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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

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EMPRESA DE ENERGIA SOLAR VIRA FRANQUIA E PROMETE FATURAMENTO DE R$ 150 MIL
Antes mesmo de a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) permitir que os consumidores gerassem e consumissem a própria energia elétrica, com a resolução 482, de 2012, o administrador de empresas Nelson Colaferro, 56, identificou oportunidades de negócio com a energia solar. Em 2010, ele fundou a Blue Sol, empresa de projetos de geração de energia solar, que acaba de virar franquia. Confira os dados da franquia, fornecidos pela empresa:
·       Investimento inicial: a partir de R$ 280 mil, com custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro;
·         Faturamento médio mensal: R$ 150 mil;
·         Lucro médio mensal: R$ 25 mil;
·         Prazo de retorno do investimento: a partir de 18 meses.
"Gerar energia elétrica no ponto de consumo é algo que faz muito sentido. Desde 2008 eu me interessava por energias renováveis, foram dois anos de pesquisas no Brasil e no exterior", afirma o empresário.
TAMBÉM OFERECE TREINAMENTOS
Inicialmente, a empresa trabalhava com projetos de energia solar desconectados da rede elétrica, ou seja, onde ainda não havia luz, atendendo, principalmente empresas do agronegócio, de telecomunicações e escolas em regiões remotas. Também oferecia treinamentos em todo o Brasil para interessados em trabalhar no setor. "Desde 2011, identificamos que havia uma forte demanda por conhecimento. Recebíamos muitos contatos de interessados na área. Já treinamos mais de 7.000 pessoas em todas as regiões e estabelecemos parcerias com elas, fornecendo insumos para que possam desenvolver o negócio nos locais onde estão. Daí nasceu a ideia das franquias", afirma o empresário. Após a resolução de 2012, passou a fazer projetos conectados à rede elétrica e ampliou a gama de clientes. Hoje, 70% da clientela está em residências. Os outros 30% são empresas. "Além de diminuir custos com a conta de luz, a energia elétrica valoriza o imóvel, e a sustentabilidade pode ser usada como marketing para as empresas", diz Colaferro.
FRANQUEADO VENDE E INSTALA
O franqueado é responsável pelas vendas e instalação dos sistemas. A franqueadora cuida da elaboração do projeto, fornecimento dos equipamentos, logística e conexão às distribuidoras. O cliente gera e consome a própria energia, o excesso vai para a distribuidora e vira crédito na conta de luz. Se a energia solar for insuficiente, o sistema automaticamente passa a consumir a energia da distribuidora. Os projetos são elaborados seguindo o padrão de consumo dos últimos 12 meses.
PROJETOS CUSTAM A PARTIR DE R$ 25 MIL
Um projeto pequeno, com 10 placas que captam a luz solar, é capaz de gerar energia para uma casa com até quatro pessoas e custa cerca de R$ 25 mil. "O sistema é construído para gerar energia por, no mínimo 25 anos, e praticamente não exige manutenção, pois não há atrito mecânico", diz Colaferro. Por causa dos custos altos, existem empresas que vendem energia solar por assinatura, como a Renova Green, de Curitiba (PR). Em vez de comprar os equipamentos, os clientes podem alugá-los. Mesmo com o preço alto, Colaferro diz que o mercado é promissor. "São 75 milhões de consumidores de energia elétrica no Brasil. Hoje, são 7.000 sistemas conectados à rede elétrica, a previsão oficial é que, em 2024, sejam 1,2 milhão. Nossa meta é chegar a 200 franqueados até 2020, com maior potencial em cidades com residências horizontais", declara. A instalação em prédios também é possível, porém, a luz captada pode não ser suficiente para suprir o consumo. Uma revisão da norma 482 da Aneel já autoriza a geração remota, ou seja, o sistema é instalado em outro local. Segundo Colaferro, o mercado está se estruturando para oferecer essa solução.
APESAR DO POTENCIAL, SETOR AINDA É ESPECÍFICO
Para a consultora especializada em franquias Ana Vecchi, da Vecchi Ancona, é crescente o interesse por energia solar, tanto por parte dos consumidores quanto por profissionais como engenheiros e arquitetos. Ela diz que o setor tem suas peculiaridades e que é recomendado que o franqueado possua algum conhecimento técnico e de vendas. "Pelo preço dos projetos, vai atender um nicho específico de mercado. Porém, existe um mercado grande, principalmente se forem feitas parcerias com construtoras de condomínios, por exemplo". Ela diz que fazer parte de uma rede de franquia, nesse caso, ajuda a ter ganhos de escala, com a compra de equipamentos por menor custo.
ONDE ENCONTRAR:
Blue Sol: www.bluesol.com.br

CIENTISTAS ENCONTRAM PROVAS DE QUE MULHERES OTIMISTAS VIVEM MAIS
Disposição para ver as coisas pelo lado bom e esperar sempre uma solução favorável, mesmo nas situações mais difíceis. É assim que o dicionário define o otimista. Porém, segundo um estudo da Universidade de Harvard, isso é mais do que uma espécie filosofia, mas uma forma real de prolongar a vida. A pesquisa, publicada no American Journal of Epidemiology, analisou dados de 2004 a 2012 de 70 mil mulheres inscritas no Nurses 'Health Study, um estudo de longo prazo de monitoramento da saúde das mulheres por meio de investigações a cada dois anos. Os cientistas analisaram os níveis de otimismo das participantes e outros fatores que poderiam mudar a forma como esse sentimento afeta o risco de mortalidade, como etnia, pressão alta, alimentação e atividades físicas. Os pesquisadores descobriram que as mulheres otimistas tinham quase 30% menos chances de morrer, durante um período de oito anos, por qualquer uma das doenças analisadas na pesquisa em comparação com as menos otimistas. As mulheres otimistas apresentavam 16% menos riscos de morrer de câncer, 38% menos chances de morrer em decorrência de doenças cardíacas, elas também mostraram ter 39% menos probabilidade de morrer por acidente vascular cerebral, 38% menos de morrer por doenças respiratórias e até riscos 52% menores de morrer por alguma infecção. Em 2012, cientistas da mesma instituição já haviam concluído que pessoas otimistas enfrentavam menos risco de sofrer doenças cardíacas e derrames. Essa é a primeira pesquisa a encontrar relação entre o otimismo e as demais doenças. De acordo com os pesquisadores responsáveis pelo estudo, o otimismo pode ser estimulado com intervenções de baixo custo como escrever ou pensar em mudanças para a vida pessoal ou profissional, o que pode melhorar a saúde da pessoa no futuro.

UM CABO PARA A TUDO: CONHEÇA A SOLUÇÃO DAS NOVAS TVS PARA ESCONDER FIOS
Lidar com os fios e conexões da sua TV é sempre um pequeno transtorno: não apenas para plugar tudo no lugar certo --videogame, TV a cabo, internet, home-theater-- mas também manter esses cabos em uma disposição que não vire uma massaroca enfeitando sua parece.  Seus problemas acabaram! A Samsung e a LG apresentaram suas ideias para acabar com os fios na CES de Las Vegas, maior feira de eletrônicos de consumo do mundo. A primeira criou a Invisible Connection, um cabo ótico transparente de 1,8 milímetros com até 15 metros de comprimento capaz de transmitir para a TV até conteúdo em resolução 4K. E é o único cabo que vai conectar a novíssima televisão da marca, a Q9, aos demais periféricos. Uma ponta do cabo fica na TV, claro, e a outra vai para a caixa One Connect da Samsung com as devidas portas de entrada --quatro HDMI e três USB-- para você conectar todos os demais aparelhos. No estande da CES, uma caixa dessas estava exposta com um centro de mídia Roku, um blu-ray player e um aparelho de TV por assinatura. Para esses 15 metros de fio não ficarem volumosos, o cabo tem um carretel para enrolar o excesso. Desde 2015, a LG tem um conceito parecido, mas que ficou evidente na CES ao exibir sua nova TV, a Signature OLED W7. Para que a finíssima TV de 2,57 milímetros de espessura não tenha seu belo visual prejudicado por cabos, há um tipo de cabo fino, mas meio largo, que sai da parte inferior do televisor para a "soundbar", de onde sai o áudio e que também serve de central para as demais conexões. Agora ficamos na torcida para que essas iniciativas virem tendências nas demais fabricantes. Assim, o problema passará depois a ser outro: livrar-nos dos cabos do videogame, TV por assinatura e afins, porque afinal de contas eles não sumiram: só irão parar atrás de outro objeto. Será que os avanços no Wi-Fi serão capazes disso?  

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