Seja bem vindo ao "Blog do Borjão"

quarta-feira, 2 de março de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

TARIFA DE ENERGIA RESIDENCIAL CAI MAIS E PUXA INFLAÇÃO PELO IPC-S PARA BAIXO
A energia elétrica residencial ficou mais barata e puxou a desaceleração da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) em fevereiro. De uma variação de 1,10% na penúltima semana do mês, o indicador passou para 0,76%, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com este resultado, o IPC-S acumula alta de 2,56% no ano e de 10,37%, nos últimos 12 meses. Em fevereiro, a maioria dos grupos registrou desaceleração, com destaque para habitação (de 0,78% para 0,39%). Em alimentação, a taxa passou de 1,40% para 1,07%, em educação, leitura e recreação, de 1,50% para 0,44%, em transportes, de 1,60% para 1,13%, em vestuário, de 0,19% para 0,04%, e em saúde e cuidados pessoais, de 0,75% para 0,69%. Na contramão, aceleraram as taxas de variação de comunicação (de 0,52% para 0,83%) e despesas diversas (de 1,27% para 1,58%).
VEJA A VARIAÇÃO DE PREÇOS DE ALGUNS ITENS:
Tarifa de telefone móvel (de 0,56% para 1,14%)
Cigarros (de 2,40% para 3,28%)
Hortaliças e legumes (de 3,75% para -0,31%)
Cursos formais (de 2,12% para 0,00%)
Tarifa de ônibus urbano (de 3,13% para 1,50%)
Roupas (de 0,03% para -0,11%)
Artigos de higiene e cuidado pessoal (1,13% para 1,00%).


A MULHER DE 90 ANOS QUE RECUSOU TRATAMENTO DE CÂNCER PARA RODAR O MUNDO
Em julho passado, pouco depois de um câncer ser detectado em seu marido, a americana Norma descobriu ter ela própria um tumor nos ovários. O quadro de seu companheiro, Leo, evoluiu rápido e, após ele falecer, a senhora de 90 anos foi a uma consulta com seu médico no Estado de Michigan. As opções de tratamento, ele disse, eram a mais comuns nestes casos: uma cirurgia para extrair o tumor, seguida por aplicação de radiação e sessões de quimioterapia. O que ninguém esperava era qual seria a reação de Norma: "Tenho 90 anos de idade, vou viajar". E assim o fez. Vendeu sua casa - não queria passar pelo trauma de voltar ao lar que compartilhou com seu marido, com que ficou casada por 67 anos - e comprou um trailer para sair pelo mundo. Agora, prestes a completar 91 anos na próxima semana, está há mais de 180 dias na estrada.
AVENTURA
Norma já percorreu centenas de quilômetros. Voou de balão em Palm Springs, na Califórnia, visitou a Disneyworld, na Flórida, foi ao monte Rushmore, na Dakota do Sul, viu bisões no parque nacional de Yellowstone e se assombrou com o Grand Cânion, no Colorado. Em Nova Orleans, visitou o museu sobre a Segunda Guerra Mundial, onde foi recebida com honra - ela trabalhara como enfermeira durante o conflito. É possível acompanhar suas aventuras pela página no Facebook "Driving Miss Norma" (Conduzindo Miss Norma, em inglês), que tem 70 mil seguidores. Entre eles, estão pessoas cujos parentes padeceram de câncer e gente que não passou por isso, mas encontra na sua história uma inspiração. Norma viaja acompanhada de seu filho, Tom, sua nora, Ramie, e seu cão, Ringo. A próxima etapa da jornada será o Estado da Georgia, no sul dos EUA, para "desfrutar de sua história, beleza natural e comida deliciosa". "Sinto-me bem. Saio por aí todos os dias empurrando minha cadeira de rodas. Estou muito bem para minha idade", comenta Norma em um e-mail enviado por sua nora.
AVANTE!
Ramie ainda se assombra com a experiência. Comenta que, felizmente, a sogra não sente dores, tem total consciência do que faz e está adorando viajar. Afirma que é maravilhoso ver seus olhos brilharem mesmo com a "intensa dor" que sente pela perda de seu marido e, antes dele, do irmão. Na visita ao médico, a família disse que apoiava completamente sua decisão e que a levaria aonde quisesse ir. O doutor disse, então, a eles: "Avante!". "Como médicos, vemos todos os dias o rosto do tratamento contra o câncer. Cuidados intensivos, asilos, efeitos colaterais terríveis e, francamente, não existe garantia nenhuma de que ela sobreviveria à cirurgia para retirar o tumor", disse o médico, diante da expressão de espanto de um estudante de medicina que o acompanhava. "Vocês estão fazendo exatamente o que eu faria em uma situação como essa. Tenham uma viagem magnífica!". Várias semanas depois, Norma segue viajando. Sua mais recente etapa a levou ao Castelo de São Marcos, na Flórida, e, em uma foto recente, Norma é vista completando um quebra-cabeças ao lado do seu cão. Sua nora diz que a família está surpresa com a repercussão da história. "Passamos os dias com lágrimas nos olhos lendo as centenas de mensagens repletas de carinho e apoio", afirma Ramie. "Conversar sobre o fim da vida não é simples. Então, esperamos que nossa história incentive outras famílias a falar abertamente sobre um assunto tão difícil."

JUSTIÇA DOS EUA DECIDE A FAVOR DA APPLE SOBRE DESBLOQUEIO DE IPHONE
Um juiz de Nova York decidiu na segunda-feira (29) que a polícia abusou de suas prerrogativas ao pedir ajuda à Apple para desbloquear o iPhone de um suposto traficante de drogas. A decisão, favorável à Apple, ocorre em meio a uma disputa entre a empresa e o FBI e outras autoridades dos Estados Unidos, que exigem a colaboração do grupo de tecnologia para desbloquear o iPhone do casal de jihadistas autor do massacre de San Bernardino, na Califórnia, onde 14 pessoas foram mortas no início de dezembro passado. A decisão desta segunda-feira não envolve a ação dos jihadistas, mas o pedido é idêntico em relação ao acesso a dados codificados em um iPhone. Apenas o proprietário do iPhone dispõe do código de acesso e a Apple resiste a criar um programa que permita desbloquear o aparelho, mesmo a pedido da Justiça. "A questão sobre este caso e outros idênticos no país não é saber se o governo pode obrigar a Apple a ajudá-lo no desbloqueio de determinado aparelho, mas sim saber se a lei 'All Writs Act' permite resolver este caso e outros do mesmo tipo no futuro, e concluo que não", disse o juiz James Orenstein em sua decisão. A "All Writs Act", de 1789, é a lei na qual se baseou o governo federal para exigir da Apple colaboração no desbloqueio de iPhones de vários suspeitos. A empresa se nega a colaborar, por razões comerciais. 

Nenhum comentário: