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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CITAÇÃO DO DIA

“Quando uma porta se fecha outra se abre; mas nós quase sempre olhamos tanto e de maneira tão arrependida para a que se fechou, que não vemos aquelas que foram abertas para nós.”  (Alexander Graham Bell)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG

EUA QUESTIONAM AÇÕES DE PROGRAMAS SOCIAIS BRASILEIROS
O governo dos Estados Unidos questiona os programas sociais e de ajuda alimentar a famílias pobres no Brasil, sob a suspeita de que sejam estratégias e mecanismos de subsidiar de forma indireta a agricultura e produtores rurais, violando regras internacionais. Na quinta-feira, 26, a Casa Branca foi à Organização Mundial do Comércio (OMC) cobrar transparência do Brasil sobre quanto o governo tem de fato usado em esquemas de distribuição de alimentos que foram expandidos nos últimos anos. O governo americano questiona até mesmo o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que estabelece fundos para a merenda. Não se trata, por enquanto, de uma disputa comercial nos tribunais da OMC. Tanto o governo dos EUA quanto o do Canadá levantaram o debate durante reuniões regulares do Comitê de Agricultura da OMC. Ottawa e Washington já haviam questionado outros aspectos dos incentivos fiscais que o Brasil dá a seus produtores. A cobrança de Washington é direcionada ao programa expandido no Brasil em 2009, quando a merenda escolar passa a utilizar um volume maior da agricultura familiar. Por lei, governos municipais e estaduais são obrigados a usar no mínimo 30% dos recursos repassados pelo governo federal para alimentação escolar para comprar produtos da agricultura familiar. Na época, o Ministério do Desenvolvimento Agrário disse que a lei da merenda escolar abriu mercado a produtos com dificuldades de comercialização. Cerca de R$ 3 bilhões já foram usados para atender a 44 milhões de crianças na rede pública. A suspeita, porém, é de que essa seria uma forma indireta de apoio ao produtor agrícola. Na quinta-feira, 26, o governo americano pediu que o Brasil forneça dados completos sobre quanto foi usado para comprar a produção local e o detalhamento dos setores beneficiados. Os EUA pediram explicações do Brasil sobre o fato de que o volume de dinheiro público no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tenha crescido de forma substancial em 2010 e solicitou que o País reapresente seus cálculos de quanto gasta à OMC. O Itamaraty justificou que não havia por que reapresentar os dados e disse que o aumento era apenas resultado de uma contabilidade que passou a incluir os gastos do Ministério do Desenvolvimento Social. Comunicados do governo indicam que, em dez anos, o PAA recebeu R$ 5 bilhões em investimentos. A presidente Dilma já indicou que seu governo comprou 830 mil toneladas de alimentos, com investimentos de R$ 1,75 bilhão. Para 2013, a previsão de investimento é de R$ 1,4 bilhão. O governo do Canadá também insistiu em obter detalhes de como funciona o Plano Brasil Maior e o fato de que produtores estariam sendo beneficiados por isenções fiscais. Ottawa pediu uma explicação do Brasil sobre o impacto financeiro dessa ajuda governamental. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

CONCENTRAÇÃO DE CO2 NA ATMOSFERA É A MAIOR EM 800 MIL ANOS, DIZ IPCC
A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera da Terra é a maior em pelo menos 800 mil anos. A advertência sobre o grau de contaminação pelo principal gás causador do efeito estufa foi divulgada no começo na semana passada (26/09) pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), o grupo de experts das Nações Unidas reunido em Estocolmo, na Suécia. Após uma madrugada de trabalhos, os especialistas decidiram advertir mais uma vez, agora com 95% de certeza, para a responsabilidade do homem no aquecimento global, no derretimento de geleiras, no aumento do nível dos oceanos e nos eventos climáticos extremos. Foram necessários cinco dias de diálogos para que os representantes da comunidade científica e de governos encerrassem, na manhã de hoje, a nova edição de seu relatório sobre o estado do planeta - o quinto desde 1990. "O aquecimento do sistema climático é inequívoco, e desde os anos 1950, muitas das mudanças observadas não têm precedentes em décadas ao milênio. A atmosfera e o oceano aqueceram, a quantidade de neve e gelo diminuiu, o nível do mar subiu e as concentrações de gases de efeito estufa aumentaram", sintetiza o relatório. De acordo com o documento de 36 páginas voltado para formuladores de políticas apresentado hoje por experts e delegados governamentais, a concentração de CO2 na atmosfera aumentou 40% desde a era pré-industrial em razão das emissões oriundas da queima de combustíveis fósseis. Deste total, 30% foram absorvidos no período pelos oceanos, que por essa razão se tornaram mais ácidos e menos capazes de regular o clima. Como efeito, a temperatura média da Terra vem se elevando – já subiu 0,89ºC entre 1901 e 2012 – e vai atingir no mínimo mais 1,5ºC até o final do século em relação à média diagnosticada entre 1850 e 1900. E esse será o melhor dos cenários, advertiu Thomas Stocker, um dos coordenadores do relatório sobre as bases físicas das mudanças climáticas. "Ela provavelmente vai subir 2ºC nos dois piores cenários", advertiu. "Ondas de calor muito provavelmente ocorrerão com mais frequência e durarão mais tempo. Com o aquecimento da Terra, nós esperamos que regiões úmidas recebam ainda mais chuva, e regiões secas ainda menos". O IPCC também decidiu manter o ponto mais polêmico do relatório, que fazia menção à suposta "desaceleração" do aquecimento entre os anos de 1998 e 2012. O tema foi alvo de cientistas, políticos e jornalistas negacionistas nas últimas duas semanas, que usaram a constatação do painel para atacar sua suposta incoerência. Depois das negociações, o artigo que fazia referência ao assunto foi modificado, incluindo ponderações para a irrelevância científica de projeções de curto prazo e sobre a ocorrência de El Niño, o fenômeno que resulta no aquecimento das águas do Oceano Pacífico. "Além do robusto aquecimento de várias décadas, a média global de temperatura na superfície exibe uma variação substancial interanual e a cada cinco décadas. Em razão da variação natural, tendências baseadas em apenas seis registros são muito sensíveis às datas de início e fim e em geral não refletem tendências de longo termo", diz o texto final, que exemplifica: "A taxa de aquecimento dos últimos 15 anos (1998-2012, de 0,05ºC por década), que começa com um forte El Niño, é menor do que a taxa calculada desde 1995 (1951-2012, de 0,12ºC por década). O texto explica ainda que, se a sequência de 15 anos for medida a partir de 1995, 1996 ou 1997, o aumento da temperatura média da Terra no período seria de 0,13ºC, 0,14ºC e 0,07ºC por década, respectivamente. Um dos destaques do primeiro dos quatro relatórios do IPCC a serem divulgados entre 2013 e 2014, segundo experts do painel ouvidos pelo Estado ao longo da semana, é a precisão e o tecnicismo do texto - uma resposta às críticas por erros pontuais encontrados no relatório de 2009. Com temperaturas mais elevadas, o derretimento de geleiras nunca foi tão intenso. Entre 1979 e 2012, o Ártico perdeu entre 3,5% e 4,1% de sua área a cada década. Os mantos de gelo da Groenlândia e da Antártida tiveram uma perda significativa de massa e encolheram entre 1992 e 2001. No mar da Antártida, por outro lado, houve um pequeno aumento do gelo, de 1,2% a 1,8% por década no mesmo período. As projeções indicam que em 2100, entre 15% e 85% das geleiras e extensões de neve da Terra terão desaparecido, considerados o melhor e o pior dos cenários. Se o planeta aquece e parte das geleiras desaparece, maior se torna o nível dos oceanos. Entre 1901 e 2010 eles já subiram 19 centímetros e a previsão é de que aumentem entre 26 e 82 centímetros até 2100.

BILL GATES DIZ QUE COMANDO CTRL + ALT + DEL FOI UM ERRO
Bill Gates, cofundador da Microsoft, descreveu como um erro a decisão de usar o comando Ctrl + Alt + Del (ou seja, apertar a sequência dos botões Control, Alt e Delete no teclado) para desligar um computador, dele se deslogar ou bloqueá-lo. Originalmente concebido para reiniciar uma máquina, o comando sobrevive no Windows 8 como a função de acessar a barra de ferramentas do gerenciador de tarefas e, claro, ainda continua a ser usado em versões mais antigas para fazer logon. Durante entrevista, Gates culpou a IBM pelo atalho, dizendo que ele tinha defendido a invenção de único botão para tais tarefas. "Nós poderíamos ter tido um único botão, mas o cara que fez o design do teclado IBM não quis nos dar isso", disse ele em evento organizado para campanha de angariação de fundos em Harvard. "Foi um erro", continuou, entre risos. O atalho de teclado foi inventado pelo engenheiro da IBM David Bradley. A ideia original era ter usado o Ctrl + Alt + Esc, mas os relatos dão conta de que ele achou que seria muito fácil digitar, sem querer, do lado esquerdo do teclado e reiniciar o computador acidentalmente, o que o fez mudar a opção para o famoso Ctrl + Alt + Del, algo impossível, segundo ele, de executar usando apenas uma mão. Durante o evento que marcou o 20 º aniversário da IBM, em 2001, Bradley disse que ele inventou a função, enquanto Bill Gates a tornou famosa. 

COLÍRIO DO BLOG

GABRIELA MORAES – UM DIVINO COLÍRIO EM 05 GOTAS PARA O RELAX DOS WEB LEITORES DO BLOG DO BORJÃO 





PERFIL DO COLÍRIO
Confira algumas fotos do maravilhoso ensaio sensual da belíssima Gabriela Moraes para o Concurso Sereias.
Fonte das Fotos: http://sereias.uol.com.br/

EFEITOS COLATERAIS DO COLÍRIO DO BLOG
Aumento da frequência cardíaca, endurecimento dos membros, falta de ar e insônia.

PRECAUÇÕES
O uso prolongado pode causar dependência

CAUSOS DO BLOG

PELO CORREIO, NÃO!

por  Helder Moura

A campanha de 1994 corria a todo vapor. O PMDB velho de guerra enfrentando Lúcia Braga. Naquele final de semana, as principais lideranças do partido estavam em Cajazeiras.  Antonio Mariz, José Maranhão, Humberto Lucena e Ronaldo Cunha Lima se movimentavam para definir a eleição a partir do Sertão. Estavam na casa de um velho líder político em Cajazeiras, quando chegou um antigo correligionário de Humberto, fazendo-lhe um relato dramático. Dizia que sua esposa se encontrava operada no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa, e que não tinha sequer o dinheiro da passagem. Humberto se sensibilizou com a situação e prometeu ajudar. Então, tirou uma nota de um real e deu ao rapaz. Quando viu o dinheiro, o rapaz balbuciou:
- Senador, eu quero ir pelo menos de ônibus. Pelo correio, não! 

SUA CIDADE NO PASSADO

JOÃO PESSOA (PB): PRAÇA ÁLVARO MACHADO NO ANO DE 1930
A praça fica em frente ao antigo Porto do Capim, desativado após a construção do porto de Cabedelo. Esse era o ponto de partida e chegada das "sopas", denominação local dos ônibus que faziam a rota para o interior do estado.

CIRCULA NA INTERNET


IMAGEM DO DIA

Um dia de céu bem azul na aconchegante e amada Fortaleza - CE - Brasil 

PIADA DO BLOG

MATANDO MOSCAS
Ao voltar da padaria uma mulher intrigada ao observar o marido atento com o mata moscas na mão pergunta:
 - Quantas já conseguiu matar?
 E o marido sério responde:
 - Matei apenas três, 2 machos e uma fêmea.
 - Como você sabe qual o sexo delas?
 -Ah.. é fácil! duas estavam paradas na lata de cerveja e uma no telefone

TEXTO DO BLOG

IDEIAS ARRAIGADAS SOBRE DECÊNCIA PERTURBAM A VIDA SEXUAL DOS CASAIS

O que é decente ou indecente para você? Esses conceitos, que variam de uma cultura para outra, têm a ver com os valores de determinada sociedade. Servem para controlar inconveniências, mas também colaboram para perpetuar a inibição e a repressão dos desejos em muitas pessoas, impedindo-as de viver a sua sexualidade plenamente e prejudicando os seus relacionamentos.
por Nahman Armony*

Descobri que o inglês D. H. Lawrence (1885-1930), autor de O Amante de Lady Chatterley, escreveu um poema intitulado A Indecência Pode Ser Saudável. O título me pôs a pensar. Resolvi começar pelo significado da palavra indecência. Ela é o oposto de decência, que, segundo o dicionário Houaiss, é “o que está em conformidade com os padrões morais e éticos da sociedade”. No âmbito sexual, no qual o termo é mais usado, diz respeito a todo ato que desafia a repressão imposta pela moral social. Ou seja, traduz uma ideia que mantém a sexualidade aprisionada em camisa de força e, para o psicanalista austríaco Sigmund Freud, gera um mal-estar capaz de atrapalhar, e muito, a vida sexual de um casal.
O sentimento de indecência tem duplo aspecto. Por um lado, nos protege de sermos grosseiros e inconvenientes. Por outro, e esse é o seu problema, nos faz sofrer com inibições. Como está ligado a valores culturais — e o que é inconveniente para um povo pode não ser para outro —, é fundamental nestes tempos de casais globalizados, mas não só para eles. 
Inculcado desde a infância, trata-se de sentimento vivido como verdade inquestionável, e por se manifestar assim, sem participação da vontade individual, e estar profundamente entranhado, perpetua o aprisionamento de desejos, tornando, para muitos, a relação erótica complicada e sofrida. 
Por tudo isso, é conveniente que a pessoa possa retirar a indecência de seu recinto sagrado. Não para praticar uma iconoclastia cega, mas para apreciar o valor que a ideia tem para ela, individualmente, para que possa se perguntar: “O que é para mim sexualmente decente e o que é indecente?” Vale até a pena recuar mais ainda: o que é indecente para os animais e para o bebê? A resposta é que nada é indecente para estas duas categorias. Por que, então, os atos se tornam indecentes?
Respondê-lo exigiria um longo estudo ético, político e histórico, e não é o caso. O que nos interessa aqui é focar na felicidade individual e conjugal. Por isso acho importante dizer a quem se sente pressionado por esse sentimento, seja por carregá-lo, seja por estar com um parceiro que o carrega, que tente desativá-lo.
É o que o casal formado por Meryl Streep (64) e Tommy Lee Jones (67) no filme Um Divã para Dois procura fazer. Há anos sem vida sexual, recorrem a um terapeuta na esperança de salvar a união. Muitos problemas psicológicos são perceptíveis na união, mas, além deles, existe um pudor quanto a certas questões da sexualidade. Pois bem, a terapia se orienta mais no sentido de fazer o casal enfrentar situações vistas como indecentes do que pela tentativa de interpretar suas motivações. Isso se justifica porque o sentimento de indecência preexiste às questões psicológicas surgidas na convivência do casal.
Outro exemplo: conheci um adolescente que não conseguia dizer palavrões e por isso sofria bullying de seus pares. Um dia ele se trancou num quarto e falou palavrões por muito tempo. A repetição fê-lo mais íntimo dos palavrões e pôde dizê-los diante dos colegas. Claro que poderia viver sem adquirir tal capacidade, mas ela o fez sentir-se melhor. Casos como esses podem ser inspiradores para casais que trazem enraizados no seu ser sentimentos de indecência que atrapalham sua vida sexual.

(*) Nahman Armony, médico psicanalista, é membro da Sociedade de Psicanálise Iracy Doyle (Spid), do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro e da Federação Internacional das Sociedades Psicanalíticas. Publicou, entre outros livros, Borderline: Uma Outra Normalidade. E-mail: nahman@uol.com.br

domingo, 29 de setembro de 2013

DICA DO BORJÃO

A “Dica do Borjão” de hoje, 29 de setembro de 2013, disponibiliza um sensacional vídeo com a magnífica Adriana Calcanhotto interpretando a bela música “DEVOLVA-ME (Renato Barros - Lilian Knapp)” que no ano de 2000 integrou a trilha da novela Laços de Família (Rede Globo) como tema de Capitu (Giovanna Antonelli) e Fred (Luigi Baricelli), e fez um enorme sucesso na época. Um domingo bem legal para todos vocês e até a próxima “Dica do Borjão”.


DEVOLVA-ME
(Renato Barros-Lilian Knapp)
Canta: Adriana Calcanhotto

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor
Meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens
Não sei!
Mas se tiver
Devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz...

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor
Meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens
Não sei!
Mas se tiver
Devolva-me!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens
Não sei!
Mas se tiver
Devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CITAÇÃO DO DIA

"Aprendi que nem toda batalha na vida a gente ganha, mas em toda batalha a gente aprende a ficar mais forte para a próxima." (Rivalcir Liberato)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

YOUTUBE LANÇA ACERVO MUSICAL SEM COPYRIGHT
O YouTube divulgou na quarta-feira, 25, um serviço que pretende ajudar os criadores de conteúdo a aumentarem o poder de seus vídeos: uma biblioteca de música com direitos autorais livres, para serem utilizados em quaisquer trabalhos criativos. A iniciativa foi anunciada no Blog dos Criadores, e chega ao ar com 150 arquivos, que podem ser baixados em arquivos MP3 com bitrate 320 kbps. Além disso, o site auxilia os criadores , dividindo os temas sonoros em duração, arranjo, gênero e ‘clima’. O YouTube ainda convida seus usuários a mandarem suas próprias contribuições para o serviço, através de uma página específica

O REAL DIANTE DO NOVO CENÁRIO EXTERNO
A recente decisão do Fed (o banco central dos EUA) de adiar a redução dos estímulos à economia norte-americana tem provocado alterações nos mercados financeiros internacionais, com impactos no Brasil. Uma das consequências internas está na reversão da desvalorização do real, que também foi influenciada pelas intervenções que têm sido feitas pelo Banco Central brasileiro. É curioso observar a volatilidade do real, que ao longo dos últimos anos alternou períodos de forte valorização com outros de desvalorização. A instabilidade da moeda gera dificuldades para os investidores. Diante da incerteza, os formadores de preços perdem parâmetro para o fechamento de contratos, o que gera adiamento de decisões importantes para os investimentos, produção e negociações comerciais. A tendência à desvalorização do real, no entanto, é inexorável. A mudança do quadro internacional provocada pela retirada dos estímulos nos EUA pode demorar, mas em algum momento ela ocorrerá. Do ponto de vista das condições internas, também há fatores que devem impulsionar a tendência à desvalorização do real. A situação das transações correntes do balanço de pagamentos, que já acumula um déficit de US$ 80,6 bilhões nos últimos 12 meses até agosto, equivalente a 3,6% do PIB, é um fator que levará à desvalorização do real. A situação do déficit não é expressiva, tendo em vista o razoável conforto das reservas cambiais brasileiras, de US$ 375 bilhões (em 20/9/2013), e o ingresso de capitais externos, com destaque para o investimento direto estrangeiro, acumula US$ 61 bilhões nos últimos 12 meses até agosto. Não estamos, portanto, diante de um risco de insolvência externa, muito pelo contrário. No entanto, apesar disso, chama a atenção a velocidade de deterioração do déficit em conta corrente brasileiro, que em apenas cinco anos quintuplicou. Trata-se, evidentemente, de uma trajetória insustentável e que tem de ser revertida, pois, no limite, nos levaria a uma crise cambial de consequências nefastas para a economia brasileira. Nesse sentido, a desvalorização do real poderá ser uma aliada importante no ajuste das contas externas brasileiras. Assim, o fundamental para as autoridades monetárias será conduzir o processo de desvalorização de forma a preservá-la em termos reais, ou seja, evitando ao máximo os repasses aos preços. O real mais desvalorizado tem impactos positivos sobre a competitividade da produção brasileira, fomentando exportações e inibindo parte das importações. Mas esse não é um processo imediato e automático. Depende da alteração de estratégias empresariais, que leva certo tempo, até que aqueles que tomam decisões se convençam da nova realidade cambial e retomem a produção local ou seus clientes no exterior, o que nem sempre é fácil e rápido. Além disso, há outros fatores de competitividade desfavoráveis e que afetam nossa capacidade de concorrer pelo menos em igualdade de condições, seja no mercado doméstico ou no internacional. Será muito importante evoluir na melhora do ambiente sistêmico, de forma a propiciar mais condições para a geração de valor agregado local. Da mesma forma, é importante rever a estrutura tarifária, que apresenta distorções. É preciso favorecer as importações de matérias-primas, máquinas e componentes que possam dar mais competitividade à produção doméstica, deixando a proteção para os elos finais da cadeia de produção. Essas medidas se tornaram ainda mais prementes tendo em vista um quadro no cenário internacional que acirrou a concorrência, como tende a ocorrer nos períodos de "vacas magras" da economia mundial. A integração do Brasil às cadeias globais de valor também passa por uma postura mais ativa nas negociações bilaterais, destravando amarras e buscando facilitar o acesso aos mercados de interesse das empresas aqui instaladas. (por Antonio Corrêa de Lacerda)

PASSAGEM DO COMETA ISON MOBILIZA CIENTISTAS
Quando foi descoberto no fim de setembro do ano passado, o cometa Ison logo ganhou a atenção da comunidade astronômica mundial. Afinal, era o primeiro visitante identificado como vindo diretamente da Nuvem de Oort, aglomerado de bolas de gelo, poeira e rocha que circunda o Sistema Solar a cerca de um ano-luz de distância, em pelo menos 200 anos. Sem nunca ter se aproximado do Sol, o Ison ainda guarda todo material de sua formação, o que também gerou a expectativa de que poderia ficar muito brilhante a medida em que evaporasse e criasse a coma (cabeleira) e cauda típicas dos cometas na sua passagem pelo interior do Sistema Solar. Assim, também logo surgiram especulações e boatos de que Ison seria o “cometa do século”, maior do que a Lua cheia e visível a olho nu mesmo durante o dia a partir do fim de outubro.Exageros à parte, de lá para cá astrônomos profissionais e amadores têm acompanhado o comportamento do Ison e agora a expectativa é de que ele dificilmente será o “espetáculo celeste” inicialmente apregoado, principalmente no Hemisfério Sul, onde surge no céu apenas pouco antes do amanhecer. Atualmente ainda na altura da órbita de Marte, do qual passará a meros dez milhões de quilômetros em 1º outubro, o cometa não ganhou o brilho esperado diante da forte atividade que apresentou quando estava mais longe. Assim como todos os demais objetos do Sistema Solar, com exceção do Sol, o Ison não produz luz própria: seu brilho depende da reflexão da luz gerada por nossa estrela no material por ele expelido, isto é, quanto mais dele for vaporizado para formar a coma e a cauda, mais brilhante pode ficar. Desta forma, sua atividade agora “tímida” indica pouca visibilidade ao menos até o periélio — ponto de maior aproximação do Sol, previsto para 28 de novembro, quando chegará a menos de 1,2 milhão de quilômetros de nossa estrela. Caso sobreviva ao “encontro”, porém, as perspectivas são melhores, já que o calor e a gravidade do Sol podem fazer com que ele libere mais material, aumentando o tamanho da coma e cauda e, consequentemente, sua superfície de reflexão da luz solar. — Aparentemente o Ison não vai ser tão brilhante quanto se esperava, mas os cometas são imprevisíveis e ele ainda pode surpreender — diz Fernando Roig, astrônomo do Observatório Nacional especialista em asteroides, cometas e meteoros. — O problema é que muitos cometas nos últimos cem anos tiveram previsões de que seriam espetaculares e depois a decepção foi geral. Assim, o que nos resta é esperar e ver como o Ison vai se comportar. Mas embora no momento a probabilidade seja de que o Ison possa ser visto a olho nu apenas a partir da segunda metade de novembro e no início de dezembro, pouco antes e depois do periélio, fazendo dele apenas uma curiosidade para o observador ocasional, para os cientistas ele ainda é o “cometa do século”. Isso porque pela primeira vez na História os astrônomos contam com uma armada de telescópios espaciais e em terra capazes de fazer observações em uma ampla gama do espectro eletromagnético. Do infravermelho ao ultravioleta, passando pela luz visível, eles estão mobilizando variados instrumentos para acompanhar a passagem do Ison e melhor entender o que e como é a Nuvem de Oort, a hipotética fronteira física final do Sistema Solar, onde a gravidade do Sol começa a perder a batalha contra a das demais estrelas da galáxia. — Ainda conhecemos muito pouco sobre a Nuvem de Oort — conta Roig. — De fato, nunca ninguém a observou diretamente. Ela é uma construção teórica que só sabemos que ela está lá justamente por causa dos cometas que nos visitam, mas não sabemos sua composição e outras características. Diante disso, o Ison é uma oportunidade única para descobrir mais sobre as propriedades da Nuvem de Oort, já que ele nunca sofreu alterações por outras passagens prévias. Ao estudarmos sua composição, teremos fortes indicações dos tipos de materiais que poderíamos encontrar lá. Entre os equipamentos mobilizados pelos cientistas para observar o Ison estão os telescópios espaciais Hubble (luz visível) e Spitzer (infravermelho), além dos observatórios solares SDO, SOHO e Stereo (ultravioleta) e mesmo sondas na órbita e na superfície de Marte, como a MRO e sua câmera de alta resolução HiRise, a Mars Express e o veículo-robô Curiosity, para aproveitar sua grande aproximação com o planeta nos próximos dias.

ARTE NO BLOG

A ARTE DE HANS MAKART – PARTE 01
Filho de um funcionário do Castelo de Mirabell, Hans Makart nasceu em Viena, Áustria, em 28 de maio de 1840. Depois de estudos iniciais na Academia de Viena, Makart passou a ser orientado por Karl Theodor von Piloty em Munique (1860-1865), indo depois para Londres, Paris e Roma para novos estudos. Em 1868 ou 1869 ele casou-se com Amalie Franziska Roithmayr, de Munique. Tiveram dois filhos, Hans e Grete, mas, infelizmente, Amalie morreu ainda jovem, em 1873. Makart voltou para Viena em 1869 quando o Príncipe Von Holenlohe lhe propiciou um local para ser usado como estúdio. Makart gradualmente transformou-o num esplêndido lugar cheio de esculturas, flores, instrumentos musicais, vários elementos e joalheria que ele usava para criar ambientes clássicos para seus retratos, principalmente femininos. Eventualmente seu estúdio parecia um salão e tornou-se um ponto de encontro em Viena. Makart tornou-se famoso por sua pintura histórica ricamente colorida e alcançou o ápice da sua fama em 1879 com seu trabalho para o desfile em honra às Bodas de Prata do Imperador Francis Joseph e sua esposa Elisabeth (mais conhecida como Sissi). No mesmo ano, ele tornou-se Professor da Academia. Em 1881 Makart casou-se pela segunda vez, com a dançarina Bertha Babitsch (também conhecida como Bertha Linda). Este casamento não foi aceito pela sociedade vienense. Makart tambem desenhou mobiliário e interiores. Em 1882 o Imperador Francis Joseph mandou contruir  a Villa Hermes em Lainz (perto de Viena), para a Imperatriz, ficando estipulado que a decoração do quarto de dormir deveria ser inspirada na peça de Shakespeare "Sonho de uma Noite de Verão". Makart projetou um fascinante mundo de sonho que ainda existe na Villa Hermes como uma grande pintura (1882). Infelizmente esse projeto nunca foi executado depois de sua morte precoce em 1884. 

1880 - The_Anniversary Parade, Horticulture
Historisches Museum der Stadt Wien - Viena,  Austria 

RECEITA DO BLOG

SALADA DE CAMARÃO E COCO AO DENDÊ
INGREDIENTES PARA 04 PORÇÕES
500 Grama(s) de camarão fresco, limpo
1 Colher(es) de sopa de sopa de azeite de dendê
2 Dente(s) de alho picados
1 A gosto de coco fresco ralado
2 Colher(es) de sopa de leite de coco light
molho de pimenta a gosto
sal a gosto
folhas de alface e outros verdes a gosto
3 Colher(es) de sopa de coentro picado
1 Unidade(s) de suco de 2 tangerinas
azeite a gosto
sal a gosto

MODO DE PREPARO
1. Aqueça o dendê em uma frigideira. Junte o alho, o coco ralado e o camarão. Doure levemente, tempere com sal e molho de pimenta e junte o leite de coco. Ferva um minutinho em fogo bem alto e reserve, destampado. Esta etapa deve ser rápida, já que o camarão;
2. Para a salada, misture o coentro às folhas rasgadas. Tempere com sal, um fiozinho de azeite e o suco de tangerina. Arrume em um prato a salada de verdes junto com os camarões e cubra com o molhinho do camarão.

CIRCULA NA INTERNET

HOJE É SEXTA FEIRA E EM ALGUM LUGAR ...

IMAGEM DO DIA

Um esplêndido dia de céu aberto na minha amada e bela Praia de Tibau - RN - Brasil. Imagem clicada by Goretti Fernandes Vieira

PIADA DO BLOG

ALFREDÃO NA PRAIA DESERTA
O grande filósofo Alfredão estava tomando banho de sol pelado numa praia deserta próxima de Fortaleza - CE. Ele viu uma menininha vindo em sua direção, então ele cobriu suas partes íntimas com o livro que estava lendo. A menininha chegou até ele e perguntou:
- O que é que o Senhor tem aí debaixo do livro?
- Um passarinho – respondeu o Alfredão.
A garotinha foi embora e o “sex...agenário” adormeceu na deserta praia. Quando ele acordou, estava no IJF (Instituto José Frota) com uma dor tremenda nos testículos e no pênis. Quando a polícia perguntou o que havia acontecido, o Alfredão respondeu:
- Eu não sei. Eu estava deitado na praia, uma menininha perguntou sobre minhas partes privadas e a próxima coisa de que sei e que estou aqui.
A polícia voltou para a praia, encontrou a menininha e perguntou a ela:
- O que você fez com um senhor que estava pelado aqui nesta praia? - Depois de uma pausa, a menininha respondeu:
- Com o velhinho? Nada. Eu estava brincando com o passarinho dele quando ele estava dormindo e roncando, mas o passarinho dele cuspiu em mim. Daí eu torci o pescoço dele, quebrei seus ovos e toquei fogo no ninho dele! 

TEXTO DO BLOG

A AURA DOS GOVERNANTES
por Gaudêncio Torquato*

A propaganda é a alma do negócio. O jargão mais conhecido do meio publicitário avança, a cada dia, na esfera da política, produzindo a máxima assemelhada: a propaganda é a aura dos governantes. Ela desenha a aureola que cobre a cara de políticos e governos, melhorando seu aspecto e tornando positiva sua avaliação popular. No campo privado, a propaganda vende produtos, burila a imagem de empresas, amplia suas margens nos mercados, é a mola propulsora dos negócios.
Perguntaram certa vez a Henry Ford, o criador da linha de montagem automobilística, como começaria tudo de novo e em que investiria se tivesse apenas um dólar? Respondeu ignorar em que área aplicaria, mas seguramente gastaria metade do dólar em propaganda do que viesse a produzir. A política usa essa ideia há séculos. Na contemporaneidade, os norte-americanos embalaram a propaganda no celofane do espetáculo. Enxertaram emoção no pacote de slogans, chavões e símbolos. O “negócio” da política passou a ser mais palatável aos sentidos dos consumidores. Abriu-se a era dos grandes debates televisivos. Em 1968 o assessor Ray Price pedia a Nixon mais calor, mais emoção, ensinando ao assustado candidato: “O que vale não é o que existe, e sim o que é projetado. Não precisamos, portanto, mudar você, mas a imagem que você transmite”.
O ciclo da telepolítica abriu palcos para exibir seus atores, melhorar os discursos, maquiar situações, plantar versões. A propaganda pavimentou os caminhos dos governos, na esteira de um Estado adornado pela fosforescência midiática, exaltando seus chefes e promovendo desfiles de personalidades. A estética embalou a semântica, criando até embaraços em políticos não afeitos à teatralização, como François Mitterrand, o ex-presidente francês, que chegou a lamentar: “Na TV, o que eu digo vale bem menos do que a cor que as pessoas enxergam em mim”.
A propaganda governamental evoluiu de tal maneira que passou a ser protagonista nas estratégias de persuasão social. Os governos tornaram-se os maiores anunciantes dos veículos. Vejam o nosso caso: R$ 16 bilhões (isso mesmo) foram gastos pelos governos Lula e Dilma com propaganda governamental. Esse montante daria para cobrir os custos de 170 mil casas populares. Cabe perguntar: há sentido em gastar tanto com propaganda quando se vê a infinidade de buracos na estrutura de serviços, a começar da saúde? (Com R$ 1 bilhão poderiam ser construídos 350 prontos-socorros.) Analisemos a questão.
É dever dos governos prestar contas de suas tarefas à sociedade, da mesma forma que é um direito do cidadão saber o que os governantes fazem, mas não deveriam fazer; não fazem, mas deveriam fazer; ou fazem porque são obrigados constitucionalmente a realizar. O jogo democrático carece de informação e transparência, possibilitando ao representado vigiar as ações dos representantes. O problema passa a existir a partir da montanha de exageros formada para glorificar as administrações. Plasmar uma aura para abrilhantar fatos que são mera obrigação do governante, criar efeitos estéticos para engabelar o telespectador, maquiar dados, montar uma engenharia persuasiva para provar que gato é lebre, enfim, cobrir o corpo dos governantes com um manto de beleza e exuberância, convenhamos, pode até ser elogiável sob o aspecto da criação publicitária, mas é discutível sob o prisma ético.
Faz-se a ressalva de que há modalidades de publicidade plenamente cabíveis, como campanhas de vacinação ou orientação eleitoral pelo TSE, ações que integram a planilha de serviços de utilidade pública. Da mesma forma, há produtos de empresas governamentais que carecem de divulgação, na medida em que enfrentam a concorrência do mercado. Produtos bancários, por exemplo. É de praxe que os governos façam sua publicidade legal, abrangendo comunicados que obedeçam a normas e regulamentos. O foco da crítica é mesmo a propaganda institucional, essa que erige altos altares para entronizar a imagem de governos, cantar loas a governantes, sob a trombeta de campanhas maciças em horário nobre da TV. Esse coro de glórias não fere os princípios constitucionais de moralidade, razoabilidade e proporcionalidade? A agregação artificial de porte mais robusto para governos altera sua identidade. Assemelha-se a uma cirurgia para mudar feições (normais) de alguém que a faz só por vaidade. Não haveria aí uma curva ética?
Se os governos usassem a propaganda para promover a cidadania e os valores democráticos, estariam contribuindo para a elevação dos padrões civilizatórios. Não é o que se vê. Ao contrário. Obras atrasadas em cronogramas são objeto de louvação; programas, como o Mais Médicos, até podem ser objeto de publicidade para ganhar confiança social, mas sem exagerar na dose. Afinal, mais saúde significa mais médicos, mais hospitais, mais remédios, mais equipamentos, mais paramédicos, infraestrutura adequada. Ora, esse acervo é sonegado. Se nossos médicos não querem trabalhar nos grotões do País, que venham de fora. Não serão eles, porém, a salvação da saúde.
O discurso propagandístico, infelizmente, em todos os governos e em todas as instâncias, abriga forte viés eleitoral. E assim, de exagero a exagero, o País vê alargadas as veredas da mistificação e o povo passa a “comprar” versões como verdades. Ao fim do processo, bilhões de reais, que poderiam ser usados de modo mais justo, são jogados no poço sem fundo do desperdício.
A Sagrada Escritura reza: “Nenhum homem, por maior esforço que faça, pode acrescentar um palmo à sua estatura e alterar este pequeno modelo, o corpo humano”. Por estas plagas, os corpos governativos ganham metros de altura graças à engenharia milagreira da nossa propaganda governamental. Nosso edifício democrático, é triste constatar, tem muito tijolo de matéria plástica.

(*) Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP é consultor político e de comunicação. Twitter: @gaudtorquato

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CITAÇÃO DO DIA

“Espero ter sempre suficiente firmeza e virtude para conservar o que considero que é o mais invejável de todos os títulos: o caráter de Homem Honrado.”  (George Washington)

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CDS E DVDS DE ARTISTAS BRASILEIROS NÃO PAGARÃO IMPOSTOS
Mesmo com a reclamação da bancada amazonense, os senadores aprovaram na terça-feira, 24, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que isenta de impostos os CDs e DVDs com obras de artistas brasileiros. Apesar das resistências de quem alega prejuízo à Zona Franca de Manaus, a vontade dos artistas presentes no Plenário prevaleceu entre os senadores. O texto foi aprovado com 61 votos favoráveis e 4 contrários. A matéria será promulgada na próxima terça-feira, sugestão da ministra da Cultura, Marta Suplicy, que acompanhou parte da votação sentada ao lado do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e outra parte entre os demais senadores. O líder do governo na Casa, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), foi um dos principais opositores à proposta e acusou os demais colegas de se deixar influenciar pela presença dos artistas que tomaram a tribuna de honra do plenário. "É um claro lobby de empresários usando artistas, porque, hoje, artista não ganha dinheiro com venda de CD, mas com shows". Para Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a presença maciça de cantores no Senado ao longo das duas últimas semanas foi determinante para a posição dos colegas. "Muitos senadores votaram muito mais na simbologia da proposta do que no conteúdo". Entre os presentes estavam as cantoras Marisa Monte, Sandra de Sá e Rosemary, a produtora Paula Lavigne, além de Fagner, Ivan Lins, Leo Jayme, Xandy do Grupo Revelação, e integrantes do grupo Lelek's. O empresário Liro Parissoto, terceiro suplente de Eduardo Braga, empresário do setor na Zona Franca, também acompanhou a votação ao fundo, ao lado de assessores pessoais do senador.Há duas semanas, na votação do primeiro turno, as discussões renderam um placar apertado - foram 50 dos 49 votos a favor necessários, além de 4 contrários e uma abstenção. Antes de passar pelo Senado, a proposta ficou sete anos parada na Câmara dos Deputados. Os defensores da proposta dizem que a isenção pode diminuir os preços em até 20%. O senador Braga, contudo, classificou a PEC como um "crime contra a economia brasileira". "É importante destacar que aqui se pretende dar imunidade tributária a todo e qualquer suporte material. Arquivo digital, de uma replicadora, até arquivo de nuvem da Apple", afirmou. Segundo ele, isentar a indústria da música vai atingir diretamente os cerca de 3 mil empregados do polo industrial de Manaus, onde há isenção fiscal. A cantora Rosemary rebateu as críticas dos senadores contrários. "Os senadores Alfredo Nascimento, Eduardo Braga e Vanessa Grazziotin precisam entender que a PEC não prejudicará em nada a economia da Zona Franca de Manaus. Todos nós artistas continuaremos a prensar nossos CDs e DVDs nas fábricas instaladas lá."

BIOCOMBUSTÍVEIS FEITOS COM ALGAS REDUZEM AS EMISSÕES
Biocombustíveis derivados de algas podem reduzir o ciclo de vida das emissões de carbono entre 50% e 70% quando comparados aos combustíveis fósseis, ao mesmo tempo em que o retorno do investimento neste tipo de energia começa a se aproximar do petróleo convencional, indica artigo publicado no periódico científico “Bioresource Technology”. O estudo, o primeiro a analisar dados do mundo real de “fazendas” de demonstração da conversão de algas em energia atualmente existente, mostra que os benefícios ambientais e energéticos dos biocombustíveis de algas são pelo menos equivalentes, e provavelmente maiores, do que os de outros biocombustíveis. — O estudo afirma que os combustíveis de algas produzem resultados sem comprometer seus objetivos — disse Mary Rosenthal, diretora-executiva da Organização para a Biomassa de Alga (ABO, na sigla em inglês), organização sem fins lucrativos que visa a estimular o desenvolvimento do setor. — Com uma significativa redução das emissões, uma balança energética positiva, reciclagem de nutrientes e reuso do CO2, os combustíveis derivados de algas poderão ser uma fonte sustentável de energia a longo prazo. O estudo investigou todo o ciclo de vida da produção de combustíveis de algas, desde o cultivo das plantas aos processos de fabricação usados atualmente em escala pré-comercial. Os pesquisadores analisaram dados de duas “fazendas” operadas pela empresa Sapphire Energy em Las Cruces e Columbus, no estado americano do Novo México, que cultivam e processam as algas em um “petróleo verde” que pode então ser refinado em combustíveis mais leves equivalentes à gasolina, ao diesel e à nafta. Segundo os autores, à medida em que a produção de biocombustíveis de algas atingir escalas comerciais, as vantagens vão aumentar ainda mais, superando em muito os retornos do etanol de celulose, por exemplo.

CORREIOS DEVEM LANÇAR E-MAIL SEGURO E GRATUITO ATÉ FINAL DO ANO
Os Correios poderão lançar até o final do ano um sistema de e-mail gratuito, seguro e disponível para toda a população. A informação é do diretor-presidente do Serpro, Marcos Vinicius Mazoni, que explicou que ele será semelhante e nos mesmos moldes do “e-mail expresso” da empresa, ofertado somente para seus clientes corporativos. Ele esteve na manhã desta terça-feira conversando com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sobre o novo produto. Mazoni disse que os Correios serão um parceiro do Serpro. O e-mail expresso do Serpro tem agenda, permite fazer videoconferência e videochamada. — O nosso produto é corporativo, na visão de atender nossos clientes mas um produto modular, a gente pode trabalhar o e-mail separado. A ideia é a trabalhar essa parceria com os Correios pela capilaridade da empresa — disse ele. Para que o e-mail expresso comece a ser oferecido, disse Mazoni, depende agora somente de infraestrutura, com mais servidores e área de armazenamento de dados. Deverão ser usados para isto outras infraestruturas da Caixa Economia Federal e Banco do Brasil e a Telebras, que também serão parceiros do projeto. Marcos Vinicius Mazoni apontou vários itens que dão segurança ao e-mail expresso do Serpro. O primeiro deles é por rodar dentro da nuvem do próprio Serpro, isto é, dentro da infraestrutura da própria empresa e da rede, que atende vários órgãos do governo federal, entre eles, a Receita Federal. E é seguro porque é criptografado e também porque utiliza software livre. — No mundo da tecnologia, a gente não pode dizer que todas as portas estão fechadas, mas é mais seguro porque é software livre, portanto podemos auditar — afirmou Mazoni.