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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

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MERCADO REDUZ PROJEÇÃO PARA TAXA DE JUROS E INFLAÇÃO NO FINAL DE 2017
Economistas consultados pelo Banco Central reduziram mais uma vez a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, e a projeção para a inflação. A estimativa para o PIB (Produto Interno Bruto) foi a mesma da semana passada. Veja as projeções para 2017 do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo BC:
·         PIB (Produto Interno Bruto): foi mantida em 0,5%;
·         Inflação: caiu de 4,8% para 4,71%;
·         Taxa básica de juros: caiu de 9,75% para 9,5%;
·         Dólar: foi mantida em R$ 3,40.
A projeção de 4,71% na alta dos preços deixaria a inflação dentro do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de 1,5 ponto para mais ou menos (ou seja, variando de 3% a 6%). Para os próximos 12 meses, a projeção de inflação caiu de 4,8% para 4,74%. Para manter o nível de inflação esperado, o governo faz uso da política monetária, por meio da taxa básica de juros, a Selic. Na última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu os juros de 13,75% para 13% ao ano, no terceiro corte seguido. A  inflação fechou 2016 em 6,29%, dentro do limite máximo da meta do governo. 
ENTENDA O QUE É O BOLETIM FOCUS
Toda semana, o BC divulga um relatório de mercado conhecido como Boletim Focus, trazendo as apostas de economistas para os principais indicadores econômicos do país. Mais de 100 instituições são ouvidas e, excluindo os valores extremos, o BC calcula uma mediana das perspectivas do crescimento da economia (medido pelo Produto Interno Bruto, o PIB), perspectivas para a inflação e a taxa de câmbio, entre outros. Mediana apresenta o valor central de uma amostra de dados, desprezando os menores e os maiores valores.

ECLIPSES E CHUVAS DE METEOROS: VEJA PRINCIPAIS EVENTOS ASTRONÔMICOS DE 2017
Se 2016 foi o ano das superluas, em 2017 só vai haver uma chance de observar esse fenômeno. Em compensação, haverá dois eclipses solares. Esse também é o ano da despedida da sonda Cassini, da Nasa, que explora o planeta Saturno há mais de 12 anos. Em setembro a sonda deve fazer um mergulho suicida na atmosfera do planeta transmitindo todos os dados que puder até seu último momento de existência.
CONFIRA OS PRINCIPAIS EVENTOS DO ANO:
Fevereiro
11 – Eclipse lunar – O fenômeno será visível durante a maior parte do leste da América do Sul, leste do Canadá, o Oceano Atlântico, Europa, África e Ásia ocidental.
"Trata-se de um eclipse penumbral, e, portanto, a Lua tem seu brilho pouco atenuado", explica Maria de Fátima Saraiva do departamento de Astronomia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
26 – Eclipse anular do Sol - Será visível como parcial de quase todo o Brasil, com exceção da região Norte.
Abril
7  Júpiter mais visível 
"O planeta estará em oposição, ou seja, exatamente oposto ao Sol para nós aqui na Terra. Isso significa que ele estará o mais brilhante possível. Ele nasce a leste e poderá ser observado a noite toda", explica Roberto Dias da Costa, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
16 a 25 – Chuva de meteoros Lirideas
Junho
15 -  É a vez de Saturno entrar em oposição e ficar mais visível
Agosto
7 - Eclipse parcial da Lua
12 e 13 – Chuva de meteoro Perseidas
21 – Eclipse Solar. O evento vai ser total apenas nos EUA. No Brasil, ele poderá ser visto como parcial para observadores nas regiões Norte, Nordeste e parte do centro-oeste
Setembro
15 – Último mergulho da sonda Cassini
Outubro
21 – Chuva de meteoros Orionídeas
Novembro
18 – Chuva de meteoro Leonídeos
Dezembro
4 – Única superlua do Ano
14 – Chuva de Meteoros Geminideos (Será visível na metade da noite, na direção da constelação de Gêmeos)

BRASIL PERDEU 13,7 MILHÕES DE LINHAS DE TELEFONIA CELULAR EM 2016, DIZ ANATEL
O Brasil perdeu 13,747 milhões de linhas móveis em 2016, informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo a agência, o país fechou o ano com 244,066 milhões de linhas, que incluem chips de celular, placas de internet móvel, chips de máquinas de cartão de crédito e acessos máquina-máquina (M2M) usados, por exemplo, no rastreamento de veículos. Só em dezembro, foram encerradas 4,381 milhões de linhas móveis, uma queda de 1,76% em relação a novembro de 2016. Especialistas do setor creditam a redução das linhas móveis à crise econômica e à queda na tarifa de interconexão, que reduziu o valor da ligação entre operadoras diferentes acabando com o chamado “efeito clube”. Com a ligação mais barata, os consumidores pararam de ter vários chips. Durante o ano, a Oi foi a empresa que teve o maior índice de queda: sua base de clientes caiu 12,32% entre 2015 e 2016. A base de clientes da Claro caiu 8,8% e, a da TIM, 4,25%. A VIVO apresentou uma leve alta de 0,7% em sua participação neste mercado.
PÓS-PAGO
Apesar da queda no número de geral de acessos móveis, os acessos pós-pagos aumentaram em 6 milhões. Já os pré-pagos caíram em 19,841 milhões. As conexões de 4G também aumentaram no ano passado, de 25,4 milhões para 60,1 milhões, um avanço de 136,2%. Os acessos M2M, que são usados no rastreamento de veículos, por exemplo, aumentaram em 1,509 milhão de acessos, ou 38,33%. Já os acessos 3G e 2G caíram de 215,1 milhões para 166,7 milhões, uma redução de 22,5%, o que equivale a 48,4 milhões de acessos.

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