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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

BANCO DO BRASIL E CAIXA JÁ TÊM JUROS MAIS ALTOS QUE OS DE BANCOS PRIVADOS
Bancos públicos foram na contramão da concorrência e ajustaram gradualmente o juro cobrado dos clientes nos últimos meses. O movimento foi suficiente para mudar radicalmente o ranking do crédito do Banco Central. Se no passado recente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal operavam os juros mais baixos, agora as duas instituições já cobram algumas das maiores taxas. Entre os cinco grandes, o BB tem o maior juro no financiamento de veículos e a Caixa opera o segundo maior no crédito rotativo do cartão de crédito. Após o estouro da crise em 2008, bancos estatais foram protagonistas quando os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff incentivaram o consumo via queda de juros. O plano, porém, mudou. No ano passado - ainda no governo Dilma - os dois bancos federais começaram a elevar lentamente os juros em reação à subida da taxa Selic e diante de necessidade de melhorar a estrutura de capital, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo no início do ano. Com a chegada de Michel Temer ao Palácio do Planalto, o movimento ganhou velocidade. Em maio, o peemedebista indicou Paulo Caffarelli para a presidência do BB e Gilberto Occhi para a Caixa. Sob o novo comando, os dois bancos adotaram o discurso de recompor receitas para recuperar a rentabilidade perdida nos anos de ação mais agressiva. Pouco mais de quatro meses com a nova chefia e as instituições já exibem juros bem próximos dos concorrentes. Às vezes, até maiores. Para o economista Roberto Troster, sócio da Troster & Associados, a mudança da política do BB e Caixa é o reconhecimento de que a persistência dessa ação mais agressiva poderia colocar em risco o futuro dos próprios bancos estatais. "Essa recomposição acontece porque o governo viu que, se não mudasse, os bancos iriam quebrar. Afinal, precisam de lucro para continuar emprestando", disse.
CARROS
Um dos símbolos dessa guinada está no crédito para veículos. No fim de 2015, o Banco do Brasil tinha juro médio de 26,5% ao ano, o menor entre os cinco grandes bancos - BB, Itaú, Bradesco, Caixa e Santander. Com a atual crise no setor automotivo, a demanda despencou e concorrentes reagiram com redução das taxas. O juro médio do Santander, por exemplo, caiu quase 5 pontos e atualmente, perto de 24%, é o mais competitivo do grupo, segundo dados do BC de 15 de setembro. Bradesco e Itaú reduziram taxas entre 1 e 2 pontos no mesmo período. Já o BB, na contramão, subiu ligeiramente o juro para 27,2% e, diante da queda dos demais, agora concede o crédito com o maior juro médio. Na Caixa, o custo ficou praticamente estável e atualmente é o terceiro mais caro. Outro exemplo aparece no crédito rotativo do cartão. No fim de 2015, clientes da Caixa que não quitavam a fatura integral tinham de pagar 350,4% ao ano. Na época, era a menor taxa entre os cinco grandes. Desde então, o número tem subido de elevador: 412% em março, 433% em maio, 459% em agosto e 508,2% em 15 de setembro. Com a escalada, a Caixa deixou de ser a mais barata para ocupar o posto de segunda mais cara. O banco federal está apenas atrás do Santander, pratica o maior juro rotativo: 581% ao ano. Entre as demais linhas acompanhadas pelo BC, o BB é o segundo mais caro no crédito consignado para aposentados, a Caixa é a segunda mais cara no consignado para empregados de empresas privadas e, no cheque especial, a opção mais barata deixou de ser do BB e passou a ser do Bradesco. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

UNIVERSO TEM 10 VEZES MAIS GALÁXIAS DO QUE CIENTISTAS IMAGINAVAM
O nosso Universo observável é muito maior do que imaginávamos, segundo estudo publicado no The Astrophysical Journal. Um censo feito com auxílio do telescópio Hubble, da Nasa, e por outras observações fez astrônomos se surpreenderem. A pesquisa apontou que há ao menos 10 vezes mais galáxias do que se imaginava ao nosso redor: cerca de 2 trilhões. Após a coleta de dados com auxílio dos equipamentos, uma equipe liderada por Christopher Conselice, da Universidade de Nottingham (Reino Unido), viu que 10 vezes mais galáxias estavam em uma porção do Espaço no início do Universo do que o achado hoje em dia. "Estes resultados são uma evidência poderosa de que uma evolução galáctica significativa ocorreu na história do Universo, que dramaticamente reduziu o número de galáxias por meio de junções entre elas" Christopher Conselice. Uma das questões básicas da astronomia é qual o número de galáxias no Universo. Um estudo com o auxílio do Hubble na década de 90 gerou uma estimativa de 200 bilhões de galáxias pelo espaço. Agora, com a nova pesquisa, o número pode ser ao menos 10 vezes maior. O estudo feito por Conselice e seus colegas mediu o número de galáxias em diferentes épocas da história do Universo. Além disso, utilizaram um novo modelo matemático que permitiu a eles deduzir a existência de galáxias que a atual geração de telescópios não consegue ver. Estas duas táticas levaram à surpreendente conclusão de que mais de 90% das galáxias do Universo observável não podem ser vistas pela atual geração de telescópios por estarem muito distantes e com pouca luminosidade. "Me deixa louco que mais de 90% das galáxias no Universo ainda têm que ser estudadas. Quem sabe que propriedades interessantes vamos descobrir quando observarmos elas na futura geração de telescópios?", questionou Conselice. O número decrescente de galáxias também contribui para a solução do paradoxo sobre a noite: por que o céu é escuro à noite se há infinitas estrelas? O estudo mostra que realmente há esta quantidade exorbitante de galáxias com estrelas, mas há detalhes. A luz propagada por elas é invisível ao olho humano e aos telescópios modernos por outros fatores conhecidos que reduzem a luz visível e a ultravioleta no Universo. Entre estes fatores estão o avermelhamento da luz devido à expansão do espaço, a natureza dinâmica do Universo e a absorção da luz pela poeira intergaláctica e gás. Com tudo combinado, o céu fica escuro para nós.

63% DOS INTERNAUTAS BRASILEIROS LEEM LIVROS ONLINE
Ler um livro em uma tela e não no formato tradicional, em papel, é um hábito realizado por 63% dos internautas brasileiros, sendo que o aparelho mais usado para a leitura de livros em formato digital é o PC/notebook (38%). Esses dados estão na 3ª onda doConectaí Express, pesquisa nacional online realizada pelo Conecta, empresa de pesquisa de comportamento dos consumidores digitais. Na sequência, entre os aparelhos usados para ler livro online aparecem smartphone (31%), tablet (17%) e Smart TV (1%).   O PC/notebook é mais usado pelos moradores do Nordeste (46%) e do Norte/Centro-Oeste (43%). O smartphone é mais utilizado pelos jovens (de 16 a 24 anos são 41%) e também pelos internautas do Nordeste (35%). Já o tablet é, sobretudo, usado pela classe A (33%).
LEITORES DIGITAIS
Interessante notar que não qualquer referência aos leitores digitais como Kindle e Kobo na pesquisa. Os produtos, e-readers ou leitores digitais (em português), são objetos criados especificamente para a leitura de livros digitais e são bem mais confortáveis e agradáveis para a leitura. Consultamos a Conecta e aguardamos o posicionamento. Também procuramos Livraria Cultura (que representa o Kobo no Brasil) e a assessoria da Amazon Brasil para comentar a pesquisa e estamos aguardando o retorno delas.

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