com recursos livres (exclui crédito imobiliário, rural e do BNDES), subiu de 5,6% para 5,7%. Considerando a inadimplência com recursos livres para pessoas físicas, houve estabilidade em 5,9%. No caso das operações com empresas, a taxa de inadimplência avançou de 5,2% em janeiro para 5,6% em março.

ESTUDO TRAZ EVIDÊNCIA DE QUE HOMEM PODE TER CHEGADO À AMÉRICA MUITO ANTES DO QUE SE PENSAVA
Um estudo publicado na quarta-feira (26) na revista "Nature" traz indícios da presença humana na América há 130 mil anos, muito tempo antes de quando se imaginava que o homem teria chegado ao continente. O estudo pode abrir um novo capítulo na compreensão de quando e como os primeiros humanos chegaram ao nosso continente: a teoria mais aceita até o momento é a de que humanos migraram pelo estreito de Behring cerca de 15 mil anos atrás. Cientistas descobriram fragmentos de ossos e dentes de 130 mil anos em um local na costa de San Diego, na Califórnia, nos Estados Unidos, que parecem ter sido processados por humanos. O local foi escavado na década de 1990, quando foram encontrados martelos e utensílios de pedra ao lado de fragmentos de ossos de um mastodonte, animal pré-histórico parecido com o elefante. A análise dos fósseis indica que os ossos sofreram fraturas e foram quebrados com utensílios de pedra enquanto ainda estavam frescos. Além disso, os utensílios encontrados têm marcas de uso, indicando que os ossos de mastodonte teriam sido quebrados com esses utensílios naquele local. Até o momento, não tinha sido possível datar os fósseis. Mas um método de datação por urânio foi capaz de determinar a idade dos fragmentos. Para os autores do estudo, o conjunto de achados indica que os ossos foram quebrados com pedras pesadas e martelos, com destreza característica de humanos, para construção de ferramentas ou extração do tutano há 130 mil anos, ou seja, 115 mil anos antes de quando se imaginava que o homem teria chegado ao continente. "Os ossos e vários dentes mostram sinais claros de terem sido deliberadamente quebrados por humanos com destreza manual e conhecimento experimental", afirmou o cientista Steve Holen, diretor de pesquisa no Centro para Pesquisa Paleolítica da América e principal autor do estudo. "Esse padrão de quebra também foi observado em fósseis de mamute em Kansas e Nebraska, onde explicações alternativas como forças geológicas ou mordidas de animais carnívoros foram descartadas." O pesquisador Tom Deméré, curador de paleontologia do Museu de História Natural de San Diego e um dos autores do estudo, conta que, desde que o local foi descoberto, havia fortes evidências que colocavam humanos ao lado de animais extintos da Era do Gelo. "Desde a descoberta original, a tecnologia de datação avançou de modo a nos permitir confirmar com mais certeza que humanos primitivos estavam aqui muito antes do que o que é comumente aceito."

BRASIL E ESPANHA SERÃO UNIDOS POR ANÉIS DE FIBRA PARA PROTEÇÃO DE DADOS
Um cabo submarino de anéis de fibra blindada com extensão de 9.200 quilômetros está sendo desenvolvido para unir as cidades de São Paulo e Madri (Espanha). Além da união entre os Países, a plataforma deverá redirecionar as navegações de internet e as chamadas telefônicas, desviando-as para fora dos Estados Unidos.  De acordo com Mariano Rajoy, primeiro-ministro da Espanha, a obra vai aumentar a segurança e a privacidade dos internautas. Chamada de Ella Link, o cabo apresenta 72 terabytes por segundo e deve ser implementado em 2019.  Além dos Países, o cabo também passará pelas ilhas da Madeira (Portugal); Canárias e Cabo Verde (África).  

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