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segunda-feira, 14 de março de 2016

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GOVERNO QUER AUMENTAR IMPOSTOS PARA COMPENSAR A CPMF
Expectativa é cada vez mais forte de que a volta da CPMF não será aprovada BRASÍLIA - O governo prepara novos aumentos de tributos como um “Plano B” para o caso de o Congresso não aprovar a recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF). “Para não errar, pode dizer que estamos estudando todos os tributos”, disse um integrante da equipe econômica.  O orçamento deste ano já conta com R$ 10 bilhões em arrecadação da CPMF. Porém, a piora no quadro político reduziu as chances, que já eram pequenas, de recriação desse tributo. Diante de uma rejeição da proposta, o governo poderia simplesmente admitir um resultado ainda pior para as contas públicas. Mas essa não é uma alternativa sobre a mesa. “Não ficaremos inertes se não for possível aprovar a CPMF”, disse uma fonte. Ela, porém, não revelou quais impostos e contribuições poderiam ser elevados como alternativa. Num quadro de dificuldade de aprovação de medidas no Congresso Nacional, a opção mais viável são os tributos que podem ser elevados sem aprovação do Legislativo, como é o caso do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). As contribuições, como o PIS/Cofins, dependem de alteração na lei para serem elevadas, mas podem ser cobradas 90 dias depois de aprovadas. A pior alternativa são os impostos, pois esses só são elevados no ano seguinte à aprovação da lei. As medidas que dependem do Congresso despertam ceticismo nos corredores do Ministério da Fazenda. “Mais justo do que recriar a CPMF seria reverter as desonerações concedidas no passado só para alguns setores”, comentou um técnico. “Mas o ajuste do ex-ministro Levy, que fazia isso, não deu certo porque o Congresso não aprovou a tempo”. Assim, a CPMF é vista como a alternativa menos dolorosa para ajustar as contas nesse cenário de crise. “Ela traz para as contas públicas a estabilidade de que precisamos”, comentou uma fonte. Ela ressaltou que se trata de um tributo de fácil arrecadação e fiscalização. E, dessa vez, diz a fonte, o governo tomou o cuidado de preservar os contribuintes de menor renda – que eram os maiores prejudicados na edição anterior do “imposto do cheque”. Dessa vez, eles ficarão isentos do tributo. A decisão sobre se e quando os aumentos tributários entrarão em vigor depende da leitura que o governo faça do quadro político. Por enquanto, ainda está mantida a aposta na aprovação da CPMF. O governo alega que há espaço para elevar alguns impostos e contribuições, porque a carga tributária caiu 1% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008 para cá. Essa redução foi provocada pelas desonerações concedidas pelo governo para combater os efeitos da crise econômica.

PAÍSES MAIS CORRUPTOS TENDEM A TER PESSOAS MAIS DESONESTAS, DIZ ESTUDO
Uma pesquisa publicada pela revista “Nature” corrobora a ideia de que o nível de corrupção enraizado na sociedade e nos poderes públicos influenciam o grau de honestidade de cada indivíduo. Os professores Simon Gachter (Universidade de Nottingham) e Jonathan F. Schulz (Universdade Yale) observaram que pessoas que moravam em países mais corruptos são mais suscetíveis a tirar “índices” mais altos de desonestidade do que aqueles que vivem em sociedades mais "corretas". Eles analisaram o entorno dos indivíduos e a frequência da violação das leis e regras, usando parâmetros como corrupção, fraude política e evasão fiscal. "A conclusão é que as pessoas que vivem em sociedades mais corruptas têm mais probabilidades de ser desonestas do que as que habitam sociedades onde se desaprova a violação das normas", explicou Gachter. Para provar a teoria, os cientistas elaboraram um índice de 159 países conforme a saúde de suas instituições nas categorias corrupção, evasão fiscal e fraude política, tomando dados de 2003, primeiro ano em que essas informações foram disponibilizadas. Depois realizaram uma experiência com 2.568 jovens de 23 países representativos, entre eles China, Alemanha, Indonésia, Quênia, Suécia, Reino Unido e Colômbia - Tânzania e Marrocos ficaram entre os mais corruptos. O Brasil não esteve entre os países analisados. A experiência consistia na possibilidade de mentir para benefício próprio sem que ninguém descobrisse. Fechados em uma cabine sozinhos, os voluntários tinham que jogar duas vezes um dado e informar depois o primeiro número que tinham tirado. Quanto maior fosse o número, maior seria a quantidade de dinheiro recebida. Se as pessoas estivessem sendo honestas, todos os números tinham a mesma probabilidade de sair. Se não, os especialistas podiam calcular a distorção. "Não podemos dizer em nível individual se os voluntários foram ou não honestos, mas dentro de um grupo de pessoas, podemos extrair conclusões pelas leis da estatística", explicou Gachter, professor de Psicologia. "O que ficou claro imediatamente nos resultados é que, apesar de algumas trapaças, o povo é surpreendentemente honesto no mundo todo, visto que neste experimento podiam enganar com total impunidade", afirmou Gachter, acrescentando: "Não vimos mentiras flagrantes em nenhum país". No entanto, eles detectaram que os cidadãos que moravam em países com níveis de corrupção mais elevados tendiam a dizer que tinham tirado os números mais altos (e que rendiam mais dinheiro) que os de sociedades menos corruptas. "As pessoas limitam seu nível de desonestidade conforme o que percebem como aceitável em sua sociedade e o que enxergam a seu redor", explicou Gachter. Também foi possível constatar que as pessoas no mundo todo tendem a "trapacear um pouquinho" em seu favor. No experimento isso se traduziu no fato de que, em vez de informar o primeiro número tirado no dado, as pessoas diziam o número mais alto em qualquer das duas jogadas. Segundo Gachter, isto confirma a teoria psicológica de que "a pessoa quer manter uma imagem positiva de si mesma como honesta, por isso só trapaceará um pouquinho em seu benefício, o que lhe permite manter essa imagem própria". "Caso você viva em uma sociedade onde todo mundo quebra as normas, tem mais chance de pensar que fazer isso é bom", declarou Gachter. Os pesquisadores asseveram que as instituições frágeis, que permitem a corrupção e outras violações, "não têm efeitos econômicos negativos apenas para as sociedades, mas também para a honestidade intrínseca dos cidadãos".

VERSÃO ‘LIGHT’ DO FACEBOOK ATINGE 100 MILHÕES DE USUÁRIOS
O Facebook divulgou que o Facebook Lite atingiu 100 milhões de usuários. Lançado em junho de 2015 com foco em usuários que possuem conexões de baixa velocidade para acessar a internet, o Facebook Lite é uma versão mais leve e simplificada do aplicativo da rede social. De acordo com o Facebook, o Brasil é um dosprincipais países do Facebook Lite, presente no top 5 de usuários ao lado de Índia, Indonésia, Filipinas e México.  egundo a empresa, o aplicativo está disponível em mais de 150 países e 50 idiomas, e tem menos de 1 megabyte. Além do anúncio do número de usuários, o Facebook Lite também ganhou novas funções nesta quarta-feira: agora, há suporte para vídeos, upload de múltiplas fotos ao mesmo tempo, ampliação de fotos com um toque e até mesmo os simpáticos emojis. O Facebook Lite está disponível apenas para usuários do Android.

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