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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

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PRÉVIA DA INFLAÇÃO ACELERA A 0,31%, MAS É A MENOR PARA JANEIRO DESDE 1994
O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15), considerado uma prévia da inflação oficial (IPCA), foi de 0,31% em janeiro, o mais baixo para o mês desde 1994, quando começa a série história do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com a criação do Plano Real. A série começa em 1994 porque o instituto não compara inflações de períodos com moedas diferentes. O resultado mostra uma aceleração em relação a dezembro, quando o indicador havia registrado alta de preços de 0,19%. Em janeiro do ano passado, o IPCA-15 foi de 0,92%. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na quinta-feira (19). A meta em 2017 é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de 1,5 ponto, ou seja, pode variar entre 3% e 6%. No ano passado, a inflação oficial no Brasil foi de 6,29%, dentro do limite máximo da meta. O objetivo era manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas com tolerância de dois pontos para mais ou para menos, ou seja, podendo variar entre 2,5% e 6,5%. No acumulado de 12 meses, o índice acumula alta de 5,94%. 
JUROS X INFLAÇÃO
Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu cortar a taxa básica de juros (Selic) pela terceira vez seguida. A Selic caiu 0,75 ponto percentual, para 13% ano. Foi o maior corte em quase cinco anos. Os juros são usados pelo Banco Central para tentar controlar a inflação. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a caírem. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo. A inflação mais baixa que o esperado em 2016 contribuiu para a decisão do Copom de reduzir os juros. 
METODOLOGIA
O IPCA-15 refere-se às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, considerada a inflação oficial; a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

CLIQUE CIÊNCIA: SE A LUA GIRA, POR QUE VEMOS APENAS UMA DE SUAS FACES?
Se você é um admirador da Lua, já deve ter reparado que daqui da Terra é possível ver apenas uma de suas faces, independentemente da época do mês. Isso acaba dando a sensação de que o astro é estático, quando na verdade ele gira em torno de si mesmo continuamente. O tempo que a Lua demora para dar essa volta completa é de 29,5 dias, um período conhecido como mês lunar. Mas, então, por que vemos apenas um de seus lados? Porque existe uma sincronia entre o tempo que ela leva para dar a volta em si mesma (sua rotação) e o tempo necessário para dar uma volta completa ao redor da Terra, movimento chamado de translação. Essa perfeita sintonia acaba deixando apenas um de seus lados visíveis para nós. Quer comprovar? Faça o seguinte teste: enquanto você gira em torno de si mesmo, peça a um amigo para fazer o papel da Lua e repetir os movimentos do satélite. Uma vez em que a sincronia esteja estabelecida, seu colega jamais te dará as costas. Muito pelo contrário, vocês ficarão sempre de frente um para o outro. Essa sincronia perfeita entre Lua e Terra só é possível pela ação da energia gravitacional entre eles e, especialmente, pelas forças da maré dos oceanos. Segundo o astrônomo Rundsthein de Nader, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), há muitos milhões de anos a Lua era bem mais próxima da Terra. Conforme ela foi se afastando, a troca de energias com o nosso planeta foi se acomodando e o resultado foi essa sincronia entre os períodos de rotação e de translação. Apesar de também ser conhecida como lado escuro, a face oculta da Lua é bastante iluminada. Ironicamente, ela passa mais tempo recebendo luz solar do que aquela vista por nós porque não tem eclipses. "A sombra da Terra projetada na Lua, que caracteriza os eclipses lunares, cai sempre no lado voltado para nós", explica o astrônomo Roberto Costa, professor do Departamento de Astronomia da USP. O lado distante, como também é conhecido, foi fotografado na década de 1960 por satélites dos Estados Unidos e da União Soviética. Seu terreno tem algumas diferenças geológicas. É nessa face que se encontra a maior quantidade de crateras, formadas pelo impacto com asteroides, já que é a parte que fica mais exposta. O lado visível tem terreno predominante de marés e de regiões montanhosas. Como na Lua não existe atmosfera, ventos ou chuvas, não há erosão e todas as marcas de impactos passados continuam visíveis e inalteradas. Recentemente, a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter fez um mapeamento detalhado de toda a superfície.

INTERNAUTAS AINDA NÃO APRENDERAM A USAR SENHA; VEJA O QUE NÃO FAZER
Você é daqueles que acha um exagero pensar em senhas elaboradas? Que suas contas na internet não são dignas de ataques e invasões são uma realidade muito distante? Pois saiba que eles são mais frequentes do que imaginamos. Pesquisa da empresa de segurança digital Kaspersky mostra que boa parte dos entrevistados acredita que deve proteger bem apenas as contas de bancos online (51%), de e-mail (39%) e de lojas virtuais (37%). "As pessoas deveriam ter mais cuidado ao se proteger com eficácia utilizando senhas. Poder parecer óbvio, mas muitos parecem não perceber que cometem erros simples ao gerenciá-las. Esses erros funcionam como se fossem uma porta aberta para o acesso a e-mails, contas bancárias, arquivos pessoais e outros", explica Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab. Não se deixe enganar pela falsa sensação de anonimato e confira estes passos recomendados para evitar os erros mais comuns:
1) NÃO USE A MESMA SENHA EM DIVERSAS CONTAS. 
A maioria das pessoas faz isso, mas isso significa que se uma delas for descoberta, todas suas contas poderão ser invadidas. Segundo a Kaspersky, quase um quinto das pessoas entrevistadas (18%) já passou por uma tentativa de invasão de conta. Ainda assim, apenas um terço (30%) criou senhas novas para diferentes contas 
2) NÃO USE SENHAS FRACAS, FÁCEIS DE DECIFRAR. 
A pesquisa apontou ainda que os usuários não criam senhas fortes o suficiente. Menos da metade dos participantes da pesquisa (47%) usa combinações de letras maiúsculas e minúsculas, e 64% usam uma mistura de letras e números.
3) NÃO ARMAZENE SUAS SENHAS SEM SEGURANÇA.
Isso invalida o objetivo de ter uma senha.
4) NÃO ANOTE OU COMPARTILHE SUA SENHA.
Quase 28% dos ouvidos pela Kaspersky já compartilhou senha com familiares, e 11% contou a amigos, o que aumenta as chances de as senhas vazarem. Mais de um quinto (22%) também admitiu que anota as senhas em um caderno para não as esquecer. Mesmo que a senha seja forte, isso deixa o usuário vulnerável.
CONFIRA AS SENHAS FRÁGEIS PREFERIDAS DOS INTERNAUTAS:
Uma pesquisa da Keeper, que cuida do app gerenciador de senhas com esse mesmo nome, revelou a fragilidade de nossas senhas e quais são as mais usadas. Fica a dica: não entre nas estatísticas abaixo:
1) Quase 17% dos usuários ainda escolhem a combinação "123456" para proteger suas contas.
2) Sequências são uma prática comum: no do top 5 desta lista estão "123456789", "qwerty" (as primeiras letras do teclado), "123456789" e "111111".
3) Quatro das dez senhas mais usadas têm seis caracteres ou são ainda mais curtas.
4) A palavra mais usada como senha é "password" (senha em inglês), que ocupa o oitavo lugar geral da lista.
VEJA DICAS PARA UMA SENHA SEGURA
1) As melhores senhas não se encontram nos dicionários.
2) Prefira senhas longas, com letras maiúsculas e minúsculas, números e sinais de pontuação.
3) Para lembrar ou gerar senhas, use um programa ou aplicativo de gerenciamento de senhas --como LastPass, Keeper, 1Password, Password Store e Kaspersky Password Manager. Eles reúnem várias senhas e o usuário só precisa lembrar-se de uma senha mestra.

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