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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

BRASIL FECHA 94 MIL VAGAS DE TRABALHO FORMAIS EM JULHO
O fechamento de vagas de trabalho com carteira assinada teve continuidade em julho deste ano. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês passado as demissões superaram as contratações em 94.724 empregos. Os dados, divulgados pelo Ministério do Trabalho na semana passada, revelam que este foi o décimo sexto mês seguido de fechamento de vagas formais. O último mês com contratações acima das demissões foi março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho. Apesar de negativo, o resultado do mês passado foi menos ruim do que o registrado em junho de 2015, quando foram fechados 157.905 postos de trabalho – pior resultado para meses de junho desde o início da série histórica do indicador, em 1992.
ACUMULADO DO ANO
Na parcial dos sete primeiros meses deste ano, as demissões superaram as contratações em 623.520 vagas formais. Foi o pior resultado para este período desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, que, neste caso, começa em 2002. Até então, o pior resultado, para o período de janeiro a julho, havia sido registrado no ano passado – quando foram fechadas 485.069 vagas com carteira assinada. Os números de criação de empregos formais dos sete primeiros meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro a junho. Os dados de julho ainda são considerados sem ajuste.
EM 12 MESES, MAIS DE 1,7 MILHÃO DE DEMISSÕES
O Ministério do Trabalho informou também que, nos últimos doze meses até julho, foi registrada a demissão de 1.706.459 trabalhadores com carteira assinada. Ao final de julho, o país tinha um total de 39,06 milhões de trabalhadores empregados formalmente. No mesmo mês do ano passado, eram 40,77 milhões.
SETORES DA ECONOMIA
Em julho, segundo os números do governo, o setor que mais demitiu foram os serviços, com o fechamento de 40.140, seguido pela construção civil (-27.718 vagas), pelo comércio (-16.286 empregos) e pela indústria de transformação (-13.298 postos formais). Já nos sete primeiros meses deste ano, informou o Ministério do Trabalho, quase todos os setores da economia demitiram trabalhadores, com exceção da administração pública, que abriu 19.012 vagas, e da agricultura (+96.428 empregos com carteira assinada). O comércio liderou o fechamento de vagas com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano, com 268.403 demissões. Em segundo lugar, estão os serviços com 164.601 vagas formais fechadas na parcial deste ano. Logo depois, vem a indústria de transformação, com 153.197 empregos formais fechados no período, seguida pela construção civil - que registrou a demissão de 142.095 postos formais nos sete primeiros meses de 2016. A indústria extrativa mineral, por sua vez, fechou 6.108 vagas de emprego.
NÚMEROS REGIONAIS
Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de demissões em quase todas as regiões do país nos sete primeiros meses de 2016, com exceção do Centro-Oeste, que abriu 11.954 vagas neste período. A região Sudeste foi a que teve mais trabalhadores demitidos de janeiro a julho deste ano, quando 305.710 pessoas perderam o emprego. A região Nordeste, por sua vez, registrou a demissão de 223.382 trabalhadores, enquanto a região Sul contabilizou o fechamento de 61.433 vagas formais. Já a região Norte fechou 44.949 empregos com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano.

CINCO MOTIVOS QUE TORNAM FASCINANTE A DESCOBERTA DO PLANETA PROXIMA B
O mundo habitável mais próximo de nós pode estar na nossa vizinhança espacial, segundo um estudo recém-publicado na revista "Nature". Cientistas da Universidade Queen Mary de Londres, no Reino Unido, dizem que a estrela mais próxima de nosso Sistema Solar, a Proxima Centauri, é orbitada por um planeta do tamanho da Terra, o Proxima b. "Acredito que essa seja a descoberta mais importante possível de um exoplaneta", diz Carole Haswell, pesquisadora da Open University, em referência ao nome dado a mundos existentes fora do nosso Sistema Solar. "O que poderia superar um planeta habitável que orbita a estrela mais próxima do Sol?"
ENTENDA A SEGUIR O QUE TORNA ESTE ACHADO TÃO SIGNIFICATIVO
1. Proxima b está bem perto de nós
Em escala espacial, esse planeta é praticamente um vizinho da Terra. Está a apenas 4 anos-luz de distância. Ele estava "escondido" bem embaixo de nossos narizes, orbitando a estrela mais próxima ao nosso Sistema Solar, Proxima Centauri.
2. É um planeta parecido com a Terra
Proxima b tem dimensões bem parecidas com a do nosso mundo. E, assim como a Terra, cientistas acreditam se tratar de um planeta sólido e rochoso.
3. É possível que tenha água líquida
O planeta está se movendo a 7,3 milhões de km de sua estrela, uma distância consideravelmente menor do que a da Terra para o Sol, de 149 milhões de quilômetros.
Mas Proxima Centauri é uma estrela-anã vermelha, ou seja, bem menor e mais fria do que o nosso Sol, então, Proxima b acaba recebendo 70% do fluxo de energia que normalmente atinge a Terra. Nessas condições, o planeta não é quente ou frio demais para que exista água em estado líquido em sua superfície. Se houver, também pode haver vida nele.
Mas ainda é preciso determinar se ele tem ou não uma atmosfera, o que é muito importante para essa hipótese.
4. Mas a radiação é um problema...
Proxima b orbita um tipo de estrela muito ativa e que emite uma forte radiação por meio de explosões. Isso tornaria desafiador que qualquer coisa sobreviva em sua superfície, mas alguns cientistas acreditam que esse fator não necessiariamente elimina a possibilidade de o planeta abrigar vida.
5. E chegar lá ainda é uma missão impossível
Apesar de ser o exoplaneta mais próximo que já encontramos, levaríamos, com a tecnologia atual, milhares de anos para percorrer os 40 trilhões de quilômetros que nos separam dele. Ainda assim, é um ótimo objeto de estudo para a ciência. E, com a ajuda de telecópios posicionados na Terra e no espaço, será possível observá-lo mais de perto para checar se Proxima b de fato tem as condições ideias para vida. "Claro, ir até lá atualmente é ficção científica", diz Guillem Anglada-Escudé, integrante da equipe que revelou a existência do planeta. "Mas não é mais apenas um exercício de imaginação pensar em enviar uma sonda até ele algum dia."

WHATSAPP ATUALIZA TERMOS DE SERVIÇO PELA PRIMEIRA VEZ EM QUATRO ANOS
O Whatsapp atualiza seus termos de serviço e política de privacidade pela primeira vez em quatro anos na quinta-feira (25). Segundo a empresa, a mudança acontece para se adequar à possibilidade de comunicação com estabelecimentos comerciais nos próximos meses. As atualizações também são reflexo das mudanças pelas quais o app de mensagens passou nos últimos anos, como a aquisição pelo Facebook, a chamada de voz, a criptografia ponta-a-ponta e o Whatsapp em navegadores. Em nota, o aplicativo afirma que a ideia é oferecer um canal de comunicação a estabelecimentos comerciais, no qual o usuário poderá receber notificação de algum problema com sua conta no banco ou atraso em um voo, "sem a exibição de anúncios ou spam". "Gostaríamos de testar estes recursos ao longo dos próximos meses, porém, é necessário atualizar nossos termos de serviço e política de privacidade antes de começarmos". No texto, a empresa também detalha a implementação da criptografia -- que gerou até problemas com a Justiça brasileira. "Mesmo que estejamos trabalhando em colaboração com o Facebook, suas mensagens criptografadas permanecerão privadas e ninguém mais poderá lê-las. Nós, o Facebook ou qualquer outra pessoa estarão impossibilitados de ler as suas mensagens". Em relação à ligação com a rede social, será possível compartilhar dados da sua conta no Whatsapp com o Facebook, como seu número de telefone. A empresa afirma que isso servirá para oferecer propagandas mais relevantes aos usuários e gerar melhores sugestões de amizade.

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