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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

PERSPECTIVAS MELHORARAM NOS ÚLTIMOS MESES, DIZ FMI
As perspectivas para a economia brasileira apresentaram certa melhora nos meses recentes, afirma o Fundo Monetário Internacional (FMI) em documento preparatório para a reunião do G-20, o grupo dos países ricos do mundo, que será realizada na China, com a presença do presidente, Michel Temer. O relatório destaca que as exportações brasileiras e a produção industrial têm reagido positivamente à queda do dólar e à melhora dos índices de confiança de consumidores e empresários no Brasil, que começa a se recuperar de suas baixas históricas. Em uma entrevista à imprensa ontem, 1º de setembro, para comentar o relatório, o economista do FMI, Helge Berger, disse que países que estavam com situação muito negativa nos últimos trimestres e anos, como Brasil e Rússia, estão mostrando uma estabilização ou mesmo um "leve movimento" de melhora. Em julho, pela primeira vez desde 2012, o FMI não rebaixou as previsões de crescimento da economia brasileira.
SEM COMENTAR POLÍTICA
O documento do FMI evita tocar na questão política brasileira e ressalta que o desempenho dos principais países emergentes tem mostrado diferenças importantes. Enquanto o Brasil e a Rússia seguem em recessão, a Índia continua com forte expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e, na Turquia, uma tentativa frustrada de golpe militar ajuda a aumentar a incerteza sobre os rumos do país.
PIB MUNDIAL
A economia mundial pode ter em 2017 o sexto ano consecutivo de crescimento abaixo da média de longo prazo, algo só visto no começo dos anos 90, afirmou a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, em comentários enviados a imprensa. Lagarde, que também vai participar da reunião do G20, na China, aponta uma série de razões para esse fraco desempenho, incluindo os legados não resolvidos da crise de 2008 em países avançados, queda da produtividade e a forte desaceleração de grandes mercados emergentes, como Brasil e Rússia.

FACEBOOK MESSENGER ADICIONA TRANSMISSÃO DE VÍDEO AO VIVO
O Facebook adicionou na quinta-feira ao seu serviço de mensagens Messenger a possibilidade de transmitir vídeos ao vivo, uma função já usada pelos fãs do aplicativo concorrente Snapchat. O Instant Videopermite os usuários do Messenger gravarem vídeos em tempo real nas trocas de mensagens de texto, de acordo com uma publicação no blog do Facebook. "É perfeito para compartilhar momentos rápidos com amigos que não estão do seu lado ou enriquecer suas conversas olhando um para o outro cara a cara quanto estão trocando mensagens", disse o Facebook sobre a nova função. O Instant Video já está disponível na última versão do aplicativo de mensagens nos dispositivos móveis da Apple ou com sistema operativo Android. "Instant Video é um reflexo da ubiquidade do vídeo - nós simplesmente esperamos ter essa habilidade em tempo real, o tempo inteiro", disse o Facebook. Esta nova função é igual à oferecida pelo rival Snapchat, o aplicativo de mensagens que se converteu em um sucesso entre os adolescentes e permite aos usuários compartilharem fotos e vídeos que desaparecem 24 horas depois da publicação. Em julho, o Facebook disse que o número de usuários do Messenger tinha ultrapassado um bilhão. A rede social líder, por sua vez, conta com mais de 1,6 bilhão de usuários. O WhatsApp, outro aplicativo de mensagens comprada pelo Facebook por cerca de US$ 20 bilhões em 2014, também conta com mais de um bilhão de usuários. 
COMO FUNCIONA
Basta clicar no ícone de câmera na parte superior ao entrar na conversa. Depois é possível reduzir o tamanho da tela do vídeo e seguir teclando com a pessoa. 

CIENTISTAS CRIAM TECIDO QUE TE DEIXA "FRESQUINHO" NOS DIAS DE CALOR
Quem nunca ouviu a frase "no inverno as pessoas se vestem melhor"? Os seres humanos aprenderam a usar as peles e criaram tecidos para enfrentar a temporada de frio, mas e quanto aos dias de calor? Que roupa usar para ficar confortável nos dias quentes e úmidos? Engenheiros da Universidade Stanford (EUA) decidiram encontrar uma solução e desenvolveram uma matéria-prima a base de plástico, que, se usada em tecidos, pode resfriar o corpo muito mais rápido do que qualquer outro pano já feito. O resultado foi publicado na revista Science da semana passada. O corpo humano emite calor na forma de radiação infravermelha --por isso os cobertores não nos deixam mais quentes, eles apenas ajudam a guardar esse calor perto da pele. E por isso também que os óculos de visão noturna que captam essa radiação térmica conseguem nos enxergar. O tecido desenvolvido pelos engenheiros esfria deixando que o suor evapore através do pano, algo que as matérias comuns já fazem, porém ele também permite que o calor emitido como radiação infravermelha não fique acumulado, mas atravesse o "tecido de plástico".
DO QUE É FEITO?
Os pesquisadores misturaram nanotecnologia, fotônica (ciência da luz) e química para dar ao polietileno – aquele plástico que usamos para enrolar objetos na cozinha – as características de um tecido capaz de fazer a radiação térmica, o ar e o vapor de água atravessarem a matéria, mas permanecerem opacos à luz. Os cientistas decidiram experimentar uma variante do plástico comum, usado na fabricação de baterias. O material foi modificado com produtos químicos para permitir que as moléculas de vapor de água pudessem evaporar através de nanoporos, fazendo o plástico respirar como uma fibra natural. A pesquisa levou a uma matéria de folha única, que reunia critérios básicos para um tecido de refrigeração. Para tornar o material mais parecido com um tecido para roupas, eles criaram uma versão de três camadas: duas folhas de polietileno tratadas, separados por uma malha de algodão. Isso garantiu resistência e espessura. Os cientistas então compararam o potencial de refrigeração da matéria de três camadas e do tecido de algodão. As amostras, de espessura comparável, foram colocadas em superfície tão quente quanto a pele humana nua.
O TECIDO DE ALGODÃO DEIXOU A SUPERFÍCIE 3,6º MAIS QUENTE DO QUE A MATÉRIA CRIADA PELOS PESQUISADORES.
Uma diferença, que segundo eles, pode afetar a decisão de ligar ou não o ventilador ou ar condicionado.  Os pesquisadores estão estudando como dar outras cores e texturas ao material produzido e formas de adaptá-lo para a criação de mais produtos. "Se você quiser fazer material têxtil, precisa ser capaz de produzir em grandes quantidades e a um custo baixo", disse Cui.

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