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quinta-feira, 31 de julho de 2014

CITAÇÃO DO DIA

“Trabalho distrai a vaidade, engana a falta de poder e traz a esperança de um bom evento.”  (Anatole France) 

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

CONTA DE LUZ DEVE FICAR MAIS CARA POR 2 ANOS PARA CUSTEAR ELÉTRICAS
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse na terça-feira, 29, que o impacto do empréstimo para as distribuidoras será de 8 pontos porcentuais na tarifa de energia. O aumento será repassado à conta de luz dos consumidores a partir de 2015 e permanecerá na tarifa por dois anos.  "O reajuste leva em consideração um conjunto de fatores, mas podemos dizer que o empréstimo terá um impacto no reajuste dessa ordem de grandeza (8 pontos porcentuais)", afirmou Rufino.  Segundo ele, esse aumento será tratado como um componente financeiro, que entrará na tarifa em 2015, permanecerá por dois anos, até 2017, e será retirado ao final desse período. O início do repasse ao consumidor dependerá na data do reajuste tarifário anual de cada distribuidora. O diretor-geral disse ainda que outros fatores podem ter um impacto negativo na tarifa, de forma a reduzir o valor do reajuste de 2015, mas não fez projeções para esse aumento tarifário. "Não estou com isso querendo dizer que o reajuste no ano que vem será de 8%, pois o reajuste leva em consideração outros fatores", acrescentou.  A devolução à União das usinas da Cesp, Cemig e Copel, que geram cerca de 5 mil MW médios, deve contribuir para reduzir o aumento, pois o valor cobrado pela energia dessas usinas na conta de luz será bem menor. Segundo Rufino, essa devolução terá um impacto "bastante relevante" e será capaz de "neutralizar, em grande parte, se não na totalidade, o impacto do empréstimo".  Ainda de acordo com ele, um regime de chuvas mais favorável pode contribuir para reduzir o valor da energia no mercado de curto prazo, o que ajuda a reduzir o patamar dos reajustes. O financiamento feito pelo consórcio de bancos e intermediado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deve totalizar R$ 17,7 bilhões para as empresas. Desse total, R$ 11,2 bilhões já foram repassados e outros R$ 6,5 bilhões devem ser fechados nas próximas duas semanas.

PRIMEIRA FÁBRICA DO PAÍS EXCLUSIVA DE MOSQUITO DA DENGUE TRANSGÊNICO É INAUGURADA
As prefeituras de Piracicaba e Campinas estudam utilizar um mosquito geneticamente modificado como arma adicional no combate à dengue. Nesta semana a empresa britânica responsável pela tecnologia inaugurou sua primeira fábrica no Brasil. Instalada em Campinas, a unidade produz exemplares do Aedes aegypti que tiveram seu DNA alterado para não deixar descendentes, estratégia que reduziria a população do mosquito na natureza e diminuiria a incidência da doença. O método já foi liberado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) em abril, mas a comercialização dos insetos transgênicos ainda precisa ser autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Testes feitos na Bahia apontam redução de mais de 90% na população de Aedes aegypti nos locais em que os mosquitos transgênicos foram utilizados. Como ainda aguarda a liberação para a comercialização, a empresa britânica Oxitec, criadora da tecnologia, busca parceiros governamentais para o uso dos mosquitos em novas pesquisas. “Já tivemos reuniões com cerca de 20 municípios para apresentar a técnica”, diz Glen Slade, diretor global de desenvolvimento de negócios da Oxitec do Brasil. “É bem possível que façamos convênios de pesquisa com alguns deles nos próximos meses, até em cidades do Estado de São Paulo”. Campinas e Piracicaba são duas das prefeituras que já foram apresentadas à tecnologia e que estudam utilizá-la de forma experimental. Segundo Sebastião Amaral Campos, coordenador do Plano Municipal de Combate à Dengue da Secretaria da Saúde de Piracicaba, um projeto já foi montado pelos técnicos da pasta, mas ainda aguarda a aprovação do prefeito Gabriel Ferrato (PSDB). “É uma tecnologia inovadora e achamos que vale a pena ser testada”, disse Campos, presente na inauguração da fábrica. O plano da secretaria é liberar os mosquitos transgênicos em uma região com 5 mil habitantes. A cidade tem 385 mil moradores. A prefeitura de Campinas também diz estar estudando a eficácia e uso da técnica. A gestão afirmou, porém, que, caso utilizados, os mosquitos transgênicos seriam uma ferramenta complementar e não substituiriam as ações já realizadas. Custo. A estimativa da Oxitec é que o serviço custe, para uma cidade de 50 mil habitantes, de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões no primeiro ano e R$ 1 milhão nos anos seguintes. A fábrica inaugurada nesta terça-feira pode produzir 2 milhões de mosquitos machos adultos por semana (clique aqui para ver vídeo). Os mosquitos transgênicos têm um gene extra responsável por liberar uma proteína que impede que as larvas do inseto cheguem à fase adulta. A estratégia consiste em soltar os machos transgênicos na natureza para que eles copulem com as fêmeas selvagens, sem que haja descendentes. Só machos são soltos porque eles não picam e não transmitem a doença. Embora já tenha sido liberado pela CTNBio, o uso dos mosquitos é questionado por organizações da sociedade civil que dizem que os testes não são conclusivos. Um dos argumentos usados pelas entidades, entre elas a associação AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, é que o município baiano de Jacobina, onde o mosquito foi testado no ano passado, vive epidemia de dengue neste ano. Segundo a Oxitec, Jacobina teve só 5% do território tratado com o mosquito. A empresa diz que apresentou à CTNBio dossiê de 900 páginas com as conclusões das pesquisas.

BANDA LARGA FIXA ESTÁ EM 35,53% DOS DOMICÍLIOS DO BRASIL
A internet de banda larga fixa está presente em 35,5% dos domicílios brasileiros. Em junho, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou 23,22 milhões de assinantes do serviço. A região com maior número de assinantes é a Sudeste (14 milhões), o que corresponde a 49,49% dos domicílios da região. Em São Paulo, onde 60,3% dos lares têm internet, há 8,85 milhões de assinantes. Na Região Sul, há 4 milhões de acessos ao serviço, o que coloca a internet de banda larga fixa em 40,24% dos lares. Na Região Norte, há 676.417 acessos ao serviço, presente em 14,15% dos lares. No Nordeste, são 2,68 milhões de assinaturas – o correspondente a 15,75% dos lares. Já na Região Centro-Oeste, o total de assinantes chega a 1,8 milhão (35,68% das residências). A unidade federativa que tem menor percentual de residências com esse tipo de internet é o Maranhão, onde o serviço atende a apenas 8,63% dos lares, o correspondente a 164.012 assinaturas. Em penúltimo lugar está o Amapá, onde a banda fixa se faz presente em 9,37% das residências, o que corresponde a 18.489 assinaturas. 

RIVISTA DO MINO


SAÚDE NO BLOG

A OFICINA DE MEMÓRIA
por João Roberto D. Azevedo

Exercícios cerebrais feitos de maneira rotineira apresentam efeitos muito positivos. Semelhante ao que ocorre com exercícios musculares realizados para se manter a forma física, a atividade cerebral também deve ser realizada com freqüência, sempre procurando-se estimular nossos principais sentidos: olfato, gosto, tacto, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência. Esse tipo de exercício pode ser denominado "Fitness" Cerebral.
O declínio de nossas funções mentais, que ocorre com a idade, se deve em grande parte à falta de atividade mental que com freqüência segue paralelamente ao envelhecimento. Vários trabalhos científicos realizados em diversos países demonstram claramente que o declínio mental que ocorre com a idade pode ser evitado.
O conceito de que a função faz o órgão aplica-se tanto ao "fitness" muscular quanto ao "fitness" cerebral. Devemos identificar nossas diversas habilidades mentais e exercitá-las, sempre com regularidade. Devemos estimular nossas percepções, nossa memória (recente e antiga) , noções espaciais, habilidades lógicas e verbais, etc.
Os exercícios cerebrais nada mais são do que estímulos às funções cerebrais que podem estar decadentes devido à idade e que já foram ativas no passado. A ativação deve ser feita diariamente, durante as atividades normais, como o caminhar, durante as refeições ou mesmo durante as compras.
Todo dia procure observar um objeto ou pessoa e desenhe suas principais características. No fim de semana procure recordar as figuras. É um tipo de exercício de memória.
Procure identificar ingredientes dos alimentos pelo gosto e cheiro. Faça isto diariamente e depois procure recordar dos mesmos. Memorize os preços das coisas sempre que possível e procure recordá-las mais tarde.
Procure identificar as pessoas pela voz, ao usar o telefone, por ex. Memorize números de telefones. Memorize no fim do dia as pessoas com quem falou. Depois, procure lembrar-se do mesmo para toda semana. Utilize sempre de anotações para consultas posteriores.

INÚMERAS OUTRAS SITUAÇÕES PODEM SER CRIADAS A PARTIR DESTAS IDÉIAS
A OFICINA DE MEMÓRIA foi criada a partir destas idéias. É um trabalho que envolve o estudo da memória, suas características e os fatores que atuam sobre ela. São discutidas e vivenciadas estratégias que mantêm e ampliam as funções mentais. Utiliza método desenvolvido de maneira simples e divertida, de administração da memória que tem sido aprimorado ao longo de anos de experiência clínica com resultados bastante favoráveis. 
É desenvolvida por profissionais da SONI - SOCIEDADE NEUROLÓGICA INTEGRADA : professoras Maria Helena Morgani de Almeida (doutoranda da Faculdade de Saúde Pública da U.S.P.) e Janaína Balabanowa (mestranda da Faculdade de Saúde Pública da U.S.P.) e pelo Dr. João Roberto D. Azevedo (médico neurologista e diretor clínico da SONI )

(*) Dr. João Roberto D. Azevedo Médico neurocirurgião Autor do livro "Ficar Jovem Leva Tempo… Um Guia para Viver Melhor". Editora Saraiva. E-mail: jrobert@dialdata.com.br

CIRCULA NA INTERNET

A ATITUDE DE QUEM É EDUCADO


IMAGEM DO DIA

Uma bela imagem na região de Quixadá - CE - Brasil.

PIADA DO BLOG

DEIXAR DE SER BICHA
A bichinha vai ao psicólogo dizendo que quer mudar de vida.
- O que o levou a escolher esse tipo de vida? - pergunta-lhe o psicólogo.
- Não foi eu quem escolheu! Fui forçado a isso! Quando eu tinha uns 12 ou 13 anos, estava brincando no jardim lá de casa, quando o meu primo veio por trás, me agarrou e abusou de mim ali mesmo! Foi um horror!
- Mas você não poderia ter escapado? Não tentou correr?
- Tentar eu tentei, mas de salto alto e saia justa, cadê velocidade?

TEXTO DO BLOG

O ENCONTRO
por Luis Fernando Verissimo*

Os peixinhos nadavam por entre as nossas pernas. Estávamos no mar em frente à casa do José Paulo e da Maria Lecticia Cavalcanti, praia do Toquinho, Lagoa Azul, Pernambuco, Brasil, América do Sul, Terra, Via Láctea, Universo, com água pela cintura. Quem éramos nós? Millôr e Cora, Gravatá, Lucia, eu e peixinhos anônimos. Zé Paulinho e Maria Lecticia tinham providenciado tudo para que o prazer dos seus hóspedes fosse completo: sol decididamente pernambucano, céu e mar de um azul irretocável, uma mesa flutuante com guarda-sol em cima coberta de coisinhas para comer e bebidinhas para beber. A um sinal do Zé Paulinho, vinha mais camarão, mais marisco, mais caipirinha, mais pássaros, menos pássaros, mais brisa, menos brisa - e de repente, descendo na nossa direção pela praia como uma aparição, um convidado convocado pelos Cavalcantis para que o dia fosse mais que perfeito: o Ariano Suassuna. De calção de banho! Ele entrou no mar, e os peixinhos continuaram nadando entre as nossas pernas, sem nenhuma curiosidade intelectual. Eles só estavam ali para pegar os restos da mesa flutuante, alheios ao grande momento, como se um encontro de Millôr Fernandes e Ariano Suassuna com água pela cintura acontecesse todos os dias. Nós, ao contrário dos peixinhos, nos encharcávamos do momento. Eu, chupando um picolé de mangaba - eu mencionei que também havia picolés de mangaba? - finalmente descobria o sentido da palavra "embasbacado". Depois do encontro no mar, um almoço magnífico - não fosse comandado pela dona Maria Lecticia. E o dia mais que perfeito terminou com uma visita a um terreno próximo onde o Zé Paulinho criava bodes. Nosso anfitrião queria nos mostrar um animal que importara da África do Sul e que, de tão antipático e posudo, recebera do Suassuna o apelido de "Somebode".
Show. Uma aula do Suassuna era um show, um show do Suassuna era uma aula. Além de produzir ele mesmo boa parte da cultura contemporânea da sua terra, Suassuna conhecia como ninguém a História (e as histórias), as artes e as tradições do Nordeste, esse outro mundo dentro do Brasil, e lutava para mantê-las vivas. Tinha uma memória fantástica, poemas enormes decorados inteiros para qualquer ocasião, e era notável sua capacidade de, aparentemente, se perder em digressões quando falava sobre determinado assunto, a ponto de criar uma expectativa nervosa na plateia - será que ele volta para o assunto ou não volta? - e retomar o que estava dizendo do ponto exato da digressão, para alívio geral. O Brasil perdeu um tesouro.

(*) Luis Fernando Veríssimo é escritor.

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
BOLSAS DO MUNDO
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
TOTAL (PTS)
Dow Jones - Estados Unidos
-0,19%
-31,75
16.880,36
S&P 500 - Estados Unidos
+0,01%
+0,12
1.970,07
NASDAQ COMPOSITE
+0,45%
+20,20
4.462,90
DAX Frankfurt - Alemanha
-0,62%
-59,95
9.593,68
CAC 40 - França
-1,22%
-53,28
4.312,30
Euro Stoxx 50 - Europa
-0,67%
-21,31
3.169,23
Merval - Argentina
+6,94%
+580,67
8.937,62
Nikkei 225 - Japão
+0,18%
+28,16
15.646,23
SSE Composite - China
-0,09%
-1,95
2.181,24
Hang Seng - China
+0,37%
+91,68
24.732,21
30/07/2014 20h39 | Thomson Reuters

MOEDAS
MOEDA
COMPRA (R$)
VENDA (R$)
VAR (%)
Dólar Comercial
2,2452
2,2457
+0,65%
Euro
3,0074
3,0110
-0,01%
Libra
3,7966
3,8011
-0,02%
Peso Argentino
0,2743
0,2747
0,00%
30/07/2014 20h40 | Thomson Reuters  
   
INFLAÇÃO
ÍNDICE
VALOR (%)
IBGE IPCA Month
0,40%
INPC IBGE (mês)
54,00%
BR IPC-Fipe Infl
FIPE
IPC-DI FGV (mês)
0,24%
IGP-DI FGV (mês)
1,10%
IGP-M FGV (mês)
0,77%
IPA-DI FGV (ano)
-4,08%
ICV Dieese (mês)
0,93%
30/07/2014 20h39 | Thomson Reuters   

JUROS E POUPANÇA
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
Selic (ano)
11,00%
CDI (ano)
10,89%
TJLP - Taxa de juros de longo prazo (trimestre)
5,00%
TR - Taxa referencial (mês)
0,1250%
Poupança (mês)
0,611%
30/07/2014 20h40 | Thomson Reuters
  
COMMODITIES
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
COTAÇÃO (US$)
Prata
-
+0,01
20,60
Platina
-
+2,60
1.475,50
Petróleo WTI
+1,07%
+1,01
95,25
Ouro
-
+1,56
1.296,26
Petróleo Brent
0,00%
0,00
106,03
Paládio
-
+2,00
878,00

30/07/2014 20h48 | Thomson Reuters

quarta-feira, 30 de julho de 2014

CITAÇÃO DO DIA

“Se todos duvidarem de ti, pergunte-lhes se acreditam em si mesmos. Se todos duvidarem de tua capacidade, pergunte-lhes se estão onde tanto almejavam estar. Se todos julgar-te culpado, pergunte-lhes se não fariam algo parecido em mesma situação e também pergunte para si mesmo se eles não tem razão.”  (Bia Tombasco) 

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

BRASIL SERÁ AFETADO POR CRISE ARGENTINA
O Brasil não deverá ficar imune à piora da economia da Argentina, independentemente da decisão dos próximos dias - com a declaração da moratória ou com o pagamento dos credores em negociação. Diante da atual fragilidade externa, o governo da Argentina deverá ser obrigado a fazer um superávit comercial mais expressivo, o que tende a impactar a compra de produtos brasileiros. No primeiro semestre, as exportações da Argentina superaram as importações em apenas US$ 3,684 bilhões, uma queda de 28% na comparação com o mesmo período do ano passado. "Qualquer que seja a situação acertada nos próximos dias, a Argentina vai ter de segurar mais as importações", diz José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). O nó da Argentina e a necessidade de segurar as importações se dá porque as receitas de exportação deverão ser menores. Assim como o Brasil, a Argentina é uma grande exportadora de produtos básicos, como soja e milho, que estão com preços em queda no cenário internacional. A única alternativa, então, seria reduzir a compra dos produtos de outros países. A Argentina é uma das principais compradoras de produtos manufaturados das empresas brasileiras. "Um superávit de US$ 7 bilhões da Argentina não é suficiente para pagar o custo de energia", afirma Castro. Para o mercado financeiro internacional, uma economia dispõe de boa saúde financeira no comércio exterior quando as reservas são equivalentes a quatro meses de importação. Como a Argentina importou US$ 73 bilhões no ano passado, ela teria de dispor de US$ 24 bilhões. Porém, se o país tiver de pagar os credores que travam a batalha atual, as reservas financeiras recuarão para entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões - sem levar em conta novos pedidos de renegociação. Recessão. A balança comercial brasileira já tem enfrentado problemas por causa da crise Argentina. A economia do país vizinho está em recessão e ele já vem comprando menos do Brasil. Os dados do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio Exterior mostram que a participação argentina nas vendas para o exterior corresponderam a 6,71% (US$ 7,4 bilhões) do total no primeiro semestre, abaixo dos 8,15% (US$ 9,3 bilhões) de 2013. Atualmente, a Argentina é o terceiro país que mais importa do Brasil. Mas está muito próxima da Holanda, responsável por 6,25% das compras. "O Brasil está sendo afetado pela gestão macroeconômica da Argentina. As restrições que foram impostas para as nossas importações prejudicaram a indústria, em especial a automobilística", diz Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da consultoria Tendências. A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) estima, por exemplo, que as vendas para os argentinos deverão somar neste ano cerca de US$ 50 milhões. Em 2013, foram exportados US$ 120 milhões. "Recentemente houve uma piora para receber os valores que tínhamos embarcado", afirma Heitor Klein, presidente executivo da Abicalçados. O setor de máquinas e equipamentos também deve ter um resultado pior nas vendas para a Argentina. Os números da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram uma redução de 23% (de US$ 882,6 milhões para US$ 682,8 milhões) nas exportações para a Argentina entre janeiro e maio deste ano ante o mesmo período de 2013. "Se ocorre um agravamento da situação financeira do País, existe obviamente uma menor demanda por investimento", afirma Klaus Curt Müller, diretor de comércio exterior da Abimaq.

SATÉLITE CBERS-4 SERÁ LANÇADO EM DEZEMBRO
Os trabalhos de montagem do novo satélite sino-brasileiro, CBERS-4, estão caminhando bem e o plano é lançá-lo da China por volta do dia 7 de dezembro, um ano após a perda do seu antecessor, o CBERS-3. “O cronograma de trabalho está sendo cumprindo rigorosamente, sem nenhum problema até o momento”, disse o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, em entrevista exclusiva ao Estado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada nesta semana no Acre. “Estamos fazendo um esforço gigantesco com os chineses para que tudo funcione na hora certa, e por enquanto está funcionando dessa forma”. O CBERS-3 foi perdido em 9 de dezembro de 2013, após uma falha no foguete de lançamento chinês, modelo Longa Marcha 4B. Um dos motores do foguete parou de funcionar alguns segundos antes da hora, de modo que o satélite não atingiu a velocidade mínima necessária de 8 km/s para permanecer em órbita e, depois de ser liberado do foguete, começou imediatamente a perder altitude e caiu de volta na Terra – sendo completamente destruído durante a reentrada na atmosfera. Leia a reportagem completa sobre a queda aqui: http://migre.me/kDxXN  Coelho, que estava na China para assistir ao lançamento junto com o então ministro da Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp, contou ao Estado como foi receber a notícia da perda do satélite, que carregava com ele enormes expectativas para o programa espacial brasileiro – dentro do qual o CBERS é peça absolutamente fundamental. “Foi um baque muito pesado para nós”, disse. “Todo mundo ficou muito abatido; muita gente chorando”. Foi a primeira falha no lançamento de um Longa Marcha 4B registrada pelos chineses, que têm hoje talvez o programa espacial mais dinâmico e avançado do mundo. “Eles também ficaram bastante abalados e assumiram na hora a responsabilidade pela falha”, contou Coelho. A investigação do acidente, segundo ele, revelou que o problema foi causado por um acúmulo de detritos na linha de combustível de um dos dois motores do foguete, que causou uma obstrução parcial da linha. A pressão aumentou demais por conta disso e o motor desligou automaticamente, para impedir uma explosão. Depois disso, os chineses mandaram abrir e inspecionar os motores e linhas de combustível de todos os seus foguetes, para ter certeza de que o problema não acontecerá novamente. Já no dia seguinte ao acidente, Coelho convocou uma reunião em Pequim e propôs adiantar o lançamento do CBERS-4 em um ano (inicialmente, ele seria lançado apenas no final de 2015). “Eles trouxeram estudos preliminares mostrando que era possível, mas que seria muito difícil; exigiria providências enormes dos dois lados.” Por fim, ficou decidido que o lançamento seria adiantado, mas que o satélite precisaria ser montado e integrado na própria China, e não no Brasil (no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, em São José dos Campos), como estava programado. O CBERS-4 é um irmão gêmeo do CBERS-3, e suas peças já estavam todas na China para servirem de “sobressalentes”, no caso de algum problema de última hora surgir antes do lançamento. Assim, em vez de trazer as peças de volta para o Brasil para montar o satélite e depois ter de enviá-lo de volta para a China, optou-se por montá-lo lá mesmo, com a participação dos engenheiros e técnicos brasileiros. Para mais informações sobre o programa CBERS e a importância dele para o Brasil, veja: http://migre.me/kDxZi  Apesar de ter recentemente completado 20 anos de existência, a AEB até hoje não possui um equipe própria de servidores. Todos os funcionários da agência, incluindo o presidente, são servidores emprestados de outras instituições federais – um forte indício da falta de prioridade dada historicamente ao programa espacial pelo governo federal. Essa situação está prestes a mudar em outubro, com a realização do primeiro edital da AEB, para contratação de 66 servidores, seguido de uma segunda rodada em 2015, para mais 66 vagas, segundo Coelho.

FACEBOOK DEVE ‘OBRIGAR’ USUÁRIOS A USAR MESSENGER
O Facebook impedirá seus usuários de mandar mensagens usando o seu principal aplicativo de rede social para dispositivos móveis. Quem quiser conversar com seus contatos de forma privada terá de baixar o app Messenger (iOS, Android e Windows Phone), exclusivo para esse tipo de atividade, usado hoje por mais de 200 milhões de pessoas ativamente todo os meses, segundo a empresa. “Nos próximos dias, continuaremos a notificar ainda mais pessoas, dizendo que se elas quiserem enviar e receber mensagens de seus contatos no Facebook, elas terão que baixar o app Messenger”, disse a rede social em comunicado, publicado pelo TechCrunch. “Como dissemos, nosso objetivo é focar os esforços da nossa equipe de desenvolvimento no Messenger para garantir que seja a melhor experiência mobile de chat”. A estratégia de se dividir em dois aplicativos acabou de ser adotada pelo Foursquare, que se resumiu a ser um app de recomendações de lugares, enquanto o Swarm – da mesma empresa – é agora o responsável pelos check-ins. Embora seja preferível usar o Messenger para mensagens por conta da agilidade – segundo o Facebook, o app realiza a tarefa em uma velocidade 20% maior que o app tradicional da rede social –, muitos usuários podem ficar descontentes com a ideia de ter de abrir dois aplicativos para navegar sobre o mesmo ambiente (o app do Facebook hoje permite ver a própria linha do tempo, demais posts, páginas e mandar mensagens apenas mudando janelas internamente). 

CINEMA NO BLOG

MEDOS PRIVADOS EM LUGARES PÚBLICOS (2006)
Coeurs
FICHA TÉCNICA
Outros Títulos:
Cuori (Itália)
Private fears in public places (Estados Unidos)
Asuntos privados en lugares públicos (Espanha)
Herzen (Alemanha)
Corazones (Argentina)
Pais:
França, Itália
Gênero:
Drama, Romance
Direção:
Alain Resnais
Roteiro:
Jean-Michel Ribes
Produção:
Bruno Pésery
Design Produção:
Jacques Saulnier, Solange Zeitoun
Música Original:
Mark Snow
Fotografia:
Eric Gautier
Edição:
Hervé de Luze
Direção de Arte:
Jean-Michel Ducourty
Figurino:
Jackie Budin
Guarda-Roupa:
Claire Chanat
Maquiagem:
Delphine Jaffart, Sylvie Aid
Efeitos Sonoros:
Jean-Marie Blondel, Thomas Desjonquères, Gérard Lamps
Efeitos Especiais:
Géraldine Banet, Karine Dubois, Stéphane Ruet e outros
Efeitos Visuais:
Frédéric Moreau

ELENCO
Sabine Azéma
Charlotte
Isabelle Carré
Gaëlle
Laura Morante
Nicole
Pierre Arditi
Lionel
André Dussollier
Thierry
Lambert Wilson
Dan
Claude Rich
Arthur
Françoise Gillard
Apresentadora de TV
Anne Kessler
Apresentadora de TV

PRÊMIOS
Academia do Cinema Europeu
Prêmio FIPRESCI (Alain Resnais)
Sindicato Francês dos Críticos de Cinema, França
Prêmio da Crítica de Melhor Filme (Alain Resnais)
Festival Internacional de Veneza, Itália
Prêmio Pasinetti de Melhor Atriz (Laura Morante)
Prêmio Leão de Prata de Melhor Direção (Alain Resnais)

INDICAÇÕES
Festival Internacional de Veneza, Itália
Prêmio Leão de Ouro (Alain Resnais)
Prêmios César - Academia das Artes do Cinema, França
César de Melhor Direção (Alain Resnais)
César de Melhor Roteiro
César de Melhor Som
César de Melhor Design de Produção
César de Melhor Música escrita para um Filme
César de Melhor Edição
César de Melhor Fotografia
César de Melhor Figurino

VIDEOCLIPES


SINOPSE
Durante um inverno em Paris, Nicole procura um novo apartamento contando com a ajuda de um agente imobiliário, Thierry, com a exigência de ter espaço suficiente para que seu noivo, Dan, possa ter seu próprio escritório apesar de sua condição de desempregado. Dan, por outro lado, um militar de carreira recentemente expulso do exército, passa seus dias no bar de um novo hotel situado no 13º Distrito Administrativo da cidade, onde confia a Lionel, o barman, suas desventuras profissionais e sentimentais. Thierry trabalha com Charlotte, fá de um programa televisivo religioso de nome “Ces chansons qui ont changé ma vie”. Ela, ao final do dia, ao deixar a agência imobiliária, vai tomar conta do agressivo e debilitado pai de Lionel, aquele que trabalha como barman do novo hotel do 13º Distrito. Finalmente, quando Nicole deixa de tolerar a constante embriaguez de Dan e a sua falta de objetivos após ter sido demitido do exército, ele decide colocar um anúncio no jornal, e acaba por conhecer Gaëlle, a irmã mais nova de Thierry. Esta procurava secretamente o amor, recorrendo inclusive aos pequenos classificados.

COMENTÁRIOS
Baseado numa peça do dramaturgo inglês Alan Ayckbourn, “Medos Privados em Lugares Públicos” é um ótimo filme do cineasta francês Alain Resnais. Sua trama fala da solidão vivida por pessoas de meia-idade, isoladas e muitas vezes voltadas para o materialismo ou o espiritual. Na direção, Resnais nos brinda mais uma vez com um trabalho admirável, ao jogar com as cores, as sombras, a luz, os ângulos de câmera. Tudo isso, acompanhado da bela música de Mark Snow. Para completar, os atores como Sabine Azéma, Lambert Wilson, André Dussollier e ainda Pierre Arditi se mostram perfeitos em seus respectivos papéis.


por Carlos Augusto de Araújo

TURISMO NO BLOG

EM FOZ DO IGUAÇU, PARQUE INAUGURA EXPOSIÇÃO COM RÉPLICAS DE DINOSSAUROS
Foz do Iguaçu conta com uma nova atração, o Vale dos Dinossauros. Inaugurado na semana passada o espaço traz réplicas dos répteis extintos e faz parte do Foz do Iguaçu Park Show, onde também funciona o Museu de Cera Dreamland. Espalhadas pelos 800 metros quadrados do parque, estão réplicas de 20 espécies, incluindo adultos, filhotes e, inclusive, alguns ainda dentro de ovos. Uma das atrações é o Tiranossauro Rex, conhecido como o maior dinossauro que já existiu, cuja réplica tem a altura de um prédio de quatro andares: 23 metros de comprimento, da boca à calda.
VALE DOS DINOSSAUROS
Todas as réplicas expostas no Vale dos Dinossauros produzem sons e têm movimentos robóticos –eles movimentam a cauda e os braços, abrem a boca e mexem os olhos.
Os ingressos para visitar o espaço custam R$ 40 para adultos. Idosos, moradores da região e estudantes pagam R$ 20, enquanto Crianças entre 7 e 12 anos entram por R$ 25. Menores de 7 anos e deficientes físicos não pagam.
Os mesmos valores são cobrados para quem visita o Museu de Cera Dreamland. Mas quem quiser conhecer os dois atrativos tem desconto –para adultos, R$ 70. Crianças de 7 a 12 anos, R$ 50. Idosos, moradores da região (com comprovante) e estudantes, R$ 40.
MUSEU DE CERA
Inaugurado no dia 13 de junho, o Dreamland conta com 80 personalidades em tamanho real, em 16 cenários diferentes. No elenco, estão Michael Jackson, Leonardo di Caprio, Gisele Bündchen e até Barack Obama. Para as crianças, há o cenário "kids", onde estão Bob Esponja, Chapolin e Homer Simpson, entre outros personagens.
FOZ DO IGUAÇU PARK SHOW
ONDE rod. das Cataratas, Km 14
QUANTO de R$ 20 a R$ 50
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- Querida, me responda, onde está aquela mulher linda e gostosa com quem eu me casei?
A mulher responde, sem levantar os olhos do que estava fazendo:
- Querido! Você a comeu, olhe bem o tamanho de sua barriga!

TEXTO DO BLOG

OS BRICS E O NOVO EIXO DE EXPANSÃO CAPITALISTA
por Bruno Lima Rocha*

 A 6ª Reunião de Cúpula dos líderes do bloco de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (Brics) apontou para uma realização e duas certezas.
O fato concreto é da ordem da redistribuição geográfica do capitalismo mundial. Fundar os pilares de um Novo Banco de Desenvolvimento e um Fundo de Contingência é um importante passo para sobrepor a moribunda ordem nascida em Bretton Woods.
Mais importante do que disputar espaço decisório dentro do Fundo Monetário Internacional (FMI) é compor outro organismo multilateral de modo a fortalecer a posição dos emergentes à frente do G-20. Especificamente, a instituição financeira pode fortalecer a posição brasileira para consolidar tanto o MERCOSUL como, no médio prazo, a Unasul.
Infelizmente, esta visão não é compartida pelo conjunto das elites políticas nacionais e nem sequer dos sócios-clientes do Estado brasileiro, como as maiores empreiteiras ou o agronegócio. Se fosse, esta realização - a de criar um Banco de fomento não subordinado a superpotência e nem a União Européia (leia-se, Alemanha e seus satélites) - seria consensual aqui.
Eis a primeira certeza. A de que os países médios necessitam criar mecanismos próprios, porque o desenvolvimento através da integração absoluta ao capitalismo transnacional é simplesmente inviável. 
Quando os latino-americanos viviam sob tal consenso, nossas sociedades quase se desintegraram. O subcontinente ultrapassou os 50% de atividade informal, com o desmonte do setor público e os pilares do amparo social (que já eram fracos) dissolvidos. Para evitar o retorno a esta catástrofe societária, é positivo o fato do país líder da América Latina ser membro dos Brics.
A segunda certeza é inversa. Assim como os vencedores da Guerra Fria não ofereceram nada mais do que integração subordinada, os perdedores (Rússia e China) tampouco têm sociedades dignas de exemplo.
Não há relativismo que possa tolerar a ausência de liberdade política ou a total violação dos direitos fundamentais. A Índia, apesar de ser a maior democracia formal do mundo, é uma arcaica sociedade de castas. Portanto, o eixo dos Brics forma, no máximo, uma alternativa econômica e não a recriação de possibilidades políticas transformadoras.
A nova geografia do capitalismo mundial é o fruto indesejado da globalização vitoriosa. Passa pela incorporação de quase 1 bilhão de novos consumidores e o uso abusivo de mão de obra intensiva. Por tabela, possibilita outro ordenamento do eixo de expansão capitalista.

(*) Bruno Lima Rocha é professor de ciência política e de relações internacionais. www.estrategiaeanalise.com.br / blimarocha@gmail.com 

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
BOLSAS DO MUNDO
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
TOTAL (PTS)
Dow Jones - Estados Unidos
-0,42%
-70,48
16.912,11
S&P 500 - Estados Unidos
-0,45%
-8,96
1.969,95
NASDAQ COMPOSITE
-0,05%
-2,21
4.442,70
DAX Frankfurt - Alemanha
+0,58%
+55,46
9.653,63
CAC 40 - França
+0,48%
+20,81
4.365,58
Euro Stoxx 50 - Europa
+0,60%
+18,99
3.190,54
Merval - Argentina
+6,53%
+512,39
8.356,95
Nikkei 225 - Japão
+0,57%
+88,67
15.618,07
SSE Composite - China
+0,24%
+5,24
2.183,19
Hang Seng - China
+0,87%
+211,90
24.640,53
29/07/2014 21h18 | Thomson Reuters

MOEDAS
MOEDA
COMPRA (R$)
VENDA (R$)
VAR (%)
Dólar Comercial
2,2311
2,2321
+0,39%
Euro
2,9902
2,9919
-0,01%
Libra
3,7787
3,7806
0,00%
Peso Argentino
0,2724
0,2725
0,00%
29/07/2014 21h19 | Thomson Reuters
   
INFLAÇÃO
ÍNDICE
VALOR (%)
IBGE IPCA Month
0,40%
INPC IBGE (mês)
54,00%
BR IPC-Fipe Infl
FIPE
IPC-DI FGV (mês)
0,24%
IGP-DI FGV (mês)
1,10%
IGP-M FGV (mês)
0,77%
IPA-DI FGV (ano)
-4,08%
ICV Dieese (mês)
0,93%
29/07/2014 21h18 | Thomson Reuters   

JUROS E POUPANÇA
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
Selic (ano)
11,00%
CDI (ano)
10,89%
TJLP - Taxa de juros de longo prazo (trimestre)
5,00%
TR - Taxa referencial (mês)
0,1106%
Poupança (mês)
0,611%
29/07/2014 21h19 | Thomson Reuters
  
COMMODITIES
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
COTAÇÃO (US$)
Prata
-
+0,01
20,53
Platina
-
+3,75
1.476,25
Petróleo WTI
+1,07%
+1,01
95,25
Ouro
-
+0,50
1.298,60
Petróleo Brent
0,00%
0,00
107,50
Paládio
-
+4,35
879,55

29/07/2014 21h18 | Thomson Reuters