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segunda-feira, 30 de junho de 2014

CITAÇÃO DO DIA

“Enquanto existem limites para o crescimento do corpo, a mente, ao contrário do corpo, pode crescer a cada ano de nossas vidas.” (Mortimer Jerome Adler)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

GOVERNO LANÇA PORTAL PARA O CONSUMIDOR
Numa tentativa de facilitar a resolução de conflitos de consumo no país e desafogar os Procons, o Ministério da Justiça lançou na semana passada uma plataforma alternativa para que os consumidores reclamem sobre o atendimento e a qualidade de produtos e serviços, conforme antencipou a seção Defesa do consumidor do GLOBO, em reportagem publicada em 7 de maio. Com o slogan “É seu. É fácil. Participe”, o portal consumidor.gov.br permite que os brasileiros registrem queixas de problemas com as empresas e que estas respondam na mesma plataforma. O portal consumidor.gov.br foi instituído por uma portaria, assinada em ato solene pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, com a presença de representantes das empresas e dos Procons. - Não estamos construindo um muro de lamentações, mas um muro de soluções - disse o ministro, acrescentando que a medida vai desafogar a Justiça e os Procons. Ele destacou que todas as empresas que aderiram à nova ferramenta assinaram um termo de compromisso de que vão resolver os conflitos registrados pelos consumidores. O prazo é de dez dias e o governo e os Procons vão monitorar o site, as reclamações e o encaminhamento dado pelos fornecedores de serviços e produtos. Ao anunciar o novo produto, a secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira, destacou que no Brasil os Procons estão presentes em 800 municípios de um total de mais de cinco mil. Segundo ela, a partir de setembro consumidores de todo país vão poder resolver o problema pela internet. O portal pode ser acessado inicialmente por 11 estados mais o DF, o que representa 60% da população brasileira. O serviço já pode ser usado por consumidores de Acre, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal. Até 1º de setembro de 2014, o serviço estará disponível em todo o país. — A partir de agora o Brasil ganha mais transparência na relação de consumo — disse a secretária. Juliana explicou que os consumidores poderão informar se o problema foi resolvido ou não e avaliar a qualidade da resposta das empresas. Depois disso, caberá não apenas ao governo e aos órgãos de defesa do consumidor, mas também à sociedade monitorar os indicadores sobre as relações de consumo no país. O novo serviço deverá ser oficializado por meio da publicação de portaria no Diário Oficial da União na segunda-feira. Em 30 dias, será divulgado o primeiro balanço das reclamações. — Buscamos criar uma plataforma para ampliar o acesso. Optamos por um modelo que possibilite ao consumidor, alternativamente, procurar a solução que eventualmente ele não encontrou por meio de outro canal — disse a secretária. A participação no portal é permitida apenas às empresas que aderirem formalmente ao serviço, por meio da assinatura de um termo no qual se comprometem a conhecer, analisar e investir esforços para solucionar os problemas dos consumidores. Inicialmente, o portal tem cerca de cem empresas cadastradas. Entre as companhias que já participam desde o projeto-piloto, implementado em maio no Procon Carioca, estão Vivo, Claro, TIM, Oi, Sky, GVT, o grupo Amil (que inclui Dix e Amico), Banco do Brasil, Caixa, toda a holding Itaú, Santander, o grupo Bradesco (incluindo a Garantec, por exemplo), Light, Decolar.com, todo o Grupo Pão de Açúcar (Pão de Açucar, Extra, Assaí, Ponto Frio, Casas Bahia e Nova Pontocom), a B2W (Lojas Americanas, Americanas.com, Submarino e Shoptime), as lojas físicas e virtuais do Walmart, Magazine Luiza, Avianca, Samsung, AOC e Philips TV e Monitores. - Só vamos abrir para as empresas que se comprometerem a resolver os conflitos - disse a secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira. No primeiro momento, segundo a secretária, as empresas terão 10 dias corridos para responder aos consumidores — prazo já utilizado para procedimentos administrativos. Juliana explicou que o governo buscou firmar o acordo, primeiro, com empresas de setores mais reclamados, como financeiro, aéreo e de comunicações. A partir do lançamento, o governo ampliará a base de fornecedores, com a ajuda dos Procons e da sociedade. — É uma importante ferramenta de conciliação entre as empresas e os clientes — disse o diretor executivo da Claro, Ricardo Floresta. — O varejo trabalha muito próximo aos consumidores e sabemos como e difícil atender. Muitas empresas do setor vão aderir, com o foco de melhorar a relação com os consumidores — emendou o diretor de Relações Corporativas do Grupo Pão de Açúcar, Paulo Pompílio. A iniciativa agrada aos órgãos de defesa do consumidor, que veem no portal uma oportunidade para as empresas monitorarem, de forma gratuita, os serviços prestados e a qualidade dos seus produtos, e para os consumidores que terão um canal alternativo: — Muitas pessoas deixam de procurar os Procons e mesmo a Justiça para evitar perda de tempo ou por entenderem que é muito burocrático — disse a presidente da Associação Brasileira de Procons, Gisela Simona. Ela destacou que a nova ferramenta é adequada e necessária nos tempos atuais, em que muitos consumidores acabam utilizando as redes sociais para registrarem suas queixas. Segundo Gisela, ainda é cedo para dizer que o portal vai desafogar os Procons, porque deve atrair um público específico e mais jovem. O universo de empresas que vai participar do portal, disse, concentra as principais queixas dos consumidores. — Isso dará uma boa resposta aos consumidores de forma imediata porque a adesão é bastante positiva por parte das empresas — disse Gisela. Para a secretária, além de ampliar as ferramentas de resolução de conflitos, a iniciativa permitirá aos órgãos de defesa do consumidor se dedicar a outras demandas. Ela destacou que hoje há, por exemplo, uma discussão importante sobre o vazamento de dados que demanda atenção desses órgãos. Existe também um pedido do Ministério da Educação para que a Secretaria Nacional do Consumidor atue conjuntamente, a fim de evitar fraudes no ensino superior, como a abertura de cursos sem autorização. — A ideia é que as demandas de massa e aquelas que nós já compreendemos que devem ser tratadas de forma rápida sejam resolvidas por meio do portal. Isso vai liberar mais tempo para nós que atuamos na defesa do consumidor e para quem atua com o atendimento, como os Procons — disse Juliana. O Ministério da Justiça divulgará o serviço por meio de campanha na televisão e por meio de redes sociais, na internet, até 5 de julho. O projeto foi criado no âmbito do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, anunciado em março do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Juliana citou pesquisas que mostram que 62% das pessoas preferem resolver um conflito de consumo diretamente na loja, fabricante ou prestador de serviço. Outros 11% reclamam nos Procons e 9%, na internet. Dos que não registram queixas, 37% consideram que não vale apena e outros 31% avaliam que a resolução do problema é demorada: — A nossa solução foi somar os atores — consumidor, fornecedor, internet, Procon e Senacon — e criar uma plataforma de soluções alternativas de consumo. É um novo serviço público que já testamos em vários estados. Titular do Procon Carioca, primeiro no Brasil a iniciar os testes para o lançamento do portal, Solange Amaral, lembra que a experiência piloto começou em maio, e de lá para cá já foram registrados 73 atendimentos pelo site, a maioria relativa a queixas sobre telefonia, como não prestação de serviços contratados e cobranças indevidas. Solange diz que o serviço superou as expectativas até agora, uma vez que, dos 73 endereçamentos, apenas nove não obtiveram resposta satisfatória das empresas, que, ainda assim, estão retornando dentro do prazo acordado de dez dias. — Isso dá uma média de 87% de índice de atendimento, o que é muito positivo — diz Solange, que destaca a praticidade e a modernidade da iniciativa. Uma das vantagens da plataforma, destaca a secretaria municipal, é que o consumidor pode acompanhar em tempo real as respostas das empresas. Para isso, logo após apresentar a reclamação on-line, ele recebe um número de protocolo e um registro que permite a criação de login e senha, assegurando acesso instantâneo ao site. A diretora de Atendimento da Fundação Procon-SP, Selma do Amaral, ressaltou a importância da utilização da novo canal pelos consumidores. Segundo ela, será um caminho mais fácil e rápido para resolver problemas, de forma individual e coletiva, porque permitirá a formação de um banco de dados, com informações sobre os segmentos mais problemáticos e de que forma estão sendo encaminhadas as soluções. — É importante o consumidor se apropriar dessa ferramenta. Também é importante para as empresas que terão um meio gratuito para corrigir condutas e atacar a raiz do problema. Muitas vezes, os problemas transbordam as áreas de atendimento e ouvidoria — destacou Selma.

NASA LANÇA ROBÔ CAPAZ DE EXPLORAR CAMADAS DE GELO NO ESPAÇO
A Nasa não para de inventar coisas. Desta vez, cientistas da agência espacial americana desenvolveram um protótipo de veículo que poderá explorar águas congeladas em planetas e satélites a milhões de quilômetros de nós. E como acontece com muitos dos projetos lançados inicialmente para a pesquisa espacial, a nova máquina também poderá ajudar a Ciência a conhecer melhor nossos próprios oceanos.  Batizado de Rover Flutuante para Exploração de Sob-Gelo (BRUIE, em inglês), o veículo é operado via satélite e desenhado para para se prender na parte inferior das camadas de gelo com pneus de metal, enviando de volta as medições e outras informações para os cientistas sobre as águas abaixo. Um dos maiores objetivos da Nasa com o instrumento é saber se as águas abrigam outras formas de vida.  Cientistas já projetaram robôs para terrenos secos como a superfície da Lua e de Marte, mas esta é a primeira máquina construída para explorar corpos aquáticos. Um dos primeiros corpos celestes por onde o Bruie vai passar será a Europa, uma das luas de Júpiter. Atualmente, o veículo está em testes em camadas de gelo do Alasca. Após sua jornada espacial, a máquina também servirá também para a exploração de mares congelados da Terra. Vale lembrar que ainda não explorados cerca de 95% de nossos oceanos.  Veja o vídeo dos testes do Bruie no Alasca: http://youtu.be/sY5WQG3-3mo

BRASIL ESTÁ MAIS CONECTADO, MAS VELOCIDADE DA INTERNET PIORA
A internet vem avançando de forma acelerada no país, mas a qualidade continua abaixo da média mundial, aponta o relatório “Estado da Internet”, divulgado nesta quinta-feira pela Akamai. O Brasil encerrou os três primeiros meses do ano com 41,3 milhões de endereços IP (Protocolo de Internet, na sigla em inglês), alta de 12% em relação ao período anterior e 50% na comparação ano a ano. Em número de conexões, o país superou Alemanha e Japão e está atrás apenas de EUA e China. O endereço IP identifica cada conexão à internet, porém não é possível medir o número de internautas, pois as conexões podem ser partilhadas por diversas pessoas. Em uma casa, por exemplo, é comum o uso de roteadores para o uso familiar de apenas um ponto de acesso. — Se uma empresa coloca mais computadores na sua rede, não aumenta o número de IPs — afirma o consultor em tecnologia Mário Jorge Passos. — Esse aumento é no consumidor final, nas conexões domésticas. Basta folhear o jornal ou assistir TV para perceber pela quantidade de propagandas que está se vendendo internet como nunca. Mas o aumento da quantidade de pessoas conectadas não vem acompanhado pela melhoria da qualidade dos serviços. Segundo o relatório, a velocidade média da rede brasileira foi de apenas 2,6 Mbps, 3,1% menos que no último trimestre de 2013. O resultado está bem abaixo da média mundial, de 3,9 Mbps, e coloca o país em 87º lugar na lista liderada pela Coreia do Sul, com 23,6 Mbps. Na América Latina, o Brasil fica atrás de Uruguai, México, Equador, Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Entre os países pesquisados, a rede brasileira supera apenas Panamá, Costa Rica, Venezuela, Paraguai e Bolívia. — É um problema de infraestrutura. Nós não temos ferrovias, não temos estradas e não temos fibras — critica Passos. 

COLÍRIO DO BLOG

GIZELLE SETTE UM BENÉFICO COLÍRIO DOSADO EM 05 MILAGROSAS GOTAS








PERFIL DO COLÍRIO
NOME: Gizelle Sette
IDADE: 34 
LOCAL DE NASCIMENTO: Belo Horizonte 
PRAIA QUE FREQUENTA: Reserva e Prainha
ESPORTE QUE PRATICA: Boxe, Muay Thay, Musculação ,pedalar ,correr na areia, e aprendendo a surfar também.
LUGAR QUE GOSTARIA DE CONHECER: Hawaii
UM PARAÍSO: Fernando de Noronha
UM SONHO: Viajar pelo mundo 
UM PASSATEMPO: Andar de bike pela orla do Rio
SIGNO: Peixes 

Fonte das fotos: Revista SEXY de maio/2014.

EFEITOS COLATERAIS DO COLÍRIO DO BLOG
Aumento da frequência cardíaca, endurecimento dos membros, falta de ar e insônia.

PRECAUÇÕES
O uso prolongado pode causar dependência. Se persistirem os sintomas, consulte um médico

CAUSOS DO BLOG

MADAME ZENAIDE

por Geraldo Duarte*

Em nosso viver encontramos os mais diversificados tipos de pessoas. Uns, comuns, passando despercebidos. Outros, diferentes, chamativos de atenção.Manhã cedo. A meninada molecava pela rua. Eis chegante um casal e sua mudança. Ele, caganito e mal-ajambrado. Ela, alta, elegante, trajando sóbrio vestido e desusável proteção sobre a cabeça. Aparência de turbante hindu. Estampada com astros. Encimando, na frente, pedra lapidada em imitação de rubi. Acentuou-se a curiosidade devido aos objetos descarregados com os móveis. Estátua de um índio, uma coruja e um cão empalhados. Arcos, flechas e um totem com símbolos e carrancas esculpidos. 
Dias depois, descobertos os mistérios dos novos vizinhos. O marido, postalista dos Correios e Telégrafos. A mulher, Madame Zenaide. 
Para nós, a garotada, receio nenhum existia. Soube-se que o tratamento “madame” dava-se, também, às advinhas do passado, presente e futuro dos viventes que desejassem.  
Comentavam ser possuidora de misteriosa bola de cristal ou de vidro e nela conseguir ver toda a vida das criaturas. Asseveravam que usava um baralho mágico nas bisbilhotices.  
Até ai, tudo bem. Para os indiferentes bastava ignorá-la. Mesmo assim, deu-se uma preocupação. Diziam que a “feiticeira” – como a chamavam na ausência – lia pensamentos. Bastava fitar nos olhos de alguém e, a partir daquele momento, quando bem quisesse, mesmo à distância, conheceria seus pensares.  
Zequinha, filho de Anacleto, proprietário da Mercearia Senhora de Óbidos, fugia de dona Zenaide como o diabo da cruz. Por precaução, deixou de fazer as furtivas visitas à gaveta de dinheiro da bodega.                                 

(*) Geraldo Duarte é advogado, administrador e dicionarista.

SUA CIDADE NO PASSADO

SÃO PAULO – SP NO ANO DE 1900
Uma imagem no ano de 1900 da Rua Direita em São Paulo - SP

CIRCULA NA INTERNET

APRENDIZADO
Para você nunca mais esquecer.

IMAGEM DO DIA

Uma beleza de imagem da minha amada Mossoró - RN - Brasil, clicada pela digital do amigo e conterrâneo Genário Freire.

PIADA DO BLOG

A CARTA DO DOIDO
O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:  “Poxa, esse cara já deve estar bom. Tá até escrevendo carta!". Aí ele chegou pro doido e perguntou:
-  Pra quem é essa carta?
E o doido respondeu:
- Ah é pra mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
O médico sem entender a atitude do doido perguntou novamente:
- E o que está escrito nela?
Rapidamente o doido respondeu:
- Como eu vou saber, se ainda não recebi.

TEXTO DO BLOG

QUANDO HOUVER DESENTENDIMENTO, O MELHOR É ENTENDER A REAÇÃO DO OUTRO

Alguns querem resolver na hora uma crise no relacionamento. Outros preferem ter um tempo para refletir e analisar a situação e os próprios sentimentos antes de conversar. Se esses dois tipos de pessoa se confrontam, as coisas pioram. As reações são diferentes diante de problemas conjugais. O melhor é tentar conhecer e aprender com o outro, controlando a ansiedade ou ousando mais.
por Rosa Avello*

Cada um tem um jeito de lidar com ressentimentos e discussões. O ideal é respeitar os limites do outro, apontar soluções para os problemas e permitir que se estabeleça o melhor para ambas as partes. Mas, entre o ideal e o real, existem variações. Há, por exemplo, aqueles que, em vez de resolver os problemas, aumentam-nos. Não se conformam em conviver em desalinho com o parceiro e ficam à espera de que ele converse logo sobre o assunto e queira resolvê-lo. Pessoas desse grupo «suspendem» a vida enquanto houver uma pendência com o cônjuge e, mesmo que as emoções estejam nublando seu raciocínio, preferem enfrentar a situação na hora.
Se uma pessoa deste grupo envolve-se com outra que tem essa mesma atitude, o risco de haver conflitos é menor; contudo, pode ser que o outro resista em discutir um problema até que tenha refletido sobre a situação e suas próprias emoções. Nesse caso, em vez de encontrar saídas para a crise, aumenta-se o risco de piorá-la. Uma amiga defende a ideia de que nunca se deve dormir com problemas de casal por resolver. O marido — contido e reflexivo — retruca que enquanto não tiver processado suas emoções nada de bom sai de sua boca. Resultado: ela não suporta conviver com o problema nem com as agressões do marido quando ele se vê obrigado a falar.
Algumas pessoas precisam de tempo para raciocinar, dar significado a sentimentos, organizar o pensamento e encontrar uma posição equilibrada antes de debater diferenças com o cônjuge. Enquanto isso, permanecem silenciosas e reservadas, dando a impressão de que estão ressentidas ou «de mal». Embora não seja assim, também não é certo que estejam «de bem». Ficam por um tempo a meio caminho. Para aquele que quer enfrentar logo o desentendimento e que elabora rapidamente as emoções, essa indefinição silenciosa do parceiro gera ansiedade e angústia. As piores fantasias rondam sua cabeça e o desejo intenso de controlar a situação leva-o a pressionar o outro a falar sobre o assunto. Isso costuma ser irritante e, como ocorre com o marido de minha amiga, aumenta o perigo de haver reações indesejáveis.
Outra diferença é o modo como cada um sai da crise. Existem os que, uma vez superada a rusga, agem como se ela nunca houvesse existido. Podem até achar natural fazer sexo logo após uma briga como prova de que tudo voltou ao normal. Por outro lado, existem os que precisam de tempo para se livrar dos ressentimentos e voltar a agir naturalmente. Para estes, qualquer entrega depois de uma briga é impensável, principalmente a sexual. Costumam dizer que não são dotados de uma “chave liga/desliga” para fazer desaparecer imediatamente os sentimentos negativos.
Portanto, é necessário que os casais conheçam e respeitem o modo como cada um reage e processa desentendimentos. Os impacientes podem aprender com os contidos a moderar a ansiedade e conviver algum tempo com os problemas, o que vai ajudá-los a refletir sobre alternativas e tomar decisões ponderadas. Os contidos podem aprender com os impacientes a ousar e reagir de forma mais espontânea. Os dois comportamentos têm pontos positivos e negativos e, como sempre, a melhor opção é o equilíbrio.

(*) Rosa Avello, psicoterapeuta na capital paulista, é especialista em sexualidade humana pelo Instituto Sedes Sapientiae, em psicodinâmica aplicada aos negócios pelo Grupo Dirigido (GD) e na aplicação do MBTI (instrumento de identificação dos perfis psicológicos) pelo Instituto Felipelli. E-mail: rosavello@uol.com.br  Site: www.rosavello.com

domingo, 29 de junho de 2014

DICA DO BORJÃO

A “Dica do Borjão” de hoje, 29 de junho de 2014, faz mais uma nova viagem ao túnel do tempo disponibilizando a música DON'T LET ME DOWN (John Lennon / Paul McCartney)” com o saudoso grupo THE BEATLES. Um excelente domingo para todos vocês e até a próxima Dica do Borjão.

DON'T LET ME DOWN
(John Lennon / Paul McCartney)

Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

Nobody ever loved me like she does
Oooh, she does, yes, she does
And if somebody loved me like she do me
She do me, yes, she does

Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

I'm in love for the first time
Don't you know it's gonna last?
I'ts a love that lasts forever
It's a love that has no past

Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

And from the first time that she really done me
Oooh, she done me, she done me good
I gues nobody ever really done me
Ooh, she done me, she done me good


Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

sexta-feira, 27 de junho de 2014

CITAÇÃO DO DIA

“Todos nós somos diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco. Vamos acabar fazendo com que eles sofram, e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram...Bom dia!”  (Rivalcir Liberato)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

ORÇAMENTO FAMILIAR CONTRIBUIU PARA CONFIANÇA, DIZ FGV
A maior confiança dos consumidores no mês de junho foi diretamente influenciada por uma percepção mais favorável sobre a situação das finanças da família, bem como por uma preocupação menor com o orçamento doméstico nos próximos meses. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que ontem, 26, anunciou uma alta de 1,0% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em junho ante maio. Segundo a Fundação, o indicador que mede o grau de satisfação dos consumidores com a situação financeira atual da família avançou 2,0% em junho, ao passar de 105,1 para 107,2 pontos. O quesito influenciou positivamente o resultado do ICC deste mês. A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa aumentou de 19,2% para 21,6%, enquanto a dos que a julgam ruim aumentou em menor proporção de 14,1% para 14,4%. Em relação ao futuro, as famílias demonstraram menor preocupação com o orçamento familiar. O indicador que mede o grau de otimismo em relação a esse quesito subiu 1,9%, para 127,1 pontos. A parcela de consumidores projetando melhora avançou de 32,0% para 33,9%. Por outro lado, a fatia dos que preveem piora caiu de 7,3% para 6,8%. O resultado do ICC interrompeu uma sequência de quedas expressivas desde o início do ano (a exceção havia sido o leve aumento de 0,1% em março). Apesar disso, o indicador ainda se mantém aos 103,8 pontos, abaixo da média histórica recente, de 113,4 pontos. A economista Viviane Seda, coordenadora da Sondagem do Consumidor, concede entrevista coletiva às 11 horas para comentar os resultados.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS DE LONGO PRAZO PROVOCAM MAIS MIGRAÇÕES DO QUE OS DESASTRES NATURAIS
Quatro meses atrás, o vulcão Sinabung entrou em erupção na Indonésia, esvaziando as aldeias vizinhas, cobertas de cinzas. Cerca de 100 mil pessoas deixaram suas casas, mas a grande maioria voltou semanas depois. Esse é um retrato de como um desastre natural espanta uma população sem afugentá-la definitivamente. Agora, um estudo das universidades americanas de Princeton e Califórnia e do Escritório Nacional de Pesquisa Econômica dos Estados Unidos afirma que as mudanças climáticas, que ocorrem a longo prazo, provocam mais migrações do que as catástrofes isoladas. Segundo os pesquisadores, a temperatura e o índice de chuvas são os principais motivadores para as migrações definitivas. Com o avanço dos eventos extremos nas próximas décadas, cada vez mais áreas vão se tornar inabitáveis, e o contingente dos chamados refugiados climáticos deve explodir. No estudo, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, os cientistas acompanharam por 15 anos o deslocamento de sete mil famílias da Indonésia. O país, que é o maior arquipélago do mundo, tem uma população de cerca de 250 milhões de pessoas. Aproximadamente 40% dependem da agricultura, e muitos vivem em áreas costeiras. São regiões altamente vulneráveis ao aumento do nível do mar e outros efeitos ligados às mudanças climáticas. Com base nos registros, a pesquisa mostrou que o número de refugiados climáticos é maior em locais onde cresceu a temperatura média do país, que é de 25,1 graus Celsius. Segundo o estudo, isso ocorreu porque o aumento dos termômetros compromete o rendimento das culturas agrícolas. As chuvas teriam um papel mais tímido nas migrações definitivas. Vice-presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, Suzana Kahn concorda com os resultados do estudo. — Uma população pode acreditar que um episódio isolado, como um vulcão, logo vai se resolver — lembra Suzana, que também é professora da Coppe/UFRJ. — Mas as mudanças climáticas vão obrigar que estas pessoas se retirem definitivamente de suas regiões. É um fenômeno já visto nos pequenos países do Pacífico, que já negociam uma migração definitiva para a Nova Zelândia, por causa do aumento do nível do mar. A desertificação no Norte da África também provoca a migração de milhares de pessoas para o Sul da Europa. Esse deslocamento tem levado ao crescimento de legendas de extrema-direita, hostis à chegada dos refugiados climáticos. — A migração de grandes populações também tem consequências econômicas — ressalta Suzana. — Na Europa, por exemplo, a resistência aos africanos é grande porque eles aceitam condições de trabalho muito desfavoráveis. No Ártico, o derretimento de geleiras proporciona a escavação de novos poços de petróleo, o que atrairia muitas pessoas e empresas.

PIZZARIA RUSSA ENTREGA PEDIDOS COM DRONES
Uma pizzaria do noroeste da Rússia lançou esta semana um método de entrega muito moderno e pouco convencional: os clientes recebem os seus pedidos diretamente dos céus, por meio de drones. Sediada na cidade de Syktyvkar, a Dodo Pizza publicou na internet um vídeo no qual mostra as suas primeiras entregas realizadas com o aparelho voador, operado remotamente. Nas imagens, os representantes da pizzaria ressaltam que a ação não se trata de uma simples campanha publicitária, mas sim de um novo modelo de entrega no mercado. — Já entregamos seis pizzas em apenas uma hora e meia usando drones. Trata-se de um verdadeiro modelo de entrega no mercado — declarou o diretor da rede, Ilya Farafonov, à agência de notícias AFP. — Vocês não imaginam a reação das pessoas ao ver a sua pizza descendo dos céus. É mágico — acrescentou. No vídeo, um funcionário de uniforme alaranjado aparece anotando os pedidos de estudantes em um parque. Pouco depois, um helicóptero minúsculo transporta as caixas de pizza. O funcionário entrega, então, os pedidos aos clientes e recebe o dinheiro. O novo formato de serviço só é possível por enquanto em espaços abertos, como parques, mas a empresa espera em breve poder realizar entregas do tipo em praias e campi universitários, além de expandi-lo para outras 18 cidades russas. De acordo com Farafonov, o único problema da forma de entrega é que o destino e a rota de voo de cada drone precisam ser cuidadosamente planejados e pré-aprovados pelas autoridades.

ARTE NO BLOG

A ARTE DE LUCIAN FREUD
por Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa 

Nessa tela vemos a primeira mulher de Lucian, Kathleen Garman, quando grávida. Foi observado pelo crítico inglês Herbert Read que Freud nesse quadro demonstrou sua admiração por Ingres, o grande pintor francês. Além de repassar para o espectador a solidão essencial do ser humano.

O pintor Lucian Michael Freud nasceu em 8 de dezembro de 1922 e faleceu em 20 de julho de 2011. Nasceu em Berlim, filho de mãe judia alemã, Lucie Brash Freud e pai judeu autríaco, Ernst L. Freud. Lucian era neto de Sigmund Freud. Em 1933, para escapar do nazismo, a família mudou-se para a Inglaterra e instalou-se em St. John's Wood, bairro de Londres. Em 1939, Lucian naturalizou-se inglês. Retratista muito conceituado, usava do impasto para repassar para as telas toda a gama de emoções que pretendia, mais do que os traços do retratado, expor em seus retratos. Começou mais interessado em desenhar do que em pintar. Durante algum tempo namorou o surrealismo, depois o neo-romantismo para, finalmente, imprimir um estilo muito pessoal, meticulosamente realista, mas sempre com um distanciamento que mais atrai do que afasta o espectador. Logo se voltou para a pintura. Suas pinceladas, no final da década de 50, passaram a refletir a forma e a estrutura do rosto e do corpo de seus modelos ao se preocuparem mais com o espaço ocupado na tela do que com detalhes exatos. Uma coisa, no entanto, nunca mudou: sua paleta foi sempre em tons sóbrios. Os retratos foram centrais na obra de Lucian Freud. Eis o que ele disse a respeito: "Sempre quis criar atmosfera em meus quadros, eis porque pinto pessoas. São as pessoas e suas emoções que tornam a pintura dramática, desde sempre. O mais simples dos gestos humanos nos conta muitas histórias". 

RECEITA DO BLOG

FEIJOADA SIMPLES

INGREDIENTES:
·         250 g de feijão preto
·         1 paio
·         1 linguiça portuguesa
·         carne seca a gosto
·         1 cebola picadinha
·         5 dentes de alho picadinhos
·         1 pedaço de bacon picadinho
·         sal
·         pimenta do reino
·         louro em pó
·         salsinha picadinha

MODO DE PREPARO:
1.     Deixe o feijão de molho por 4 horas.
2.     Deixe a carne seca de molho por 4 horas, trocando a água de vez em quando.
3.     Cozinhe o feijão em panela de pressão, depois que a panela começar a apitar deixe 20 minutos, desligue e deixe a pressão sair naturalmente.
4.     Cozinhe a carne seca em panela de pressão até ficar ficar macia, mais ou menos uns 30 minutos depois que começar a apitar.
5.     Abra a panela, coloque a cebola picadinha, o alho picadinho, o sal, um fio de óleo, a pimenta do reino e deixe cozinhar em fogo baixo.
6.     Adicione a carne seca.
7.     Enquanto isso pique o bacon, o paio e a linguiça e dê uma fritadinha em uma frigideira com um pouquinho de óleo, separadamente.
8.     Junte ao feijão, a linguiça, o paio e o bacon.
9.     Adicione a salsinha picadinha, acerte o sal, salpique pimenta do reino e louro em pó, mexa e deixe cozinhar em fogo baixo por mais uns 20 minutos.
Sirva com arroz branco, couve refogada, farofa e molhinho de limão.
Molhinho de Limão: 2 limões espremidos e salsinha picadinha. Mexa bem e coloque em cima do feijão. Fica uma delícia !!!!!!!!!!!


CIRCULA NA INTERNET

A SAUDÁVEL PALMADINHA QUE É PERMITIDA ...

IMAGEM DO DIA

Uma belíssima imagem aérea da aprazível Natal - RN - Brasil.

PIADA DO BLOG

A SAÚDE PERFEITA DO ALFREDÃO
O grande filósofo Alfredão e mais dois “sex...agenários” num grande papo contando vantagens num banco do calçadão da beira-mar de Fortaleza-Ce. Dizia o primeiro:
- Apesar dos meus setenta e cinco anos, a minha saúde está ótima. Só o estômago já não é mais o mesmo, ontem comi uma feijoada no almoço e passei a tarde toda me sentindo meio pesado...
E o segundo:
- Eu também estou ótimo, apesar dos meus setenta e oito anos. Só as minhas pernas não andam grande coisa. Ontem passei a tarde jogando futebol e hoje elas estão um pouco doloridas...
E o Alfredão naquela sua velha pose falou:
- Eu só tenho uma reclamação a fazer dos meus oitenta e cinco anos: a minha memória já não é mais a mesma! Ainda ontem, em plena madrugada, eu bati na porta do quarto da empregada, ela acordou assustada e me disse: - "Mas o que é isso, seu Alfredão? O Senhor quer transar outra vez?".

TEXTO DO BLOG

MANHAS E MANIAS DA POLÍTICA
por Gaudêncio Torquato*

O jogo político não tem sido tão descontraído e festivo quanto as disputas que animam as galeras nos 12 estádios que sediam o maior espetáculo esportivo mundial. Na arena eleitoral, as batalhas se acirram com a entronização dos candidatos nas convenções partidárias, incentivando espadachins a desferir golpes em todas as direções.
As estocadas recíprocas se revestem de surpreendente e contundente expressão, a revelar que o pleito antecipado (legalmente só poderá chegar às ruas em 6 de julho) já mostra ser o mais virulento da contemporaneidade.
Trata-se, afinal, não apenas de uma guerra entre três candidatos competitivos, mas uma luta esganiçada pela continuidade ou mudança de rumos na condução do país a partir de 2015. Enquanto os contendores se engalfinham, os torcedores se comprazem, confraternizando-se com torcidas estrangeiras, fruindo as performances dos atletas em exuberantes arenas e com o apito pronto para evitar que se chute a bola de candidatos nos campos do futebol.
Essa, aliás, é a primeira explicação para apupos às autoridades nos eventos esportivos. A massa, sem distinção de classes, abomina misturar política, futebol e religião. Sabe guardar cada coisa em seu lugar. E conhece bem a primeira regra dos estádios: não há limites para as expressões, mesmo as chulas, reveladoras de deseducação cívica, como as que se ouviram no jogo inaugural da Copa.
O distanciamento entre a sociedade e a esfera política é um real fenômeno que pode ser avaliado por muitos instrumentos: índice de abstenção, votos nulos e brancos (ultrapassando hoje à casa dos 30%) e um desinteresse geral pela eleição (em torno dos 50%).
O imenso vazio aberto é ocupado por novos polos de poder, uma estrondosa tuba de ressonância que dá vazão ao clamor de grupos organizados. Como atrair o interesse de eleitores de todas as faixas, que tendem a nivelar por baixo todos os representantes e demonstram esgotamento com os atores políticos? Eis o nó da questão. Em torno dele se debruçam candidatos, portavozes e cabos eleitorais, cada qual buscando a melhor mensagem para o momento.
No plano dos discursos, o PT se esforça para dar credibilidade a um escopo ideológico, que ainda causa receio à parcela ponderável do eleitorado. É um partido que enxerga, muito assustado, a corrosão de sua identidade, que era a mais confiável há 20 anos. Teme ser desalojado do primeiro andar do poder. Sente que já não tem tanto respaldo popular quanto nos dourados anos da era Lula, de quem espera papel de vanguarda na estratégia de continuidade.
Por isso, Luiz Inácio, valendo-se do conhecido instinto, desenvolvido ao longo do contato direto com as massas, resgata o velho axioma de guerra: “a melhor defesa é o ataque”. Ataque contra a imprensa; ataque contra as elites; ataque contra quem cospe no prato em que comeu; ataque contra o ex-presidente Fernando Henrique (que teria “comprado” apoio no Congresso ao projeto da reeleição).
O tiroteio, vale frisar, tem o mérito de fazer recuar exércitos adversários, obrigando-os à defesa. O ex-metalúrgico é um mestre na arte da prestidigitação. Antes de ontem, era o João Ferrador; ontem, era o Lulinha Paz e Amor; hoje, volta a ser o gigante Ferrabrás.
Lembrando: em 1972, Lula vestia a camiseta do João Ferrador, personagem criado pelo jornalista Antônio Felix Nunes para apresentar as reivindicações dos metalúrgicos. O bordão do raivoso Ferrador era: “hoje eu não tô bom”. Em 2002, adotou o slogan “Lulinha paz e amor”, contrapondo-se ao perfil combativo e sisudo das eleições de 1989, quando recebeu de Leonel Brizola a alcunha “sapo barbudo”. Passou a ecoar o slogan: “a esperança vencerá o medo”. Foi um tento.
Hoje, tenta recompor o dito sob nova roupagem: “a esperança vencerá o ódio”. Nesse ponto, emerge a dissonância. O ódio faz parte da estratégia lulista, quando procura resgatar a polarização entre petistas e tucanos, identificando os primeiros com os ricos e os segundos com os pobres. A questão, porém, é mais complexa.
Os habitantes do meio da pirâmide e parcelas das bordas já estão vacinados contra os refrãos carcomidos pela poeira do tempo. O slogan das ruas é outro: “mais e melhores serviços públicos”. Não acreditam que estatutos como o Bolsa Família serão extintos qualquer que seja o futuro presidente.
Aos tucanos, por sua vez, interessa acender a tocha da polarização, crentes de suas chances no pleito deste ano. Fernando Henrique decide ir à trincheira: “Lula vestiu a carapuça”, resposta à crítica de que teria “comprado” apoios para aprovar a reeleição.
Depois de ter brilhado na constelação da ética, o PT aparece nas pesquisas como o ente que mais encarna o vírus da corrupção. Mesmo assim, aposta na dualidade “nós e eles”, o bem e o mal. E continua a desprezar os parceiros partidários da aliança governista, alargando seu império na administração federal. E haja sofisma, a denotar um duplo padrão ético que lembra a resposta do rei africano sobre o bem e o mal, dada ao pesquisador Carl Jung: “O bem é quando roubo as mulheres do meu inimigo; o mal é quando o inimigo rouba minhas mulheres”.
Nessa toada, a campanha eleitoral, já começada, se cerca de grandes interrogações. A aposta maior é a de que os rumos finais serão ditados pelo andar da carruagem econômica: maior inflação, aumento do desemprego, barrigas roncando, massas apertando o cerco, pior para a presidente Dilma, melhor para as oposições; a recíproca é verdadeira.
As manias e manhas que marcam as práticas eleitorais e o marketing – a execração recíproca, a autoglorificação de perfis, o disfarce e o embuste, as promessas mirabolantes - começam a disseminar com o fito de projetar imagens positivas e negativas para uns e outros.
O eleitor continua arredio. Sua visão se concentra nas arenas esportivas e não nas praças da guerra eleitoral. Uma certeza é cristalina: o clima de 2014 é bem diferente da temperatura de 2010. Estreita-se o espaço da mistificação.

(*) Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP, consultor político e de comunicação. Twitter@gaudtorquato

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