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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

DESEMPREGO FICA EM 12% NO 4º TRIMESTRE DE 2016 E ATINGE 12,3 MILHÕES
O desemprego seguiu em alta no final do ano passado e subiu para 12% no quarto trimestre, segundo dados divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. Esse é o maior índice da série histórica do indicador, iniciada em 2012. No ano de 2016, a taxa média de desocupação ficou em 11,5%. No trimestre de outubro a dezembro, o Brasil tinha 12,3 milhões de pessoas desocupadas. O número representa um aumento de 2,7% em relação ao trimestre de julho a setembro e de 36% na comparação com o último trimestre de 2015. Já a população ocupada somou 90,3 milhões de pessoas. Em relação ao trimestre anterior, esse número cresceu 0,5%, mas frente ao quarto trimestre de 2015, caiu 2,1%. Desse total, 34 milhões de pessoas que estavam empregadas no setor privado tinham carteira de trabalho assinada. Do terceiro para o quarto trimestre, não houve alteração no contingente, no entanto, recuou quase 4% na comparação com o final do ano anterior. 

Com o aumento do desemprego, a categoria dos trabalhadores por conta própria chegou a 22,1 milhões de pessoas, registrando um aumento de 1,3% em relação ao trimestre de julho a setembro, mas caiu 3,4% diante do quarto trimestre de 2015. Quanto aos trabalhadores domésticos, não houve aumento nem diminuição da quantidade, estabilizada em 6,1 milhões de pessoas. O desemprego aumentou, mas o rendimento médio dos trabalhadores não subiu nem caiu em relação ao trimestre anterior e ao quarto de 2015, ficando em R$ 2.043. Em relação ao trimestre de julho a setembro, a categoria dos empregados no setor privado sem carteira viu seu rendimento cair, em média, 3,7%. Na outra ponta, estão os empregados no setor público, cujos rendimentos cresceram 2,2%. Frente ao ano anterior, os trabalhadores por conta própria tiveram queda de 3,5% no rendimento. De acordo com o IBGE, as outras atividades não tiveram variação significativa.
TAXA MÉDIA EM 2016
Em 2016, a taxa média de desemprego ficou em 11,5%, depois de atingir 8,5% no ano anterior. O número de desempregados subiu de 8,6 milhões, na média de 2015, para 11,8 milhões, em 2016 – uma alta de 37%. Por outro lado, a população ocupada caiu de 92,1 milhões de pessoas para 90,4 milhões. O número de empregados com carteira assinada no setor privado recuou 3,9%, chegando a 34,3 milhões em 2016. O rendimento médio caiu 2,3%: de R$ 2.076 em 2015 para R$ 2.029 em 2016. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apresentados no final de janeiro, a economia brasileira voltou a fechar um grande número de postos de trabalho com carteira assinada em 2016, ano ainda marcado pela forte recessão no país. No ano passado, as demissões superaram as contratações em 1,32 milhão de vagas formais.

TÉCNICA EM ESTUDO “LÊ” PENSAMENTO DE PACIENTES COMPLETAMENTE PARALISADOS
Pacientes com a síndrome do encarceramento – também conhecida como locked-in syndrome – não conseguem mover nenhum músculo voluntário do corpo, apesar de se manterem conscientes e com raciocínio perfeito. Foi esse o caso do jornalista e escritor francês Jean-Dominique Bauby que, depois de um AVC, ficou quase totalmente paralisado, restando apenas o movimento do olho esquerdo. Por meio de uma técnica desenvolvida por sua fisioterapeuta, ele aprendeu a se comunicar com piscadas que indicavam as letras do alfabeto e assim pôde contar sua própria história no livro “O escafandro e a borboleta”, que depois virou filme. Mas alguns pacientes não mantêm nem mesmo o controle dos olhos, o que torna a comunicação com o mundo externo praticamente impossível. Uma equipe de pesquisadores liderada pelo cientista Niels Birbaumer, do Centro Wyss para Bio e Neuroengenharia em Genebra, na Suíça, está trabalhando para resolver esse problema por meio de uma interface cérebro-máquina. Participaram dos testes quatro pacientes que se tornaram completamente paralisados devido à esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurodegenerativa do físico Stephen Hawking. Eles tiveram a atividade elétrica cerebral e a quantidade de oxigênio no sangue medidas pela associação de dois testes não-invasivos: espectroscopia no infravermelho próximo e eletroencefalografia. Essas atividades eram decodificadas por um computador que “aprendeu” a identificar quando o paciente queria responder “sim” ou “não” às perguntas feitas por meio das mudanças na oxigenação do cérebro. Perguntas com respostas conhecidas - como “O nome do seu marido é Joachim?” - tiveram uma taxa de acerto de cerca de 70%, o que demonstra que a técnica foi realmente eficaz em identificar as respostas e que os acertos não foram um mero acaso. “Descobrirmos que todos os quatro pacientes que testamos conseguiram responder a perguntas pessoais que fizemos a eles, usando apenas seu pensamento”, diz Birbaumer. Os pesquisadores também perguntaram se os pacientes se sentiam felizes, o que resultou em repedidas respostas “sim”, indicando que eles mantêm uma atitude positiva diante de sua situação. Birbaumer conta que ficou surpreso com a resposta. “O que observamos foi que desde que eles estejam recebendo cuidados satisfatórios em casa, eles acham sua qualidade de vida aceitável. É por esse motivo que, se pudermos tornar essa técnica amplamente disponível, ela poderia ter um enorme impacto no dia a dia das pessoas com a síndrome.”. As famílias também puderam sugerir perguntas específicas para submeter aos parentes paralisados. Em um dos casos relatados pelos pesquisadores, um paciente respondeu “não” em 9 de 10 vezes quando questionado se ele concordava que sua filha se casasse com o namorado. Os resultados da pesquisa foram publicados na terça-feira (31) no periódico “PLOS Biology”.

É MELHOR ZERAR A BATERIA DO CELULAR E CARREGAR ATÉ 100%? NÃO É BEM ASSIM
A gente sabe: baterias são uma das maiores preocupações em termos de celulares – pesquisa recente colocaram melhorias no item como principal desejo dos brasileiros em 2017. Como a energia dos smartphones dura pouco e temos que usar sempre os carregadores, é bom fazer direito, né? Primeira coisa: se você deixa a bateria zerar e carrega até 100%, pare com isso. Veja as dicas dadas pela startup I2GO, especializada em acessórios para celulares.
Separamos algumas dicas importantes:
1) Posso deixar o celular carregando à noite inteira?
Poder até pode, mas não é bom. Não tem nenhum problema deixar o celular plugado na tomada em termos de energia --os aparelhos param de receber carga quando atingem os 100%. O ruim é deixar a energia atingir 100%. As baterias de lítio atuais se desgastam quando atingem extremos - 0% ou 100%. A dica é deixar entre 20% e 80%.
2) É melhor carregar o celular com ele desligado?
Essa parece óbvia e realmente é: sim, é melhor. O aparelho desligado consome menos energia em funções como tela e aplicativos. Logo, a bateria carrega mais rápido.
3) Posso usar o celular que está carregando em dias de temporais?
Importante: não faça isso. Descargas elétricas podem atingir a rede elétrica da sua casa durante uma chuva forte e, consequentemente, afetar o celular e a pessoa que o utiliza. O recomendado é não deixar o aparelho na tomada nessas situações.
4) Tirar e colocar o celular da tomada toda hora estraga o aparelho?
Não, não tem problema você deixar o celular em uma carga mínima e alternar a ligação na tomada apenas para que ele não zere. Vale o que foi dito no início do texto: o importante é não deixar chegar sempre a 0% ou 100%.
5) Como carregar mais rápido o celular no carro?
Não espere grandes carregamentos do celular em carros --a corrente (também chamada de amperagem) é bem mais baixa. É comum que às vezes o carregamento seja mais baixo do que o uso do dispositivo em si. Ou seja, torna-se "inútil". Mas usar o carregador veicular, ligado à saída do acendedor de cigarros, pode ser melhor do que usar a porta USB do rádio do carro.
6) Há alguma diferença entre as baterias externas?
Sim. É importante ter uma bateria que consiga carregar até 100% de seu smartphone --mas a regra de não deixar a carga chegar ao máximo continua valendo aqui. As baterias têm capacidades que variam de 2.200 mAh a 10 mil mAh, então é bom escolher uma com potência maior do que seu celular. E não se esqueça de deixar sempre a bateria externa carregada.

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