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sexta-feira, 4 de março de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

VENDA DE ATIVOS DA PETROBRAS GANHA FORÇA PARA TENTAR REDUZIR DÍVIDA
Depois aceitar sair de áreas de negócio e oferecer mais ativos ao mercado, a Petrobras começou a progredir no seu plano de venda de patrimônio. O processo, no entanto, continua mais lento que o esperado. A Folha apurou que estão em estágio avançado as negociações para venda de dois campos de petróleo e dos 81% da estatal na subsidiária que controla a malha de gasodutos Sul e Sudeste, além da fatia de 49% na Braskem. Além disso, a Petrobras comunicou aos investidores nesta semana) que negocia com a Pampa Energia a venda das operações na Argentina e que buscará interessados em campos terrestres de petróleo. As vendas fazem parte do plano da Petrobras de arrecadar US$ 14,1 bilhões neste ano para reduzir sua dívida, que chega a US$ 100 bilhões. Até agora, a empresa só conseguiu vender 49% da Gaspetro por US$ 1,9 bilhão. As negociações exclusivas com a Pampa Energia para a venda da subsidiária argentina têm um prazo de 30 dias, renováveis pelo mesmo período. O pacote incluiu refinarias, postos de combustíveis e campos de petróleo. Conforme apurou a reportagem, a Pampa Energia ofereceu US$ 1,2 bilhão pela operação, mas a avaliação interna da Petrobras é que seus ativos no país vizinho valem US$ 1,5 bilhão. A YPF também chegou a fazer uma proposta, mas em valor menor. Para chegar a um acordo com a Pampa, a Petrobras contratou consultorias externas que vão estimar o valor do negócio. Outra dificuldade é livrar a estatal de uma cláusula que prevê que eventuais passivos descobertos após a venda sejam descontados do preço inicial. A Petrobras também avançou na venda de dois campos de petróleo, após a decepção com o primeiro pacote que ofereceu ao mercado –todos campos em fase de exploração, que demandam altos investimentos. Os dois campos que atraíram compradores já estão em produção: Golfinho, na bacia do Espírito Santo, e Baúna, em Santos. Pelo menos duas empresas, a PetroRio e a australiana Karoon, entregaram propostas por essas áreas. Baúna vale cerca de US$ 500 milhões, mas há dificuldades para a venda de Golfinho. Como se trata de uma área madura, é preciso avaliar se a quantidade de petróleo que ainda é possível tirar de lá compensa o custo de desmobilização das máquinas quando o óleo acabar. A Petrobras também informou ao mercado que aprovou a venda de campos terrestres. São projetos de menor produção, já em final da vida útil, a sua maioria na região Nordeste. A estratégia é vender pacotes desses campos, que podem atrair petroleiras de menor porte.
GASODUTOS
Outro processo que pode render um bom dinheiro à Petrobras é a venda da malha de gasodutos, a antiga TAG. Para atrair a atenção dos compradores, a empresa foi dividida em duas: NTS (gasodutos do Sul e do Sudeste) e NTN (gasodutos do Norte e Nordeste). Fundos de investimento e empresas do ramo têm interesse no negócio, que recebe um pagamento mensal fixo pelo transporte de gás, funcionando quase como uma renda fixa. Segundo a Folha apurou, a estatal recebeu nesta semana propostas para a NTS –uma delas da Engie (antiga Suez). A estatal, no entanto, não definiu ainda se vai vender apenas a NTS ou se tentará incluir também a NTN. O principal problema é a dívida da antiga TAG. Conforme o último dado disponível, no fim de 2014, a empresa tinha R$ 23 bilhões em dívida, sendo R$ 18 bilhões em dólar. Com a desvalorização do real, esse valor já deve ter subido significativamente. Ainda não há definição de quanto a NTS assumiria dessa dívida. Dependendo do valor, a receita pode não compensar a dívida, tornando a operação inviável para o futuro comprador. Procurada, a estatal não comentou. 

LEI PERMITE MINERAÇÃO DE ASTEROIDES E DÁ INÍCIO A NOVA ERA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL
Quem acompanha os movimentos da indústria aeroespacial sente no ar (ou seria no vácuo?) o cheiro de uma nova corrida do ouro. E de platina. E do que mais se puder obter em asteroides. Governos do mundo inteiro começam a se preparar para o que pode vir a ser uma nova era na exploração do espaço, enquanto empresas planejam audaciosamente lucrar onde ninguém jamais esteve. No fim do ano passado, o presidente americano Barack Obama sancionou uma lei que reconhece o direito à propriedade, por cidadãos e entidades americanas, de quaisquer recursos naturais obtidos de asteroides. O U.S. Commercial Space Launch Competitiveness Act também encoraja a exploração comercial e a utilização de recursos provenientes desses corpos celestes. A iniciativa foi festejada pela empresa Planetary Resources, que em 2012 anunciou seus planos de minerar asteroides, a começar na próxima década. "Esse é o maior reconhecimento de direito de propriedade da história", declarou Eric Anderson, diretor da companhia. E não é só nos Estados Unidos que essa bola começou a rolar. No início deste mês, o governo de Luxemburgo declarou suas intenções de investir em companhias de mineração espacial e criar legislação para proteger os direitos dessas empresas. No Reino Unido, já há um lobby para o estabelecimento de regras semelhantes. Tudo para dar segurança jurídica a iniciativas que poderiam ser vistas como contrárias ao Tratado do Espaço, criado em 1967. O documento basicamente declara a Lua e os demais corpos celestes, assim como o próprio espaço, "não estão sujeitos a apropriação nacional (...) por qualquer meio" e que "a exploração e o uso do espaço exterior deve ser conduzido em benefício e no interesse de todos os países". Na época, as cláusulas mais importantes eram as que proibiam a colocação de ogivas nucleares ou outras armas de destruição em massa no espaço. Agora, contudo, a discussão do uso e da posse de recursos espaciais começa a se tornar imperativa. Por quê? Porque pela primeira vez começa a parecer que essa atividade pode vir a se tornar economicamente viável.
O CUSTO DO TRANSPORTE ESPACIAL
O futuro depende basicamente da capacidade de reduzir o custo do acesso ao espaço _o "santo graal" da indústria aeroespacial desde a criação dos ônibus espaciais, no fim da década de 1970. Reutilizáveis, eles foram concebidos pela Nasa para baratear o transporte espacial _e acabaram se saindo mais caros e perigosos do que foguetes convencionais. Agora, uma nova tentativa está emergindo da iniciativa privada. A empresa americana SpaceX está desenvolvendo foguetes que, depois de levar sua carga ao espaço, retornam e pousam sobre plataformas no mar ou em terra. Eles já realizaram um retorno bem-sucedido, mas ainda precisam provar que o custo de recauchutar o foguete usado não será alto a ponto de anular as vantagens de reutilizá-lo. "A questão não é se sistemas de lançamento reutilizáveis podem ser construídos, mas se podem ser construídos e fazer sentido do ponto de vista econômico", diz Paul Spudis, pesquisador do Instituto Lunar e Planetário, em Houston. Isso a SpaceX ainda não demonstrou. De toda forma, ela está criando tendências. Sua principal concorrente no mercado de lançamentos militares americanos, a ULA, decidiu que seu próximo foguete, o Vulcan, terá um motor reutilizável. O mesmo está acontecendo com a francesa Arianespace, que pensa em desenvolver elementos reutilizáveis para seu próximo lançador, o Ariane 6. E a mesma premissa está sendo seguida pelas empresas que pretendem oferecer voos suborbitais de turismo espacial: tanto a Virgin Galactic, de Richard Branson, quanto a Blue Origin, de Jeff Bezos, trabalham com sistemas reutilizáveis.
O QUE VEM POR AÍ
Ao mesmo tempo, a Nasa está investindo em sua própria cápsula e foguete para exploração do espaço profundo, com o objetivo de levar humanos além da órbita terrestre no começo da próxima década. Será a primeira vez que isso acontece desde o fim das missões Apollo, em 1972. E o objetivo declarado da agência espacial americana é levar uma tripulação às imediações de Marte até o fim da década de 2030. Em paralelo, a ESA (Agência Espacial Europeia) defende que o próximo passo, depois do fim do programa da Estação Espacial Internacional (marcado para 2024), é o estabelecimento de uma base lunar. 

OITO DICAS PARA FAZER A BATERIA DO SEU SMARTPHONE 
DURAR MAIS
A viagem da família de Ashley Temeña à Disneylândia, no feriado de Ação de Graças do ano passado, se tornou um pesadelo quando a bateria do celular dela se esgotou. Temeña, técnica de apoio em San Francisco, havia perdido a família de vista, e constatou que não tinha como localizar nenhum de seus parentes. Em vez de ir andar na montanha-russa, ela passou horas procurando o grupo, e os localizou só quatro horas mais tarde, assistindo a fogos de artifício. "Foi realmente muito ruim", disse Temeña. "Pelo final do dia, minha vontade era jogar o celular na parede". Muitos consumidores se identificariam com essa história. A despeito dos saltos que a tecnologia dos celulares vem obtendo em termos de tecnologia, com telas nítidas e de alta definição e chips mais rápidos, as baterias fizeram progresso bem lento. Isso levou o desejo por baterias de maior duração ao topo da lista de fatores que os consumidores consideram ao adquirir smartphones, de acordo com um levantamento conduzido em 2014 pelo grupo de pesquisa IDC. O que faz com que a tecnologia das baterias continue atrasada? Muitas empresas vêm desenvolvendo tecnologia mais inteligente para baterias há anos, o que inclui métodos de elevar em até 10 vezes sua capacidade de armazenagem ou de carregar aparelhos capturando eletricidade do ar. Mas o íon-lítio, a tecnologia em que a maioria das baterias convencionais se baseia, tem custo baixo e reprodução fácil, sem perder a segurança, o que significa que estaremos presos a ele pelo futuro previsível, disse Charlie Quong, executivo da Mophie, uma fabricante de acessórios para baterias. "Existe muito investimento em todas as frentes para melhorar a tecnologia e levá-la a superar o patamar atual, mas não acredito que nada disso venha a chegar ao mercado de massa por ainda diversos anos", disse Quong. Em geral, o íon-lítio melhora em cerca de 10% ao ano em termos de sua capacidade de armazenagem em um dado espaço, o que explica por que os consumidores percebem as baterias como estando muito atrás de outras tecnologias. Tendo em vista esse pano de fundo, fizemos uma parceria com o Wirecutter, um site de recomendação de produtos, para executar diversos testes que determinam as melhores e piores práticas no que se refere a conservar bateria nos smartphones. Para as pessoas que continuam a precisar de mais energia, o Wirecutter também selecionou alguns acessórios externos. O site testou diversos modelos de smartphones Android e Apple, com as versões mais recentes dos sistemas operacionais dessas empresas, em ambientes rigorosamente controlados. Os resultados de seu celular dependerão do modelo, da operadora de telefonia móvel, da localização e de outros fatores, mas os resultados gerais devem ser aplicáveis em termos amplos. Abaixo, seguem oito dicas.
1. USE O CONTROLE AUTOMÁTICO DE BRILHO DE TELA
A tela do smartphone consome mais energia do que qualquer outro componente, e por isso a melhor maneira de reduzir a descarga de bateria é reduzir o brilho da tela. Em um teste de uma hora de duração, um iPhone 6 usou 54% menos energia de bateria com o brilho da tela regulado para mínimo, ante o máximo. E um celular Android consumiu 30% a menos. Mas é difícil usar uma tela opaca em ambientes de alto brilho, e por isso a maioria dos aparelhos oferece um controle de brilho automático que ajusta o brilho da tela de acordo com a luz ambiente. O Wirecutter constatou que o brilho automático propicia boa economia de carga da bateria.
2. BLOQUEIE ANÚNCIOS QUE CONSOMEM ENERGIA DEMAIS
Quando está navegando pela web, seu smartphone consome energia ao baixar os anúncios de sites. Instalar um bloqueador de anúncios alongará a duração da bateria.
3. MEXA NOS CONTROLES DO E-MAIL
O e-mail pode ter grande impacto sobre a duração da bateria se você tiver múltiplas contas e receber muitas mensagens. Seu smartphone pode atualizar seu e-mail automaticamente usando uma tecnologia conhecida como push, que encaminha mensagens novas ao aparelho no instante em que são enviadas. O sistema push pode gastar muita energia porque requer que o celular vasculhe o tempo todo em busca de novas mensagens; se você recebe muito e-mail, há boa chance de que seu celular esteja consumindo muita energia. Para economizar, a maioria dos celulares pode ser configurada para buscar e-mails em horários predefinidos –digamos, a cada 30 minutos– ou apenas quando você ordenar manualmente que o aparelho o faça.
4. BAIXE MÚSICA EM VEZ DE USAR O STREAMING
A próxima dica pode ser uma notícia desagradável. Hoje, os serviços de streaming on-line são a maneira mais popular de ouvir música, com aplicativos como Spotify, Pandora e Apple Music –mas esse método consome muita bateria. Nos testes do Wirecutter, duas horas de streaming de música em uma conexão wi-fi consumiram 10% da bateria de um iPhone; ouvir pelo mesmo tempo música armazenada no aparelho só consumiu 5% da bateria.
5. DESLIGUE AS CONEXÕES DO APARELHO SE A RECEPÇÃO FOR RUIM
Você talvez já tenha percebido que, quando está em lugar sem boa cobertura de telefonia móvel ou wi-fi, a bateria parece se esgotar muito mais rápido. Isso é por que o celular gasta energia procurando por um bom sinal e, se este for muito fraco, tentando obter conexão melhor. Para manter a carga da bateria, desative as conexões do aparelho. O modo avião, que desliga todas as conexões, é uma solução rápida e fácil nas áreas com recepção ruim.
6. VERIFIQUE AS LISTAS DE USO DE BATERIA
Os consumidores podem obter melhores resultados se investigarem um pouco. Tanto o iPhone quanto o Android oferecem uma maneira simples de verificar que apps estão consumindo muita energia. Para os celulares iPhone e Android, abra o app Ajustes e, na aba bateria, encontrará listas sortidas dos apps que estão consumindo mais energia. Fique atento a apps que estejam ativos por longos períodos em segundo plano e que usem muita energia. Exemplos incluem um app de e-mail que passe muito tempo buscando novas mensagens mesmo que o telefone esteja inativo, um leitor de notícias que atualiza artigos em segundo plano ou um app de exercícios físicos que monitore constantemente a sua localização. Se você encontrar apps consumindo muita energia em segundo plano, desative suas atividades de segundo plano. No iPhone, vá a ajustes, geral e depois atualização de apps de segundo plano, e desative as atividades dos apps selecionados. No Android, vá a ajustes, uso de dados, escolha um app e selecione "restringir dados em segundo plano", para uso de dados de segundo plano.
7. DESATIVE O RASTREAMENTO DE LOCALIZAÇÃO DESNECESSÁRIO
Fique de olho nos apps que rastreiam sua localização. O circuito de GPS de seu celular, que determina sua localização geográfica para fins de mapeamento e exercícios, consome muita bateria. Um programa de acompanhamento de corrida que rastreie sua localização exata pela duração do exercício reduzirá a carga de sua bateria. Se um app com acesso a localização estiver usando carga demais, especialmente em segundo plano, há uma boa probabilidade de que ele esteja acessando com frequência o GPS, wi-fi e sensores do aparelho. Você pode decidir desabilitar a localização para esse app (via ajustes de localização no menu do aparelho ou pelos ajustes internos do app). No iPhone, é possível desabilitar a capacidade de rastreamento do app indo ao menu de privacidade e a serviços de localização. Para desabilitar o rastreamento de localização no Android, vá a ajustes, apps, selecione o app e selecione "permissões", e lá desative a permissão de localização.
8. DESLIGUE AS NOTIFICAÇÕES DESNECESSÁRIAS
Tanto a Apple quanto o Google recomendam desativar as notificações de apps para prolongar a duração da carga. As notificações requerem comunicação regular com servidores, e cada notificação leva o aparelho a acordar por alguns segundos, o que inclui acionar a tela, para mostrar uma mensagem que oferece uma possibilidade de ação ao usuário. No iPhone, abra o menu de ajustes, vá a notificações, selecione o app e desative permitir notificações. No Android, desative as notificações no menu de ajustes do app ou aperte demoradamente a notificação em si e selecione o ícone "i". Isso o encaminhará ao cardápio de notificações de apps, onde será possível bloquear todas as notificações. Depois de seu dia estressante na Disneylândia, Temeña comprou uma bateria externa da Amazon. Ela disse que o sistema pode carregar seu celular seis vezes, mas não é ideal por causa do tamanho. Ela preferiria que seu iPhone tivesse uma bateria melhor. "Não entendo porque a bateria não á capaz de acompanhar os demais avanços que eles estão incluindo nos celulares", ela disse. 

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