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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

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DESEMPREGO ENTRE JOVENS ATÉ 24 ANOS É RECORDE E VAI A 25,7%, DIZ IBGE
O desemprego para os jovens de 18 a 24 anos é ainda mais desolador do que para o resto da população. De acordo com a Pnad trimestral do IBGE, a taxa média de desemprego no Brasil foi de 11,8% no 3º trimestre de 2016. Mas, para os jovens nessa faixa etária, chegou ao nível recorde de 25,7%.  No mesmo trimestre de 2015, a desocupação estava em 19,7%. A reportagem é do Poder360 e a apuração é do repórter Douglas Pereira. Leia na tabela o comparativo do desemprego entre jovens e a média nacional desde 2012: 

A última vez que o percentual desse grupo chegou perto disso foi em abril de 2004 (25,1%), quando o IBGE ainda produzia a Pesquisa Mensal de Emprego. O levantamento, que teve início em março de 2002, foi aposentado em fevereiro deste ano e coletava informações nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Já a Pnad trimestral do IBGE reúne dados de cerca de 3.500 municípios do país. Nas regiões brasileiras, a maior taxa de desocupação foi registrada no Nordeste: 29,5%. Em seguida aparecem o Sudeste (27,4%) e o Norte (25,2%).

A pesquisa mostra ainda que os jovens foram os mais castigados com a crise econômica. De 2012 para cá, o nível de ocupação nessa faixa etária foi o que mais caiu. Naquele ano, quando teve início a Pnad trimestral, o percentual de brasileiros de 18 a 24 anos ocupados era de 57,9%. Agora, é de 50,5%. No grupo de 25 a 39 anos, a queda foi menos intensa: de 74,2% para 72,8%. Eis a variação do 1º trimestre de 2012 para o 3º trimestre de 2016:

CIENTISTAS ACHAM SINAL QUE DETECTA TERREMOTOS COM MAIS ANTECEDÊNCIA
Cientistas franceses detectaram sinais inéditos que podem servir como um alerta sobre terremotos com mais antecedência. O estudo, publicado na revista Nature, aponta para conexões entre sinais gravitacionais e o fenômeno. A descoberta pode servir para dar uma margem maior a avisos sobre terremotos como o que atingiu o Japão na última segunda (21). Estudos teóricos apontavam que uma mudança de gravidade transitória criada durante a ruptura poderia ser detectada globalmente como um sinal gravitacional imediato antes das chegadas das ondas sísmicas, mas isto nunca havia sido detectado. Os cientistas do parisiense Instituto de Física da Terra analisaram na pesquisa dados do terremoto Tohoku-Oki, que assolou o Japão em 2011 com a morte de mais de 15 mil pessoas e que inclusive gerou um tsunami devastador. O terremoto, inclusive, teve localidade parecida com o que atingiu o Japão na última segunda.  Tais dados apontam para uma descoberta inédita de um sinal gravitacional que pode ser observado pouco antes das ondas sísmicas, durante a ruptura na crosta. Atualmente, os avisos iniciais sobre terremotos são baseados na detecção das ondas sísmicas. O problema é que elas só se originam após a ruptura que ocasiona o terremoto. Os cientistas sabem também que terremotos geram mudanças no campo gravitacional da Terra, mas até agora apenas mudanças estáticas haviam sido detectadas após a ruptura. Embora o novo método de detecção de terremotos tenha grande potencial, os cientistas alertam que redes de instrumentos que detectem sinais gravitacionais terão que ser construídas junto aos tradicionais sismômetros.

CUIDADO! GOLPE NO FACEBOOK MESSENGER ROUBA SENHAS E SEQUESTRA CONTAS
Muito cuidado ao clicar em arquivos de imagem recebidos pelo Facebook Messenger. O pesquisador de segurança digital Bart Blaze descobriu um novo vírus que tem se espalhado pelo aplicativo com esse simples disfarce. Tudo começa com a mensagem, de um amigo que teve a conta comprometida, com uma suposta foto de extensão ".svg", que na verdade acaba levando os usuários a uma versão falsa do Youtube. Lá, o usuário é induzido a adicionar uma extensão no navegador para que possa ter acesso ao vídeo. Pronto! Basta a instalação dessa extensão para que o cibercriminoso tenha acesso a informações de todos os sites acessados pelo usuário, incluindo detalhes de login e senha, bem como dados de contas bancárias. Paralelo ao roubo dessas informações, segundo Bart Blaze, o cibercriminoso sequestra a conta do Facebook da vítima para que em nome dela espalhe o link malicioso para sua rede de contatos. O golpe também pode ser usado para instalar um ransomware no computador da vítima, que criptografa todas as informações armazenadas, tais como documentos, músicas e imagens. O que tornaria o computador inacessível ao seu proprietário até que ele pagasse uma espécie de resgate. Blaze recomenda que os usuários do Facebook Messenger sejam cautelosos ao clicarem em links não solicitados, mesmo quando enviados por amigos.

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