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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

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PETROBRAS TEM QUE SE REINVENTAR 'AINDA MAIS', DIZ LEVY
O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que a Petrobras terá que se reinventar "ainda mais" após a queda dos preços dos commodities (produtos básicos com cotação internacional, como petróleo, minério de ferro e alimentos). Ele acrescentou que a estatal "é uma empresa que já mostrou que é capaz de se reinventar". "Resta pouca dúvida que há muita coisa para fazer na área de petróleo. A Petrobras está se reinventando, acho que ela tem que se reinventar ainda mais. É uma empresa que já mostrou que é capaz de se reinventar, e acho que se dermos espaço para ela respirar, tenho confiança que ela vai conseguir superar a fase atual e continuar fazendo coisas essenciais para o Brasil", disse o ministro. A declaração foi feita em evento no Rio de Janeiro, organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), em parceria com a agência de risco Standard & Poor’s. Levy destacou que a queda do preço das commodities tem afetado também empresas de outras áreas. "Tanto na parte de minério quanto na parte de óleo, a mudança nos preços dos commodities têm impacto importante", afirmou. De acordo com ele, esse momento é uma "grande oportunidade de a gente poder desenvolver uma porção de outros setores no Brasil e tornar ainda mais eficientes esses próprios setores", concluiu.
AJUSTE FISCAL E AUMENTO DE IMPOSTO
O ministro da Fazenda declarou ainda que o ajuste fiscal está quase concluído "do ponto de vista intelectual", contudo, as medidas precisam enfrentar a questão política, de votação no Congresso Nacional. “Muita gente só pensa no ajuste fiscal. Acho que o ajuste fiscal é muito importante. Tendo em vista do ponto de vista intelectual, o ajuste fiscal está quase que concluído”, afirmou Levy. O ministro avaliou que a meta de superávit primário (a economia para pagar juros da dívida pública) de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano que vem é "factível", mas destacou a importância da aprovação sem demora no Congresso das medidas relacionadas ao ajuste fiscal e ao Orçamento 2016. 
PRODUTIVIDADE FISCAL
O ministro afirmou, no entanto, que uma questão que se coloca é a estratégia para aumentar a produtividade. De acordo com ele, "se a gente não resolver as questões fiscais, se a gente não resolver questões do gasto, a gente continuará tendo problema com a política monetária, com os juros, em longo prazo". "A dificuldade disso é que, para o financiamento da nossa economia, se torna muito difícil dessa forma, porque os mecanismos tradicionais da produção estão esgotados. (...) o BNDES tem 60 anos, FGTS, a caderneta de poupança, tudo isso tem mais 50 anos, ou completa 50 anos, e quando a gente olha isso, tudo isso tem tamanho que já se esgotou". "Quando a gente olha no médio prazo, ou seja, a gente está pensando na retomada, a gente descobre que meramente viver da caderneta de poupança ou de outros depósitos compulsórios não vai acompanhar o crescimento do mercado imobiliário. (...) nessa nova arquitetura, que temos trabalhado o crédito livre, só vai acontecer se a gente tiver uma situação fiscal que permita que as taxas de juros a longo prazo caírem, o mesmo vale para o FGTS". "O Brasil cresceu demais, é uma boa notícia isso. Isso quer dizer que 50 anos depois, o Brasil é grande o suficiente para buscar novos mecanismos", concluiu. O governo tem enfrentado forte resistência para a recriação da CPMF, o imposto sobre transações financeiras, considerado crucial pelo governo para colocar as contas em ordem. "O que não foi votado em outubro, vai ser votado sabe-se lá quando. Estamos perdendo meses de arrecadação. Isso talvez signifique que você vai ter que aumentar o imposto mais do que o desejado? Talvez. Ou você vai ter que cortar os gastos mais do que tinha planejado? Talvez", disse ele. "Se você vai postergando as coisas, é óbvio que 0,7 ao longo de um ano é uma coisa, 0,7 ao longo de 8, 9 meses é muito mais difícil... Então, 0,7 é factível, mas quanto mais tempo demorar, mais difícil será", concluiu.
CÂMBIO
O ministro afirmou ainda que há dois setores que podem trazer resposta rápida, "digo, em 2016", ressaltou, influenciado pela valorização do dólar: o turismo e a indústria. "São setores competitivos a nível internacional. O câmbio que está aí, o turismo pode ser um fator de crescimento, relativamente de curto prazo. O próprio setor de petróleo do Brasil pode ser bastante competitivo, mesmo com o preço do petróleo baixo". De acordo com ele, o setor de máquinas e equipamentos "pode desenvolver realmente uma liderança". Ele completou ainda que a parte da aviação tem hoje também uma "posição bastante forte".


POPULAÇÃO PROPENSA A FRATURA GRAVE VAI DOBRAR EM 25 ANOS, DIZ ESTUDO
Um estudo da Fundação Internacional de Osteoporose prevê que o número de pessoas sob alto risco de fratura vai quase dobrar em 25 anos. A projeção foi feita com base no aumento da população global e com a mudança do recorte da faixa de idade que está sob mais risco, acima dos 50 anos. Segundo os pesquisadores, em 2040, o planeta terá 319 milhões de homens e mulheres sob risco de sofrer uma fratura grave -- de vértebra, antebraço, úmero ou quadril -- em comparação com os 158 milhões de anos estimados para 2010. Para projetar o número de pessoas sob risco de sofrer esses tipo de fratura os pesquisadores usaram uma simulação matemática que calculava quantas pessoas estavam em perfis de maior risco, considerando também outros fatores além de idade. Mulheres com sobrepeso e com histórico de problemas ortopédicos menos graves, por exemplo, têm maior probabilidade de sofrer uma fratura séria. Globalmente, 18% das mulheres têm algum risco de sofrer fratura desse tipo, enquanto entre homens o risco é de 3%, mas essa proporção vai aumentar, afirmam os pesquisadores, por causa do recorte populacional sob risco. Segundo os cientistas, a Ásia é o continente onde o está o aumento da ocorrência. O trabalho descreve a projeção epidemiológica, liderado pelo médico Anders Oden, da Universide de Sheffield (Reino Unido), foi publicado na revista "Osteoporosis International".

SERVIDOR PODERÁ VER CONTRACHEQUE EM TABLET OU SMARTPHONE
Os servidores, aposentados e pensionistas do Executivo federal poderão acessar seus contracheques dos últimos doze meses, além da prévia do mês seguinte e também dados cadastrais, por meio de smartphone ou tablet a partir de dezembro, informou o Ministério do Planejamento. O aplicativo Sigepe mobile, voltado para 1,4 milhão de servidores, estará disponível para sistemas operacionais Android e IOS. Atualmente, o acesso ao contracheque é o serviço mais acessado do Sigepe Servidor, que pode ser acessado por meio de uma página na internet. "Por mês, são mais de 1 milhão de visualizações. Além dessa funcionalidade, o aplicativo permite que o servidor receba um aviso quando a prévia do contracheque estiver disponível e apresenta gráficos com detalhes sobre rendimentos e descontos", informou governo federal. De acordo com Genildo Lins, secretário de Gestão Pública do Ministério do Planejamento, o uso de tecnologias móveis é uma tendência mundial. "Com o lançamento desse aplicativo, abrimos um novo canal de comunicação com os servidores públicos federais", avaliou ele. Em uma segunda etapa, a ser implementada no primeiro semestre de 2016, o governo informou que serão incluídas outras funcionalidades no aplicativo, como autorização e verificação de consignações; consulta e agendamento de férias. Para acessar o aplicativo, o usuário informará o CPF e a mesma senha do portal de Serviços do Servidor do Sigepe. Caso nunca tenha utilizado o site, o primeiro acesso deverá ser efetuado em www.sigepe.gov.br. Em caso de dúvidas, basta clicar no link “Dúvidas de Acesso”.

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