Seja bem vindo ao "Blog do Borjão"

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

SEM REFORMA, PREVIDÊNCIA CONSUMIRÁ 80% DOS GASTOS FEDERAIS EM 2026, DIZ SECRETÁRIO
O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, disse que, se a proposta de reforma da Previdência não for aprovada, os gastos públicos com esse setor, que hoje correspondem a 54% de todas as despesas primárias do governo federal, vão chegar a 80% em 2026. Na conta feita pelo secretário estão incluídas as despesas com o pagamento das aposentadorias dos trabalhadores privados (INSS) e dos servidores públicos federais (RPPS), além dos Benefícios de Prestação Continuada e da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas). Neste cenário, disse Caetano, restariam 20% do orçamento para o governo bancar as demais despesas. "Existe para questões não previdenciárias hoje um total de 46% do orçamento, um pouco menos da metade. Essa metade vai virar menos de 20% se nada for feito", disse o secretário, durante um encontro técnico com jornalistas, realizado na Câmara. De acordo com ele, mesmo com a reforma as despesas previdenciárias vão crescer até 2026, mas menos. A previsão é que, neste caso, os gastos cheguem a 66%. Caetano também defendeu a igualdade de regras previdenciárias para homens e mulheres e rebateu críticas de que a reforma possa ser machista. "Se nós somos [machistas], então o mundo inteiro é. Igualdade de tratamento previdenciário você vê em vários outros países. A gente está buscando aqui adotar um tratamento previdenciário uniforme, quer seja por gênero, servidor público, político ou não. A gente está focando nesse aspecto", declarou o secretário.
CHANTAGEM
Questionado se esse argumento não seria uma forma de chantagear os congressistas a aprovar a reforma, o vice-lider do governo na Câmara dos Deputados, Darcísio Perondi, que organizou o encontro, afirmou que não. "Não estamos chantageando", disse Perondi. Ele afirmou que o ajuste fiscal colocado em prática pelo governo Michel Temer, e que já conta com a aprovação, pelo Congresso, do chamado teto para gastos públicos, só "sobrevive" com a aprovação também da reforma da Previdência. Perondi afirmou que acontecerá "o juízo final" se a reforma da Previdência não for aprovada. De acordo com o assessor especial do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima, sem o teto de gastos e sem reforma da Previdência Social, a dívida pública bruta, que atingiu 69,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no fechamento de 2016, patamar já considerado elevado para países emergentes, pode avançar para 98% do PIB em 2019. Com o teto aprovado, e se a reforma da Previdência também passar, a dívida bruta cresceria menos: para 78,7% do PIB em 2019.

PESSOAS COM FOME SÃO MENOS ROMÂNTICAS, DIZ ESTUDO
O segredo do romantismo parece estar mais no estômago cheio do que nas flores, velas ou em uma música melosa, segundo estudo realizado pela Universidade Drexel, na Filadélfia. Publicada na revista científica "Appetite", a pesquisa avaliou as reações cerebrais de diversas pessoas e constatou que "as mulheres ficam mais sensíveis ao romantismo depois de uma boa comida". Segundo os cientistas, a análise foi feita com jovens mulheres que já fizeram dietas e com as que nunca sofreram restrições calóricas. "Em ambos os casos observamos que, em resposta às imagens românticas, os circuitos neuronais associados a recompensa se acenderam, principalmente após uma refeição", afirmou Alice Ely, a primeira autora da investigação. Estes resultados contradizem os estudos anteriores em matéria de comida e romantismo, que dizem que o cérebro é mais sensível a outros estímulos como dinheiro e drogas. "As pessoas estão mais interessadas a este tipo de prêmio quando o estômago está vazio. Portanto, poderíamos pressupor que comer deixa as jovens mulheres mais sensiveis a estímulos diferentes a respeito de comida", ressaltou Ely. Estes dados apoiam a relação entre os circuitos cerebrais que são responsáveis pela alimentação e sexo. Além disso, a hidratação também desempenha um papel fundamental no bem estar sexual. "Porque além de sede, o baixo desejo sexual é um dos sinais que indicam quando o corpo necessita recuperar as reservas de água necessárias.

RELATÓRIO REVELA QUE OS DEPARTAMENTOS DE TI CONSIDERAM DIFÍCIL MANTER A NUVEM SEGURA
A Intel Security anuncia seu segundo relatório anual sobre segurança na nuvem, "Building Trust in a Cloudy Sky" (Gerando Confiança em um Céu Nublado). O relatório descreve o estado atual de adoção da nuvem, as principais preocupações com os serviços de nuvem privada e pública, as implicações de segurança e o impacto progressivo da Shadow IT para os mais de 2 mil profissionais de TI entrevistados. “A estratégia "Cloud First" (nuvem em primeiro lugar) agora está bastante integrada à arquitetura de várias organizações em todo o mundo", disse Raj Samani, CTO da região EMEA, Intel Security. "O desejo de migrar rapidamente para a computação na nuvem parece estar na agenda da maioria das organizações. Neste ano, os participantes acreditam que precisam de aproximadamente 15 meses para que seus orçamentos de TI estejam 80% nas nuvens, indicando que o Cloud First está avançando e continua sendo o objetivo para várias empresas".
A CONFIANÇA NA NUVEM SÓ AUMENTA
A confiança e a percepção dos serviços de nuvem pública continuam crescendo ano após ano. A maioria das organizações enxerga os serviços de nuvem pública como algo tão ou mais seguro do que as nuvens privadas, e com mais probabilidade de oferecer custos menores de propriedade e visibilidade geral dos dados. Aqueles que confiam nas nuvens públicas agora superam os que não confiam em uma relação de 2 para 1. A confiança e a percepção maiores, bem como um entendimento maior dos riscos pela gerência sênior, estão incentivando mais organizações a armazenar dados confidenciais na nuvem pública. As informações pessoais do cliente são o tipo de dado com mais probabilidade de armazenamento em nuvens públicas. Sessenta e dois por cento dos entrevistados disseram manter essas informações na nuvem pública.
OS RISCOS TAMBÉM AUMENTAM
A constante falta de habilidades em segurança continua afetando as implementações de nuvem. Quase metade das organizações pesquisadas informaram que a falta de habilidades em segurança cibernética reduziu a velocidade de adoção ou o uso de serviços de nuvem, possivelmente contribuindo para o aumento das atividades de Shadow IT. Outros 36% informaram que estão enfrentando essa falta de habilidades, porém, independentemente disso, continuam com suas atividades de nuvem. Apenas 15% dos pesquisados informaram que não enfrentam carência de habilidades.
Devido à facilidade de aquisição, quase 40% dos serviços de nuvem são agora ativados sem o envolvimento da TI e, infelizmente, a visibilidade desses serviços de Shadow IT caiu de aproximadamente 50% no ano passado para menos de 47% neste ano. Como resultado, 65% dos profissionais de TI acreditam que esse fenômeno está interferindo em sua capacidade de manter a nuvem segura. Isso não é nenhuma surpresa, levando em consideração a quantidade de dados confidenciais que agora é armazenada na nuvem pública e que mais da metade dos participantes informaram que rastrearam um malware utilizando um aplicativo SaaS de nuvem.
EVOLUÇÃO DO DATA CENTER
O número de organizações que utilizam somente a nuvem privada caiu de 51% para 24% no ano passado, enquanto o uso da nuvem híbrida aumentou de 19% para 57%. Essa migração para a arquitetura de nuvem híbrida privada/pública requer a evolução do data center para uma infraestrutura com base em nuvem altamente virtualizada. Em média, 52% dos servidores de data center de uma organização são virtualizados, 80% estão usando contêineres e a maioria espera concluir a conversão para um data center totalmente definido por software em até dois anos.
RECOMENDAÇÕES
- Os atacantes procurarão os alvos mais fáceis, independentemente de as nuvens serem públicas, privadas ou híbridas. As soluções de segurança integradas ou unificadas, que proporcionam visibilidade de todos os serviços da organização, poderão ser a melhor defesa.
- As credenciais de usuário, especialmente para administradores, serão a forma mais provável de ataque. As organizações precisam garantir que estejam seguindo as melhores práticas de autenticação, como senhas distintas, autenticação de vários fatores e até mesmo biometria, quando possível.
- As tecnologias de segurança, como prevenção de perda de dados, criptografia e agentes de segurança de acesso à nuvem (CASBs), continuam subutilizadas. A integração dessas ferramentas a um sistema de segurança existente aumenta a visibilidade, permite a descoberta de shadow services (serviços invisíveis) e oferece opções para proteção automática de dados confidenciais estacionários e em movimento em qualquer tipo de ambiente.
- As organizações precisam evoluir rumo a uma abordagem de mitigação e gerenciamento de riscos para a segurança da informação. Elas deverão considerar a adoção de uma estratégia Cloud First para incentivar a adoção dos serviços com a finalidade de reduzir custos e aumentar a flexibilidade, colocando as operações de segurança em uma posição proativa em vez de reativa.
METODOLOGIA DA PESQUISA
No quarto trimestre de 2016, a Intel Security fez uma pesquisa com mais de 2 mil profissionais de TI de diversos setores, países e empresas de todos os portes. Os participantes da pesquisa eram tomadores de decisão seniores de pequenas, médias e grandes empresas dos seguintes países: Austrália, Brasil, Canadá, França, Alemanha, Japão, México, Arábia Saudita, Cingapura, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos. 

Nenhum comentário: