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quarta-feira, 20 de abril de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

PREÇO DE ALIMENTO E HABITAÇÃO SOBE MENOS, E INFLAÇÃO EM SP DESACELERA
A inflação em São Paulo medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) perdeu força da primeira para a segunda semana de abril, ao desacelerar de 0,94% para 0,75%, segundo informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na terça-feira (19). Os preços relativos a alimentos subiram menos, de 1,99% para 1,62%, assim como os de habitação, de 0,38% para 0,18%. Também avançaram em uma velocidade menor os preços de transportes (de 0,39% para 0,23%), de despesas pessoais (de 0,9% para 0,58%) e de educação (de 0,15% para 0,1%). Na contramão, estão os grupos de gastos com vestuário, cuja variação aumentou mais (de 1,67% para 1,73%) e saúde (de 0,73% para 0,19%). O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal de entre 1 e 10 salários mínimos.

PESQUISADORES SUGEREM USAR LASER PARA ESCONDER TERRA DE ALIENÍGENAS
Dois astrônomos americanos sugerem usar raio laser para esconder a Terra de alienígenas. Eles argumentam que, quando a Terra passa em frente ao Sol, há uma redução da luminosidade para quem observa o planeta de galáxias distantes. Nesse momento, a Terra ficaria mais vulnerável a eventuais invasões de seres extraterrestres. Sendo assim, feixes de laser serviriam para confundir os alienígenas, dizem os astrônomos. Existe o temor entre alguns pesquisadores de que seres extraterrestres possam invadir a Terra e também trazer doenças letais. Eles comparam uma eventual chegada dos alienígenas ao desembarque dos europeus no continente americano, nos séculos 15 e 16. O contato dizimou as populações indígenas, que contraíram doenças até então desconhecidas. David Kipping e Alex Teachey, da Universidade de Columbia, em Nova York, dizem acreditar que os lasers poderiam oferecer uma alternativa a esse cenário catastrofista. A equipe liderada por eles calculou o que seria necessário para esconder a Terra e publicou o estudo na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. O modelo criado por Kipping e Teachey recorre à técnica que cientistas já usam para observar planetas distantes e outras estrelas. O método se baseia em observá-los, na expectativa de flagrar um objeto passando em frente a eles. Quando essa "passagem" acontece, há uma redução significativa de luz. A Nasa já identificou milhares de planetas dessa forma, usando o telescópio Kepler. Kipping e Teachey acreditam que se o universo for povoado por alienígenas, eles poderiam usar a mesma técnica para observar a Terra. Segundo os cálculos desenvolvidos pelos dois cientistas, emitir um laser contínuo de 30 megawatts por 10 horas, uma vez ao ano, seria suficiente para distorcer a redução de luminosidade da Terra quando passa em frente ao Sol, na hipótese de que o planeta estivesse sendo observado por um telescópio alienígena. "Não seria preciso um laser gigante, poderia ser algo posicionado em torno da Terra. Ou poderíamos colocá-lo em um satélite no espaço", disse Kipping. Kipping admite, no entanto, que para abranger todos os comprimentos de onda, e não apenas as cores visíveis, seria necessário uma grande variedade de lasers ajustáveis com uma potência total de 250 MW. O laser não seria, contudo, a única alternativa à sobrevivência humana. Segundo os cientistas, aspectos da atmosfera terrestre poderiam ser usados como meios para disfarçar o fato que a Terra é habitada por humanos. A chave estaria em gases como oxigênio, ozônio e metano. "Se nós pudéssemos esconder essas bioassinaturas, a Terra apareceria como um mundo morto e eles (alienígenas) perderiam interesse rapidamente", acrescentou Kipping.

ANATEL SUSPENDE CORTE OU REDUÇÃO DE INTERNET FIXA APÓS FIM DA FRANQUIA
Uma decisão cautelar da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) impede temporariamente as operadoras de internet fixa de reduzir a velocidade ou suspender a prestação do serviço de banda larga após o término da franquia prevista. A decisão vale até que essas empresas forneçam aos consumidores ferramentas que permitam, por exemplo, acompanhar o uso de dados de seus pacotes. Ou seja, dentro de alguns meses, as operadoras vão voltar a ser liberadas para fazer os cortes de sinal - se isso estiver previsto no contrato com os clientes. O despacho da agência com a cautelar foi publicado na edição desta segunda-feira (18) do Diário Oficial da União. O descumprimento pode gerar multa de R$ 150 mil por dia, até o limite de R$ 10 milhões às operadoras. 
MODELO DE NEGÓCIO
Em entrevista no fim da tarde desta segunda, em Brasília, o presidente da Anatel, João Rezende, disse que a demanda por serviço de internet fixa cresceu muito no Brasil e, por isso, "é evidente que em algum momento esse modelo de negócios", em que operadoras passam a impor limite ao acesso dos clientes à internet, "aconteceria". De acordo com ele, esse movimento se deve à limitação da infraestrutura e é parecido com o que já ocorreu com os serviços de voz e internet para celulares, onde os planos já trazem limites para o uso. "Eu acho que temos um crescimento fortíssimo na internet. A gente percebe que o avanço é progressivamente alto. É evidente que em algum momento esse modelo de negócio, assim como aconteceu com serviço ilimitado em voz, aconteceria. Isso é uma questão importante. Agora, nós também vamos respeitar o modelo de negócio. Se alguma operadora quiser oferecer internet ilimitada, depois evidentemente não corta o usuário. Se quiser falar 'eu vou oferecer pacote ilimitado', aí ele vai ver até onde ele vai suportar esse modelo de negócio. O que estamos dizendo é: toda a mudança o usuário tem que ter o ferramental para acompanhar o consumo."
POLÊMICA
Nas últimas semanas, tem gerado polêmica a informação de que as operadoras querem oferecer planos de internet fixa, usada nas residências e empresas, com limite de download, em que o serviço pode ser suspenso quando o usuário atinge uma determinada quantidade de arquivos e dados baixados. Atualmente, esse serviço é cobrado de acordo com a velocidade de navegação contratada, sem teto de uso da internet. Já o sistema que limita a quantidade de dados baixados, ou seja, que fixa uma franquia, já funciona na internet móvel, dos celulares.A decisão da Anatel foi divulgada quatro dias depois de o Ministério das Comunicações ter cobrado da agência medidas para garantir que as empresas respeitem os direitos dos consumidores. A Anatel já havia informado que comunicou às operadoras que pretendem oferecer internet fixa com franquia limitada que elas só poderão começar a interromper o serviço se garantirem aos consumidores ferramenta para acompanhar o consumo. Nesta segunda, no entanto, as exigências divulgadas foram maiores – e sujeitas a multa.
AS NOVAS DETERMINAÇÕES
O despacho da Superintendência de Relações com os Consumidores da Anatel, publicado na edição desta segunda-feira do "Diário Oficial da União", determina que as empresas de telefonia não podem reduzir a velocidade, suspender o serviço ou fazer cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia – mesmo se isso estiver previsto em contrato – até que cumpram as condições estabelecidas pela agência reguladora. Entre as condições definidas pela Anatel está a comprovação, por parte da operadora, de que disponibilizou aos clientes ferramentas que permitam o acompanhamento do consumo do serviço, o histórico da utilização e a notificação quanto à proximidade do esgotamento da franquia, além da possibilidade de comparar preços. Também é necessário, segundo a Anatel, que a operadora deixe explícito em sua oferta e nas publicidades a existência e o volume de eventual franquia nos mesmos termos e com mesmo destaque dado aos demais elementos essenciais da oferta, como a velocidade de conexão e o preço. As operadoras terão que comprovar à Anatel que adotaram as medidas. Em seguida, a agência vai publicar um ato reconhecendo o cumprimento das condições. Só depois de 90 dias desse ato é que as empresas serão liberadas para restringir o serviço de internet fixa (suspender ou reduzir o sinal), nos casos de contratos por franquia que prevejam essa possibilidade. 

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