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quinta-feira, 13 de abril de 2017

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MERCADO VÊ DÉFICIT FISCAL DE R$ 147 BILHÕES EM 2017 E META ESTOURADA
Os analistas das instituições financeiras baixaram para R$ 147,04 bilhões sua previsão para o déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida) do governo federal neste ano. A estimativa está no mais recente levantamento feito pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgado na quarta-feira (12) dentro do chamado "Prisma Fiscal". No mês passado, a mesma pesquisa informava que os analistas estimavam um rombo um pouco menor, de R$ 149,68 bilhões, para as contas públicas em 2017. Esse rombo é maior do que a meta de déficit primário fixada pelo próprio governo para suas contas neste ano: de R$ 139 bilhões. O cálculo considera as despesas e as receitas, mas não o pagamento dos juros da dívida pública. Recentemente, o governo anunciou um bloqueio de R$ 42,1 bilhões na peça orçamentária deste ano e um aumento da tributação sobre a folha de pagamento das empresas, além da instituição do IOF para cooperativas de crédito, para tentar atingir a meta fiscal deste ano. Para o ano de 2018, o mercado financeiro subiu sua estimativa para o déficit primário de R$ 118,31 bilhões para R$ 123,6 bilhões. A previsão, apesar do aumento, está um pouco abaixo da meta fiscal que o governo busca revisar no Congresso Nacional. A proposta é de um rombo de até R$ 129 bilhões no ano que vem.
CRISE ECONÔMICA
A estimativa de rombo nas contas do governo central (União, Previdência Social e Banco Central) acontece em um ambiente de fraco nível de atividade econômica. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 3,6% no ano passado. Foi o segundo ano seguido de retração, o que confirmou a pior recessão da história do país. A lógica é que, com menos atividade, também há uma arrecadação menor de impostos e contribuições federais, o que contribui para uma deterioração no perfil das contas públicas. Para este ano, o mercado financeiro prevê um crescimento ao redor de 0,5% para a economia brasileira, assim como o governo federal e o Banco Central.
MEDIDAS PARA REEQUILIBRAR AS CONTAS
Para a retomada da confiança na economia brasileira e a melhora do nível de atividade econômica, o ministro Henrique Meirelles, tem dito que é importante reequilibrar as contas públicas. O governo já conseguiu aprovar no Congresso uma proposta de emenda constitucional que institui um teto para os gastos públicos por um período de 20 anos. A proposta prevê que a medida pode ser revista a partir do décimo ano de vigência. Com o teto, as despesas de um ano não podem crescer acima da inflação do ano anterior, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), essa limitação envolve a União, o Legislativo, o Tribunal de Contas da União, o Judiciário, o Ministério Público, e a Defensoria Pública da União. Para os gastos com saúde e educação, a correção pela inflação começará a partir de 2018. De acordo com analistas do mercado financeiro, a proposta, embora tenha impacto maior nas contas públicas no médio e longo prazos, tem pouca influência para melhorar o resultado em 2017. Outra medida de ajuste já proposta pelo governo é a da reforma da Previdência Social. Ela institui idade mínima de 65 anos para homens e mulheres terem direito à aposentadoria pelo INSS.
SEIS ANOS DE CONTAS NO VERMELHO
Se o cenário para as contas públicas previsto pelo governo e pelo mercado se concretizar, serão pelo menos seis anos consecutivos com as contas públicas no vermelho. O governo vem registrando déficits fiscais desde 2014. Em 2015, o rombo, de R$ 114,9 bilhões, foi recorde e gerado, em parte, pelo pagamento das chamadas "pedaladas fiscais" - repasses a bancos oficiais que estavam atrasados. Para 2016, 2017 e também 2018, a meta é de rombos bilionários nas contas públicas. A previsão da equipe econômica é que as contas voltem ao azul somente em 2020.

FORMIGAS INVENTARAM AGRICULTURA PARA COMBATER A SECA ANTES DO HOMEM, DIZ ESTUDO
Para lutar contra a seca, as formigas inventaram a agricultura, milhões de anos antes do homem, segundo um estudo publicado na quarta-feira (12) na revista científica britânica "Proceedings of the Royal Society B". "As formigas cortadeiras representam um dos raros grupos de animais que desenvolveram a agricultura", disse à AFP Michael Branstetter, do Museu Nacional de História Natural Smithsonian nos Estados Unidos, coautor do estudo. Em seus formigueiros, criam campos subterrâneos onde cultivavam os cogumelos que formam a maior parte da sua dieta. As capacidades precoces de algumas formigas na agricultura já eram conhecidas pelos pesquisadores. Mas continua sendo um mistério a forma como esses minúsculos insetos que não são "seres conscientes como os humanos" começaram a cultivar cogumelos milhões de anos antes do homem descobrir a agricultura. Inicialmente, pensava-se que a uma primeira formiga, de forma fortuita, conseguiu uma colheita e seus descendentes perpetuaram sua técnica. Mas a realidade é mais complexa, dado o nível de conhecimento alcançado por esses insetos. As formigas "agricultoras" são capazes de proteger seus cultivos das doenças, dos parasitas e da seca em uma escala e em um nível de eficácia que rivaliza com a agricultura humana. Elas inclusive criaram novas espécies de fungos que não poderiam sobreviver sem seus cuidados, em estado selvagem. Ao analisar o DNA de 119 espécies de formigas, os pesquisadores americanos criaram "a primeira árvore completa da evolução das formigas cortadeiras" e identificaram o ancestral mais antigo dessas cultivadoras. "Descobrimos que as formigas provavelmente se iniciaram na agricultura nos habitats secos da América do Sul", em áreas onde os fungos, que necessitam de umidade, não poderiam crescer em estado selvagem, disse Michael Branstetter. "Também descobrimos que o cultivo de cogumelos começou há 30 milhões de anos, durante um período no qual o planeta estava esfriando e as zonas secas iam se estendendo", acrescenta o pesquisador.

REALIDADE VIRTUAL É UTILIZADA PARA PROMOVER EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO
Na quarta (12) e quinta-feiras (13), Adamantina recebe uma ação de segurança viária que vai disponibilizar gratuitamente o Rodovírtua e os interessados poderão vivenciar, por meio de óculos de realidade virtual, uma ação educativa, os perigos de beber e dirigir para não se colocar nessa situação na vida real. A ação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) ocorre em parceira com a Prefeitura. Seis óculos estarão à disposição do público em geral no saguão do Poder Executivo. Haverá, ainda, a distribuição de gibis da Turma da Mônica com historinhas e passatempos criados a partir do tema segurança no trânsito. Na ocasião, a Artesp também estará aplicando uma pesquisa voluntária sobre sono e direção em apoio ao trabalho da Associação Brasileira de Neurologia (ABN). Pesquisa anterior, apontou que 86,6% dos entrevistados disseram já sentir sono enquanto dirigiam em estrada, entre outros resultados que vêm norteando ações de segurança viária. Com o Rodovírtua, a Artesp informou que pretende alcançar diversos públicos em todo o Estado por meio de parcerias com prefeituras, escolas, universidades, empresas e shoppings, entre outras instituições. A Prefeitura de Adamantina fica localizada na Rua Osvaldo Cruz, 262, no Centro. A ação estará disponível ao público das 10h às 17h.

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