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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

RAPIDINHAS DO BLOG...

BC VAI 'MONITORAR' CENÁRIO PARA DEFINIR PRÓXIMOS PASSOS DA POLÍTICA DE JUROS
O Banco Central vai "monitorar" a evolução da economia até a próxima reunião, no início de 2016, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária, sugerindo que a taxa de juros pode voltar a subir. A avaliação consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que decidiu pela manutenção, pela terceira vez seguida, da taxa básica de juros, a Selic, em 14,25%.
O Comitê também indica a possibilidade de alta dos juros ao afirmar que "adotará as medidas necessárias de forma a assegurar o cumprimento dos objetivos do regime de metas, ou seja, trazer a inflação o mais próximo possível de 4,5% em 2016". Na ata anterior, da reunião de outubro, o Copom afirmava apenas que a política monetária "deve se manter vigilante" para assegurar o cumprimento da meta de inflação "no horizonte relevante".
INCERTEZAS
O Copom voltou a afirmar que ainda há incertezas em relação ao balanço de riscos, "principalmente, quanto à velocidade do processo de recuperação dos resultados fiscais e à sua composição", e que o processo de realinhamento de preços – ou seja, de contenção da inflação – tem se mostrado mais demorado e intenso que o previsto. Diante disso, a decisão de manter os juros não foi unânime – os diretores Sidnei Corrêa Marques e Tony Volpon votaram por uma elevação da taxa a 14,75%. "Parte de seus membros [do Copom] argumentou que seria oportuno ajustar, de imediato, as condições monetárias, de modo a reduzir os riscos de não cumprimento dos objetivos do regime de metas para a inflação", aponta o BC no documento. "No entanto, a maioria dos membros do Copom considerou monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião para, então, definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária".
META DE INFLAÇÃO
A inflação na meta central de 4,5% em 2016 era a principal promessa do comandante do BC, Alexandre Tombini, mas foi abandonada. Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. 

DANÇAR EM GRUPO LEVA A BEM-ESTAR E ESTREITA LAÇOS ENTRE JOVENS, DIZ ESTUDO
Danças coreografadas em grupo - como as que acompanham músicas como Macarena ou sucessos do axé e do pop - podem ter efeitos positivos para os adolescentes. Um estudo feito pela Universidade de Oxford avaliou o impacto da dança sincronizada em 264 adolescentes brasileiros recrutados em escolas da Ilha de Marajó, no Pará. Testes feitos após sessões de dança em grupo revelaram que os jovens apresentaram um nível maior de sociabilidade e um aumento da resistência à dor, o que indica uma maior quantidade de endorfina no organismo, neurotransmissor associado ao prazer e bem-estar. O estudo foi publicado em outubro na revista científica "Biology Letters". Para avaliar o impacto das danças coletivas sincronizadas, os pesquisadores separaram estudantes de ensino médio com idade média de 15 anos em 60 grupos de três pessoas cada. Os grupos misturaram meninos e meninas, que experimentaram a prática de diferentes tipos de movimentos e danças. A conclusão foi que aqueles que fizeram danças sincronizadas em grupo apresentaram maior resistência à dor e relataram uma maior facilidade de criar laços sociais, especialmente em relação a seus companheiros de dança, logo após a prática. O que ainda não está claro é por quanto tempo e em que intensidade a atividade pode levar a esse efeito."Pode ser que se você fizer uma coreografia em grupo por um momento em sua festa de Natal, isso seja suficiente. Você não precisa dançar a Macarena por horas para estabelecer esse efeito", disse o pesquisador Bronwyn Tarr, um dos autores do estudo, em entrevista ao jornal britânico "The Guardian".

EMPRESA DO JAPÃO CRIA 1º CELULAR QUE PODE SER LAVADO COM ÁGUA E SABÃO
A empresa japonesa Kyocera começará a vender na próxima semana o primeiro smartphone do mundo que pode ser lavado com água e sabão, anunciou a companhia na semana passada. Batizado como Digno Rafre, o aparelho será posto à venda no dia 11 de dezembro com um preço de 57 mil ienes (cerca de R$ 1,7 mil). Por ter "funcionamento impermeável", tela e carcaça podem ser lavados "à mão" com sabão. A impermeabilidade do telefone Digno Rafre permitirá ao usuário limpá-lo em uma torneira, tal como mostra seu vídeo promocional, ou que o aparelho não estrague se acidentalmente cair em um recipiente cheio de água, como em uma banheira ou um vaso sanitário. Além disso, a tela tátil pode ser utilizada enquanto está molhada. Segundo a Kyocera, o smartphone é voltado a famílias com crianças pequenas ou para aqueles que queiram consultar receitas enquanto cozinham. Este aparelho conta com uma bateria que permite utilizá-lo durante 21 horas sem interrupção e uma câmera de alta qualidade. Com este lançamento, o fabricante japonês pretende "ajudar" os usuários dos smartphones a manter limpos seus aparelhos limpos, cujas telas podem conter até 600 tipos de bactérias (30 vezes mais que as que existem em um vaso sanitário), segundo um estudo recente da Universidade de Barcelona.

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