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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

GASTO DE BRASILEIRO NO EXTERIOR CAIU 16,5% EM 2016 E FOI O MENOR EM 7 ANOS
Os brasileiros gastaram US$ 14,497 bilhões em viagens internacionais no ano passado, queda de 16,48% em relação a 2015 (US$ 17,357 bilhões). É o menor valor em sete anos, desde 2009 (US$ 10,898,2 bilhões). Os números são do Banco Central (BC) e foram divulgados na terça-feira (24). As despesas dos brasileiros lá fora já haviam caído 32% em 2015, ao menor valor em cinco anos. Considerando apenas o mês de dezembro do ano passado, os gastos foram de US$ 1,392, aumento de 11,81% em relação ao mesmo mês de 2015 (US$ 1,245 bilhão) e de 15,61% na comparação com o mês anterior (US$ 1,204 bilhão).
NOVA METODOLOGIA DO BC
Em abril do ano passado, o BC adotou nova metodologia internacional para medir as contas externas. Dentro da conta de serviços, onde estão os gastos com viagens, o BC passou a apresentar novas linhas, como serviços de propriedade intelectual (antigos royalties), e telecomunicações, computação e informações, que capta despesas com software, por exemplo. A nova nota também traz outros serviços --pesquisa, desenvolvimento, publicidade, engenharia, arquitetura, limpeza e despoluição--, e serviços culturais, pessoais e recreativos.

O ESTRANHO OBJETO ENCONTRADO PELA NASA EM MARTE
Um robô da Nasa, a agência espacial americana, descobriu o que pode ser um meteorito metálico na superfície de Marte. Se confirmado, seria o terceiro objeto deste tipo encontrado pelo jeep-robô Curiosity desde agosto de 2012, quando pousou na superfície do planeta. Uma imagem do objeto, feita no último dia 12 e disponibilizada no site da Nasa, revela que ele já foi "escaneado" pelo raio laser que o veículo usa para vaporizar parte da superfície de amostras, enquanto um espectômetro detecta sua composição através da análise da nuvem de plasma provocada pelo raio. As imagens sugerem que o suposto meteorito poder ser feito de uma combinação entre ferro e níquel, e se isso for confirmado pela análise dos dados coletados pelo Curiosity, se saberá que ele foi formado a partir do núcleo de um asteroide. As imagens também revelam que o objeto tem sulcos compatíveis com o atrito de entrada na atmosfera de um planeta. "O objeto foi batizado de Ames Knob e e lembra outro meteorito examinado pelo Curiosity em novembro, e cuja análise revelou uma composição de ferro e níquel", disse Guy Webster, um porta-voz da Nasa, ao site americano IFL Science. Veículos-robô em Marte já encontraram sete meteoritos metálicos no planeta (pelo menos sete foram localizados por outros veículos americanos, o Opportunity e o Spirit), mas o interessante nisso tudo é essa particularidade de seu perfil. Na Terra, 95% dos meteoritos encontrados são rochosos. Por que isso ocorreu? Pode ser fruto da diferença de ambientes entre os dois planetas no que diz respeito à erosão. Ou pelo fato de o terreno escarpado de Marte tornar mais difícil a localização de rochas específicas. A ausência de oxigênio e água na atmosfera de Marte impede a oxidação de objetos metálicos, que são erodidos pelo vento e mudanças de temperatura. Observações iniciais das imagens sugerem, de acordo com a revista New Scientist, que o meteorito pode ter caído há relativamente pouco tempo, pois sua superfície parece suave e brilhante - ele ainda não teria sido erodido. Só que também pode se tratar de um meteorito antigo que foi polido pelas violentas tempestades de areia que atingem o planeta. O Curiosity percorreu mais de 15 km desde que pousou no interior da Cratera Gale, há quatro anos e meio. Os cientistas americanos esperam tentar criar uma linha de tempo para as transformações ambientais sofridas pelo planeta - acredita-se, por exemplo, que a cratera, hoje um imenso deserto assolado por ventos, já foi um imenso lago que poderia ter abrigado algum tipo de vida.

CLONAR O WHATSAPP ALHEIO? CUIDADO COM O NOVO GOLPE DA PRAÇA
O golpe da vez no WhatsApp envolve a falsa promessa de clonar uma conta alheia --para aqueles que estejam desconfiando dos amigos e cônjuges, talvez? O truque foi revelado no blog da empresa de segurança digital Eset. Os fraudadores apresentam vídeos explicativos sobre a realização da clonagem. Ao final, em vez de realizar a clonagem, a vítima acaba inscrita em um serviço de SMS Premium, tendo seus créditos do celular descontados sem consentimento. O golpe começa a partir de uma mensagem distribuída via WhatsApp (imagem acima). Ao acessar o link, o usuário é levado a uma página que contém dois vídeos. O primeiro, reproduzido automaticamente, mostra uma pessoa encapuzada com óculos escuros e rosto coberto, que explica como realizar a suposta clonagem com o número da conta de outro usuário. Durante a reprodução, o encapuzado diz que vai clonar o WhatsApp da própria esposa, informando o número dela. Neste instante, aparecem duas opções para visualizar as conversas: "ver online" ou "baixar". Selecionada a opção, é apresentada uma barra de carregamento que vai sendo rapidamente preenchida. A ideia é simular que os servidores do WhatsApp estão sendo contatados e que o número fornecido será clonado. No entanto, as mensagens apresentadas e a barra de carregamento são apenas animações para enganar a vítima. No vídeo, o carregamento termina e o botão "Liberar" é apresentado, onde o usuário deve compartilhar a mensagem com todos os seus contatos, sendo automaticamente redirecionado para o WhatsApp "clonado". Em seguida, quando o usuário aperta um novo botão na tela, "Clonar WhatsApp!", um pop-up contendo uma suposta mensagem de erro ("erro 804") é apresentado. No segundo vídeo da página, o mesmo personagem encapuzado mostra como supostamente resolver o tal erro. Mas ao seguir os passos, a vítima acaba realizando o cadastro em um serviço de SMS Premium e começa a ter seus créditos descontados. O vídeo é reiniciado e apresenta os primeiros passos do anterior, informando que mesmo após compartilhar com todos os contatos e grupos do WhatsApp, o erro 804 continuará ocorrendo. Novas explicações se seguem, levando o usuário a curtir uma página do Google Plus e depois em um botão "Não sou um robô", que na verdade contém um link de uma plataforma de publicidade e registro em outro serviço pago de SMS. O vídeo foi publicado no dia 28 de dezembro de 2016 e já possui quase 28 mil visualizações, segundo a Eset. Já o segundo vídeo, publicado no dia 7 de janeiro deste ano, possui um pouco menos. Para evitar cair nesses golpes, valem as orientações de sempre: evite campanhas suspeitas com promessas de recursos miraculosos no WhatsApp. Não clique em links e vídeos fornecidos por essas campanhas. Além disso, instale um bom antivírus em seu celular.

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