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terça-feira, 1 de novembro de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

MERCADO FINANCEIRO ESPERA QUE INFLAÇÃO FECHE O ANO EM 6,88%
Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por inflação menor neste ano. De acordo com a pesquisa Focus, divulgada às segundas-feiras pelo BC, a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela sétima vez seguida, ao passar de 6,89% para 6,88%. Para 2017, a estimativa segue em 5%. As projeções ultrapassam o centro da meta que é 4,5%. O teto da meta é 6,5%, este ano, e 6% em 2017. A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), este ano passou pela quarta piora seguida, ao ser ajustada de 3,22% para 3,30%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi reduzida de 1,23% para 1,21%.
TAXA BÁSICA
Com a expectativa de retração da economia e inflação menor, as instituições financeiras esperam que a taxa básica de juros, a Selic, encerre 2017 em 13,50% ao ano. Atualmente, a Selic está em 14% ao ano. Para as instituições financeiras, o BC dará continuidade ao ciclo de redução da Selic no próximo ano. A expectativa é que a taxa básica termine 2017 em 10,75% ao ano. A estimativa da semana passada era de 11% ao ano. A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

EXCESSO DE TECNOLOGIA PODE CAUSAR ANSIEDADE E DISTÚRBIOS DE ATENÇÃO
Crianças que não correm, não exploram o ambiente e não se comunicam: a tecnologia tem cada vez mais feito parte do cotidiano dos pequenos e o excesso de interação com dispositivos tecnológicos têm levado aos consultórios de pediatria um número crescente de pacientes com algum distúrbio de ansiedade ou atenção – ou até mesmo atraso no desenvolvimento motor.  “Algumas vêm até nós com a atenção tão dirigida ao eletrônico que apresentam atraso na fala, quanto no motor grosso, ou seja, são crianças que não correm, não exploram o ambiente, não se comunicam e assim não desenvolvem a fala”, afirma a Dra. Márcia Varejão, pediatra e homeopata. Para a médica, é importante que os pais tenham mais atenção ao dar produtos eletrônicos para os filhos. Segundo ela, por muitas vezes, as crianças evitam a comunicação com o ‘mundo externo’ e, quando são contestadas ou repreendidas, podem apresentar um quadro de irritabilidade com agressividade.  “Muitos acham adequado emprestar o celular ou tablet para criança, porque é uma forma de acalmá-la. Isso, entretanto, está totalmente errado. Você deixaria, por exemplo, seu filho cinco horas na frente da televisão?”.
DESEMPENHO ESCOLHA ATRAPALHADO
De um modo geral, jogos e sites possuem muitas imagens e pouco texto, o que desestimula a leitura. Com os adolescentes, as horas de estudos foram trocadas pelas redes sociais. Isso atrapalha seriamente o desempenho escolar. Além disso, o sono pode ser comprometido, uma vez que a criança com o aparelho eletrônico fica o tempo todo alerta e, muitas vezes, competindo, gerando uma situação contínua de ansiedade.
LIMITES E ORIENTAÇÃO FAMILIAR
O que a família tem que ficar atenta é que, para se desenvolver, os pequenos precisam de limites, de horários tanto para se alimentar como para dormir e brincar. “Sabemos que adultos determinados e seguros foram crianças que tiveram rotinas”, pontua a pediatra. A orientação familiar é o principal modo de combater qualquer tipo de distúrbio ligado ao uso do eletrônico. No caso de o uso da tecnologia ser o causador de problemas nas crianças, o primeiro passo é estabelecer um limite, com dia e horário determinado para esse tipo de diversão. Quando o distúrbio de ansiedade já estiver estabelecido, entretanto, a pediatra diz que o medicamento homeopático pode ser uma alternativa. 

AMERICANO PEGA 18 MESES DE PRISÃO POR HACKEAR FOTOS ÍNTIMAS DE CELEBRIDADES
Um americano foi preso e condenado a 18 meses de reclusão por hackear contas de e-mail de celebridades de Hollywood, um caso que ocorreu em 2014 com a publicação na internet de fotos íntimas de Jennifer Lawrence, entre outras famosas. Ryan Collins, de 36 anos, foi julgado na quarta-feira por um tribunal da Pensilvânia, após ter se declarado culpado em maio, afirmou o gabinete do secretário de Justiça da Califórnia em um comunicado divulgado no dia da sentença. "A pena de prisão a que foi condenado o sr. Collins é a prova de que hackear contas de outros e roubar informação ou imagens privadas é um delito com sérias consequências", disse Deirdre Fike, agente do FBI encarregada da investigação, citada no comunicado. O acusado invadiu mais de uma centena de contas de e-mail da Apple e do Google, entre elas as de muitas celebridades, e roubou fotos e vídeos de nus de cerca de 600 pessoas entre novembro de 2012 e setembro de 2014, segundo o comunicado, que não informa o nome de nenhuma vítima. Os investigadores conseguiram provar que Ryan Collins hackeou essas contas, mas não conseguiram incriminá-lo pela publicação na internet de fotos íntimas de famosas como as atrizes Jennifer Lawrence e Kirsten Dunst e a modelo Kate Upton, um caso que ficou conhecido como "celebgate".


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