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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

CITAÇÃO DO DIA

“Pode-se alcançar a sabedoria por três caminhos. O primeiro caminho é o da meditação, que é o mais nobre. O segundo é o da imitação, que é o mais fácil e o menos satisfatório. Em terceiro lugar existe o caminho da experiência, que é o mais difícil.”  (CONFÚCIO)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

ARRECADAÇÃO FEDERAL REAGE E SOBE 10,7% EM AGOSTO, PARA R$ 104,2 BILHÕES
A arrecadação federal, o que inclui impostos, contribuições federais e outras receitas, como royalties pagos ao governo por empresas que exploram petróleo no país, totalizou R$ 104,2 bilhões em agosto, informou na quarta-feira (20) a Secretaria da Receita Federal. Na comparação com o resultado da arrecadação de agosto do ano passado, houve um aumento real, ou seja, após descontada a inflação, de 10,78%, de acordo com dados oficiais. Trata-se do melhor resultado da arrecadação para meses de agosto desde 2015 (R$ 104,66 bilhões). Este também foi o maior aumento mensal registrado em 2017. O resultado geral da arrecadação foi ajudado pelas receitas do governo com "royalties" do petróleo, que avançaram 18,68% em termos reais, em agosto, para R$ 1,97 bilhão. Mas, diferente de outros meses, em agosto a arrecadação também foi impulsionada pela chamada "receita administrada", que inclui impostos e contribuições federais, e que teve alta real de 10,64%, para R$ 102,22 bilhões. As comparações foram feitas com agosto do ano passado.
O crescimento da arrecadação acontece em um momento de reativação da economia brasileira. Após recessão nos dois últimos anos, a economia voltou a crescer nos três primeiros meses deste ano e continuou avançando no segundo trimestre de 2017. Ações como a redução da taxa básica de juros da economia pelo Banco Central, com reflexo nas taxas de juros bancárias, e a liberação das contas inativas do FGTS ajudaram a impulsionar a economia nos últimos meses, segundo analistas.

ARRECADAÇÃO TAMBÉM SOBE NA PARCIAL DO ANO

Os números do Fisco mostram que a arrecadação também registrou crescimento no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Neste período, avançou 1,73% em termos reais, para R$ 862,73 bilhões. Foi melhor do que no ano passado, mas ficou abaixo do patamar do mesmo período de 2015. De acordo com a Receita Federal, a alta da arrecadação está em linha com os indicadores econômicos. De janeiro a agosto, a produção industrial avançou 0,76%, as vendas de bens e serviços cresceram 0,15% e a massa salarial avançou 0,63%. Já o valor em dólar das importações cresceu 9,66%.
META FISCAL
O comportamento da arrecadação é importante porque ajuda o governo a tentar cumprir a meta fiscal, ou seja, o objetivo fixado para as contas públicas. Para 2017 e 2018, a meta revisada pelo Congresso Nacional, a pedido da equipe econômica, é de déficit (resultado negativo) de até R$ 159 bilhões. No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 154,2 bilhões, o maior em 20 anos. Em 2015, o déficit fiscal totalizou R$ 115 bilhões. A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e mais pressões inflacionárias.

VULCANO, O PLANETA PROCURADO POR MAIS DE MEIO SÉCULO E QUE EINSTEIN 'EXPULSOU' DO CÉU
Por mais de meio século, cálculos de renomados cientistas apontaram para a existência de um planeta na órbita entre Mercúrio e o Sol -- que jamais foi localizado. Apesar de até ter recebido um nome -- Vulcano --, o "planeta escondido" permaneceu sendo um dos mais desconcertantes fenômenos do Sistema Solar. Procurado por 56 anos, tornou-se um planeta hipotético, até que o físico alemão Albert Einstein o "expulsou" do céu com sua Teoria da Relatividade. "É um planeta, ou se preferir, um grupo de planetas menores que circulam na proximidade da órbita de Mercúrio", propôs em 1859 Urbain Joseph Le Verrier, o mais famoso astrônomo do mundo à época e diretor do Observatório de Paris. Ele dizia que só um planeta "seria capaz de produzir a perturbação anômala sentida por Mercúrio". Le Verrier não foi o primeiro a suspeitar da presença do planeta escondido. Anos antes, em 1846, um diagrama do Sistema Solar elaborado para escolas e academias já indicava a presença de Vulcano. Ele constava numa litografia feita por E. Jones & G.W. Newman, de Nova York, nos EUA. Mas foi a sólida reputação de Le Verrier que deu peso à hipótese sobre a existência de Vulcano.
O MAIS DISTANTE DO SOL
Treze anos antes de indicar a existência de Vulcano, La Verrier já havia apresentado à academia francesa a proposta de que um planeta perturbava a órbita de Urano. Enviou uma carta a Johann Galle, do Observatório de Berlim, que, ao recebê-la, em 23 de setembro de 1846, imediatamente se dedicou a encontrar o planeta até então desconhecido. Era Netuno. La Vierrier apontou para sua existência através de cálculos matemáticos. Assim como Mercúrio, Urano também mostrava uma pequena discrepância em sua órbita que não podia ser explicada pela força da gravidade dos outros planetas e do Sol. No entanto, a partir da lei da gravitação universal - formulada por Isaac Newton em 1687 - e supondo a presença e o movimento de um corpo celestial mais distante do que Urano, La Vierrier conseguiu não só descobrir um novo planeta como também se consagrou na posição de "astro" da ciência. Para resolver a incógnita de Mercúrio, cujo periélio (o ponto em que um planeta se encontra mais próximo do Sol) parecia mudar ligeiramente a cada órbita, Le Verrier seguiu o mesmo método usado anteriormente. Ao calcular a influência da atração gravitacional de Vênus, Terra, Marte e Júpiter, suas previsões sobre a órbita de Mercúrio pareciam estar sempre ligeiramente erradas.
Mercúrio nunca estava onde indicavam as projeções, baseadas nos conhecimentos da época. A solução para o enigma deveria ser, como aconteceu no caso de Urano, a presença de um outro planeta, no caso, Vulcano. Só faltava encontrá-lo para provar sua existência.
PERTO DO SOL
Um passo promissor veio quando Edmond Modeste Lescarbault, um médico aficionado por astronomia, observou com seu telescópio um ponto preto que passava diante do Sol. Ele anotou o tamanho, velocidade e duração do deslocamento. Meses depois, após ler sobre o hipotético planeta de Le Verrier, enviou-lhe uma carta com todos os detalhes. O famoso astrônomo foi visitá-lo, verificou o equipamento e as notas do médico e anunciou com entusiasmo a descoberta de Vulcano, no início da década de 1860. No entanto, ainda era necessária a confirmação de um especialista independente - e o novo planeta era extremamente difícil de detectar. Vulcano parecia ser um dos últimos enigmas do Sistema Solar e tornou-se um dos corpos celestes mais procurados da astronomia. Ao longo dos anos, astrônomos - profissionais e amadores - anunciaram ter avistado Vulcano. Mas a existência do planeta foi confirmada e negada várias vezes. A mídia divulgou a notícia de sua presença mais de uma vez e a especulação persistiu até o século 20. Mais precisamente até novembro de 1915. A busca por Vulcano teve seu fim na Academia Prussiana de Ciências quando Albert Einstein bagunçou a visão corrente sobre o Universo com sua Teoria da Relatividade. Pouco antes de apresentar a teoria, Einstein usou-a para explicar a discrepância na órbita de Mercúrio. "Einstein não só disse: meus cálculos são melhores. Ele disse: 'Precisam mudar completamente a ideia que têm das características da realidade", explicou, à revista National Geographic, Thomas Levenson, professor do MIT, nos EUA, e autor do livro The Hunt for Vulcan (A Calçada por Vulcano, sem tradução em português). O cerne da Teoria da Relatividade de Einstein é que o espaço e o tempo não são estáticos. Para justificar quão peculiar é a órbita de Mercúrio, Einstein argumenta que um objeto maciço, no caso o Sol, foi capaz de dobrar o espaço e o tempo e ainda alterar o caminho da luz, de modo que um raio, quando passa próximo ao Sol, viaja por um caminho curvo. Com seus cálculos, Einstein demonstrou que a relatividade geral predizia a diferença observada no periélio mercuriano. "Negar a existência de Vulcano foi central para Einstein, porque mostrou que essa ideia estranha e radicalmente nova dele de que espaço e tempo fluem é realmente o caminho certo para ver o Universo", disse Levenson. Mercúrio, de acordo com a teoria de Einstein, não estava tendo a órbita alterada por nenhum outro objeto. Simplesmente, ele se moveu por um espaço-tempo distorcido. Assim, "Vulcano foi expulso do céu astronômico para sempre", escreveu o autor Isaac Asimov em seu ensaio científico O Planeta Que Não Era, de 1975.

GOOGLE MAPS: NOVA VERSÃO DO APLICATIVO PERMITE MEDIR A DISTÂNCIA ENTRE POSIÇÕES NO MAPA
Um recurso que estava presente apenas na versão para desktops, finalmente foi disponibilizado para todos os dispositivos móveis. A versão mais recente do Google Maps permite que os usuários possam obter dinamicamente o cálculo da distancia em linha reta entre dois ou mais pontos de localização no mapa, confira.
COMO FUNCIONA 
Existem situações em que a distância de um determinado trajeto é irrelevante, pois quando é levado em consideração o deslocamento seguindo o trânsito esse número pode ser significativamente maior do que uma simples medida em linha reta entre duas ou mais posições. Esse recurso é útil quando o objetivo é obter apenas a distância entre duas cidades, bairros ou pontos turísticos por exemplo. Para usar a nova funcionalidade, atualize o aplicativo e siga os passos descritos abaixo: 
1 - Toque sobre o ponto inicial no mapa. Será exibido o ícone em formato de alfinete para confirmar a marcação. 
2 - Deslize a tela para cima. 
3 - Toque na opção "Medir distância". Será exibido um novo cursor móvel que será reposicionado conforme o mapa for sendo deslocado na tela. Abaixo é exibido a de distância em tempo real. Vale salientar que essa informação não leva em consideração o trajeto pelas ruas, é uma medida baseada numa linha reta entre os pontos definidos no mapa. 
4 - Posicione cursor sobre o segundo ponto de localização que será medido e toque no ícone com o sinal de "+" para fixá-lo. Repita esses passos para indicar novos pontos de localização. 

O recuso de medir a localização não é uma novidade, mas agora será ainda mais útil por estar presente em todos os dispositivos móveis.

RIVISTA DO MINO



SAÚDE NO BLOG

MUSICOTERAPIA
 por © Equipe Editorial Bibliomed 

A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.
A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários paises da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bem-estar dos pacientes.
De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. Em 1972, foi criado o primeiro curso de graduação no Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Hoje, no mundo, existem mais de 127 cursos, que vão da graduação ao doutorado.
COMO ATUA O MUSICOTERAPEUTA?
O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente a crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.
A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.
O profissional é preparado para atuar na área terapêutica, tendo a música como matéria-prima de seu trabalho. São oferecidos ao aluno conhecimentos musicais específicos, voltados para a aplicação terapêutica, e conhecimentos de áreas da saúde e das ciências humanas. São oferecidas também vivências na área de sensibilização, em relação aos efeitos do som e da música no próprio corpo.
INDICAÇÕES DA MUSICOTERAPIA
Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos.Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. Ela tanto pode ajudar crianças com deficiência mental, quanto pacientes com problemas motores, aqueles que tenham tido derrame, os portadores de doenças mentais, como o psicótico, ou ainda pessoas com depressão, estressadas ou tensas. Tem servido também para cuidar de aidéticos e indivíduos com câncer. Não há restrição de idade: desde bebês com menos de um ano até pessoas bem idosas, todos podem ser beneficiados.
Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação. A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.
QUE MÚSICA É A MAIS INDICADA?
Músicas com ritmo muito marcante, não servem para o relaxamento, como por exemplo, o rock. O ritmo do rock é constante, ao passo que no relaxamento, a tendência é diminuir o pulso e o ritmo da respiração.
Cada ritmo musical produz um trabalho e um resultado diferente no corpo. Assim há músicas que provocam nostalgia, outras alegria, outras tristeza, outras melancolia, etc.
Alguns tipos de música podem servir de guia para as necessidades de cada pessoa. Bach, por exemplo, pode ajudar muito no aprendizado e na memória, Rossini, com Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, ajudam especialmente no tratamento de pacientes com depressão. As valsas de Strauss podem contribuir e muito, para os momentos em que se necessita um maior relaxamento, estando bem indicadas para salas de parto. As marchas são um tipo de música que transmite energia, tão importante e escassa em áreas hospitalares de pacientes em convalescença.
Um bom exemplo disso tem sido o uso da musicoterapia, no auxílio do tratamento da doença de Alzheimer. Doença de caráter progressivo e degenerativo tem, entre seus primeiros sinais, o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção. A musicoterapia ajuda a estimular a memória, a atenção e a concentração, o contato com a realidade e o esforço da identidade. Trabalha-se ainda a estimulação sensorial, a auto-estima e a expressão dos sentimentos e emoções.
A melhor ajuda que o tratamento dos pacientes, utilizando a música, pode proporcionar, é que ela, como terapia, torna os obstáculos da doença mais amenos e mais fáceis de serem ultrapassados. 

Fonte: Copyright © 2009 Bibliomed, Inc

CIRCULA NA INTERNET

BATISTOU

IMAGEM DO DIA

Uma bela imagem na Praia Aguas Belas-CE-Brasil. Águas Belas é uma praia brasileira localizada a 60km de Fortaleza e logo após a praia de Caponga,

PIADA DO BLOG

POR CAUSA DE DINHEIRO
O sujeito vai ao psiquiatra e desabafa:
- Doutor, preciso da sua ajuda! Acho que estou enlouquecendo, faz três noites que não durmo!
- O que o deixa tão preocupado?
- Dinheiro, doutor!
- Ah, mas isso é muito fácil. É só o senhor não pensar mais no assunto. Outro dia mesmo esteve aqui um rapaz que não conseguia dormir por causa de uma dívida que tinha com o tio. Falei para ele que o tio é que deveria estar preocupado, já que tinha dinheiro para receber. Daí em diante ele passou a dormir tranquilo.
- Pois é, doutor, tenho três sobrinhos...

TEXTO DO BLOG

PAROQUIALISMO
por Luis Fernando Veríssimo*

Enquanto o capital se internacionaliza, as pessoas se retribalizam. Estaria havendo uma reação da paróquia contra o mundo. Poucos reacionários se definiriam como fascistas, ou “istas” de qualquer espécie. Como na velha piada: eu não sou racista, só tenho pavor a negro, judeu, árabe ou a qualquer outro.
OUTRO
O racismo é uma filosofia, o pavor ao outro é um atavismo, um raciocínio intestinal.
A paróquia acha que os empregos do lugar devem ser para os do lugar, e que quem não teve a sorte de nascer num país desenvolvido deve se resignar a ficar na sua tribo.
Uma lógica simples, uma lógica de paróquia. Universalismo, direitos humanos, solidariedade etc. são frases bonitas, mas são frases mundanas. A paróquia fala outra língua.
Culpem o meu coração mole, mas senti pena do George W. Bush quando derrubaram as torres do World Trade Center, há 16 anos.
Bush fazia um confortável governo paroquial, enriquecendo os seus amigos e desdenhando do resto do mundo. Não estava lá para outra coisa. 
Apesar da economia incerta, podia contar com oito tranquilos anos na gerência da Fortaleza América, com frequentes viagens ao Texas. Não precisava nem de uma política externa, quanto mais de uma política externa inteligente.
De um dia 11 de setembro para o outro, foi sugado para o mundo. Teve que trocar os simplismos paroquiais por nuance, sofisticação, a linguagem antiparoquial da diplomacia responsável. Só conseguiu a incoerência.
Hoje os Estados Unidos são presididos por Donald Trump, a paróquia retrógrada em pessoa.
O paroquialismo no Primeiro Mundo é fatalmente uma regressão reacionária causada pela invasão dos refugiados (e no mundo muçulmano pode ser um abismo obscurantista).
No nosso mundo, o paroquialismo tem outro sentido e, portanto, outra cara. Aqui recuperar um sentimento de nação é recuperar o paroquial no melhor sentido, da valorização do próximo e da sua humanidade próxima, em oposição não a um Outro ameaçador mas ao universalismo abstrato do capital financeiro, o pior do mundo, e a uma elite sem consciência, além da classe política que ela merece.

(*) Luis Fernando Veríssimo é escritor.

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
O principal índice da bolsa paulista bateu novo recorde na quarta-feira e fechou em acima dos 76 mil pontos pela primeira vez. O Ibovespa subiu 0,04% e atingiu 76.004 pontos. Trata-se da sexta vez que a bolsa brasileira bate recorde em duas semanas. 

COMMODITIES
UNIDADE
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Petróleo (Brent)
Barril
US$ 58,240
US$ 58,260
+1,08%
Ouro
Onça troy
US$ 1301,000
US$ 1301,300
0,0%
Prata
Onça troy
US$ 17,129
US$ 17,206
0,0%
Platina
Onça troy
US$ 941,000
US$ 946,000
0,0%
Paládio
Onça troy
US$ 910,000
US$ 916,000
0,0%

CÂMBIO
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Dólar com.
3,1289
3,1294
-0,21%
Dólar tur.
3,0000
3,2600
-1,51%
Euro
3,7249
3,7264
-0,92%
Libra
4,2282
4,2302
-0,12%
Pesos arg.
0,1821
0,1825
-0,44%







INDICADORES
VALOR
ATUALIZAÇÃO
Salário Mínimo
R$ 937,00
2017
Global 40
+112,32%
20.Set.2017
TR
0,0%
20.Set.2017
CDI
+8,14%
20.Set.2017
SELIC
+8,25%
06.set.2017

INFLAÇÃO
ÍNDICE
MÊS
VALOR
IPCA
Ago.17
+0,19%
IPC-Fipe
Ago.17
+0,1%
IGP-M
Ago.17
+0,1%
INPC
Ago.17
-0,03%

Fonte: http://economia.uol.com.br/cotacoes/indices-economicos/

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

CITAÇÃO DO DIA

“O único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma. Não tenha medo de errar, pois você aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro.”  (TEDDY ROOSEVELT)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

INSS GASTOU R$ 1,1BILHÃO EM BENEFÍCIOS PAGOS A MORTOS, DIZ RELATÓRIO
O INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) registrou, em 2016, um rombo de pelo menos R$ 1,1 bilhão em aposentadorias e pensões pagas a beneficiários mortos --o déficit previdenciário fechou 2016 em R$ 149,73 bilhões, pior patamar desde 1995. A informação consta de um relatório elaborado por técnicos do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União ao qual o UOL obteve acesso. O documento indica que o rombo pode ser ainda maior e que há casos em que benefícios foram pagos em nome de pessoas mortas em 2005. A constatação dos gastos irregulares surge em meio às tentativas do governo federal de aprovar no Congresso Nacional sua proposta de Reforma da Previdência. Entre os principais argumentos a favor das mudanças, está o déficit nas contas previdenciárias, que estaria orçado em R$ 184 bilhões em 2017, segundo o próprio governo. O governo começou, no segundo semestre do ano passado, uma revisão nos benefícios de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. O relatório do Ministério da Transparência explica a origem do rombo de R$ 1,1 bilhão no ano passado. Ela pode ser dividida em duas partes. A primeira é o pagamento indevido a beneficiários mortos. Os beneficiários do INSS, na sua grande maioria, recebem suas aposentadorias e pensões por meio de bancos cadastrados. O dinheiro é depositado diretamente na conta dos titulares. Quando um beneficiário morre, os cartórios têm até o dia 10 do mês seguinte ao ocorrido para informar ao INSS sobre o óbito. Pelas normas técnicas, após receber a informação, cabe ao órgão suspender o envio do dinheiro ao morto. O problema, segundo os técnicos, é que nem sempre a suspensão dos benefícios acontece de forma automática. Eles destacam que a demora para a suspensão dos benefícios é resultado de uma conjunção de fatores que vai desde a falta de infraestrutura adequada para o processamento das informações até a diminuição do quadro de pessoal do órgão. Um levantamento feito entre janeiro e agosto de 2016 detectou que o INSS pagou benefícios a 101.414 pessoas que constavam como mortos no SISOBI (Sistema Informatizado de Óbito), operado pela Secretaria de Previdência Social. Esse mesmo levantamento identificou 1.256 beneficiários cujas mortes tinham sido constatadas em 2005, mas que recebiam benefícios em 2016. Em média, segundo esse estudo, o INSS levou quatro meses para suspender o benefício. O prejuízo apenas nesse período dos oito primeiros meses de 2016 foi de R$ 460 milhões. Em dezembro de 2016, o rombo totalizou R$ 1,134 bilhão. A segunda parte da explicação desse prejuízo é, segundo os técnicos, resultado da dificuldade do INSS em reaver os valores depois que eles já foram depositados. Do R$ 1,134 bilhão pago a mortos constatado em 2016, apenas R$ 119,1 milhões foram recuperados, em torno de 10,4% do total. Essa dificuldade, diz o documento, decorre de uma série de fatores, como o entrave imposto pelos bancos onde os beneficiários mortos mantinham suas contas para devolver os recursos. O relatório diz que os bancos alegam, em muitos casos, que não podem simplesmente devolver os recursos por conta do sigilo bancário. Outro fator, diz o documento, é a fragilidade dos controles internos no processo de cobrança administrativa, evidenciada pela incapacidade da entidade de fornecer respostas aos auditores. O relatório diz, por exemplo, que o INSS não conseguiu nem sequer informar ao Ministério da Transparência a quantidade de processos que o órgão já moveu para reaver recursos pagos indevidamente a beneficiários mortos. Além disso, os técnicos do Ministério da Transparência constataram que "há progressiva perda da capacidade de governança do INSS, que não dispõe de informações e meios para aprimorar a prevenção às fraudes na concessão e manutenção de benefícios". Segundo o órgão, o INSS não tem formas "efetivas de recuperar os valores pagos indevidamente".
ERRO INADMISSÍVEL, DIZ AUDITOR DE MINISTÉRIO
Para o coordenador-geral de auditoria da área de Previdência do Ministério da Transparência, Cristiano Soares Pinto, o pagamento a beneficiários mortos é "inadmissível". "Essa questão dos mortos é inadmissível. Já colocamos no relatório, fizemos recomendações e, na semana passada, oficiamos o INSS para ver que medidas eles tomaram. Estamos aguardando o posicionamento deles", afirmou. Segundo o coordenador, o dinheiro gasto pelo INSS em pagamentos a mortos poderia ser revertido ao pagamento de beneficiários vivos. "Esse é um dinheiro que poderia estar no Tesouro, sendo usado para pagar pensões e aposentadorias a quem realmente precisa", disse.
OUTRO LADO
Procurada pela reportagem, a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) enviou uma nota por meio de sua assessoria de imprensa na qual informa que a entidade "e os bancos associados pagadores de benefícios a aposentados têm apoiado o INSS na busca por soluções que evitem o pagamento de benefícios daquele instituto a pessoas já falecidas". Após a publicação desta reportagem, o INSS disse que "historicamente adota medidas administrativas que geram significativa recuperação dos valores devidos e identificados internamente, especificamente quanto ao pagamento dos benefícios pós-óbito" e que "a cessação dos benefícios ocorre de forma automática, com base nos dados de óbitos transmitidos pelos cartórios". Segundo o órgão, em média, 59 mil benefícios são cessados por mês pelo INSS em razão de morte dos beneficiários. "O sistema vem sendo constantemente aprimorado de forma a identificar divergências entre as informações oriundas dos cartórios e os dados da base do INSS, mitigando as inconsistências no pagamento", diz a nota enviada, que cita a medida provisória 788 de 24 de julho de 2017, que cria instrumentos que facilitam a recuperação de tais créditos. "Imediatamente após a edição da Medida Provisória, cerca de 62 mil ofícios de devolução aos bancos foram enviados e estão aguardando os prazos legais definidos."

CAVERNA MAIS PROFUNDA DO MUNDO DESAFIA EXPLORADORES A QUEBRAREM RECORDES
Com sua entrada a 2.240 metros de altitude, a caverna conhecida mais profunda do mundo estimula exploradores a uma corrida por recordes na Ásia caucasiana. A caverna Voronya está localizada no Maciço Arabika, na república autônoma de Abecásia, ao norte da Geórgia. Esse buraco profundo foi descoberto em 1960 pelo Instituto de Geografia Vakhushti Bagrationi, ligado à Academia de Ciências da Geórgia. Na época, no entanto, os exploradores georgianos não se aventuraram além dos primeiros --95 metros de profundidade. O recorde foi quebrado ano após ano e já alcança os 2.196 metros de profundidade, segundo a Associação Ucraniana de Espeleologia. Os espeleólogos pegaram gosto pela caverna no início dos anos 80, mais de vinte anos após a sua descoberta. Nessa fase, espeleólogos conseguiram chegar aos 340m de profundidade e se depararam com a má notícia: não havia mais como continuar a descida. Nos anos 90, uma equipe ucraniana descobriu uma janela na caverna que permitiu a descida até 700m abaixo da entrada. As descobertas não pararam por aí. Em 57 anos de exploração, foram descobertos 17 sifões --áreas com água acumulada-- alguns deles localizados ainda não explorados. O primeiro deles foi encontrado em janeiro de 2001, a uma profundidade de 1.440 metros. A exploração subaquática levou os especialistas ao recorde de 1.710m de profundidade. Ainda assim, os espeleólogos parecem não estar satisfeitos. Em 22 de julho, começou uma nova expedição à caverna Voronya, acompanhada por especialistas da Ucrânia, EUA, Israel, Rússia, Hungria e Turquia. A qual profundidade chegarão? O centro da Terra é o limite.

GUIA: COMO ESCOLHER O SEU PRÓXIMO NOTEBOOK?
Escolher um notebook novo não é uma tarefa simples. Há muitas marcas e modelos no mercado, o que dificulta o processo de compra para pessoas menos familiarizadas com as especificações técnicas. Para não investir muito em um produto que não vai responder bem às suas necessidades, é preciso buscar sempre pelo melhor custo-benefício. Para isso, o Estado conversou com especialistas e elaborou um guia sobre como escolher o seu próximo notebook:
1. EU PRECISO MESMO DE UM NOTEBOOK NOVO?
O primeiro passo é se questionar se é realmente necessário trocar o seu computador ou se é possível fazer alguma melhoria. Muitas vezes, os notebooks têm um bom processador, mas só precisam de pequenos ajustes na capacidade de memória RAM e no disco rígido para atingir um alto desempenho. Para isso, verifique primeiro qual é o processador usado no seu computador. Em computadores com sistema operacional Windows, basta clicar com o botão direito em “Meu computador” e depois em “Propriedades”. A janela exibirá as informações sobre a sua máquina. Depois, acesse o site da fabricante de processadores para comparar as especificações do seu chip com as gerações mais novas. Se a máquina estiver muito defasada, aí sim é hora de trocar o seu notebook. Caso contrário, a saída é levar o seu notebook na assistência técnica para verificar quais as melhorias possíveis e se o custo compensa.
2. DEFINA O PERFIL DE USO DO COMPUTADOR
Antes de sair por aí pesquisando qual será o seu novo notebook, pare um momento e pense em quais atividades você pretende realizar com ele. “Um usuário doméstico tem uma demanda muito diferente de um gamer ou de alguém que trabalha com programas de edição que exigem muito poder computacional”, diz André Hirakawa, professor do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O tipo de uso vai determinar que tipo de processador é preciso escolher para garantir que o desempenho do notebook atenda às suas necessidades. “O processador é quem realmente executa tudo”, explica Hirakawa. Os processadores da Intel, que estão em quase 70% dos computadores vendidos em todo o mundo, podem ser classificados de acordo com o desempenho esperado: os modelos Core i3, por exemplo, servem bem o usuário doméstico; o Core i5 é mais indicado para quem executa tarefas mais avançadas, como programação de aplicativos; e o Core i7 para os mais exigentes, como gamers e editores de vídeo. Hoje, todos os processadores da linha Core i têm mais de um núcleo, e, na prática, quanto mais núcleos, maior a velocidade para executar uma tarefa. A tecnologia também ajuda a tornar o computador mais eficiente, reduzindo o consumo de energia. 
3. FIQUE DE OLHO NA MEMÓRIA RAM
Depois de definir que tipo de processador atende o seu perfil de uso, é preciso olhar para outras especificações da máquina, não menos importantes. Certifique-se que o computador possui uma quantidade suficiente de memória RAM — pelo menos 8 GB, na opinião de Fernanda Monteiro, cofundadora da assistência técnica InfoPreta  — já que se ela faltar, vai ser difícil usar vários programas ao mesmo tempo ou manter várias abas do navegador abertas. Hoje, a maioria das marcas já oferecem 4 GB de memória RAM para o mercado de notebook baixo custo. “Existem computadores com essa quantidade de memória que saem por cerca de R$ 1,8 mil, mas não atendem bem”, diz Fernanda. A conta é simples. O Windows 10, versão mais recente do sistema operacional da Microsoft, só roda em computadores com, no mínimo, de 4 GB de memória. No entanto, o sistema operacional ocupa 2 GB de RAM, um antivírus padrão usa 500 MB e ainda é preciso considerar que o Chrome, navegador mais utilizado, consome em média 700 MB. Qualquer programa a mais em operação pode travar a máquina. Para quem busca um computador de baixo custa, pode ser interessante aumentar a quantidade de memória RAM depois. “É possível encontrar memória avulsa no Mercado Livre por cerca de R$ 500”, diz Fernanda.
4. VALE A PENA CONSIDERAR RECURSOS EXTRAS?
Para quem vai usar o notebook para jogar ou editar vídeos, é bom pensar em uma máquina com uma placa de vídeo dedicada. “Ela normalmente tem memória de vídeo separada da RAM, assim o notebook vai ter sempre espaço para a imagem”, explica Hirakawa. Para quem vai editar vídeos, a dica é procurar notebooks com tela de resolução Full HD ou Ultra HD (4K).VQuem usa o notebook fora de casa durante muito tempo também deve levar em conta o peso da máquina e sua capacidade de bateria. A categoria de ultrabooks, em geral mais cara, costuma oferecer também tecnologias de carregamento rápido da bateria, que ganha algumas horas de uso depois de pouco tempo na tomada.VApesar dos benefícios, a capacidade de processamento pode ser sacrificada em prol dos outros benefícios. “São poucas as opções baratas e de alto desempenho no mercado brasileiro”, diz Fernanda.
5. E A TELA SENSÍVEL AO TOQUE?
Uma boa alternativa para quem usa o notebook fora do trabalho são as opções dois-em-um, com tela sensível ao toque que opera quase como um tablet. “Quando estou mexendo na internet ou vendo e-mails, uso no modo tablet, quando preciso editar alguma coisa, eu uso no modo notebook”, diz Hirakawa. Se essa for sua opção, vá até uma loja experimentar a tela sensível ao toque e veja se ela responde rapidamente aos comandos. Se possível, certifique-se que a tela e a camada sensível ao toque (HID) são independentes — se ela quebrar, vai ser mais barato trocar só a tela. “Se você quebrar o HID, vai ter que trocar a tela inteira, e isso custa R$ 900, enquanto o HID separado sai por R$ 250”. Outro detalhe fundamental é a dobradiça que une a tela ao notebook, já que a maior parte desses produtos permite virá-la em mais de 180 graus. A dica, segundo Fernanda, é procurar por dobradiças sem grandes efeitos de design e verificar se elas não são de puro plástico, o que as tornam mais frágeis. (por  Carolina Ingizza* - O Estado de S.Paulo)