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terça-feira, 2 de agosto de 2016

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MERCADO FINANCEIRO PREVÊ ENCOLHIMENTO MENOR DO PIB NESTE ANO
Os analistas das instituições financeiras passaram a estimar um "encolhimento" menor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016, informou o Banco Central na segunda-feira (1) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de 100 instituições financeiras foram ouvidas na semana passada. De acordo com o levantamento, o mercado melhorou a estimativa para o nível de atividade neste ano de uma contração de 3,27% para uma queda menor, de 3,24%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Com a previsão de um novo "encolhimento" do PIB neste ano, essa também será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. No ano passado, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos. Para o comportamento do Produto Interno Bruto em 2017, os economistas das instituições financeiras mantiveram sua previsão de uma alta de 1,1%, informou o BC.
INFLAÇÃO
A previsão do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano ficou estável em 7,21% na semana passada. A estimativa permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para 2016. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial do país voltou a perder força e atingiu 0,35% em junho, a menor taxa desde agosto de 2015. No ano, o índice acumula avanço de 4,42% e, em 12 meses, soma 8,84% - ficando abaixo de 9% pela primeira vez desde junho de 2015. Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação caiu de 5,29% para 5,20% na última semana, informou o BC. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% - fixado para 2017 - mas ainda longe do objetivo central de 4,5% para o IPCA no período. O BC tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%), e também fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017.
TAXA DE JUROS
Após o Banco Central manter os juros estáveis em 14,25% ao ano no mês passado, o maior nível em dez anos e reafirmar que busca a meta cetnral de inflação de 4,5% em 2017, o mercado financeiro subiu sua previsão para a taxa de juros no fim de 2016 de 13,25% para 13,50% ao ano. Com isso, estimativa do mercado é de um corte dos juros neste ano, mas em menor intensidade. Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros ficou estável em 11% ao ano - o que pressupõe a continuidade da queda dos juros no ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Quando julga que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, o BC pode baixar os juros.
CÂMBIO, BALANÇA E INVESTIMENTOS
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 caiu de R$ 3,34 para R$ 3,30. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar ficou estável em R$ 3,50. A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 permaneceu em US$ 51,1 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit ficou estável em cerca de US$ 50 bilhões. Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil subiu de US$ 63,5 bilhões para US$ 65 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas continuou estável também em US$ 65 bilhões.

TERAPIA EXPERIMENTAL CONTRA ALZHEIMER MOSTRA RESULTADO PROMISSOR
Um grupo de cientistas que busca um tratamento para atrasar o avanço do mal de Alzheimer recebeu com esperança os resultados promissores de um pequeno ensaio clínico. O fármaco experimental LMTM, da empresa TauRx Therapeutics Ltd., sediada em Cingapura, foi concebido para reduzir a acumulação das proteínas tau no cérebro. Quando o cérebro não funciona corretamente, essa proteína se acumula de forma anormal, provocando degenerações nos neurônios, como a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. De um modo geral, o ensaio clínico envolvendo 891 pessoas com suspeita de Alzheimer não mostrou nenhum benefício para os que tomaram até duas doses da droga ou um placebo. A maioria dos pacientes do estudo estava tomando, além da droga experimental, outros medicamentos já aprovados para a doença de Alzheimer, disseram os pesquisadores. Mas um subgrupo menor, de cerca de 100 pacientes que estavam tomando apenas o fármaco experimental e não recebiam nenhum outro tratamento para Alzheimer, mostrou um ritmo de atrofia cerebral muito lento, de acordo com os resultados apresentados na quarta-feira na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer (AAIC), em Toronto, no Canadá. "Os resultados do estudo não mostraram benefícios do tratamento para nenhum dos grupos, independentemente das doses do fármaco, nas análises preliminares", disse o autor do estudo Serge Gauthier, professor de neurologia na Universidade McGill. "No entanto, análises adicionais deram resultados muito alentadores e mostraram que os pacientes que tomaram o LMTM como monoterapia tiveram um declínio significativamente menor do que os pacientes de controle ou do que aqueles que tomaram o LMTM associado a outros tratamentos existentes para Alzheimer", completou.
DESACELERAÇÃO DA ATROFIA CEREBRAL
Os pesquisadores relataram "um benefício estatisticamente significativo nos resultados cognitivos e funcionais, e uma desaceleração da atrofia cerebral" neste pequeno subgrupo. Os resultados são parte do primeiro ensaio completo de fase III com uma droga anti-tau para a doença de Alzheimer. "Em um campo minado pelos fracassos consistentes de novos candidatos a fármacos testados nas fases finais de ensaios clínicos e onde não houve nenhum avanço terapêutico prático na última década, estou animado com a promessa do LMTM como uma potencial nova opção de tratamento para esses pacientes", acrescentou Gauthier.
CAUTELA
Especialistas não envolvidos no estudo, porém, pediram cautela na interpretação dos resultados. As conclusões são "interessantes mas também complexas, e vai levar tempo para a área determinar o que elas significam", advertiu Maria Carrillo, diretora científica da AAIC. "O pequeno número de participantes que receberam a medicação do estudo como monoterapia levanta questões muito importantes. São necessárias pesquisas adicionais para nos ajudar a entender esses resultados, para que mais e melhores terapias para o Alzheimer possam ser criadas e efetivamente testadas", acrescentou.
EVENTO ADVERSO
O estudo mostrou também que 80% dos participantes relataram pelo menos um evento adverso, incluindo distúrbios do sistema gastrointestinal ou nervoso, infecções e problemas renais. Quase 47 milhões de pessoas no mundo sofrem algum tipo de demência, um número que deverá subir para 131,5 milhões até 2050, segundo a federação Alzheimer's Disease International. Não há cura para a doença, mas a agência sanitária americana Food and Drug Administration aprovou cinco medicamentos nos últimos 20 anos para tratar seus sintomas.

VOCÊ ESTÁ CARREGANDO SEU SMARTPHONE DE FORMA ERRADA; ENTENDA
Um site voltado para engenheiros, estudantes e usuários de baterias em geral, o Battery University, divulgou o procedimento ideal para que a bateria resista ao tempo. O indicado é carregar o celular sempre que tiver consumido cerca de 10% de sua bateria e retirá-lo da tomada um pouco antes de ele completar a carga de 100%. As informações são da Revista Exame. Carregar o aparelho durante o dia por pouco tempo, e não poucas vezes por períodos longos, é o correto. Não é necessário que atinja a carga máxima, já que a frequente exposição de alta voltagem pode prejudicá-lo em longo prazo. “A bateria de lítio não precisa ser completamente carregada; uma carga parcial é melhor”, explica o site Battery University. O excesso de carga também pode prejudicar no tempo de uso do aparelho, por isso, não é recomendado que ele fique mais tempo conectado ao carregador depois de completar sua carga. Manter o celular em temperaturas moderadas, retirá-lo da tomada imediatamente quando estiver ficando quente e tirar a capinha enquanto ele estiver plugado - para evitar o superaquecimento, são precauções importantes, conclui o site.

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