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quarta-feira, 30 de junho de 2010

CITAÇÃO DO DIA


"Imaginar é mais importante do que saber, pois o conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abarca o universo." (Albert Einstein (1879-1955), físico alemão naturalizado americano)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...


BLATTER ADMITE ERROS DA ARBITRAGEM E ESTUDA REVER USO DA TECNOLOGIA NO FUTEBOL

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, pediu perdão às delegações de México e Inglaterra pelos erros da arbitragem em seus jogos das oitavas de final da Copa do Mundo contra Argentina e Alemanha, respectivamente, e anunciou a reabertura do debate sobre o uso de novas tecnologias na arbitragem. Blatter fez um pronunciamento à imprensa internacional na terça-feira, 29, fazendo um balanço da primeira Copa disputada em solo africano, horas antes dos confrontos Paraguai-Japão e Espanha-Portugal, que fecham as oitavas de final. "Falei com as delegações do México e Inglaterra e disse: 'sinto muito'. Eles agradeceram e aceitaram que os erros de arbitragem fazem parte do jogo, embora tenham contribuído para suas eliminações", afirmou o presidente. Os pedidos de desculpas se referem ao gol validado do argentino Carlitos Tévez em posição de impedimento contra o México e à bola chutada por Frank Lampard contra a Alemanha que bateu no travessão e entrou, mas o gol não foi confirmado pela arbitragem. Blatter reconheceu que "não faria sentido, perante a evidência destes erros, não reabrir o debate sobre o uso das novas tecnologias na arbitragem". "Na mesa do presidente há um dossiê sobre este assunto, pois é evidente que algo é deve ser mudado, mas os erros de arbitragens no são o fim do futebol. Não é competência nossa falar dos árbitros. Cruzo os dedos para que até a final não aconteçam mais erros", prosseguiu. Blatter anunciou um novo conceito: "a melhora do controle do jogo", que está atualmente em estudo. Entre as medidas figura a incorporação de dois novos assistentes, "já que as regras do futebol estabelecem que deve haver um só árbitro, mas não diz exatamente quantos assistentes, por isso não seria preciso mudar as normas básicas". "O futebol é tão importante, não só no aspecto esportivo, mas também no social e no econômico, que é preciso avançar no controle de jogo, pois é certo que nos estádios há 32 câmeras de televisão, mas o ser humano que controla o jogo tem apenas seus dois olhos", explicou. O presidente, porém, segue mostrando ceticismo em relação ao uso do vídeo. "Há vezes em que a câmera não pode ver o que ocorreu na linha do gol, e no caso do gol (de Tévez) contra o México, para analisar essa jogada não era preciso tecnologia", ressaltou. Blatter é contra a interrupção do jogo para analisar uma jogada, "porque assim poderemos impedir uma nova jogada de gol, já que o futebol é um jogo que não para". "É bom, em qualquer caso, debater sobre estes temas, mas a Fifa tem que adotar medidas para que isto não volte a acontecer, pois, naturalmente, lamentamos os erros", concluiu.


PULMÃO ELETRÔNICO PODE AVALIAR EFEITOS DE MEDICAMENTOS E TOXINAS

Um pulmão eletrônico acaba de ser desenvolvido por cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. O grupo criou um dispositivo que simula o funcionamento de um pulmão em um microchip. Do tamanho de uma moeda, o equipamento atua como se fosse um pulmão humano e é feito de partes do órgão e de vasos sanguíneos. A novidade está na edição da revista Science. Por ser translúcido, o pulmão eletrônico oferece a oportunidade de estudar o funcionamento do órgão sem ter que invadir um organismo vivo. Por conta disso, tem, segundo os autores do estudo, potencial de se tornar uma ferramenta importante para testar efeitos de toxinas presentes no ambiente ou de avaliar a eficácia e segurança de novos medicamentos. "A capacidade do pulmão no chip de estimar a absorção de nanopartículas presentes no ar ou de imitar a resposta inflamatória a patógenos demonstra que o conceito de órgãos em chips poderá substituir estudos com animais no futuro", disse Donald Ingber, fundador do Instituto Wyss, em Harvard, e um dos autores da pesquisa. Segundo Ingber, os microssistemas a partir de tecidos produzidos até o momento são limitados mecânica e biologicamente. "Não conseguimos entender realmente como a biologia funciona, a menos que nos coloquemos no contexto físico de células, tecidos e órgãos vivos", disse. Na respiração humana, o ar entra nos pulmões, preenche os microscópicos alvéolos (localizados nos finais dos bronquíolos) e transfere oxigênio por meio de uma membrana fina e permeável de células até a corrente sanguínea. É essa membrana - formada por camadas de células pulmonares, matriz extracelular permeável e capilares - que faz o trabalho pesado do sistema respiratório. É também essa interface entre pulmão e sistema circulatório que reconhece invasores inalados, como bactérias ou toxinas, e ativa a resposta imunológica. O pulmão eletrônico parte de uma nova abordagem na engenharia de tecidos ao inserir duas camadas de tecidos vivos - a fileira de alvéolos e os vasos sanguíneos em sua volta - em uma estrutura porosa e flexível. O dispositivo consiste de uma membrana de silicone, porosa e flexível, coberta por células epiteliais de um lado e de células endoteliais do outro. Microcanais em torno da membrana permitem que o ar se desloque por ela. Ao aplicar um vácuo no dispositivo, a membrana se expande de modo semelhante ao que ocorre no tecido pulmonar real. "Partimos do funcionamento da respiração humana, pela criação de um vácuo quando nosso pulmão se expande, que puxa o ar para os pulmões e faz com que as paredes dos sacos pulmonares se estiquem. O sistema de microengenharia que desenhamos usa os princípios básicos da natureza", disse Dan Huh, outro autor do estudo. Para determinar a eficiência do dispositivo, os pesquisadores testaram sua resposta ao inalar bactérias vivas (E. coli). Eles introduziram microrganismos no canal de ar do lado do pulmão no dispositivo e, ao mesmo tempo, aplicaram leucócitos pelo canal no lado dos vasos sanguíneos. Como resultado, no dispositivo ocorreu uma resposta imunológica que fez com que os leucócitos se deslocassem pelo canal de ar e destruíssem as bactérias.


DESIGN QUADRADO VOLTA À MODA EM CELULARES

Ser quadradão, quem diria, agora é descolado --ao menos entre os telefones celulares. O inusitado formato está em voga após lançamentos recentes como o Kin One, aparelho da Microsoft destinado ao público jovem, o Twist, da Nokia, e o Motocubo, da Motorola -este último à venda no Brasil. "O pequeno design quadrado é amigável ao bolso e parece particularmente adequado para o público mais jovem, especialmente para mulheres", afirmou à "Wired" Paul Bradley, diretor-executivo de criação da Frog Design, dos EUA. Ainda segundo Bradley, "diferentemente do design candy bar (barra de chocolate) que se tornou sinônimo do iPhone, o formato quadrado ainda não evoca a imagem de nenhum dispositivo icônico e não parece imitar a Apple". Uma das desvantagens do formato é o pequeno tamanho das telas, que geralmente têm uma polegada (2,5 cm) a menos do que os aparelhos retangulares. Essa deficiência prejudica a exibição de vídeos, por exemplo. Outro problema, aponta a "Wired", são os teclados físicos, em geral, pequenos. Depois do Motocubo, a Motorola deve lançar mais um celular quadradão, se confirmada a veracidade de imagens que vazaram na internet recentemente. O aparelho deve se chamar Flipout e vir com Android 2.1, versão mais recente do sistema operacional do Google para celulares, acrescido ao Motoblur, que centraliza atualizações de redes sociais.

INDICADORES DO BLOG


CINEMA NO BLOG


A REDE (1995)
(The Net)






Ficha Técnica

Gênero:
Ação, Suspense
Direção:
Irwin Winkler
Roteiro:
Michael Ferris, John Brancato
Produção:
Irwin Winkler, Rob Cowan
Design Produção:
J. Dennis Washington
Música Original:
Mark Isham
Música Não Original:
Frédéric Chopin
Fotografia:
Jack Green
Edição:
Jimmy Giritlian, Richard Halsey
Direção de Arte:
Thomas Targownik
Figurino:
Linda Bass
Guarda-Roupa:
Gail Just, Eileen Stroup, Deahdra Scarano, Giovanni Casalnuovo
Maquiagem:
Pamela S. Westmore, Whitney James, Audrey L. Anzures
Efeitos Sonoros:
James Ashwill, Bill Burns, John Cucci, Julie Feiner e outros
Efeitos Visuais:
Eric Bigas, David Drzewiecki, George Merkert, Kelley Ray
Pais:
Estados Unidos
Elenco

Diane Baker
Sra. Bennett, mãe de Angela
Sandra Bullock
Angela Bennett / Ruth Marx
Jeremy Northam
Jack Devlin
Tony Perez
Médico mexicano
L. Scott Caldwell
Defensor Público
Margo Winkler
Sra. Raines
Robert Gossett
Ben Phillips
Dennis Miller
Dr. Alan Champion
Ken Howard
Michael Bergstrom
Gene Kirkwood
Stan Whiteman
Wendy Gazelle
Ruth Marx
Ray McKinnon
Dale Hessman
Daniel Schorr
Âncora da WNN
Rick Snyder
Russ Melbourne
Gerald Berns
Jeff Gregg
Lili Flanders
Funcionária da Embaixada
Kristina Krofft
Enfermeira
Julia Pearlstein
Enfermeira
Lewis Dix Jr.
Funcionário da FedEx
Melvin Thompson
Bombeiro
Rich Bracco
Bombeiro
John Livingston
Técnico em Computação

Sinopse 



 

Angela Bennett é uma analista de sistemas 'freelancer', especializada na identificação e eliminação de furos existentes em softwares, antes dos mesmos serem comercializados.  Um de seus principais clientes é a Cathedral Software, onde o analista Dale Hessman é seu ponto focal.  À noite, ela costuma passar seu tempo em salas de bate-papo da Internet. Ao iniciar mais um dia de trabalho, Angela descobre um serviço da Internet, "O Fantasma Mozart", o qual apresenta uma série de anomalias que permitem, usando um código secreto, acessar sites proibidos e confidenciais, como fichas médicas, dossiês policiais, etc.   Por via FedEx, recebe um disquete enviado por Dale, o qual mostra furos encontrados na última palavra em segurança cibernética, o aclamado programa "Guardião".  Logo a seguir, Dale lhe avisa que está indo ao seu encontro, em seu pequeno avião, para juntos discutirem os problemas com o software.  Esta, com viagem marcada para o México, onde vai passar suas férias, aguarda Dale até poucas horas antes do embarque, mas ele não aparece.  Antes de seguir para o Aeroporto, telefona para a Cathedral, oportunidade em que Russ Melbourne lhe informa que Dale morrera num desastre aéreo e que, agora, a Empresa não abre mão de tê-la em seus quadros após suas férias.

Ao desfrutar de uma bela praia mexicana, Angela é abordada por um estranho que se apresenta com o nome de Jack Devlin.  O que ela não sabe é que se trata de um frio assassino que, usando um apelido, sabia tudo sobre ela através das salas de bate-papo.  Depois de roubar todos os seus documentos, Devlin a seduz e a leva para um passeio de lancha em mar aberto.  Lá, ao descobrir o disquete de Dale, que se achava em sua bolsa roubada, por pouco ela não é morta pelo criminoso.  Com sorte, consegue fugir num barco inflável, mas a seguir sofre um acidente.Três dias depois, acorda num hospital mexicano, para onde foi levada por um pescador.  Ao sair de lá, volta a seu hotel, onde descobre que seu nome não mais se encontra nos registros do mesmo.  Logo a seguir, uma jovem a aborda para que ela assine uma ficha de visto temporário, onde constam sua fotografia e seu nome, como sendo Ruth Marx.  Desesperada, assina a tal ficha, como única forma de poder retornar aos EUA.  É que Devlin entrara nos computadores do governo, alterando sua identidade e colocando-a, ainda, como uma ladra, assassina e prostituta procurada pela polícia.

De volta a Los Angeles, Angela descobre que sua casa foi desocupada.  A polícia chega, a seguir, para prendê-la, mas ela consegue fugir.  Ao tentar pedir ajuda, por telefone, à Cathedral, descobre que alguém está-se passando por ela.  Preocupada com sua segurança, recorre a Alan Champion, seu antigo psicanalista.  Este vai a seu encontro, levando roupas e um notebook.  Depois de deixá-la num hotel, promete ajudá-la, transferindo sua mãe doente para um Sanatório seguro, e indo ao encontro de um velho amigo do FBI, Ben Phillips.
Dispondo do notebook, Angela descobre que o Secretário de Defesa havia se suicidado, após ser diagnosticado como portador de Aids, fato desmentido pela autópsia.  Através de um canal particular, localiza um tal de Bob Fox, que trabalha numa Organização de Ajuda a Vítimas de Crimes contra a Internet.  Este lhe confirma a existência de uma rede de ciberterroristas, a qual já causou sérios danos em computadores do Aeroporto de Los Angeles, de Wall Street e em Atlanta.  Os dois marcam um encontro no píer de Santa Mônica, junto a uma roda-gigante.  Devlin, que escuta a tudo, descobre o endereço de Fox e o mata.

Nesse meio-tempo, no caminho para o píer, Alan sente-se mal e é internado às pressas num hospital.  Depois de saber que o quadro dele não inspira cuidados, Angela vai até a roda-gigante, onde se depara com Devlin.  Enquanto isso, no hospital, um homem injeta insulina em Alan, matando-o.  Ao conseguir fugir do assassino, Angela pega o carro de Alan e termina presa por guardas rodoviários. Na manhã seguinte, é solta por um dos homens de Devlin, fazendo-se passar pelo agente Phillips do FBI.  Quando o suposto agente lhe faz determinadas perguntas sobre o disquete, ela percebe que se trata de alguém da quadrilha e, deliberadamente, provoca um acidente do carro em que se encontram, tendo o cuidado de soltar o cinto de segurança do falso Phillips, para que este não resista ao impacto. Perseguida por Devlin, Angela consegue chegar a um motel, onde ouve um noticiário sobre o fechamento dos 6 maiores Bancos de Chicago, após os mesmos terem sofrido violentos ataques de 'hackers', bem como, que o Depto. de Defesa estará finalmente implantando o programa "Guardião", o que não fora feito antes porque o antigo Secretário, que terminou se suicidando, era radicalmente contra sua implantação. Angela consegue ir até os Escritórios da Cathedral, onde acessa um computador que encontra numa sala vazia.  Entrando no sistema de segurança do edifício, aciona um alarme de incêndio após localizar a sala onde trabalha a jovem que se faz passar por ela.  Quando o prédio é evacuado, ela se instala na mesa da impostora, que descobre tratar-se da criminosa Ruth Marx, de onde sai com dois disquetes, um que prova os crimes da quadrilha e o outro capaz de destruir o programa "Guardião".

Quando o pessoal da Segurança descobre que tudo não passou de um alarme falso, os funcionários são autorizados a voltarem a suas salas, oportunidade em que Ruth descobre o ocorrido.  Acionando Devlin, os dois passam a caçar Angela e terminam descobrindo que ela entrara num Centro de Convenção de Informática.  A essa altura, a analista já havia enviado uma mensagem ao FBI / Depto. de Justiça, identificando-se e anexando provas de crimes graves cometidos por/em nome de Jeff Gregg, um bilionário dono da Gregg Microsystems.  Ao ver Devlin e Ruth se aproximarem, troca rapidamente o disquete utilizado pelo capaz de destruir o "Guardião". Assim, quando Devlin aperta uma tecla para verificar o que ela teria feito, o "Guardião" começa a ser destruído.  Aproveitando o pânico que se apodera de Devlin e Ruth, Angela foge mas, logo em seguida, volta a ser caçada pelos dois bandidos.  Devlin mata Ruth pensando ter atirado em Angela, enquanto esta liquida o assassino com a ajuda de um extintor de incêndio. Horas mais tarde, as televisões anunciam a prisão de Jeff Gregg, a qual se deveu, segundo fontes do FBI, a informações recebidas de uma analista de sistemas de Los Angeles.

Críticas

"A Rede" é um ótimo filme de suspense e ação.  Realizado pelo cineasta Irwin Winkler, o filme trata dos apuros por que passa uma competente analista de sistemas, quando se vê envolvida numa verdadeira teia de assassinatos e conspirações. A trama básica é muito interessante, além de criar várias situações de grande suspense.  É bem verdade que o roteiro apresenta alguns furos, o que não chega a fazer grandes estragos.  Um desses furos, por exemplo, ocorre quando, ao acionar o alarme de incêndio nos Escritórios da Cathedral e após o prédio ser evacuado, Angela se instala no computador de Ruth Marx, fato incompatível com a situação, cuja primeira providência seria cortar a energia do prédio. O filme traz à tona problemas de invasão de privacidade por 'hackers', que se agravam a cada dia e que, se colocados há dez anos atrás, seriam considerados como ficção científica. Embora não tenha sido indicada ao Oscar de Melhor Atriz, o grande nome desse filme chama-se Sandra Bullock.  Ganhar o Oscar seria realmente uma tarefa muito difícil, pois a concorrência incluía Susan Sarandon, ganhadora da estatueta por seu trabalho em "Os Últimos Passos de Um Homem", Meryl Streep, por sua atuação em "As Pontes de Madison",  Emma Thompson, por seu trabalho em "Razão e Sensibilidade", Sharon Stone por sua atuação em "Cassino" e Elisabeth Shue, por seu trabalho em "Despedida em Las Vegas".

TURISMO NO BLOG


BUDAPESTE



Budapeste, na Hungria, capital e maior cidade do país. É a sexta cidade em tamanho na União Européia. Ela se formou pela união de duas cidades distintas, uma de cada lado do Rio Danúbio: Buda e Peste, que em 1873 se juntaram, formando uma só, com o nome de Budapeste. Uma cidade com quase 2.100 anos de existência, tem monumentos e prédios de mais de 600 anos de construção. O idioma húngaro é de extrema dificuldade de entendimento para nós brasileiros, tanto na pronúncia, quanto na escrita. Porém, numa cidade de cultura avançada, de educação e formação escolar de alto nível para seus habitantes, a maioria das pessoas fala inglês, logo, a comunicação fica facilitada.O custo de vida é bem próximo aos nossos no Brasil, come-se bem por preço baixo, transporte público barato e eficiente
   
A cidade é cortada pelo Rio Danúbio num dos mais lindos trechos do rio nos seus 850km de extensão. Na travessia por  Budapeste, existem 9 pontes. O passeio noturno pelo Rio Danúbio é imperdível, com todos seus prédios, pontes e monumentos muito iluminados, proporcionando momentos de grande emoção.Uma cidade onde se come muito bem. Para os húngaros fartura na mesa é sinônimo de prosperidade, então há um tratamento notável e diferenciado em Budapeste e em toda Hungria no tocante a alimentação. Comidas e doces deliciosos, uma cozinha realmente incrível. Assim como em diversas cidades européias, em Budapeste existem, também, os bondinhos, porém, os carros dominam o trânsito. Mas todo serviço público de transporte funciona direitinho, pontual, confortável e luxuoso. Uma curiosidade em Budapeste é que as Igrejas Católicas estão todas de costas para o Atlântico, porque se entendia que as coisas ruins vinham do Atlântico, mentalidade essa do povo antes de saber da existência da América, antes do seu descobrimento.
   
A temperatura em Budapeste varia de 24ºC negativos em dezembro e janeiro, para até 40ºC positivos em julho e agosto de cada ano. Os meses ideais para visitá-la são maio a setembro.
Em Budapeste, os carros são quase todos movidos a diesel. Um litro de diesel custa aproximadamente E=1,10 ou E=1,20, portanto por volta de R 3,00 na nossa moeda. Táxis são todos mercedes, novos. Tem muito carro elétrico, novo, rodando pelas amplas avenidas da cidade. Uma cidade de grandes universidades, muitos jovens e de gente bonita. Sugerimos ao web leitor desse Blog se hospedarem no Hotel Stadion ao lado do grande estádio da cidade, moderníssimo, coberto. O serviço do hotel é simplesmente espetacular, cumprindo as tradições húngaras. Um café da manhã de deixar você doido, conforme informou um amigo do Borjão. Um passeio para se recordar sempre, vale a pena visitar Budapeste.




 

CIRCULA NA INTERNET


ARGENTINA GANHA DE NOVO USANDO A MÃO

Assim não dá. A Argentina vai ser campeã de handebol. Maradona  usou a mão na Copa de 1986. E agora usou a mãozinha do juiz pra ganhar o jogo contra o México.


IMAGEM DO DIA

Uma bela imagem na Praia do Cristovão em Areia Branca - RN

PIADA DO BLOG


A GRATIFICAÇÃO DA VOVÓ

O avô observa o neto brincando no quintal e vai perguntar o que ele está fazendo. O neto diz:
- Enfiando as minhocas de volta para a toca delas...
- E como é que você consegue, meu neto, o bicho é todo molenguento?
- É segredo vovô!
- Te dou dez reais para você me ensinar a fazer isso.
- Bem eu passo cola de madeira, estico a minhoca, espero secar até ficar dura... E aí é só colocar no buraco.
- Toma os dez reais...
No dia seguinte o avô chega para o neto, tira cem reais do bolso e dá pro neto...
- Tá ficando esquecido, vô? O senhor já me deu 10 reais.
- Eu sei. Esses 100 foi a tua avó quem mandou...

TEXTO DO BLOG


ENTRE O CÉU E O INFERNO


por Ruy Fabiano*

A presente eleição exibe uma singularidade: o candidato principal não está na disputa. É o presidente Lula. Ele mesmo não fez cerimônia quanto a isso. Disse que o "vazio da cédula" será preenchido com o nome de Dilma Roussef, mas o candidato é ele.
Nenhum antecessor, em qualquer época, portou-se assim. Os paradigmas mais próximos são as eleições chilenas e as colombianas. Mas nenhum dos dois presidentes – Michele Bachelet e Alvaro Uribe -, embora ostentassem índices de popularidade até superiores aos de Lula (Bachelet deixou o governo com 84% e Uribe com 82%, enquanto Lula tem 76%), agiram com a mesma contundência.
Nenhum disse que ele próprio era o candidato, e o sucessor um poste. Dilma resigna-se ao papel, pois sabe que, em outras circunstâncias, não teria chances. O que não se sabe – e as pesquisas estão longe de esclarecer – é a consistência dessa estratégia.
No Chile, não funcionou; o candidato de Michelet perdeu. Na Colômbia, funcionou; o de Uribe ganhou. Em ambos, a população estava, como aqui, satisfeita com o governo.
Mas no Chile, com instituições estáveis e economia sólida, o eleitor não viu perigo na mudança. Na Colômbia, atormentada pelo narcotráfico, viu. E elegeu o personagem da continuidade, exatamente o encarregado de combater as Farcs, o ministro da Defesa, general Juan Manuel Santos.
O quadro brasileiro mistura um pouco as duas coisas: tem instituições razoavelmente estáveis e economia em alta, como o Chile; mas vive os tormentos da criminalidade, como a Colômbia. O narcotráfico mata 50 mil pessoas por ano, a maioria jovens e pobres.
É o equivalente a cem vezes o total de mortos nos 21 anos de ditadura militar – e isso por ano. O eleitor convive com um cenário paradoxal: de um lado o cenário de prosperidade que a máquina de propaganda do governo lhe exibe diariamente na mídia; de outro, o noticiário policial da mesma mídia. Entre o céu e o inferno.
O governo ancora seu discurso na prosperidade e, a partir dela, fala dos outros temas: saúde, educação, emprego, desenvolvimento. A oposição, sem êxito, diz que pode mais. Prefere disputar votos no que está dando certo, avalizando o cenário de bem-estar que o governo proclama. Despreza, até aqui, o potencial do mal-estar social que convive nessa conjuntura.
O máximo que fez foi propor a criação de um Ministério da Segurança, sem aprofundar as deficiências que o justificam e como se propõe a supri-las. E há reflexos contundentes da ação da rede criminosa continental, que tem nas Farcs um de seus pilares, em segmentos como saúde pública e educação.
As relações do governo brasileiro com aquela entidade, que vive do roubo de gado, venda de drogas (sobretudo para o Brasil) e sequestro de pessoas (com campos de concentração na selva amazônica) são ainda nebulosas, para dizer o mínimo.
Jamais houve uma condenação explícita. Ao contrário, Lula sugeriu que se transformassem em partido político e Marco Aurélio Garcia recusa-lhe o rótulo de organização terrorista, atribuído por Estados Unidos e União Europeia.
É um flanco em aberto que explica a porosidade da fronteira boliviana, mencionada de passagem por Serra, de onde procedem 90% da cocaína vendida ao Brasil, aqui processada e revendida pelo tráfico. Por aí, chega-se aos 50 mil brasileiros assassinados anualmente, o que caracteriza uma guerra civil silenciosa – ou nem tanto.
   
(*) Ruy Fabiano é jornalista

terça-feira, 29 de junho de 2010

CITAÇÃO DO DIA


"O pessimismo é excelente para os inertes, porque lhes atenua o desgracioso delito da inércia." (Eça de Queiroz (1845-1900), escritor português)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...


TODA A SUPERFÍCIE DE MARTE JÁ PODE TER SIDO HABITÁVEL, MAS POR POUCO TEMPO

Vista em perspectiva de região de marte, feita com base em imagem da Mars Express. ESA

Condições favoráveis à vida podem ter existido em toda a superfície de Marte. Estudos detalhados de minerais encontrados no interior de crateras mostram que a presença de água era disseminada, diz nota divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA), com indícios da presença do líquido no passado não só das terras altas do hemisfério sul, mas também das planícies do norte. As sondas Mars Express, da ESA, e MRO, da Nasa, descobriram minerais hidratados no norte, o que seria um sinal claro de que água fluiu ali, no passado. As sondas já haviam, anteriormente, descoberto milhares de áreas no hemisfério sul que haviam sido alteradas pela presença de água. Em muitas delas existem minerais conhecidos como filossilicatos, indicação de que o hemisfério sul do planeta já foi muito mais úmido e quente do que hoje. No entanto, até esta semana, nenhuma área de minerais hidratados havia sido localizada nas terras baixas setentrionais, onde camadas de lava e sedimentos com  quilômetros de espessura complicam o trabalho de sondar o leito rochoso subjacente. O primeiro indício de que poderia haver silicatos hidratados nas planícies do norte vieram de um sensor da Mars Express, e foram reforçadas com dados da sonda da Nasa. A busca centrou-se em 91 grandes crateras de impacto, onde os asteroides penetraram vários quilômetros, expondo o material da crosta antiga. Como descrito na edição desta semana da revista Science, o levantamento determinou que pelo menos nove crateras contêm filossilicatos ou outros silicatos hidratados. Esses minerais, que se formaram em ambientes unidos na superfície antiga ou no subsolo, são idênticos aos descobertos no hemisfério sul. "Agora podemos dizer que o planeta foi alterado por água em escala global, há mais de 4 bilhões de anos", disse John Carter, da Universidade de Paris, principal autor do estudo. A natureza dos depósitos, no entanto, indica que a exposição das rochas á água durou, no máximo, centenas de milhões de anos. Isso dá ao planeta uma "janela de habitabilidade" estreita, mas cujos vestígios, dizem os cientistas, parecem bem preservados. Os novos resultados indicam locais promissores para o pouso de futuras missões ao planeta vermelho.

ENSINO DE FINANÇAS AVANÇA NAS ESCOLAS

Na aula de português, o verbo poupar no lugar de correr. Em arte, o desenho de um cofrinho e não o pôr-do-sol. Nos problemas de matemática, reais em vez de laranjas. Iniciativas simples como essas, que inserem a educação financeira no cotidiano das crianças, são cada vez mais comuns em escolas particulares. Especialistas e educadores dizem que o interesse dos pais, sobretudo os mais jovens, já é grande, assim como o de universitários, o que tem estimulado o aparecimento da educação financeira em escolas e faculdades. Uma das iniciativas mais recentes foi implementada na escola Castelo Branco, no bairro paulistano da Bela Vista, que inseriu o tema como disciplina obrigatória para os alunos entre 6 e 11 anos. "A aula é semanal, para todas as séries. Não há nota, mas a presença é obrigatória", conta Silvia Alambert, coordenadora do projeto The Money Camp, originário dos Estados Unidos. Silvia é a representante do projeto, que, além de ter seu próprio quadro de professores – que podem ser contratados pelas escolas, por exemplo – oferece capacitação de profissionais. Em geral, as iniciativas há mais tempo aplicadas se dão em escolas bilíngues ou com alguma influência internacional, como a Stance Dual, também na Bela Vista. "Educação financeira é um diferencial da nossa escola", diz Luciana Lapa, coordenadora do ensino fundamental. Na Stance Dual, o tema é abordado de 15 em 15 dias sob o título educação financeira há três anos. "Além disso, em todas as outras matérias incluímos o assunto como tema transversal", explica Luciana. O projeto implementado nessa escola é da educadora financeira Cássia D' Aquino e está embasado em quatro pilares: ganhar, poupar, gastar e doar. "Trazemos nessa aula assuntos do cotidiano, problemas e, sobretudo, formamos os valores da crianças em relação ao tema consumo", explica Luciana. Empreendedor mirim. Há unidades de ensino que tratam o tema com mais requinte, como a Escola Internacional de Alphaville, que aplica metade de toda a grade curricular em inglês. "Educação financeira está no nosso módulo de empreendedorismo, que é dado para o ensino médio", explica Stevens Beringhs, sociólogo e coordenador do colégio. Com uma mensalidade de R$ 2,3 mil, os alunos, para ter esses diferenciais, ficam na escola das 7h30 às 15h30. "Estamos em uma escola de alta elite e o intuito principal dessas aulas é a manutenção do patrimônio", completa o coordenador. Poupança e investimento são o foco das aulas. E não são só as escolas que estão de olho na educação financeira. Há quatro anos, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) oferece como matéria eletiva aos estudantes de administração 'Finanças Pessoais'. Maria do Carmo Scwandner Ferreira, coordenadora de finanças da PUC, conta que essa é uma das matérias mais procuradas pelos alunos. "Mesmo sendo estudantes de administração, dificilmente você encontra alguém que saiba como fazer o orçamento mensal". A partir de agosto, mais de 1,5 mil escolas públicas começarão a adotar a educação financeira nas salas do ensino médio. É uma iniciativa liderada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Ministério da Educação e Instituto Unibanco. Os jovens receberão gratuitamente material didático, assim como os professores. Educadores, no entanto, têm criticado a iniciativa, já que o ensino público nacional carrega inúmeros gargalos e tem dificuldade de repassar conteúdos básicos, como português.

EMISSORAS COLOCAM TECNOLOGIA 3D EM TESTE

Tecnologia e conteúdo precisam se mover juntos para que a revolução 3D saia dos cinemas e chegue à casa do telespectador. A engrenagem está sendo impulsionada pelo mercado de aparelhos compatíveis com a tecnologia, que movimentou US$ 55 milhões em apenas três meses nos Estados Unidos, segundo estimativas do NPD Group. As emissoras agora correm para preencher o espaço aberto à criação de conteúdo adaptado. No Brasil, testes estão sendo feitos desde o início do ano. O Carnaval foi filmado pela Globo com câmeras 3D da Sony e transmitido para um grupo fechado. Também em caráter experimental, a Fórmula Indy e cenas da novela "Viver a Vida" ganharam gravação adaptada para a tecnologia. Todos têm coisas positivas a dizer sobre a tecnologia, mas, no país, somente a RedeTV! começou suas transmissões em 3D. Já é possível ver em 3D o "Pânico na TV", provas de automobilismo e partidas de futebol da série B do Campeonato Brasileiro. Com poucas opções, o consumidor pode optar pela conversão do 2D para o 3D, função presente em algumas das TVs 3D. Nos EUA, a ESPN lançou o seu canal de transmissão 3D, que está mostrando partidas da Copa. Foram três anos de testes com a tecnologia, de acordo com a ESPN. O Discovery também deve começar a transmitir em 3D nos EUA, segundo o site HDGuru.com.

INDICADORES DO BLOG


VOCÊ SABIA?


POR QUE JAPONES TEM OLHO PUXADO?



Na verdade os olhos dos orientais (e não exclusivamente dos japoneses, como também de chineses, coreanos, tailandeses, etc) não são "puxados" e sim a pálpebra é mais lisa, e não curva como nos olhos ocidentais. O sulco palpebral superior, geralmente bem definido e cerca de 7 mm acima da linha ciliar nos ocidentais, está ausente nos orientais.
Esse sulco torna-se mais evidente ao se abrir os olhos. Há nos orientais o aspecto amendoado com elevação do canto lateral. A pálpebra inferior é caracterizada por excesso de gordura orbital, gordura pré-tarsal (porção posterior) e excesso de pele na parte medial.
Essas características provavelmente decorreram de um processo de seleção natural, ja que os olhos orientais são mais adequados para proteção contra o frio rigoroso. Possivelmente as populações que conseguiram fixar residência ao leste do Himalaia primeiro tinha forte tendência nesse perfil, e que se manteve com o passar dos séculos.
Além disso, esse traço deve ter sido uma vantagem para os habitantes de regiões frias, pois sua função é parecida com a dos óculos dos esquiadores, que possuem um visor em forma de fenda para reduzir a luminosidade refletida pela neve. Isso parece lógico, já que os mongolóides, que têm essa característica, surgiram de uma área gelada no norte da Ásia, há cerca de 10 mil anos. Como a imensidão branca das regiões frias reflete muito a luz solar que chega à superfície, quem mora nesses lugares pode ter problema de vista a longo prazo – desde cegueira momentânea até certos transtornos de retina, o que explicaria a predominância dos olhos puxados na seleção natural.
Há diferenças entre os diferentes padrões (chineses, coreanos, japoneses) mas que são sutis para os olhos ocidentais.

BIOGRAFIA DE CELEBRIDADES


RENATA FRONZI

Filha, neta e bisneta de italianos, o nome de Renata Fronzi é Renata Mirra Ana Maria Fronzi Ladeira. Os avós e os pais eram artistas de teatro e Renata nasceu em uma excursão, quando os pais estavam na província de Santa Fé, Argentina. Era o ano de 1925, 1° de agosto. Começou sua vida artística estudando balé no Teatro Municipal de São Paulo. Estudou no famoso colégio italiano Dante Alighieri. Mas logo a família se mudou para Santos e para lá foi a menina. Era uma garota forte, atlética, mais do que bonita. Em Santos se encantou com a natação. Em teatro participava, às vezes, das montagens do pai em clubes "doppo lavoro" . Foi aí que conheceu Heitor de Andrade, que era de Rádio e depois da Televisão Tupi. Era teatro amador o que fazia. Estava com 15 anos. Estreou profissionalmente na Companhia de Eva Todor, na peça "Sol de Primavera". De personalidade muito alegre e risonha, ainda que tremesse de medo de entrar em cena, Renata divertia a todos. Os pais se transferiram para o Rio de Janeiro a convite do famoso Walter Pinto. Renata veio junto. Aí ela cantava, fazia esquete, dançava e se saia muito bem. Ficou estrela da Companhia de Revista. Depois excursionou para Buenos Aires, mas voltou, pois o pai falecera. No Rio de Janeiro, de volta, conheceu o grande amor de sua vida, Cesar Ladeira, grande nome do cenário artístico nacional. Renata então entrou definitivamente para a televisão. Fez: "Teatrinho Trol, de Fábio Sabag. Sua carreira prosseguiu e ela entrou para o seriado "Família Trapo", na TV Record de São Paulo, sucesso absoluto, na época. Era como se fosse um teatro, com público, televisionado. E era comédia. Renata estava no seu ambiente, fazendo o que gostava de fazer. Depois, já na Globo fez: "Faça humor, não faça guerra", "Chico City", programa de Chico Anysio. E fez também novelas, como: "Minha doce namorada", "O rei dos ciganos". Aí veio "O Bronco", outro seriado de humor, em São Paulo, ao lado de Ronald Golias. Não deixou, porém, de participar de coisas sérias, como a novela "O Semi Deus", por exemplo, "Chega mais", "Dulcineia vai a guerra". Isso não só na Globo, como na TV Bandeirantes de São Paulo. Intercalou seu trabalho na televisão, com participações no cinema, e fazia também teatro. Voltou às novelas, foi dirigida por Henrique Martins, na novela "Jogo da Vida", "Pão pão, beijo beijo" , "Transas e Caretas", "Corpo a corpo", e tantas outras. Renata Fronzi achou tempo de fazer mais de 30 filmes. Desses os que se lembra com mais ternura foram: "Treze cadeiras", com Oscarito, "Carnaval em lá maior", "Guerra no Samba", "De pernas pro ar", "Hoje o galo sou eu", "Vai que é mole", "Quero essa mulher assim mesmo", "Ässim era a Atlântica", etc... Fez também trabalhos no exterior e não parou nunca. Mas, recentemente, teve um problema de saúde e fez operação nas duas pernas. Renata Fronzi morreu aos 82 anos de síndrome de disfunção de múltiplos órgãos, que foi trazida pela diabetes, Em 15 de abril de 2008 , no Hospital Municipal Lourenço Jorge no Barra da Tijuca bairro do oeste Rio de Janeiro. Ela havia sido internada no cuidados intensivos unidade do hospital desde 01 abril de 2008 . Renata Fronzi era viúva do locutor de rádio brasileiro, César Ladeira, com quem ela se casou em 1940. Ela é mãe do brasileiro roteirista, César Ladeira Filho.