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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

CITAÇÃO DO DIA

“Uma verdade que é dita com má intenção, derrota todas as mentiras que possamos inventar.” (WILLIAM BLAKE)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

GOVERNO MUDA PREVISÃO DA BALANÇA E ADMITE QUE PAÍS TERÁ DÉFICIT EM 2014
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mudou sua estimativa de superávit da balança comercial em 2014 para resultado negativo (déficit). A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação da pasta, Roberto Dantas, em coletiva concedida nesta semana. É a primeira vez que o governo admite que a balança pode fechar com déficit em 2014. O motivo da revisão foi o déficit de US$ 2,350 bilhões da balança em novembro, o pior resultado para o mês nos últimos 20 anos. O Brasil exportou US$ 15,6 bilhões no mês passado, uma redução de 25%, pela média, ante o mesmo mês do ano passado. Até então, o pior resultado para meses de novembro havia sido registrado em 1997 – quando houve déficit comercial de US$ 1,28 bilhão. Em novembro do ano passado, as exportações superaram as importações, resultando em superávit comercial, em US$ 1,73 bilhão. “O resultado de novembro, conforme dito antes, seria um divisor de águas. Diante deste resultado, o Ministério revisou a sua previsão de um pequeno superávit para uma perspectiva de déficit para o encerramento de 2014”, disse Dantas. Até o início de novembro, o governo trabalhava com a expectativa de superávit em todo o ano de 2014. Pela série histórica do Ministério do Desenvolvimento, não é registrado um déficit na balança comercial brasileira, para um ano fechado, desde 2000 – quando as importações superaram as compras exterior em US$ 731 milhões. Em novembro, as vendas para o exterior somaram US$ 15,64 bilhões e, com isso, despencaram 25% sobre novembro de 2013. Todas as categorias de produtos tiveram retração de exportações nessa comparação. As vendas de produtos básicos recuaram 25%; os manufaturados registraram queda de 31,7%; e as exportações de semimanufaturados caíram 6,2%. Ao mesmo tempo, as importações somaram US$ 17,99 bilhões em novembro, com queda de 5,9% sobre o mesmo mês de 2013. Nesta comparação, caíram os gastos de bens de consumo (-9,3%), de matérias-primas e intermediários (-8,3%) e de bens de capital, que são as máquinas e equipamentos para produção (-8,1%). Ao mesmo tempo, cresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (+9,8%). Nos onze primeiros meses deste ano, informou o governo, foi contabilizado um déficit de US$ 4,22 bilhões na balança comercial brasileira. Com isso, o saldo deste ano teve piora frente ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um déficit (importações maiores do que exportações) de US$ 268 milhões. Também foi o pior resultado, para o período de janeiro a novembro, desde 1998 – quando foi registrado um déficit comercial de US$ 6,11 bilhões. No acumulado de 2014, as exportações somaram US$ 207,61 bilhões, com média diária de US$ 898 milhões (queda de 5,7% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 211,83 bilhões, ou US$ 917 milhões por dia útil, uma queda de 3,9% em relação ao mesmo período de 2013. Com o fraco resultado da balança comercial no acumulado deste ano, fica muito difícil a confirmação da expectativa do governo federal de que haja superávit em todo ano de 2014. Essa previsão foi divulgada, novamente, pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Daniel Godinho, no início de novembro. Pela série histórica do Ministério do Desenvolvimento, não é registrado um déficit na balança comercial brasileira, para um ano fechado, desde 2000 - quando as importações superaram as compras exterior em US$ 731 milhões. Em 2013, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 2,56 bilhões, o pior resultado para um ano fechado desde 2000, quando houve déficit de US$ 731 milhões. De acordo com o governo, a piora do resultado comercial do ano passado aconteceu, principalmente, por conta do serviço de manutenção de plataformas de petróleo no Brasil, que resultou na queda da produção ao longo de 2013, e pelo aumento da importação de combustíveis para atender à demanda da economia brasileira. A expectativa do mercado financeiro para este ano, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, é de piora do saldo comercial. A previsão dos analistas dos bancos é de um saldo zero nas transações comerciais do país com o exterior. Já o BC prevê um superávit da balança comercial de US$ 3 bilhões para 2014, com exportações em US$ 240 bilhões e compras do exterior no valor de US$ 237 bilhões. O ministro indicado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, declarou que a promoção da competitividade na economia é o "desafio central" para avançar em uma "economia mundial cada vez mais integrada" e avaliou que a indústria tem um papel decisivo no crescimento do país. "O desafio central é promover a competitividade. O que significa reduzir custos sistêmicos e elevar a produtividade. A agenda da competitividade envolve várias áreas dentro do governo e demanda intensa articulação e coordenação. É papel primordial do Ministério do Desenvolvimento realizar essa tarefa. E colocar o tema da competitividade no centro da agenda política do país", acrescentou.

GOVERNO TEM QUE SINALIZAR META CONCRETA DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE CARBONO
Começou no dia 01 de dezembro, em Lima (Peru), a COP20 (20ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). Depois de um período de quase hibernação na opinião pública, o tema reapareceu com força na mídia quando, durante o encontro promovido pela ONU em setembro em Nova York, milhares de pessoas foram às ruas pedir aos líderes políticos mundiais ali reunidos que agissem diante da urgência climática global. Apesar de ser considerada por muitos como uma conferência intermediária, a COP de Lima leva a responsabilidade de desenhar as estruturas básicas para o futuro acordo climático. O que já será um grande desafio. Além disso, a COP20 acontecerá na América do Sul, que reúne alguns dos países com as maiores florestas nativas do planeta, como o Brasil, e que apresentam também enormes vulnerabilidades ao iminente aquecimento global. Nas negociações de clima, o Brasil sempre foi um país que trouxe contribuições, e, dessa vez, vai ao Peru com uma proposta de estrutura para o novo acordo. Tal sugestão é inovadora e tem o potencial de resolver um impasse que há anos breca o avanço de um acordo entre os 192 países que participam da convenção. A proposta brasileira apresenta uma diferenciação na forma como os países irão se comprometer com a redução de suas emissões domésticas, mas tem em vista o objetivo global de reduzir os impactos das mudanças climáticas como um todo.  E já que o Brasil quer se engajar para valer nesse jogo, seria de se esperar, por exemplo, que o governo sinalizasse uma meta concreta para reduzir suas emissões após 2020. A União Europeia já se comprometeu a reduzir pelo menos 40% de suas emissões até 2030; os Estados Unidos esperam cortar 28% até 2025, e a China falou em atingir o pico das emissões até 2030. Entre os maiores emissores de gases estufa, o Brasil tem que se apressar em desenvolver uma meta que seja coerente com a sua contribuição histórica nas emissões globais. Porém, não tem sido esse o sinal que vem de Brasília. Nossas emissões no setor de energia mais que duplicaram na última década e a tendência é continuar aumentando com a priorização em hidrelétricas - que desmatam e liberam gás metano e gás carbônico - e, pior ainda, em termelétricas, altamente poluentes. O PNE 2050 (Plano Nacional de Energia para 2050) prevê que a frota de automóveis nas ruas quadruplique até 2040, desconsiderando alternativas de transportes, como o aumento de transporte coletivo, por exemplo.  A pergunta é: qual o futuro que nos espera? Em tempo de aguda crise hídrica e eventos climáticos extremos pipocando em todo o país é preciso buscar a saudável coerência. Com a COP20 ocorrendo em nossa vizinhança, temos de aproveitar a oportunidade e mostrar que os grandes impactados com as mudanças climáticas também são os que buscam estar na vanguarda da redução das emissões. Nós, da América Latina, queremos rumar seguramente pelos caminhos do desenvolvimento sustentável, precisamos disso, e sabemos que é possível cumprir essa missão, ao mesmo tempo em que ajudamos a garantir a segurança climática para o mundo.

WINDOWS 8 E 8.1 FINALMENTE SUPERAM O WINDOWS XP, ABANDONADO HÁ 8 MESES
Foram necessários quase 8 meses de abandono, mas parece que finalmente o Windows XP está se tornando coisa do passado. Nos relatórios mais recentes da Net Applications, o sistema operacional de 2001 finalmente foi superado em número de usuários pela soma de pessoas que utilizam as versões 8 e 8.1 do Windows. Com o abandono do XP pela Microsoft, viu-se um declínio grande do uso do sistema operacional no último mês. O sistema tinha 17,18% do público em outubro, mas este número caiu para 13,57% durante novembro.
Ao mesmo tempo, subiram os números de pessoas nas versões mais recentes. O Windows 8.1 tem 12,1% dos usuários de desktops, contra 10,92% do mês passado, enquanto o 8 tem 6,55%, pequeno avanço em relação aos 5,88% de outubro.  No total, os dois mantém 18,65% da fatia total de desktops. No entanto, isso não significa que todos os usuários do XP estão necessariamente migrando para o Windows 8. Isso porque o percentual do W7 também aumentou e não foi pouco. O sistema operacional mais popular do mundo chegou a 56,41% do mercado, um salto considerável em relação a outubro, quando a marca era de 53,05%. A Microsoft recentemente também lançou o preview do Windows 10, mas a base instalada é pequena demais para ser considerada pelo estudo. O Vista, no entanto, ainda aparece na lista, com 2,65% dos desktops. 

CINEMA NO BLOG

ASSEDIO SEXUAL (1994)
Disclosure 

FICHA TÉCNICA
Outros Títulos:
Revelação (Portugal)
Harcèlement (França, Canadá)
Rivelazioni (Itália)
Acoso (Espanha)
Acoso sexual (México, Argentina)
Enthüllung (Austria, Alemanha)
Afsløring (Dinamarca)
Skamgrepp (Suécia) 
Pais:
Estados Unidos
Gênero:
Drama
Direção:
Barry Levinson
Roteiro:
Paul Attanasio
Produção:
Barry Levinson, Michael Crichton
Design Produção:
Neil Spisak
Música Original:
Ennio Morricone
Fotografia:
Tony Pierce-Roberts
Edição:
Stu Linder
Direção de Arte:
Charles Breen, Richard Toyon
Figurino:
Gloria Gresham
Guarda-Roupa:
Linda Matthews, Nancy Cone, Fran Allgood e outros
Maquiagem:
Ronnie Specter, Cheri Minns, Alan D'Angerio e outros
Efeitos Sonoros:
Harry Cohen, Eric Thompson, Marc Fishman e outros
Efeitos Especiais:
Steve Galich, Jeff Frink, Morgan Guynes
Efeitos Visuais:
Eric Brevig, Scott Frankel, Bill Kimberlin e outros

ELENCO
Michael Douglas
Tom Sanders
Demi Moore
Meredith Johnson
Donald Sutherland
Bob Garvin
Rosemary Forsyth
Stephanie Kaplan
Dylan Baker
Philip Blackburn
Michael Laskin
Arthur Kahn
David Drew Gallagher
Spencer Kaplan
Caroline Goodall
Susan Sanders
Jack Shearer
Fred Price
Roma Maffia
Catherine Alvarez
Dennis Miller
Mark Lewyn
Suzie Plakson
Mary Anne Hunter
Nicholas Sadler
Don Cherry
Jacqueline Kim
Cindy Chang
Faryn Einhorn
Eliza Sanders
Trevor Einhorn
Matt Sanders
Kate Williamson
Barbara Murphy
Farrah Forke
Adele Lewyn
Melanie Henderson
Secretária de Garvin

PRÊMIOS
Festival do Cinema Internacional de Santa Barbara, EUA
Prêmio Modern Master (Michael Douglas)
Círculo de Críticos de Cinema de Londres, Inglaterra
Prêmio Roteirista do Ano (Paul Attanasio)

VIDEOCLIPE

SINOPSE
Tom Sanders sempre se considerou um importante funcionário da DigiCom.  Depois de anos de trabalho para a Empresa, ele aguarda a qualquer momento sua promoção à vice-presidência.  Para sua surpresa, toma conhecimento que, face aos planos de fusão da DigiCom com uma outra empresa, está chegando, para assumir a tão sonhada vice-presidência, Meredith Johnson, uma bela mulher que, no passado, fora sua amante. Logo em seu primeiro dia de trabalho, Meredith convoca Sanders para uma reunião depois do expediente.  Não imaginando suas reais intenções, ele prepara todo o material relativo ao seu Departamento e, na hora marcada, vai até a sala de Meredith. Ao chegar lá, acha estranho uma garrafa de vinho, com duas taças, e o ambiente à meia-luz.  Após trancar a porta da sala, ela lhe pede para que massageie seus ombros.  Em seguida, parte para fazer sexo oral.  Agora bem casado, Sanders procura neutralizar os avanços dela, ao mesmo tempo em que percebe que está sofrendo um assédio sexual por parte de sua nova chefe.  Depois de várias tentativas, ele a abandona, ocasião em que ela jura que vai acabar com ele.  Ao chegar em casa, ele omite o ocorrido para a mulher, na esperança de resolver o incidente no máximo em uma semana. No dia seguinte, quando pretende denunciar o caso, Sanders descobre que é ele quem está sendo acusado de assédio sexual.  Agora, sua carreira e sua vida particular estão em jogo.  A Empresa tende a acreditar na versão de Meredith e, para evitar um escândalo, oferece a ele um cargo inferior numa outra cidade.  Disposto a provar sua inocência, ele procura um Escritório de Advocacia, a quem entrega o caso. A Empresa, ao tomar conhecimento de sua decisão, procura fazer um acordo que evite que o assunto chegue à imprensa.  A essa altura, Sanders desconfia que há muito mais interesses envolvidos e que existe algo errado por trás de toda essa situação... e somente ele poderá provar que Meredith é a verdadeira culpada por tudo.

COMENTÁRIOS
Adaptação do livro de Michael Chricton, "Assédio Sexual" é um bom filme.  Realizado pelo cineasta Barry Levinson, esse drama trata do caso de um homem que é seduzido por sua chefe e é ainda por ela acusado por assédio sexual. A direção de Levinson não é das melhores, muito embora conte com um bom roteiro e diálogos inteligentes.  No elenco, o maior destaque fica por conta da atuação de Michael Douglas.  Donald Sutherland, como sempre, tem uma atuação sóbria, enquanto Demi Moore não está nos seus melhores dias.

por Carlos Augusto de Araújo

TURISMO NO BLOG

FESTIVAL DA LAGOSTA AGITA ICAPUÍ-CE
Imagine um lugar onde você pode degustar uma das mais saborosas iguarias da culinária cearense, a lagosta, em pratos inovadores com receitas que incluem desde o requinte do ratatouille até o tradicional alho e óleo. Visualize ainda um lugar onde, além de poder saborear essas delícias, pode-se deslumbrar com belas paisagens e desfrutar de um banho de mar morninho em praias rodeadas de coqueirais e falésias. Sim, esse lugar existe e se chama Icapuí. De 5 a 7 de dezembro, o município recebe o IX Festival da Lagosta, na Praia de Barreiras, com atrações gastronômicas e artísticas. O evento movimenta o turismo da região e proporciona experiências gastronômicas inesquecíveis para os viajantes que querem conhecer um pouco mais da cultura, cozinha e belezas naturais do lugar, que fica distante cerca de 200 km de Fortaleza. Nesta edição, 15 empreendimentos do setor turístico do município - entre restaurantes, barracas de praia e meios de hospedagem - irão participar do Salão de Gastronomia, cada um com um estande em uma arena onde o visitante poderá degustar diversas receitas de lagosta e outros frutos do mar. Entre elas, lagosta ao molho de maracujá, grelhada, ensopada e na massa. O ticket dos pratos será vendido a R$ 15.
PROGRAMAÇÃO MUSICAL
Além de saborear essas delícias, o público poderá acompanhar a programação musical gratuita e dançar ao som do autêntico forró pé-de-serra. Neste ano, a temática do festival é "Lagosta & Forró - Lagosta is for all" e a proposta é resgatar o tradicional estilo cearense, prestigiando artistas locais como Kôka, talento de Icapuí; Cacimba de Aluá; Augusto Bonequeiro; Gil Forrozeiro e Waldonys. A expectativa de público é de cinco mil pessoas durante o evento.
ARTESANATO
Uma das novidades desta edição do Festival da Lagosta é o espaço que será destinado à comercialização do artesanato local e de produtos do grupo Mulheres de Corpo e Alga da comunidade de Barrinha, que produzem artigos de higiene artesanais, como sabonete e shampoo, a partir das algas marinhas que existem em abundância no município. O festival é uma realização da Associação Grupo de Desenvolvimento do Turismo em Icapuí - GDTur, tendo como apoiadores o Governo do Estado através da Casa Civil, do Sebrae no Ceará e Prefeitura de Icapuí, com a produção executiva de J. A. Lima Produções. De acordo com Geraldo Meneses, secretário do GDTur, o objetivo principal do festival é divulgar o destino de Icapuí, explorando a gastronomia local, em especial a lagosta, que é um ícone. "O evento possui um objetivo cultural também no sentido de disseminar o modo local de trabalhar com a lagosta", afirma. O empresário informa ainda que nesta edição o festival terá um momento solene em homenagem aos grandes apoiadores da iniciativa.
PRÉ-EVENTO
Para preparar as empresas para o Festival da Lagosta, o Sebrae/CE realizou capacitações com temáticas que são fundamentais para o sucesso do evento. O primeiro deles foi em higiene e manipulação de alimentos, que ensina processos para garantir a segurança alimentar dos consumidores. O outro voltado para o atendimento, com foco no garçom, e o terceiro em práticas de inovação em receitas à base de lagosta e frutos do mar. O Sebrae apoia o Festival da Lagosta, pois entende que esse tipo de evento contribui para aprimorar os serviços e qualificar as micros e pequenas empresas envolvidas na cadeia produtiva da gastronomia, tornando-as mais sustentáveis.
MAIS INFORMAÇÕES
IX Festival da Lagosta de Icapuí
De 5 a 7 de dezembro, na Praia de Barreiras. Gratuito.
Contatos: (85) 86414400 (84), 91271682 e (88) 34323025 

CIRCULA NA INTERNET


IMAGEM DO DIA

Uma bela imagem na aprazível e acolhedora Natal - RN - Brasil.

PIADA DO BLOG

ÍNDIO NA ESTRADA
Vinha um senhor com seu carrinho viajando... Num certo ponto avistou um homem deitado na pista. Parou o carro e foi lá ver o que era. Chegando lá viu um índio deitado no chão com o ouvido encostado no asfalto. Aí o homem perguntou:
- Ei, seu índio, o que aconteceu?
E o índio responde:
- Mercedes prata, placa CCC-4141, de São Paulo, a mais de 150 km/h!
E o senhor espantado exclama:
- Caramba índio! Você sabe tudo isso só de encostar o ouvido no chão?
E o índio responde:
- Não homem branco burro! Mercedes atropelou índio!

TEXTO DO BLOG

QUEM PAGA O ROMBO DE 2015
por Luiz Soares das Terras Nordestinas*

Para mim, parece que foi ontem que assisti alguns dos debates, claro, tanto no primeiro como no segundo turno das eleições brasileiras, com ênfase na presidência da república.
Se os dois candidatos, na reta final, pleiteassem o cargo de presidente pela primeira vez, até que poderíamos engolir, mesmo que amargamente a verdadeira realidade da vida econômica e financeira do país. Que nada, um com a experiência de ter administrado um Estado; enquanto que o outro, praticamente estaria divulgando, esclarecendo ou até mesmo justificando o seu desempenho administrativo, como presidente.
Hoje, podemos afirmar que aquele cenário foi digno de um verdadeiro Circo dos Horrores. Mentiras. Tendências falaciosas. Apologia ao populismo. Cinismo para com a verdade. Indiferença para com a roubalheira. Desmantelo da economia. Ânsia em manter sob o tapete os desmandos presidenciais. Tornar prioridade a necessidade de outros países, em detrimento da economia e o progresso do povo brasileiro.
Diria, com um altíssimo grau de inconformismo que o circo, sob o ponto de vista da honestidade pegou fogo. As palavras ditas, soltas ao vento, bem que poderiam servir de argumento para se exigir – exigir – sérias e irreversíveis penalidades a uma cidadã que mentiu sem o mínimo critério de honradez. Quem sabe se no Código de Defesa do Consumidor pudéssemos encontrar todos os ingredientes para alavancar uma retaliação publica, com efeito jurídico, de caráter irrevogável, utilizando o chavão de PROPAGANDA ENGANOSA!
Ela sabia, como sabe que teremos de enfrentar um rombo nas contas públicas da ordem aproximada de R$ 100 bilhões de reais, em 2015. O valor real financeiramente falando, para muitos seria apenas uma cifra, sem que se tenha um paradigma na vida do cotidiano. Mas, se atinarmos para algo que possamos entender, melhor tentar encontrá-los bem rapidamente. O economês tem os seus entendimentos; mas, convenhamos, para a grande maioria da população, melhor dizer que receberemos para 10 dias e teremos que nos manter durante os 20 dias restantes; e, assim completar o mês.
Tudo isso é o fruto das mentiras alardeadas, via meios de comunicação durante o período das últimas eleições, de norte a sul, do leste ao oeste do globo terrestre. Dentre muitas destacaremos apenas algumas das inverdades: - perda da credibilidade na política econômica – perda no grau de confiabilidade no tocante ao investimento – o PIB em curva descendente acelerada – os bancos públicos encolhendo no capital gerador de renda e ocupação de mão de obra, para dar visibilidade a projetos e programas sociais, sem possibilidade de emancipação financeira – escalada dos custos, com a alta dos preços que corroem os míseros ganhos, especialmente dos assalariados – alta do dólar e quedas das commodities, destruindo o pouco que ainda resta do superávit primário – preços forçadamente congelados, especialmente dos derivados do petróleo (combustíveis e gás de cozinha) e da energia elétrica.
Para muitos estes serão os ingredientes que irão nos tornar cada vez mais – indignados! Para outra grande parte da população que vivem apenas da consciência oportunista, abnegados, fanáticos e radicais filhos do poder, melhor cantar os versos imortais de uma índole que ainda teima em lhes confortar: se não tem água, eu furo um poço; se não tem carne, eu compro um osso, boto na sopa e deixo andar!
Te cuida Brasil.

(*) Luiz Soares é professor aposentado da Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, Engenheiro Agrônomo e produtor de frutas irrigadas no município de Baraúna/RN.

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
Após ter fechado com forte desvalorização na véspera, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve nova queda na terça-feira (2) após pregão instável. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 1,27%, aos 51.612 pontos.
BOLSAS DO MUNDO
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
TOTAL (PTS)
Dow Jones - Estados Unidos
+0,52%
+93,08
17.869,88
S&P 500 - Estados Unidos
+0,59%
+12,15
2.065,59
NASDAQ COMPOSITE
+0,68%
+32,14
4.759,49
DAX Frankfurt - Alemanha
-0,30%
-29,43
9.934,08
CAC 40 - França
+0,25%
+10,97
4.388,30
Euro Stoxx 50 - Europa
+0,17%
+5,44
3.238,35
Merval - Argentina
-0,07%
-7,13
9.359,43
Nikkei 225 - Japão
+0,42%
+73,12
17.663,22
SSE Composite - China
+3,10%
+83,16
2.763,32
Hang Seng - China
+1,23%
+286,85
23.654,30
02/12/2014 18h30 | Thomson Reuters

MOEDAS
MOEDA
COMPRA (R$)
VENDA (R$)
VAR (%)
Dólar Comercial
2,5670
2,5685
+0,39%
Euro
3,1820
3,1832
-0,27%
Libra
4,0186
4,0205
-0,15%
Peso Argentino
0,3012
0,3014
+0,43%
02/12/2014 18h30 | Thomson Reuters

INFLAÇÃO
ÍNDICE
VALOR (%)
IBGE IPCA Month
0,42%
INPC IBGE (mês)
54,00%
BR IPC-Fipe Infl
FIPE
IPC-DI FGV (mês)
0,24%
IGP-DI FGV (mês)
1,10%
IGP-M FGV (mês)
0,77%
IPA-DI FGV (ano)
-4,08%
ICV Dieese (mês)
0,93%
02/12/2014 18h30 | Thomson Reuters   

JUROS E POUPANÇA
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
Selic (ano)
11,25%
CDI (ano)
10,80%
TJLP - Taxa de juros de longo prazo (trimestre)
5,00%
TR - Taxa referencial (mês)
0,1053%
Poupança (mês)
0,547%
02/12/2014 18h28 | Thomson Reuters
  
COMMODITIES
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
COTAÇÃO (US$)
Prata
-
+0,01
16,43
Platina
-
-23,62
1.213,98
Petróleo WTI
+1,07%
+1,01
95,25
Ouro
-
-11,32
1.199,11
Petróleo Brent
-2,37%
-1,72
70,82
Paládio
-
-4,19
799,31

02/12/2014 18h30 | Thomson Reuters

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

CITAÇÃO DO DIA

“Todos os Estados bem governados e todos os príncipes inteligentes tiveram cuidado de não reduzir a nobreza ao desespero, nem o povo ao descontentamento.” (NICOLAU MAQUIAVEL)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

EXPECTATIVA DE VIDA NO BRASIL AUMENTA PARA 74,9 ANOS, DIZ IBGE
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta segunda-feira mostram que a expectativa de vida ao nascer, no Brasil, aumentou de 74,6 para 74,9 anos, no ano passado. A chamada tábua de mortalidade está publicada na edição de hoje do Diário Oficial. Em 2012, a expectativa média de vida ao nascer era de 74,6 anos, o que correspondia a pouco mais de 74 anos e meio de vida. Em 2013, a expectativa cresceu e já chega perto de 75 anos. Calculada anualmente pelo IBGE, a tábua de mortalidade mostra uma ampliação crescente na expectativa de vida dos brasileiros. Em 2011, a expectativa média de vida estava em 74,1 anos. Em 2002, a projeção era, então, de 71 anos. Comparando desde 1980, o aumento na expectativa de vida do brasileiro ao nascer foi de 12,4 anos, tendo passado de 62,5 para 74,9. Esse aumento foi maior para mulheres, que, nesses 23 anos, viram sua esperança de vida ao nascer aumentar de 65,7 para 78,6, um aumento de 12,9 anos. No caso dos homens, a variação foi de 59,6 para 71,3, ou 11,7 anos a mais. Nesse intervalo de 23 anos, a unidade da federação que registrou maior aumento na expectativa de vida foi o Rio Grande do Norte (ganho de 16,8 anos), seguido de Pernambuco (15,9), Paraíba (15,3), Alagoas (14,7) e Ceará (14,2), todos estados do Nordeste, onde as taxas de mortalidade infantil eram altas no início da década de 80, e caíram significativamente desde então. Os menores ganhos foram registrados no Rio Grande do Sul (9,1 anos), Distrito Federal (10,5), Amazonas (10,5) e Pará (10,6). Analisando apenas os dados de 2013, os estados com maior expectativa de vida são Santa Catarina (78,1 anos), Distrito Federal (77,3) e São Paulo (77,2). O Rio (75,2 anos) apresenta a oitava maior expectativa. As unidades da federação em pior situação são o Maranhão (69,7 anos), Alagoas (70,4) e Piaui (70,5). As taxas de expectativa de vida são altamente impactadas pelos números de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) e na infância (até 5 anos de idade). A taxa de mortalidade infantil de 2013 foi de 15 para cada mil nascidos vivos. Em 1980, essa proporção chegava a 70 por mil. No caso da mortalidade na infância (até 5 anos), ficou em 17,4 por mil. Era de 84 por mil em 1980. A maior taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Maranhão (24,7 por mil nascidos vivos), enquanto a menor foi em Santa Catarina (10,1 por mil). O IBGE destaca que o país com maior expectativa de vida do mundo, o Japão, apresenta uma mortalidade infantil de apenas duas mortes por mil, tendo esperança de vida ao nascer de sua população de 83 anos. Outra boa notícia registrada na publicação foi que a mortalidade dos jovens de 15 a 24 anos, os mais afetados pela violência, também caiu nesses 33 anos analisados, mas isso se deveu quase que exclusivamente às mulheres. Em 1980, de cada mil jovens mulheres de 15 anos, aproximadamente 12 não completavam os 25 anos de idade. Em 2013, essa taxa entre mulheres jovens caiu para apenas cinco entre mil. Já no caso dos jovens do sexo masculino, as taxas ficaram praticamente estabilizadas. Em 1980, de cada mil jovens homens de 15 anos de idade, 23 morriam antes de completar 25 anos de idade. Em 2013, essa proporção foi de 22 por mil.

CIENTISTAS DESCOBREM ‘ESCUDO INVISÍVEL’ QUE PROTEGE A TERRA DE RADIAÇÃO PERIGOSA
Um “escudo invisível”, formado por processos de natureza ainda não totalmente compreendida pelos cientistas, ajuda a proteger a Terra de uma perigosa radiação vinda do espaço. Identificado entre os dois Cinturões de Van Allen — faixas que concentram partículas eletricamente carregadas ao redor do planeta devido à atuação do seu campo magnético —, o escudo bloqueia elétrons em alta velocidade (e, portanto, de alta energia) a cerca de 11 mil quilômetros da superfície. A exposição a esses elétrons é capaz de “fritar” os circuitos eletrônicos de satélites e representa também uma séria ameaça à saúde de astronautas. Caso bombardeassem a superfície do nosso planeta, tais partículas praticamente inviabilizariam o desenvolvimento da vida nele. A descoberta do escudo, que os cientistas compararam aos campos de força que protegem as naves da série de ficção “Jornada nas estrelas”, foi possível graças a dados acumulados durante os 20 primeiros meses de operação das sondas gêmeas Van Allen. Elas foram lançadas pela Nasa em agosto de 2012 justamente para estudar os cinturões de mesmo nome e, particularmente, a maneira como eles são afetados pelo chamado clima espacial — o constante vento solar e as eventuais tempestades geomagnéticas provocadas por erupções de nossa estrela. O que não se previa é que as sondas detectariam um “limite” para a ocorrência dos elétrons de alta energia que compõem grande parte do cinturão externo, localizado a aproximadamente 2,8 vezes o raio da Terra, ou cerca de 11 mil quilômetros de altitude. — É como se esses elétrons estivessem se chocando com uma parede de vidro no espaço — compara Daniel Baker, diretor do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA, e principal autor de artigo sobre o achado, publicado na edição desta semana da revista “Nature”. — Como os escudos criados pelos campos de força em “Jornada nas estrelas” e usados para repelir as armas de alienígenas, o que estamos observando é um escudo invisível que bloqueia esses elétrons. É um fenômeno extremamente intrigante. Até agora, os cientistas achavam que esses elétrons de alta energia, que circulam em torno do nosso planeta a mais de 160 mil quilômetros por segundo — ou mais da metade da velocidade da luz —, fossem lentamente atraídos em direção às camadas mais altas da atmosfera da Terra, onde então seriam gradualmente absorvidos pelas moléculas do ar. Mas a barreira aparentemente impenetrável detectada pelas sondas impede até que eles cheguem tão perto. Diante disso, os pesquisadores analisaram uma série de cenários que poderiam explicar como este escudo foi criado e se mantém. O primeiro suspeito foi o próprio campo magnético da Terra, cujas linhas de força aprisionam os elétrons e prótons capturados do vento solar e de outros processos astrofísicos nos Cinturões de Van Allen, fazendo com que eles “quiquem” de um polo ao outro. Essa explicação, porém, foi descartada diante do fato de que, mesmo sobre a chamada Anomalia do Atlântico Sul — um “buraco” no campo magnético perto da costa oriental da América do Sul onde ele é cerca de 30 vezes mais fraco do que em qualquer outra região de nosso planeta e poderia servir como passagem para que os elétrons de alta energia atingissem a atmosfera —, essas partículas mantiveram a respeitosa distância limite de cerca de 11 mil quilômetros. Já outra explicação envolveria a ação de transmissões de rádio de longo alcance e baixa frequência feitas pela própria Humanidade e que alguns cientistas propuseram serem capazes de “expulsar” grande parte dos elétrons de alta energia das proximidades do nosso planeta. Mas, embora essas transmissões tenham se mostrado realmente capazes de “vazar” até alta atmosfera, os dados das sondas da Nasa revelaram que as ondas de rádio só afetam elétrons com energias moderadas, e não os que viajam a velocidades mais próximas à da luz. Assim, os pesquisadores se voltaram para a chamada plasmasfera, a gigantesca e tênue nuvem de gases frios e ionizados que se espalha em torno da Terra a partir de uma altitude de cerca de mil quilômetros até algumas dezenas de milhares, para além do Cinturão de Van Allen externo. Segundo os cientistas, ondas magnéticas de baixa frequência produzidas pela plasmasfera, tal como o “chiado” em uma transmissão de rádio, seriam as responsáveis por desviar os elétrons de alta energia, “erguendo” o escudo. Ainda assim, Baker acredita que o “chiado” da plasmasfera é apenas parte da explicação, e seria preciso ver como essa barreira vai se comportar quando atingida por tempestades geomagnéticas mais intensas. — Creio que o fundamental aqui é continuar a observar essa região em grandes detalhes, o que agora podemos fazer graças aos poderosos instrumentos a bordo das sondas Van Allen — diz. — Se o Sol eventualmente bombardear a magnetosfera terrestre com uma ejeção de massa coronal, suspeito que ela será capaz de romper o escudo por um período de tempo.

FORMA PELA QUAL LÁGRIMAS PASSAM PELA CÓRNEA PODE SER SOLUÇÃO DE BIOMETRIA
As lágrimas podem expor nossas emoções mais íntimas -e também poderiam ajudar a proteger nossas informações mais privativas na web. O optometrista australiano Stephen Mason descobriu uma nova maneira de usar leitura digital das lágrimas das pessoas para transformá-las em senhas, o que ele define como "o primeiro sistema de senha biométrica do planeta". O foco dele é a córnea, e não a íris, que costuma ser usada como norma na maior parte dos sistemas de leitura ocular, porque os criminosos cibernéticos não têm como copiar a maneira pela qual as lágrimas mudam os olhos. O leitor desenvolvido por ele consegue reconhecer uma pessoa porque cada córnea tem um mapa único. Mas, se um criminoso tentar utilizar os dados deixados por uma pessoa, a máquina descobriria e consideraria a tentativa inválida, porque nenhuma pessoa teria leituras idênticas em dois ou mais acessos. "A superfície da córnea fica úmida de lágrimas, de modo que nossos dados variam de momento a momento", ele disse. "Cada conjunto de dados que capturo de qualquer olho oferece variações realmente minúsculas". A esperança é que essa tecnologia possa ser incluída em celulares inteligentes, com os quais poderia ser usada para confirmar pagamentos e permitir acesso a serviços como e-mails ou documentos sensíveis on-line. Também poderia ser incorporada a caixas eletrônicos ou portas. De fotos íntimas roubadas de contas de celebridades no serviço iCloud e divulgadas na internet a um ataque à cadeia Home Depot -a maior violação de segurança conhecida em um grupo de varejo-, a ascensão do crime cibernético vem promovendo uma busca mundial por maneiras melhores de confirmar a identidade das pessoas. Senhas simples continuam a ser o meio mais comum de proteção aos dados individuais, mas muitos especialistas e companhias de tecnologia acreditam que elas sejam ultrapassadas e pretendem recorrer a meios biométricos para substituí-las. A Identity X, uma companhia de segurança sediada nos Estados Unidos, usa identificação por voz como meio de reconhecer as pessoas que tentam obter acesso remoto a serviços bancários. O banco Barclays vai usar scanners no Reino Unido para identificar clientes pessoa jurídica por meio dos padrões das veias em seus dedos. Entre as companhias que usam leitores mais convencionais de impressões digitais estão a Apple, que equipou seus modelos iPhone 5 e iPhone 6 com esse recurso; Samsung, que tem um sistema como esse em seu celular Galaxy mais recente; e Lenovo, a fabricante chinesa de computadores, que usa leitores de impressões digitais em seus laptops Thinkpad. Vinny Sakore, gerente de segurança de computação em nuvem na International Computer Security Association Labs, disse que senhas provavelmente são o principal motivo para que sistemas sejam violados.