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quinta-feira, 14 de abril de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

COMÉRCIO TEM MAIOR ALTA PARA FEVEREIRO DESDE 2010, DIZ IBGE
As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 1,2% em fevereiro na comparação com o mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o mês, essa é a maior taxa desde 2010, quando chegou a 2,7%. Considerando todos os meses, o avanço é o mais intenso desde julho de 2013. Naquele período, o crescimento havia sido de 3%. Apesar da alta em fevereiro, no ano, o varejo acumula perdas de 7,6% e nos últimos 12 meses, de 5,3%. “O resultado não está concentrado em uma atividade. Quatro atividades mantém um resultado positivo. Móveis, hipermercados e combustível foram os que mais impactaram o resultado do mês. Lembrando que vinha de perda intensa do passado e no mês de fevereiro reverte esse resultado, mas não compensa a perda do passado. Portanto, embora tenham contribuído, não mudam a trajetória descendente”, analisou Isabella Nunes, gerente de serviços e comércio do IBGE. Ao contrário do que vinha sendo observado nos últimos meses, em fevereiro cresceram as vendas de móveis e eletrodomésticos (5%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%). Também aumentaram as vendas o ramo de combustíveis e lubrificantes (0,6%), além de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%). Na contramão, venderem menos os segmentos de tecidos, vestuário e calçados (-2,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (-2,4); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). “Portanto, embora tenham contribuído, não mudam a trajetória descendente. É um resultado importante e positivo, mas ainda não muda no curto prazo o movimento do comércio varejista. Atenua, mas ainda é insuficiente para reverter alguma coisa”, concluiu. No caso do varejo ampliado, que considera as vendas de automóveis e de material de construção, o crescimento de 1,8% foi puxado por  veículos e motos, partes e peças (3,8%) e material de construção (3,3%). Isabela Nunes ressaltou que fevereiro de 2016 teve um dia útil a mais do que em 2015, por ser um ano bissexto, o que impacta positivamente o resultado do comércio no mês. No entanto, de acordo com ela, o varejo está 9,8% abaixo do ponto mais alto, que ocorreu em novembro de 2014.
UM ANO ATRÁS
Frente a fevereiro do ano passado, o comércio registrou queda de 4,2% - a 11ª taxa negativa consecutiva nessa base de comparação - sob influência das vendas mais fracas de móveis e eletrodomésticos (-10,9%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%). O único aumento partiu de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, cujas vendas cresceram 6,2%. “Ou seja, o resultado de fevereiro contra fevereiro do ano passado é o pior resultado de fevereiro [da série histórica, iniciada em 2002] quando você isola todos os fevereiros porque tem conjuntura que avançou negativamente: mercado de trabalho está mais negativo, inflação está mais elevada, você tem queda da massa real de salários”.
POR REGIÃO
De janeiro para fevereiro, o volume de vendas do comércio varejista cresceu em 17 das 27 unidades da federação, com destaque para Tocantins (3,3%), Paraná (3,2%), Espírito Santo (2,8%), Minas Gerais (2,5%), Rio de Janeiro (2,2%), Amazonas (2,1%), Amapá (1,4%) e São Paulo (1,4%). Na contramão, caíram as vendas do comércio de Sergipe (-3,7%), Mato Grosso (-1,8%) e Rio Grande do Norte (-1,7%).

PLANETAS TÊM ATMOSFERA 'SUGADA' POR SEUS SÓIS
Astrônomos confirmaram a existência de planetas que tiveram suas atmosferas "sugadas" pelos sóis onde orbitam. Planetas com atmosferas que orbitam muito perto de suas "estrelas hospedeiras" são bombardeados por uma corrente de energia de alta radiação. As camadas gasosas mais externas desses planetas são, então, arrancadas, de acordo com uma equipe internacional de cientistas. A pesquisa deles foi divulgada na publicação científica Nature Communications. Os pesquisadores usaram informações do telescópio Kepler, da Nasa, que foi lançado para identificar e estudar exoplanetas - que orbitam estrelas de fora do Sistema Solar. Eles focaram em uma categoria de planetas chamada "Super Terras", que são cerca de 2 a 10 vezes mais maciças que nosso planeta. Co-autor do estudo, Guy Davies, da Universidade de Birmingham, disse: "Para esses planetas, é como ficar ao lado de um secador ligado no vento quente". "Havia muita especulação teórica de que esses planetas poderiam ter suas atmosferas sugadas. Agora, nós temos uma evidência observacional para confirmar isso, que acaba com qualquer dúvida sobre essa teoria", afirmou. Os astrônomos usaram a técnica chamada sismologia, que investiga a estrutura interna das estrelas, para confirmar a ideia. Caracterizando a "estrela hospedeira", a equipe conseguiu determinar também o tamanho exato dos exoplanetas em volta dela. Os resultados do estudo têm importantes implicações para entender como sistemas estrelares, como nosso próprio Sistema Solar, e seus planetas evoluíram ao longo do tempo – incluindo o papel desempenhado pela "estrela hospedeira". "Eles mostram que planetas de um certo tamanho que ficam perto de suas estrelas têm uma probabilidade grande de terem sido muito maiores quando surgiram. Esses planetas têm aspectos bem diferentes", finalizou Davies.

FACEBOOK LANÇA FERRAMENTA DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA 'MESSENGER'
Na conferência F8, realizada pelo Facebook para desenvolvedores na terça-feira (12), o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, detalhou seus planos pelos próximos dez anos. No palco do evento em São Francisco, nos Estados Unidos, ele falou sobre uma nova ferramenta de inteligência artificial no aplicativo "Messenger", aparelhos de realidade virtual e de realidade aumentada. Em palestra transmitida ao vivo por seu perfil na rede social, Zuckerberg anunciou o BETA! Messenger bots, uma série de ferramentas para ajudar os desenvolvedores a construírem programas de inteligência artificial no "Messenger". A ideia é que empresas consigam utilizar o app para atendimento automatizado de clientes, ou que veículos de mídia consigam enviar notícias personalizadas através dele. Recentemente, o Facebook divulgou que mais de 900 milhões de pessoas usavam o aplicativo mensalmente. Zuckerberg também afirmou que os óculos de realidade virtual Oculus Rift ganhará controladores touch que permitirão a manipulação de objetos em aplicativos virtuais. "Isto permitirá uma nova camada de imersão, um novo conjunto de experiências sociais nessas plataformas de realidade virtual", disse. Ele também demonstrou um aplicativo que permitirá que duas pessoas joguem juntas virtualmente. Além dos planos para o mundo virtual, o executivo falou sobre realidade aumentada, mostrando um aparelho que parece um par de óculos normal. "No futuro, se você quiser sacar suas fotos e deixá-las do tamanho que quiser, você poderá pegar seus óculos de realidade aumentada e torná-las tão grande quanto quiser e mostrá-las às pessoas. Objetos como a sua TV poderão ser substituídos por aplicativos de US$ 1 na loja de apps", afirmou. "Mas levará muito tempo para fazer isso funcionar". O executivo-chefe do Facebook também criticou pessoas que difundem o medo e defendem a construção de muros para conter a imigração, uma alusão que os veículos da imprensa dos Estados Unidos interpretaram como uma indireta ao pré-candidato republicano Donald Trump. "Estou começando a ver pessoas ao redor do mundo contra a ideia de um mundo conectado, de uma comunidade global. Ouço vozes que difundem o medo e pedem para construir muros e distanciar as pessoas que chamam de 'outros'. Ouço-os pedir que se bloqueie a liberdade de expressão, que se freie a imigração, se reduza o comércio e, em alguns casos, se corte o acesso à internet", disse Zuckerberg. 

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