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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

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GOVERNO CENTRAL TEM DÉFICIT PRIMÁRIO DE R$ 25,302 BILHÕES EM SETEMBRO
Com a atividade econômica baixa e recuo no pagamento de tributos, o Governo Central registrou um déficit primário de R$ 25,302 bilhões em setembro, o pior desempenho para o mês da série histórica, que tem início em 1997. O resultado reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central. Em setembro de 2015, o governo central registrou déficit de R$ 6,854 bilhões. O resultado de setembro veio pior do que a mediana das expectativas do mercado financeiro, que apontava um déficit de R$ 23,350 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 16 instituições financeiras. O dado do mês passado ficou dentro do intervalo previsto, que estava entre déficits de R$ 14,400 bilhões a R$ 29,000 bilhões. Entre janeiro e setembro deste ano, o resultado primário foi de déficit de R$ 96,633 bilhões, também o pior resultado da série. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em R$ 20,818 bilhões. Em 12 meses, o Governo Central apresenta um déficit de R$ 138,2 bilhões. Para este ano, a meta fiscal admite um déficit de R$ 170,5 bilhões nas contas do governo central. As contas do Tesouro Nacional - incluindo o Banco Central - registraram um déficit primário de R$ 226,7 milhões em setembro. No ano, porém, há superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) de R$ 16,017 bilhões. As contas apenas do Banco Central tiveram superávit de R$ 31,3 milhões em setembro, mas um déficit de R$ 450,9 milhões no acumulado do ano até o mês passado. No mês passado, o resultado do INSS foi um déficit de R$ 25,076 bilhões. Já no acumulado do ano, o resultado foi negativo em R$ 112,650 bilhões. As contas apenas do Banco Central tiveram superávit de R$ 31,3 milhões em setembro, mas um déficit de R$ 450,9 milhões no acumulado do ano até o mês passado.
RECEITAS E DESPESAS
O resultado de setembro representa queda real de 9,6% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas tiveram alta real de 9,2%. No ano até setembro, as receitas do governo central recuaram 7% ante igual período de 2015, enquanto as despesas aumentaram 2% na mesma base de comparação. O caixa do governo federal recebeu R$ 200,3 milhões em dividendos pagos pelas empresas estatais em setembro, cifra 68,9% menor do que em igual mês do ano passado, já descontada a inflação. Já no acumulado do ano, as receitas com dividendos somaram R$ 1,479 bilhão, queda real de 77,4% em relação a igual período de 2015. Já as receitas com concessões totalizaram R$ 203,9 milhões em setembro, alta real de 185,8% ante setembro de 2015. Nos nove primeiros meses de 2016, essa receita somou R$ 21,119 bilhões, alta real de 253,4% ante igual período do ano passado.
INVESTIMENTOS TOTAIS
Os investimentos do governo federal caíram a R$ 38,592 bilhões nos primeiros nove meses de 2016. Desse total, R$ 26,068 bilhões são restos a pagar, ou seja, despesas de anos anteriores que foram transferidas para 2016. De janeiro a setembro do ano passado, os investimentos totais haviam somado R$ 41,868 bilhões. Os investimentos no Programa de Aceleração Econômica (PAC) somaram R$ 2,232 bilhões em setembro, queda real de 35,7% ante igual mês do ano passado. Já no acumulado primeiros meses do ano, as despesas com o PAC somaram R$ 26,983 bilhões, recuo de 18,2% ante igual período de 2015, já descontada a inflação.

CIENTISTAS ENCONTRAM PELA PRIMEIRA VEZ FÓSSIL DE CÉREBRO DE DINOSSAURO
Pesquisadores da Universidade de Cambridge anunciaram uma descoberta inédita. Pela primeira vez cientistas conseguiram identificar tecido cerebral fossilizado de um dinossauro. Acredita-se que o fóssil tenha 133 milhões de anos. O achado foi divulgado em estudo publicado no periódico Geological Society of London. O objeto foi encontrado em 2004 por um caçador de fósseis em Sussex, no Reino Unido, mas só foi confirmado agora como um cérebro de um dinossauro. As meninges (camadas resistentes que envolvem o cérebro), alguns pequenos capilares e porções de tecidos corticais adjacentes foram preservados no objeto como "fantasmas mineralizados". O fóssil, provavelmente de uma espécie semelhante ao Iguanodon, apresenta características semelhantes aos cérebros de crocodilos e aves atuais. O Iguanodon era um grande dinossauro herbívoro que viveu na mesma época do animal com o cérebro encontrado. Achar tecidos fossilizados, especialmente do cérebro de animais, é algo extremamente raro. Os fósseis podem ajudar a entender a evolução destes tecidos. "As chances de tecido cerebral ser preservado são incrivelmente pequenas. Então, a descoberta deste espécime é assombrosa" (Alex Liu, coautor do estudo e do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge)
DINOSSAUROS ERAM MAIS INTELIGENTES?
Em répteis, o cérebro normalmente tem a forma de uma salsicha, envolvido por uma densa região de vasos sanguíneos e de câmaras vasculares que servem como um sistema de drenagem de sangue. O cérebro em si só ocupa cerca de metade do espaço do interior da cavidade craniana. No caso do cérebro fossilizado, contudo, o tecido cerebral parecia estar pressionado diretamente contra o crânio, levantando a possibilidade de que alguns dinossauros tinham cérebros mais largos que enchiam boa parte da cavidade craniana. Os pesquisadores, contudo, pedem calma quanto a conclusões sobre a inteligência de dinossauros a partir deste exemplar de fóssil e afirmam que é mais provável que durante a morte e sepultamento a cabeça do dinossauro ficou virada. Enquanto o cérebro se deteriorava, a gravidade pode ter causado seu colapso e pressionado o tecido contra o crânio. "É inteiramente possível que dinossauros possuíssem um cérebro maior do que imaginamos, mas não podemos dizer a partir deste único espécime", explica David Norman, da Universidade de Cambridge e que também atuou na pesquisa.
ANIMAL DEVE TER MORRIDO EM PÂNTANO
Para os pesquisadores, esse tecido cerebral apenas continuou preservado porque o cérebro do dinossauro foi "conservado" em um ambiente aquático altamente ácido e com baixa oxigenação, como um pântano, logo após sua morte. Isso permitiu que tecidos leves se mineralizassem antes de desaparecerem completamente. "Achamos que este dinossauro morreu próximo a um ambiente aquático e que sua cabeça acabou parcialmente enterrada no sedimento ao fundo. Como a água tinha pouco oxigênio e era muito ácida, os tecidos do cérebro foram preservados antes que seu cérebro fosse enterrado no sedimento", afirma Norman. 

CONHEÇA A 'CADEIRA INTELIGENTE' QUE FICA NA FILA POR VOCÊ
Qualquer criança sabe da importância de não furar fila nem provocar um empurra-empurra. Mas um novo projeto desenvolvido no Japão pode ajudar a acabar com os torturantes minutos (ou horas) de espera. A cadeira ProPilot usa a tecnologia por trás de carros sem motorista para organizar uma fila mesmo quando as condições não são muito confortáveis. O projeto é uma espécie de "filhote" dos carros semiautônomos ProPilot, desenvolvidos pela montadora japonesa Nissan, e está um passo adiante da cadeira que estaciona sozinha em salas de conferência, também uma criação da empresa. A Nissan anunciou que vai iniciar testes com a cadeira robótica em 2017, instalando algumas delas em restaurantes badalados onde não se entra antes de muitos minutos na fila. O sistema ProPilot, que foi lançado na minivan Serena em agosto, tem por objetivo reduzir o estresse de dirigir em meio a um tráfego pesado e congestionado, usando sensores que mantêm o veículo centralizado em sua faixa e a uma distância consistente em relação ao carro à sua frente. Da mesma forma, a cadeira ProPilot alivia seus usuários do tédio de ficar em pé em uma fila. O objeto motorizado é dotado de uma base com um sistema elétrico de condução omnidirecional e com câmeras embutidas que monitoram a posição da cadeira à sua frente. Sensores de peso detectam a chegada ou a partida de seu ocupante. As cadeiras vazias, então, automaticamente se retiram da frente da fila para ir para seu final, enquanto as demais avançam suas posições em um espaço pré-determinado. Dessa forma, os usuários podem se entreter sem preocupações enquanto são transportados para a frente sem confusão alguma.
CADA VEZ MAIS IDOSOS 
É verdade que essa tecnologia pode piorar os hábitos de quem já é sedentário e antissocial. Ou pode ser que tudo não passe de uma jogada publicitária da Nissan para vender mais minivans. Mas 27% da população japonesa tem mais de 65 anos, e as projeções são de que essa proporção chegue a 40% em 2050. Trata-se de um grande grupo para quem passar longos períodos de pé é um grande desafio. E apesar da tecnologia evoluir cada vez mais no sentido de nos poupar de mais esforços físicos, a velha e boa tarefa de ficar em uma fila não parece dar sinais de que esteja à beira da extinção.
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