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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

GOVERNO ESTIMA ECONOMIA DE R$ 147,5 MILHÕES COM INÍCIO DO HORÁRIO DE VERÃO
O horário de verão deve gerar uma economia de R$ 147,5 milhões ao País, de acordo com estimativa do governo. A expectativa é que seja possível reduzir o consumo de energia nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste em 0,5%, de acordo com nota divulgada nesta quarta-feira, 5, pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia. O horário de verão começa no dia 16 de outubro e termina em 19 de fevereiro do próximo ano. A economia será possível com a redução do acionamento de usinas térmicas durante o período. Durante o momento de maior consumo de energia, entre 18h e 21h, a expectativa é que haja uma redução da demanda máxima de 3,7% no Sudeste/Centro-Oeste e de 4,8% no Sul.
SOBRADINHO
De acordo com a nota do CMSE, o início dos testes para permitir a redução da vazão da usina de Sobradinho, recomendada pelo MME há dois meses, foi autorizado pelo Ibama no fim de setembro. Porém, a Agência Nacional de Águas (ANA) ainda não emitiu resolução para autorizar a Chesf, dona da hidrelétrica, a realizá-los. Se a vazão de Sobradinho permanecer em 800 metros cúbicos por segundo, o comitê prevê que o reservatório da usina atinja 2,4% até o fim de novembro. Com a redução para 700 metros cúbicos por segundo ainda neste mês, a expectativa, segundo o CMSE, é de um armazenamento de 3,5%. A principal preocupação do governo, de acordo com o comitê, não é o fornecimento de energia, mas o abastecimento de água na região da bacia do Rio São Francisco. O problema será tema de uma reunião nesta semana na Casa Civil da Presidência da República.
RISCO
Com a queda do consumo e sobra de energia, o governo afastou qualquer chance de racionamento no País neste ano. O risco é zero, levando em consideração a média dos últimos 84 anos de chuvas e a série sintética, que desdobra o histórico em 2.000 cenários hipotéticos.
De acordo com o comitê, no mês de setembro, as chuvas ficaram abaixo da média histórica em todas as regiões. Na Região Sudeste/Centro-Oeste, atingiram 95% da média; no Sul, 74%; no Norte, 53%; e no Nordeste, 33%. No fim do mês passado, os reservatórios das hidrelétricas atingiram 79,9% de sua capacidade de armazenamento no Sul, 40,1% no Sudeste/Centro-Oeste, 39,8% no Norte e 14,8% no Nordeste. A previsão, para o fim de outubro, é que os reservatórios atinjam 56,8% no Sul, 29,7% no Sudeste/Centro-Oeste, 24,3% no Norte e 9,5% no Nordeste. Segundo o comitê, no mês passado, 409,3 megawatts (MW) de energia foram acrescentados ao sistema, além de 1.042 quilômetros de linhas de transmissão. O principal destaque foi a entrada em operação de duas turbinas da usina de Jirau, com 75 MW cada. Desde janeiro, já entraram em operação 7.350,5 MW de energia nova e 4.069 km em linhas.

CÉREBRO HUMANO FUNCIONA COM "DANÇA" DE CONEXÕES DE NEURÔNIOS, MOSTRA ESTUDO
Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Stanford revelou que a organização do cérebro não é estática, com conexões fixas, como por muito tempo se acreditou. A comunicação entre as diferentes partes do órgão, na realidade, ocorre de forma dinâmica, com diversas flutuações. Assim, há momentos em que as ligações de nosso cérebro são maiores e em outros essas pontes se desconectam. É como se elas começassem ou parassem de dançar, e tudo depende do que estamos fazendo. Os momentos de maior conexão são os que nos deixam mais "espertos". O estudo,publicado na revista Neuron, mostra que quando as pessoas possuem maior integração das atividades do cérebro (ou seja, quando ele está mais "conectado"), elas conseguem um desempenho cognitivo melhor em tarefas complexas. "Fomos capazes de dizer: 'aqui está a estrutura subjacente do cérebro que você nunca teria imaginado que estava lá'. Isso pode nos ajudar a explicar o mistério de por que o cérebro está organizado da forma que vemos", diz Mac Shine, pesquisador do laboratório Russell Poldrack de psicologia e um dos autores do estudo. No estudo, os pesquisadores usaram dados sobre o funcionamento cerebral de pessoas em repouso ou realizando tarefas mentalmente desafiadoras. Assim, eles analisaram como áreas separadas do cérebro coordenam suas atividades ao longo do tempo. A variação da quantidade de fluxo sanguíneo nas regiões do cérebro foi um dos dados usados para mostrar a rede de atividades cerebrais em ação. Os cientistas descobriram que, mesmo entre as pessoas que não estavam recebendo nenhum estímulo intencional (os seja, que estavam em repouso), a rede do cérebro oscila entre períodos coordenados de maior e menor fluxo sanguíneo nas suas diferentes áreas.  

Já para pessoas que realizaram um teste de memória (ou seja, uma atividade complexa), a atividade cerebral ocorreu de forma mais integrada com relação ao estado de repouso. E quanto maior a rapidez e a precisão na realização da tarefa, mais integrado o cérebro parecia.
Para Shine, o resultado da pesquisa é surpreendente para todas as áreas que se debruçam sobre o entendimento da mente humana. "Esta pesquisa mostra relações muito claras entre a forma como o cérebro está funcionando e as tarefas psicológicas que a pessoa está executando", diz Shine.
O DJ QUE COLOCA A MÚSICA
Um outro aspecto abordado pelos pesquisadores foi a das ações realizadas pelo cérebro para coordenar as mudanças de conectividade. Eles analisaram a atividade na pequena região cerebral chamada de cerúleo, responsável pela produção de noradrenalina e que possui papel fundamental na resposta ao estresse e na regulação do sono. Os pesquisadores descobriram que a atividade do cerúleo também varia no compasso das mudanças de conectividade cerebral. Isto sugere que a noradrenalina proveniente do cerúleo pode ser o que impulsiona o cérebro a tornar-se mais integrado durante tarefas cognitivas complicadas, capacitando uma pessoa para um bom desempenho nessa tarefa. O foco agora é entender o quanto essa valsa do cérebro pode explicar o funcionamento da atenção e da memória. Avanços nesses estudos podem ainda ajudar a entender distúrbios cognitivos como a doença de Alzheimer ou a doença de Parkinson.

VOCÊ SABE ONDE O FACEBOOK GUARDA SEUS DADOS? FAÇA SUAS APOSTAS
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, resolveu revelar onde a rede social armazena os dados dos usuários. Se você acha que é nos Estados Unidos, está completamente enganado. Está ainda mais errado quem apostou no Brasil. Zuckerberg escolheu os arredores das florestas do norte da Suécia para alocar os servidores da empresa. Mais precisamente a gélida cidade de Lulea, que fica apenas a 110 km do Círculo Polar Ártico. Só para se ter uma pequena ideia do império, o edifício principal do datacenter é do tamanho de seis campos de futebol. "É uma parte fundamental da nossa infraestrutura global", comentou o CEO em um post publicado em seu perfil no Facebook. "Todo o sistema é 10% mais eficiente e usa quase 40% menos energia do que os centros de dados tradicionais."

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