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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

EM REVIRAVOLTA, SENADO APROVA NOVA REPATRIAÇÃO COM RATEIO PARA ESTADOS
Após reviravolta contra o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), o plenário do Senado aprovou, na noite de quarta-feira (23), o projeto que reabre o programa de repatriação sem inclusão de parentes de políticos e com rateio com os Estados das receitas advindas da multa sobre os recursos repatriados. Agora, os Estados receberão 46% das receitas advindas da multa, além de 49% sobre os recursos do imposto de renda. A expectativa de arrecadação desta segunda fase, segundo Jucá, é de R$ 30 bilhões. O projeto segue para a Câmara. Ponto de maior divergência dentro do governo federal, com a falta de acordo entre o Ministério da Fazenda e governadores, o projeto chegou ao plenário sem previsão de repasse de recursos para os Estados. O líder do governo defendeu que um acordo verbal entre Fazenda e governadores permitiria o repasse independentemente do texto do projeto. Mas os demais senadores preferiram garantir o rateio e explicitaram o porcentual no relatório. Foi a primeira derrota do líder de Jucá na noite. Em seguida, mesmo os senadores da base do governo se voltaram contra a emenda que permitia que parentes de políticos em qualquer grau pudessem repatriar recursos. Muitos consideraram a permissão uma descaracterização do projeto. "Essa é a emenda Cláudia Cruz", disse o líder do PT, Humberto Costa (PT-PE), em referência à mulher do deputado cassado Eduardo Cunha. Jucá, por sua vez, defendeu que é justo que parentes de políticos que possuem negócios no exterior pudessem legalizar seus recursos. "É inconcebível que o irmão do traficante Fernandinho Beira-Mar tenha a possibilidade de repatriar recursos, enquanto o sobrinho do ex-senador Eduardo Suplicy (PT-SP), não", afirmou. Ele tentou diferentes manobras até o último minuto da votação, mas, ciente de que seria derrotado, retirou o dispositivo do texto. A proposta aprovada é uma retomada do primeiro projeto de repatriação, porém com algumas modificações. Nessa versão do programa, o prazo será reaberto por 120 dias após o decorrer de um mês da publicação da lei. A proposta determina alíquotas de 17,5% de imposto de renda mais 17,5% de multa sobre o valor repatriado. Na primeira fase, as alíquotas foram de 15%.vA data de referência também mudou em relação ao primeiro programa de repatriação. Agora, será possível repatriar recursos comprovados até 30 de julho de 2016. Da mesma forma, vale a cotação do dólar para esta data, de R$ 3,20. Anteriormente, a referência era 21 de dezembro de 2014.

ASTRONAUTAS CRESCEM NO ESPAÇO, MAS VOLTAM COM UMA BAITA DOR NAS COSTAS
Uma temporada no espaço gera dois efeitos bem sensíveis no corpo. Por causa da baixa gravidade, o astronauta fica mais alto. Mas o viajante fica com uma baita dor nas costas. Na volta para a Terra, o saldo é negativo. A gravidade terrestre faz os centímetros extras sumirem. Já as dores continuam, podem piorar, e o problema já faz alguns cientistas pensarem ser inviável ir para Marte. Tudo acontece por causa da perda de massa muscular. Enquanto os astronautas flutuam no espaço, a baixa ação da gravidade faz com que os músculos que rodeiam a coluna vertebral se enfraqueçam. Dessa forma, ela perde um pouco de sua curvatura natural, se "endireitando". É isso que explica o ganho de altura, revertido totalmente na volta para casa. E a dor também está relacionada a essa redução muscular. Em estudo recente publicado na revista Spine, a Nasa submeteu seis astronautas a exames de ressonância magnética antes e depois de longas temporadas no espaço. Cerca de 70% deles sofrem algum desconforto nas costas durante seus primeiros dias no espaço. A dor pode variar de acordo com o corpo de cada astronauta. "Para alguns, ela é bastante grave e dura toda a missão. Para outros, dura apenas alguns dias ", diz Alan Hargens, professor de cirurgia ortopédica na Universidade da Califórnia, em San Diego, em reportagem do jornal The Guardian. Na volta para a casa, metade dos astronautas continuou sentindo dor nas costas. Segundo o estudo, problemas de hérnias de disco são quatro vezes mais comum entre viajantes do espaço em comparação com o restante da população. Em média, os astronautas perderam 19% da massa muscular que auxilia a sustentação e os movimentos da coluna vertebral. Entre um e dois meses após o retorno, cerca de 25% desses músculos ainda não tinham se recuperado. O achado faz com que um entendimento antigo dos cientistas seja revisto. Anteriormente, o problema de dor nas costas era atribuído ao inchaço dos discos vertebrais. Acreditava-se que isso ocorria pelo fato da coluna não estar comprimida pelo peso do corpo. Mas as imagens de ressonância magnética feitas no recente estudo não mostram nenhuma evidência disso.
IDA E VOLTA PARA MARTE NUM FUSQUINHA
Os resultados traçam um cenário desolador para longas missões espaciais.Se uma temporada de um ano provoca tamanho desconforto, imagine uma empreitada em que um ano seria o tempo da viagem apenas de ida? Para cientistas como Lewis Dartnell, astrobiologista da Universidade de Westminster, obstáculos relacionados ao corpo humano ainda precisam ser superados para que uma missão tripulada a Marte se torne mais factível. “Ir para a Lua é como um final de semana prolongado. Você chega disposto para tirar fotos. Ir para Marte pode trazer coisas mais graves do que algumas queixas de dor" (Lewis Dartnell). A esperança para superar esses desafios estaria em técnicas que possibilitassem fortalecer a coluna ao longo da viagem espacial ou reproduzir a carga diária que temos sobre as costas quando estamos na Terra. Assim, quem quiser ir para Marte, tem que estar disposta a praticar muita ioga durante a viagem – técnica vista como uma das únicas capazes de manter a espinha firme em ambiente sideral. 

WHATSAPP PERMITIRÁ QUE USUÁRIOS ASSISTAM A VÍDEOS SEM BAIXÁ-LOS NO CELULAR
O WhatsApp começa a liberar a partir desta semana uma nova atualização para o Android que permite aos usuários assistir a vídeos dentro da plataforma sem a necessidade de baixá-los. Antes, era preciso obrigatoriamente fazer download do conteúdo para conseguir visualizá-lo. A partir de agora, para assistir a um vídeo recebido pelo aplicativo, não vai ser mais necessário acabar com a memória do seu celular ou mesmo com o seu pacote de dados.  recurso é muito parecido com o que o Youtube e outros serviços de streaming já oferecem.  Na Índia, segundo o site Mashable, os usuários do aplicativo já estão testando a novidade. Nos testes do UOL Tecnologia, o recurso ainda não tinha sido liberado nem na última versão de teste do WhatsApp (2.16.365). Agora basta esperar para saber quando os brasileiros receberão a novidade. Procurada, a assessoria de imprensa do WhatsApp ainda não se manifestou. A mudança chega uma semana depois de o aplicativo anunciar a liberação das videochamadas para todos os seus usuários --independentemente do sistema operacional usado.  

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