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quarta-feira, 9 de março de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

CONDOMÍNIO RESIDENCIAL FICA MAIS BARATO E INFLAÇÃO PELO IPC-S DESACELERA
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) do início de março perdeu força. Da última semana de fevereiro para a primeira do mês seguinte, a taxa caiu de 0,76% para 0,68%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Metade dos grupos de despesa componentes do índice registrou desaceleração, com destaque para o grupo habitação, cuja variação passou de 0,39% para 0,19%, pressionada pelo condomínio residencial, que ficou 0,23% mais barato. Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: transportes (de 1,13% para 0,88%); educação, leitura e recreação (de 0,44% para 033%); e vestuário (de 0,04% para 0,03%). Na contramão, ficaram mais caros os preços relativos aos grupos alimentação (de 1,07% para 1,08%), despesas diversas (de 1,58% para 1,80%) e comunicação (de 0,83% para 1,01%). O grupo saúde e cuidados pessoais repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,69%.
VEJA A VARIAÇÃO DE PREÇOS DE ALGUNS ITENS:
Perfume (de 1,09% para 1,37%)
Fralda descartável (de -0,07% para -0,58%)
Frutas (de 4,95% para 5,82%)
Cigarros (de 3,28% para 3,73%)
Tarifa de telefone móvel (de 1,14% para 1,81%)
Tarifa de ônibus urbano (de 1,50% para 0,66%)
Passagem aérea (de 1,75% para -4,66%)
Calçados (de 0,49% para 0,06%)


ASTRONAUTA AMERICANO CRESCEU 5 CM EM MENOS DE UM ANO NO ESPAÇO
O astronauta Scott Kelly, o americano que mais tempo permaneceu em uma missão na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), cresceu 5 centímetros no período em que ficou no espaço (340 dias), segundo foi informado na sexta-feira (4) à imprensa local. A coluna de Scott, que retornou na semana passada à Terra, após completar com sucesso a missão espacial, esticou pela quase ausência de gravidade. Na Terra, a força gravitacional comprime os ossos mas, no espaço exterior, sua quase ausência permite a expansão dos discos da coluna vertebral, segundo relata a emissora "CNBC". No entanto, algumas horas depois de voltar à Terra, Scott recuperou sua forma original e voltou a ser exatamente igual em altura que seu irmão gêmeo, Mark, astronauta aposentado, segundo confirmou a "CNN" com os irmãos. O astronauta esteve no espaço durante 340 dias com o objetivo de estudar as mudanças fisiológicas que o corpo humano experimenta no espaço. As averiguações serão aplicadas em futuras missões de exploração do Universo, especialmente em possíveis expedições a Marte, assinalaram ontem o diretor da Nasa, Charles Bordem, e o diretor do Escritório de Ciência e Tecnologia da Casa Branca, John Holdren. Scott, de 52 anos, participa junto com seu irmão gêmeo de dez pesquisas sobre psicologia humana, saúde, microbiologia e estudo molecular nas quais se comparam seus dados, um no espaço e outro na Terra.

ONU ADVERTE SOBRE RISCOS DE PEDIDO DO FBI PARA DESBLOQUEIO DE IPHONE
"Forçar a Apple a criar programas informáticos para minar os elementos de segurança de seus próprios telefones" pode ter "consequências negativas para os direitos humanos das pessoas em todo o mundo", afirmou o alto comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. "Com o objetivo de resolver um tema de segurança relacionado à encriptação em um caso, as autoridades correm o risco de abrir uma Caixa de Pandora com implicações extremamente prejudiciais para os direitos humanos de milhões de pessoas, incluindo sua segurança física e financeira", disse Zeid Ra'ad Al Hussein, em um comunicado divulgado em Genebra. Na quinta-feira, a Apple pediu a um tribunal federal dos Estados Unidos que anule a ordem judicial que exige que a empresa colabore com o FBI no desbloqueio de um iPhone. Uma petição apresentada em um tribunal da Califórnia no caso que envolve um dos agressores do ataque de San Bernardino afirma que a ordem judicial extrapola a faculdade legal do governo e viola os direitos constitucionais de liberdade de expressão da Apple. "Não é um caso que concerne um só iPhone. Esse assunto diz respeito sobretudo ao Departamento de Justiça e o FBI, que buscam obter através da justiça um perigoso poder que o Congresso e o povo americano os negaram: a capacidade de obrigar empresas como a Apple a trair os interesses fundamentais em matéria de segurança e proteção da privacidade de centenas de milhões de indivíduos em todo o mundo", afirmou a Apple no documento que apresentou à justiça. "Nenhum tribunal jamais autorizou isso que o governo pede agora, nenhuma lei apoia um uso tão ilimitado e amplo no processo judicial e a Constituição o proíbe", insiste. O diretor da Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI), James Comey, disse na quinta-feira que o pedido desse organismo à justiça para que se ordene à empresa Apple o desbloqueio de um iPhone para a investigação do atentado em San Bernardino não pretende criar precedente. "A luta da Apple sobre esse iPhone não está destinada a enviar uma mensagem ou a criar um tipo de precedente", declarou Comey diante de uma comissão do Congresso. O FBI busca simplesmente exercer sua competência em uma investigação em curso, destacou.

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