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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

RAPIDINHAS DO BLOG...

DILMA INCLUI EM LEI ORÇAMENTÁRIA RECEITA COM CPMF
Numa sinalização de que vai insistir na volta do imposto do cheque, a presidente Dilma Rousseff encaminhou nesta semana ao Congresso uma alteração à Lei Orçamentária de 2016 para incluir a arrecadação da CPMF na previsão de receitas do ano que vem. Na mensagem, a presidente informa que o impacto líquido na arrecadação com a CPMF será de R$ 24 bilhões. O governo espera que ela seja aprovada este ano para que a vigência do novo imposto aconteça a partir de abril de 2016. A conta do governo considera uma arrecadação total com a CPMF de R$ 32,25 bilhões, mas reduz parte da previsão de receitas com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no valor de R$ 8,2 bilhões. Essa estimativa representa, de acordo com o governo, um ganho líquido mensal de R$ 2,77 bilhões. Dilma fez uma avaliação relativamente otimista da situação política e entende que o governo tem conseguido recompor a base governista – ainda que, às vezes, a maioria seja apertada. Esta semana, durante reunião do G-20, a presidente reafirmou a necessidade de aprovação da CPMF e disse que esse “aumento não é para gastar mais, é para crescer mais”. Na proposta que chegou ao Congresso, a Receita Federal apresentou, na mensagem, simulações com o impacto da arrecadação com a CPMF em 2016, considerando-se diversas hipóteses para data de promulgação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) enviada ao Congresso, que estabelece a volta do tributo. Por essas simulações, se a CPMF for aprovada em fevereiro, com primeiro mês de cobrança em junho, a arrecadação estimada cai para R$ 18,467 bilhões. Caso seja promulgada em maio, com cobrança a partir de setembro, esse valor cai para R$ 10,157 bilhões. Na última hipótese, que prevê o mês de agosto para promulgação e vigência a partir de dezembro de 2016, o ganho líquido com a medida seria de apenas R$ 1,847 bilhão no ano. Foco. O dinheiro do imposto do cheque é imprescindível porque o aumento da tributação de combustíveis, em estudo pelo governo, não resolve o rombo das receitas do Orçamento de 2016 – ainda mais que a ideia do relator de Receita, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), de arrecadar R$ 10 bilhões com a venda de terrenos da Amazônia não prosperou. A insistência do governo em incluir as receitas com a CPMF no Orçamento de 2016 ocorre mesmo depois de o relator-geral de Orçamento, Ricardo Barros (PP-PR), avisar que não pretende incluir o tributo em seu parecer, que será votado na Comissão Mista de Orçamento. Depois da trégua que fez caminhar, nos últimos dias, a tramitação de alguns dos projetos mais importantes do ajuste fiscal, o governo avalia que pode conseguir apoio diante do agravamento do quadro da economia, que tem forçado parlamentares da base do governo e da oposição a mudarem o discurso de confronto total às medidas econômicas. Até o vice-presidente, Michel Temer, antes contrário à volta da CPMF, tem se mostrado mais simpático à criação do novo tributo. A aliados, tem afirmado que criar mais impostos nunca é a melhor solução, mas que entende que esse é um caminho para reequilibrar as contas do governo, desde que a taxação seja temporária. O governo acredita que a articulação que o Planalto tem feito com Estados e municípios aumentou a chance de o novo tributo receber o aval de deputados e senadores.

SEXO 1 VEZ POR SEMANA É SUFICIENTE PARA A FELICIDADE, DIZ ESTUDO
Qual a quantidade de sexo suficiente? Só uma vez por semana é suficiente para conseguir um nível ótimo de felicidade entre os matrimônios heterossexuais ou as relações de longo prazo, segundo um estudo publicado nesta semana. Os cientistas se basearam em entrevistas com mais de 30 mil norte-americanos durante quatro décadas, segundo detalhes do estudo publicado no periódico especializado Social Psychological and Personality Science. "Ainda que o sexo mais frequente se associe com mais felicidade, esta relação não é significativa a uma frequência maior que uma vez por semana", disse a pesquisadora Amy Muise, psicóloga social da Universidad de Toronto-Mississauga. "Nossas descobertas sugerem que é importante manter uma conexão íntima com nosso par, mas não é necessário ter sexo todos os dias se a conexão se mantém", acrescentou. Os pesquisadores observaram que o estudo não estava planejado para mostrar a relação de causa e efeito. Por isso ainda está indeterminado se a felicidade conduz os casais a terem uma relação sexual por semana ou ocorre o contrário. O estudo também foi limitado a casais. "De fato, não há associação entre a frequência do sexo e o bem-estar nas pessoas solteiras", disse Amy. Os resultados do estudo foram consistentes entre grupos diferentes de idades, gênero e a duração da relação - meses ou décadas. Amy indicou que os casais devem discutir se suas necessidades sexuais são satisfeitas, em lugar de simplesmente pressionar para ter mais sexo. "É importante manter uma conexão íntima com seu companheiro sem colocar muita pressão em ter relações sexuais com tanta frequência", disse.

GOOGLE+ VAI PASSAR POR REFORMA COMPLETA
O Google não desistiu do Google+, apesar de a rede social não ter alcançado as expectativas da empresa. Lançada em 2011, a rede social do Google vai passar por uma grande reforma nos próximos meses. De acordo com uma postagem no blog oficial do Google, o serviço vai ganhar uma nova cara, que vai destacar os recursos de comunidades e coleções, duas de suas funções mais populares. O Google não divulga o número de usuários ativos por mês do Google+, mas a empresa gera, automaticamente, um perfil na rede social para cada pessoa que cria uma conta para acessar qualquer outro serviço da empresa. Uma estimativa da consultoria Stone Temple mostra que 90% dos usuários nunca publicaram nada na plataforma. O Facebook, rede social mais popular do mundo, possui mais de 1,6 bilhão de usuários ativos por mês. No comunicado em que anunciou as mudanças no Google+ à imprensa, o diretor de produtos do Google, Eddie Kessler, afirmou que a reforma vai começar com o maior foco às comunidades e às coleções, porque são os recursos mais populares entre os usuários da rede social. Segundo ele, cerca de 1,2 milhão de pessoas começam a participar de comunidades (que funcionam de forma semelhante às comunidades do Orkut) por dia. As coleções, por sua vez, são páginas organizadas por um usuário da rede em torno de um único tema, assim como as páginas de fãs do Facebook. Em alguns casos, as coleções podem até ter mais de 40 mil seguidores – como acontece no Watch Project, em que se pode acompanhar as aventuras de um colecionador de relógios antigos. O Google+ também vai receber mudanças em seu aplicativo para dispositivos móveis para iOS e Android. Como se trata de um período de testes, os usuários podem optar pelas novas mudanças quando acessarem a rede social por meio da web. As primeiras alterações do Google devem levar alguns meses para se tornarem permanentes. 

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