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quinta-feira, 17 de março de 2016

RAPIDINHAS DO BLOG...

MAIORIA DOS EXECUTIVOS BRASILEIROS VÊ POUCAS CHANCES DE AUMENTO EM 2016
Pesquisa da Thomas Case & Associados, consultoria de transição de carreiras, mostrou que 76% dos executivos brasileiros acreditam que não será possível pedir um aumento de salário em 2016. Com menos vagas disponíveis, 73% dos profissionais não pensam em trocar de emprego neste ano e 72% também disseram que não há perspectivas de promoção neste ano. Em 2015, 1,54 milhão de vagas formais foram fechadas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em 2014, foram criados cerca de 420 mil empregos com carteira assinada. Por outro lado, 27% dos participantes pensam em trocar de emprego nos próximos 10 meses. "Entendemos que existe uma relação direta entre os que pensam em trocar de emprego e os que não se sentem seguros no exercício da sua função na empresa, uma vez que 25% dos respondentes assim sinalizaram", avalia Norberto Chadad, CEO da Thomas Case & Associados e especialista em transição de carreiras. A primeira pergunta respondida pelos participantes da pesquisa buscava entender se houve troca de emprego por eles no ano de 2015. Apenas 8% sinalizaram positivamente, sendo que igualmente, 17% aceitaram cargo e salário mais baixos que o anterior e o desafio de mostrar seu talento para crescer na empresa; 17% aceitaram cargo similar ao anterior, porém com salário mais baixo; 17% também ficaram com cargo e salário similares ao anterior, porém com melhores possibilidades de crescimento; 7% conseguiram um cargo superior com salário similar ao anterior e, surpreendentemente, 42% conquistaram cargos e salários superiores aos anteriores. Entre os que não trocaram de emprego em 2015, 70% permaneceram com o mesmo cargo e salário; 7% conquistaram um novo cargo, porém com o mesmo salário; 11% conquistaram um novo cargo com algum aumento salarial e 12% permaneceram no mesmo cargo, mas a empresa solicitou uma renegociação dos valores acordados. Na pesquisa, realizada no início do mês de fevereiro, 34% ocupam cargos de gerência; 25% são coordenadores; 24% atuam como analistas; 14% são de diretoria e 3% ocupam cargos de presidência nas suas empresas. 36% dos entrevistados são da área de recursos humanos; 11% da área administrativa; 10% do financeiro; 8% da tecnologia da informação; 6% de vendas; 5% de engenharia; 3% da área de logística; 2% de marketing, jurídica e suprimentos; 1% de compras e 14% de outras áreas.

AS CRATERAS SUBMARINAS 'EXPLOSIVAS' QUE PODEM ESTAR LIGADAS A NAUFRÁGIOS NÃO EXPLICADOS
Um estudo da Universidade Ártica da Noruega descobriu crateras gigantescas no fundo do Mar de Barents, ao norte da Noruega e da Rússia - de quase um quilômetro de diâmetro e profundidade de 30 metros. "Existem múltiplas crateras gigantes no fundo da parte ocidental-central do mar de Barents e elas provavelmente são a causa de enormes explosões de gás. É provável que esta zona de crateras seja um dos maiores pontos de fuga de metano marinho no Ártico", informou a equipe de pesquisadores em um comunicado. Os pesquisadores já adiantaram que as crateras explicam os relatos de vários pescadores da região que afirmam ter visto bolhas no mar, como se a água estivesse fervendo, sem nenhuma razão aparente. A conferência na qual os pesquisadores apresentarão a descoberta, em abril, abordará também os riscos que estas explosões de gás representam para a navegação e se essas explosões e bolhas poderiam ser a causa de naufrágios registrados na região. Especialistas como o cientista Igor Yelstov, do Instituto Trofimuk, na Rússia, chegaram a questionar se um fenômeno parecido não poderia ser o responsável pelo misterioso desaparecimento de navios no Triângulo das Bermudas - a milhares de quilômetros de distância do Mar de Barents. Yelstov disse que várias teorias sugerem que os desaparecimentos de navios nesta área do oceano Atlântico entre Miami, Porto Rico e as Ilhas Bermudas podem ter ocorrido devido à reação dos hidratos de gás do fundo submarino. Mas Karin Andreassem, da Universidade Ártica da Noruega e também diretora-assistente do Cage (Centre for Arctic Gas Hydrate, Environment and Climate) rejeitou estas teorias. "Descobrimos muitas crateras grandes no fundo da região central do mar de Barents. Análises sugerem que a liberação de gás metano, quando o gelo recuou após a última Era do Gelo, formou estas crateras. Ainda temos que publicar estes resultados, então é tudo preliminar. O que posso dizer é que não estamos fazendo nenhuma ligação com o Triângulo das Bermudas", afirmou.
'CRATERAS GIGANTESCAS'
"As crateras são gigantescas, de até um quilômetro de diâmetro e 30 metros de profundidade, e são evidências da liberação de gás no fundo do mar", disse Andreassen. "Essa liberação pode ser ligada ao degelo dos hidratos de gás - o que é metano em forma de gelo - que se encontravam sob o leito marinho depois do fim da última Era do Gelo. Mas as condições durante a última Era do Gelo não podem ser comparadas com o que vemos hoje", acrescentou.
Os especialistas darão mais detalhes sobre a descoberta em abril, na Conferência Anual da União Europeia de Geociência. O Triângulo das Bermudas ficou famoso graças aos misteriosos desaparecimentos, mas outras investigações concluíram não ser comprovado que navios e barcos afundem mais nesta região do que em outras. Um estudo encomendado em 2013 pela rede WWF descobriu que as regiões mais perigosas do planeta para a navegação ficam no Mar do Sul da China, no Mediterrâneo e no Mar do Norte. O Triângulo das Bermudas nem está entre os dez primeiros da lista, apesar de ser uma das regiões de maior tráfego naval do mundo.

40 IDOSOS APRENDEM A USAR TABLETS E CELULARES EM CURSO DA USP SÃO CARLOS
Idosos conectados ao mundo digital através de smartphones e tablets. Essa é a proposta de um curso oferecido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos (SP). Com as aulas, 40 vovôs e vovós estão aprendendo a usar a tecnologia e a se "libertar" das explicações dos filhos e netos. O objetivo do projeto é ensinar o grupo a realizar tarefas úteis no cotidiano. Os idosos levam os próprios aparelhos e aprendem a fazer chamadas telefônicas, usar aplicativos, tirar fotos, gravar vídeos, enviar e-mails e brincar com jogos. Também perdem eventuais receios. "Eles têm muito medo de deixar o aparelho cair e não conseguir tocar no aplicativo", exemplificou Sandra de Souza Rodrigues, de 27 anos, uma das seis voluntárias que atuam sob supervisão de dois professores. “Se eu não fizer passo a passo a coisa não anda. Eles precisam ver que não é um bicho de sete cabeças”.
DOSE DUPLA
O casal Maria Moreno Temponi, de 73 anos, e Eduardo Temponi, de 76, resolveu participar do curso para aprender um pouco mais sobre as novas tecnologias e melhorar a comunicação com a família. “Meu neto me ajuda um pouco, tem paciência, mas é complicado. Eu quero saber o básico para me comunicar com meus filhos e netos”, disse Maria. “Eu ainda não fui picada pelo mosquito do celular”, completou. Foi Maria que pediu a Eduardo que participasse do curso e ele logo se acostumou. “Eu quero muito que ele aprenda. Durante o dia ele fica sem fazer nada, vai ser muito bom”, afirmou a esposa. “Eu era bancário e fui do tempo da máquina de escrever e do telefone que rodava e demorava cerca de duas horas para receber chamadas. Prefiro hoje em dia, em que as coisas estão menos complicadas”, disse Eduardo.
LIBERTAÇÃO
A aposentada Claudete Aparecida Rocha Pena, de 68 anos, está no segundo semestre do curso. Ela contou que não sabia usar os celulares mais modernos e foi aconselhada a trocar de aparelho durante uma viagem para Nova York. Agora, tem instalados aplicativos de cartões de aniversário, e-mail, YouTube, Skype, WhatsApp e jogos. “Eu tenho alguns grupos no WhatsApp, como o de ex-alunos, amigas e família. Coloco as informações do dia, dou 'bom dia' e 'boa noite' na hora em que acordo e quando vou dormir para todos os meus contatos, converso direto sobre tudo”, relatou. Ela também contou que, durante uma viagem, conseguiu utilizar o Google Maps para encontrar um endereço. “Meu marido ficou encantado com o aplicativo, essa nova tecnologia renovou minha vida”. A aposentada Acélia Maria Carneiro Rodrigues, de 65 anos, teve o incentivo da filha para ingressar no curso e também elogiou as ferramentas. Ela usa o Facebook, gravador de voz, calculadora e editor de fotos e recentemente começou a interagir em grupos no WhatsApp. “Agora converso mais pelo WhatsApp porque eu não pago. Tenho muitos grupos, como os da família, igreja e artesanato. Esse curso acaba sendo uma libertação dos nossos filhos, não preciso perguntar como fazer, já aprendi”, disse.
COMO PARTICIPAR
Para participar é necessário ter pelo menos 60 anos. As novas turmas serão abertas no segundo semestre e é possível obter mais informações pelo telefone (16) 3373-9146 ou pelo e-mail ccex@icmc.usp.br.

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