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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

ROSALBA CIARLINI É ELEITA PREFEITA DE MOSSORÓ PELA 4ª VEZ COM 51,12% DOS VOTOS

A ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) foi eleita a prefeita de Mossoró pela 4ª vez no domingo, 02 de outubro de 2016. A médica obteve 51,12 % dos votos na cidade, um total de 67.476 votos, 15.387 a mais que o segundo colocado, o empresário Tião Couto (PSDB). Rosalba desceu o Alto de São Manoel junto com a vice-prefeita, Nayara Gadelha (PP) ontem a noite. Em segundo lugar, ficou o empresário Tião Couto (PSDB), com 39,39% dos votos (51.990 votos). Em seguida, Gutemberg Dias (PC do B) conseguiu 8,45% dos votos, um total de 11.152 eleitores. Por fim, o professor Josué Moreira ficou em quarto, com 1,04%, num total de 1.370 votos. A eleição na cidade contou com participação de 86,41% do eleitorado, contrariando expectativa de alto percentual de abstenções. Rosalba Ciarlini já foi prefeita de Mossoró outras três vezes: de 1989 a 1992; a segunda vez de 1997 a 2000; e a terceira vez dos anos de 2001 a 2004.

DESEMPREGO SOBE A 11,8% E ATINGE 12 MILHÕES DE TRABALHADORES, APONTA IBGE
O desemprego no país atingiu, em média, 11,8% no trimestre de junho a agosto. Essa é a maior taxa já registrada pela pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que começou a ser feita em 2012. No período, o número de desempregados no Brasil foi de 12 milhões de pessoas, que também é o maior já registrado pela pesquisa. São 583 mil desempregados a mais do que no trimestre anterior (março a maio), crescimento de 5,1%. Em um ano, são 3,2 milhões de pessoas a mais sem emprego, um aumento de 36,6%. Os dados foram divulgados na sexta-feira (30/09) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.). 
COMPARAÇÃO COM RESULTADOS ANTERIORES
No trimestre de junho a agosto de 2016, a taxa de desemprego foi de 11,8%:
·         No trimestre de março a maio, havia sido de 11,2%;
·         No trimestre de maio a julho, havia sido de 11,6%;
·         Um ano antes (junho a agosto de 2015), havia sido de 8,7%.
O número de desempregados chegou a 12 milhões:
·         No trimestre de março a maio, havia sido de 11,4 milhões;
·         No trimestre de maio a julho, havia sido de 11,8 milhões;
·         Um ano antes (junho a agosto de 2015), havia sido de 8,8 milhões.
NÚMERO DE TRABALHADORES
O número de pessoas com trabalho caiu para 90,1 milhões, com 712 mil pessoas a menos do que no trimestre anterior, queda de 0,8%. Em um ano, o total de trabalhadores caiu 2,2%, o que equivale a cerca de 2 milhões de pessoas.
RENDIMENTO FICA ESTÁVEL
O rendimento real (ajustado pela inflação) do trabalhador ficou, em média, em R$ 2.011, resultado considerado estável pelo IBGE na comparação com o trimestre anterior (R$ 2.015) e com o mesmo período de 2015 (R$ 2.047).
NÚMERO DE CARTEIRAS CAI EM UM ANO
O número de empregados com carteira assinada ficou em 34,2 milhões, resultado considerado estável pelo IBGE na comparação com o trimestre anterior. Em um ano, houve queda de 3,8%, o que representa uma perda de cerca de 1,4 milhão de carteiras assinadas.
METODOLOGIA DA PESQUISA
Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). São pesquisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados. 


AMBICIOSA, MISSÃO ROSETTA CHEGA AO FIM ABRINDO PORTAS PARA O FUTURO
A aterrissagem na sexta-feira (30/09) da sonda Rosetta no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko põe fim a uma missão de mais de uma década da ESA (Agência Espacial Europeia) vista como sucesso científico e de público, e que abre o caminho para futuros horizontes. O pouso aconteceu por volta das 8h20 (horário de Brasília) e foi transmitida ao vivo pelo canal de transmissão da ESA.  Para aterrissar, a sonda reduziu sua velocidade orbital, "descendo em direção ao cometa em uma velocidade muito baixa", explicou Andrea Accomazzo, diretor de voo da missão.  As últimas imagens da Rosetta enviadas à Terra mostraram o solo do cometa dez segundos e cinco segundos antes do impacto. O sinal com as imagens viajaram 40 minutos-luz (850 milhões de km) pelo espaço até chegar ao centro de controle da ESA na Terra. Assim, quando a sonda tocou o chão, na Terra os relógios marcavam por volta de 7h40 (horário de Brasília)
UMA VIAGEM CHEIA DE HISTÓRIAS PARA CONTAR
A viagem espacial de 12 anos da sonda ofereceu dados que ampliaram o que se sabia sobre o aparecimento da vida na Terra. A missão histórica buscou compreender o surgimento do Sistema Solar, já que os cometas são vestígios da sua matéria primitiva.  Planejada ainda no início da década de 1990, a Rosetta conseguiu feitos inéditos. Ela foi lançada em março de 2004 com o objetivo de alcançar o 67P e soltar sobre ele o módulo robótico Philae. A sonda cumpriu sua meta em novembro de 2014, em uma manobra sem precedentes na história da exploração espacial. O robô, contudo, acabou em uma área de sombra, onde está inativo desde o ano passado por falta de energia. No início de setembro deste ano a ESA anunciou que finalmente encontrara o robô Philae no cometa. Correu mundo a tocante imagem do robozinho numa escura fissura do cometa, dois anos depois de concluir com relativo sucesso o primeiro pouso num cometa. Philae estava encarregado de uma série de experimentos científicos, tendo conseguido realizar 80% da tarefa antes que sua bateria acabasse. A sonda Rosetta orbitou o cometa para estudar seu núcleo e cercanias. Feito isso, e com Philae localizado um mês antes do fim da missão, Rosetta finalmente encerrou suas tarefas. O ato derradeiro foi o choque contra a superfície do cometa.
FIM DE VIAGEM COM MOCHILA CHEIA DE DADOS
Batizado em homenagem à famosa pedra que permitiu decifrar os hieróglifos egípcios, o primeiro projeto desenvolvido para orbitar e aterrissar sobre um cometa, e focado no estudo desses astros, chega a seu ocaso natural com a mochila carregada de dados pendentes de estudo. "Durante a missão, os cientistas ficam imersos em sua execução e planejamento. Agora, eles vão ficar ocupados durante anos", explicou em entrevista à agência Efe, o chefe de coordenação da ESA, Fabio Favata. A informação que a sonda recolherá durante sua descida sobre o gás, o pó e o plasma a uma distância muito curta, e que deve enviar à Terra antes do impacto, são a cereja do bolo de um longo trabalho de pesquisa, cuja herança será extensa. "Com Rosetta foram feitas, pela primeira vez, operações com painéis solares longe do Sol. Houve desafios técnicos que foram controlados e que permitirão missões futuras", acrescentou o especialista italiano. Favata prefere não qualificá-la de missão histórica, mas a reconhece como "uma das grandes" de sua agência, que tentou esclarecer com ela a formação e evolução do Sistema Solar e entender como ele era no momento em que a Terra se originou.
FUTURAS JORNADAS À VISTA
Com o fim de um dos projetos que mais visibilidade deu à ESA, a agência europeia não ficará órfã de projetos tão ou mais interessantes que Rosetta. Segundo o representante da agência, 2018 será um ano bastante cheio. É o ano, entre outros exemplos, em que será lançada BepiColombo, uma missão conjunta a Mercúrio da ESA com a agência espacial japonesa JAXA. É também o ano previsto para o lançamento da missão Solar Orbiter, concebida em parceria com a americana Nasa, que se aproximará do Sol mais que qualquer outra para analisar o magnetismo solar, sua atividade explosiva e os efeitos imediatos nas proximidades da estrela. Além disso, será o ano em que, a bordo de um Ariane 5, será lançado junto com a Nasa e sua homóloga canadense o telescópio espacial James Webb, que pretende realizar observações infravermelhas do universo, detectar as primeiras galáxias e presenciar o nascimento de novas estrelas. Mais adiante, aparece na agenda a sonda Juice, que aproveitará a tecnologia desenvolvida para Rosetta e, quando for lançada em 2022, será a primeira missão europeia com destino ao planeta Júpiter, para estudar a aparição de mundos habitáveis em torno de seus gigantes gasosos.
EM BUSCA DA VIDA FORA DA TERRA
Depos da Rosetta, o estudo de astros como cometas não é mais o limite das pesquisas científicas. "Uma das questões científicas mais antigas é se a Terra é única ou se há outras formas de vida. Frequentemente, imaginamos que não estamos sozinhos, mas não há uma resposta científica, apenas filosófica", explicou o chefe do escritório de coordenação da ESA. Agora, de acordo com Favata, "é bastante interessante viver em uma época na qual se pode começar a dar uma resposta científica e, além disso, com o privilégio de que podemos começar a vislumbrar essa questão".

ESPIÃO PERFEITO: DRONE SE DOBRA TODO, CABE NA PALMA DA MÃO E FILMA EM 4K
Está ficando cada vez mais difícil ignorar a onda dos drones. Eles estão ficando menores, mais baratos e mais bem produzidos. O mais recente exemplo disso é o Mavic Pro, lançado nesta semana pela DJI --a fabricante é conhecida pela Phantom, uma das mais populares linhas de drones. O Mavic Pro impressiona não apenas pelo diminuto tamanho, mas como ele foi projetado: são quatro hélices que se dobram e se encaixam dentro do corpo do drone. Fechado, ele mede 8,3 cm (altura) x 8,3 cm (largura) x 19,8 cm (comprimento). E pesa meros 734 g --mais ou menos o peso de dois tablets. Mas o Mavic Pro também tem um bom desempenho. A câmera dele é fixa em um suporte de três eixos de estabilização, fotografa em 12 MP e filma em resolução 4K a 30 quadros por segundo ou Full HD a 96 quadros por segundo. O drone tem velocidade máxima de voo de 64 km/h e fica no ar por até 27 minutos. Ele permite uma distância máxima de sete quilômetros entre ele e a pessoa que o controla. Falando nisso, ele pode ser controlado por smartphone ou pelo controle remoto incluso --que também é acoplado ao celular. O anúncio vem poucos dias após a Go Pro lançar seu próprio drone dobrável, o Karma, com preço inicial de US 800 (R$ 2.580 na conversão direta). O Mavic Pro está sendo vendido lá fora por US$ 999 (R$ 3.225). Ainda não há informações sobre venda no Brasil; os drones Phantom da DJI são importados por lojas especializadas. Um Phantom 4 hoje está na casa dos R$ 8.900 no país.

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